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Sporting perde na Liga dos Campeões e vai jogar com o Barcelona nos quartos de final
16 Abr 2026 | 21:37
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02 Mai 2020 | 17:28 |
Numa longa entrevista ao Jornal Sporting, Patrícia Mamona falou sobre como começou a praticar atletismo, os melhores e os piores momentos da carreira, o racismo de que foi alvo e, entre outras temáticas, abordou quais os objetivos para o futuro. “É uma atleta que começou a praticar atletismo aos 12 anos e que hoje, 19 anos depois, já participou em grandes competições – europeus, mundiais e Jogos Olímpicos (JO) –, mas que ainda tem uma carreira longa pela frente. É uma atleta que começou e ainda faz tudo por gosto, apesar da pressão de se representar não só a si, mas também o Sporting Clube de Portugal e Portugal”, é desta forma que Patrícia Mamona, atleta leonina, se descreve a si própria. Questionada sobre de que forma surgiu o atletismo na sua vida, a triplo-saltista contou que tudo começou num corta mato: “Foi num corta-mato, eu era melhor do que os rapazes em quase tudo – até a jogar à bola! – e os professores disseram-me para participar e ganhei. Mal cortei a meta, apareceu o meu actual treinador, o José Uva, a perguntar se eu queria fazer parte da Juventude Operária do Monte Abraão (JOMA)”. No entanto, os pais de Patrícia Mamona não aprovaram, inicialmente, a ideia e a atleta começou por treinar sem o conhecimento dos seus progenitores, mas acabou, de forma curiosa, por ser “apanhada”: “Os meus pais não gostaram muito da ideia e não me deixaram ir, mas eu fui ver uns treinos, adorei e comecei a ir treinar sem eles saberem. Como vivia no Cacém e o clube era em Monte Abraão, tinha de ir de comboio, mas sem bilhete… um dia fui ‘apanhada’ e levada para a esquadra porque era menor. Os meus pais passaram uma vergonha imensa e foi assim que descobriram que andava a treinar às escondidas deles, mas nesse momento perceberam que eu gostava mesmo muito de atletismo e começaram a deixar-me ir treinar”. Quanto ao facto de ser apelidada de “menina bonita do atletismo”, Patrícia Mamona defende que o mais importante é sentir-se mesmo consigo própria: “Cada pessoa tem a sua personalidade e tem o direito de se expressar da melhor forma. Lembro-me de ver uma vez uma peça a criticar certas atletas por não se cuidarem, mas para mim cada um faz aquilo que quer desde que em prova apresente resultados”. A atleta do Sporting CP revelou que, na infância, foi vítima de racismo e que a sua grande defesa contra este tipo de comportamentos era tentar ser a melhor em tudo o que fazia: “Embora tenha tido uma infância feliz, era a única ‘preta’ da turma e ouvi coisas que me fizeram chorar. Até me lembro, e isto é um bocado triste, de uma vez ter posto farinha na cara para parecer branca. Não era fácil, mas os meus pais sempre me disseram para ter orgulho na minha cor, preparam-me para o que ia acontecer e incentivaram-me a ter boas notas na escola. Independentemente de ser preta ou branca, eu era sempre a melhor aluna da turma e isso era uma forma de resposta. Tanto pode ser bom a matemática um branco como um preto. Agora já consigo lidar muito bem com o racismo. Sei que não posso controlar o que pensam de mim”. Relativamente ao balanço que faz, até ao momento, da sua carreira, Patrícia Mamona mostrou-se bastante satisfeita, independentemente do que possa vir ainda a fazer: “Estou felicíssima. Independentemente do que vier, sei que fiz de tudo para ter a melhor performance e estou contente por me ter superado e da história que vivi, tanto dos momentos felizes como infelizes. Além disso, tive a oportunidade de conhecer vários países e várias pessoas que me inspiraram. Estou bastante agradecida por tudo isso, sobretudo porque não foi por sorte, mas sim porque trabalhei muito e isso orgulha-me”. Quando perguntada sobre qual o pior momento da carreira, a atleta olímpica relembra duas: “Recordo-me de duas. A primeira ainda em júnior. Tinha sido quarta no Mundial e no Europeu do ano seguinte falhei a final. Acho que encarei a prova como mais uma competição e, claro, não foi adequado. A outra foi em Zurique, em 2014, onde também falhei a final. Estava toda a gente com grande expectativa e eu também. Foi a única vez, como adulta, que me lembro de chorar depois de uma prova”. Em sentido contrário, o Europeu de 2016, em Amesterdão, foi para Patrícia Mamona a competição que mais gozo lhe deu vencer: “O Europeu de 2016, em Amesterdão, deu-me muito gozo não só porque venci, mas pela forma como o fiz. Quase tinha falhado a final e depois conquistei a medalha de ouro no último salto. Até ao quinto salto estava em quarto, e até era a minha melhor performance em europeus, mas ficar em quarto lugar é péssimo. É aquilo a que chamamos o lugar do morto. Deste tudo e não foi suficiente para chegar ao pódio. Por isso, era preferível ficar em quinto lugar”. Quanto ao futuro, Patrícia Mamona revelