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Futebol

Sporting ganha pela margem mínima e persegue Benfica na liderança do campeonato

Clube de Alvalade tentou dilatar o resultado, mas guarda-redes da equipa adversária foi negando as tentativas à formação verde e branca

Leonino - Onde o Sporting é notícia
Leonino - Onde o Sporting é notícia

09 Nov 2024 | 12:54 |

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A equipa de futebol feminino do Sporting venceu, o Valadares Gaia, por 1-0, em jogo a contar para a sétima jornada da Liga BPI. Micael Sequeira, antigo técnico-adjunto de Rúben Amorim no Braga, somou a segunda vitória no comando técnico das leoas.


Em duelo disputado no Estádio Municipal Dr. Jorge Sampaio, em Gaia, Rita Fontemanha abriu o marcador, aos 22 minutos do encontro. Aquando do apito do árbitro para as equipas recolherem aos balneários, as verdes e brancas já se encontravam na frente do placard.


Na etapa complementar, as leoas continuaram a controlar a partida, sendo que a equipa adversária foi fechando os caminhos da baliza. Apesar das várias tentativas, o Clube de Alvalade não conseguiu voltar a faturar e acabou por vencer pela margem mínima.


Com esta vitória – a décima em 13 jogos na presente temporada –, as agora comandadas por Micael Sequeira estão na terceira posição da Liga BPI com 18 pontos e perseguem os lugares cimeiros. Braga (19) e Benfica (21) completam o pódio.

As verdes e brancas voltam a entrar em campo no próximo sábado, dia 16 de novembro, frente ao Clube Albergaria, no Estádio Aurélio Pereira. O encontro diante da formação aveirense - a contar para a nona jornada do Campeonato Nacional - está marcado para as 11h00, na Academia Cristiano Ronaldo.



Futebol

Pedro Henriques desfaz todas as dúvidas sobre lance polémico com Maxi no Famalicão - Sporting

Situação aconteceu aos 7 minutos, quando Rodrigo Pinheiro entrou em contacto com o ala esquerdo dos leões dentro da área dos minhotos

Pedro Henriques analisou os principais lances polémicos do Famalicão - Sporting e considera que Luís Godinho falhou ao não assinalar uma grande penalidade
Pedro Henriques analisou os principais lances polémicos do Famalicão - Sporting e considera que Luís Godinho falhou ao não assinalar uma grande penalidade

14 Set 2026 | 10:44 |

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Pedro Henriques analisou os principais lances polémicos do Famalicão - Sporting e considera que Luís Godinho falhou ao não assinalar uma grande penalidade a favor dos leões no início da partida, por derrube sobre Maxi Araújo na grande área minhota.


A situação aconteceu aos 7 minutos, quando Rodrigo Pinheiro entrou em contacto com o ala dentro da área. Para o especialista, o defesa dos minhotos atingiu o jogador leonino no tornozelo e acabou por provocar a sua queda, pelo que o VAR deveria ter recomendado a revisão do lance.


P. Henriques: "Castigo máximo claro e óbvio"


"Rodrigo Pinheiro, já no interior da área, dá dois toques com o pé direito no tornozelo de Maxi Araújo. Houve causa e efeito. Ou seja, rasteirou e com isso derrubou o defesa uruguaio dos leões. O VAR devia ter chamado o juiz ao monitor. Castigo máximo claro e óbvio", escreveu no jornal 'A Bola.

Já aos 78 minutos, Pedro Henriques analisou uma sequência de três contactos dentro da área e considerou correta a decisão da equipa de arbitragem. Em primeiro lugar, entendeu que Suárez não cometeu falta sobre Peña, uma vez que tocou na bola, e afastou também a existência de infração de Irankunda sobre Bondo, além de referir que o angolano cometeu falta sobre Fotis Ioannidis.


"Três momentos de análise: Suárez não faz falta sobre Peña, toca na bola com o pé esquerdo; depois, não há empurrão de Irankunda sobre Bondo, que cai porque tropeça no jogador leonino; e finalmente Bondo pisa com o pé direito Ioannidis. A decisão final foi correta".


Futebol

Escândalo! Luís Godinho leva nota 2 por prejudicar Sporting em lance vergonhoso

Antigo árbitro apontou ainda um critério disciplinar irregular e considerou que juíz não teve a ajuda necessária da equipa de arbitragem, incluindo do VAR

 Empate entre Famalicão e Sporting (1-1) ficou marcado por alguns lances polémicos, com a arbitragem de Luís Godinho a ser alvo de análise
Empate entre Famalicão e Sporting (1-1) ficou marcado por alguns lances polémicos, com a arbitragem de Luís Godinho a ser alvo de análise

14 Set 2026 | 10:32 |

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O empate entre Famalicão e Sporting (1-1) ficou marcado por alguns lances polémicos, com a arbitragem de Luís Godinho a ser alvo de análise após o encontro. Entre as situações em discussão está um lance ocorrido ainda na primeira parte, que gerou fortes protestos por parte dos leões.


Marco Ferreira atribuiu nota 2 ao árbitro e considerou que ficou por assinalar uma grande penalidade a favor do Sporting. O antigo árbitro apontou ainda um critério disciplinar irregular e considerou que Luís Godinho não teve a ajuda necessária da equipa de arbitragem, incluindo do VAR.


No minuto 7, Maxi Araújo caiu dentro da área do Famalicão após um contacto com Rodrigo Pinheiro, num lance em que os jogadores do Sporting reclamaram penálti. A decisão foi deixar o jogo prosseguir, mas tanto Marco Ferreira como Jorge Faustino entenderam que deveria ter sido assinalada uma grande penalidade.


M. Ferreira: "Penálti claro por assinalar sem a devida intervenção do VAR"

"Penálti claro por assinalar sem a devida intervenção do VAR. Mal auxiliado", analisou Marco Ferreira ao jornal 'Record', que considerou o contacto sobre Maxi Araújo suficientemente evidente para justificar a intervenção do vídeoárbitro.


J. Faustino: "Penálti por sancionar"

Jorge Faustino também classificou o lance como um erro grave, sobretudo pelo impacto que poderia ter tido na partida. "Rodrigo Pinheiro, na tentativa de roubar a bola a Maxi Araújo, acertou com pé direito no pé e perna do jogador do Sporting que estava já sobre a linha da área e dentro desta. Penálti por sancionar", concluiu.


Futebol

Jogo "simples de analisar" e lances polémicos: Tudo o que disse Rui Borges após deslize do Sporting

Técnico apontou alguma falta de intensidade e atitude competitiva no lance que acabou por permitir ao conjunto minhoto chegar à igualdade

Após o empate do Sporting frente ao Famalicão (1-1), Rui Borges fez a análise à partida e, em conferência de imprensa
Após o empate do Sporting frente ao Famalicão (1-1), Rui Borges fez a análise à partida e, em conferência de imprensa

14 Set 2026 | 09:51 |

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Após o empate do Sporting frente ao Famalicão (1-1), Rui Borges fez a análise à partida e, em conferência de imprensa, apontou alguma falta de intensidade e atitude competitiva no lance que acabou por permitir ao conjunto minhoto chegar ao empate já nos minutos finais.


Análise


"É um jogo simples de analisar. Na primeira parte, entrámos nos primeiros 20-25 minutos com alguma paciência com bola, sabendo que o campo também não estava muito bom para irmos jogando no jogo interior, por isso tínhamos de ganhar por corredores. Entrámos bem, tentámos atrair o Famalicão com alguma calma, não deixando os ataques mais prolongados ou que entrassem em contra-ataques. Depois fomos perdendo a paciência e alguns passos, tentámos mais passes longos e fomos deixando o Famalicão entrar em contra-ataque e ataque rápido. Mesmo assim, fomos muito competentes nesse momento, com uma boa energia e atitude competitiva da nossa parte. Controlámos claramente o jogo do início ao fim da primeira parte. Na segunda parte entrámos exatamente igual, com a mesma paciência e calma, instalando o jogo no meio-campo do Famalicão com algum cuidado e boa energia nas transições defensivas. Criámos várias situações de golo, mas acabámos por ser infelizes. Na única oportunidade que o Famalicão teve, num único lance do jogo em que tínhamos de ser mais agressivos e intensos no nosso corredor esquerdo, não fomos, fomos infelizes no corte do Inácio e a bola acabou por entrar".


Arbitragem

"Em relação à arbitragem, não vou comentar, como nunca faço, independentemente de ser a favor ou não. Os lances do jogo são subjetivos. Em relação ao lance do golo, é como digo: faltou-nos atitude competitiva no único minuto em que não tivemos a energia e intensidade habituais, e fomos penalizados. É algo que temos de perceber enquanto equipa e que não pode acontecer numa equipa como o Sporting. Independentemente de jogarmos com 10 ou 11, tem mais a ver com a atitude competitiva naquele lance. O Inácio acabou por ser infeliz e o Famalicão feliz nesse momento. Há coisas que não controlamos".


Mudança de chip da Champions para o campeonato

"O chip estava mudado, a equipa teve uma atitude competitiva muito boa. No único minuto em que desligámos esse chip e essa atitude competitiva, fomos penalizados. A equipa teve um compromisso enorme e esteve ligada do início ao fim, mas no único momento em que desligámos um bocadinho fomos muito penalizados. Numa equipa como o Sporting, que quer ganhar todos os jogos e lutar pelo título, não se pode desligar um segundo que seja. Quanto ao Zalazar, esteve doente nos últimos dois dias e por isso optámos por não o colocar de início".

Porto e Benfica

"Independentemente dos outros, estamos preocupados connosco. Claramente é um resultado que não queríamos e que não desejávamos para o nosso caminho. Temos de estar preocupados connosco, melhorar o que temos de fazer melhor e crescer ainda mais para o próximo jogo".

Falou em falta de intensidade e energia, mas houve muita chegada à área sem concretização. Quando decidiu mudar na segunda parte, trazendo mais presença para a área, não sente que isso minimizou um pouco os corredores e os cruzamentos?

"Penso que não. A opção do Ioannidis era precisamente por estarmos a ir muito aos corredores e a conseguir entrar por aí. Com as substituições, a ideia era manter o máximo de largura, pois estávamos a fazer muito jogo interior. Colocámos dois homens na área para atacar a bola e o Zalazar a fazer o terceiro homem vindo de fora para dentro. À direita mantivemos largura, tentámos com o Geny e depois arriscámos com o Nestory. Mesmo depois do golo do empate, tivemos três situações claras de cruzamento em que podíamos ter finalizado melhor".

Em determinados momentos da primeira parte, o Geny não ficou desapoiado?

"Na primeira parte, em relação ao Geny, acho que não. Tínhamos de ser mais decisivos quando a bola chegava ao corredor, com mais gente a atacar a profundidade quando a bola chegava à largura. Fomos perdendo isso com o passar do tempo. Tentámos arranjar espaço para ligar por dentro, embora a relva não estivesse fácil para jogar a um toque, a bola saltava muito e estava duro, o que não facilitava o jogo interior. Perante um bloco baixo, os jogadores têm de trabalhar em linhas curtas e reduzidas, que é a parte difícil dos grandes jogadores. Não estávamos a conseguir também devido ao relvado e a jogadores que não têm 100% essas características, mas fomos tentando. Faltou-nos ser mais esclarecidos na tomada de decisão no último terço, pois falhámos muitos passes perto da área do Famalicão. Contudo, estivemos muito bem a travar os contra-ataques deles. Tivemos oportunidades para fazer golo e devíamos ter feito. Como digo, temos de estar ligados os 90 minutos ou mais, não podemos desligar um segundo".


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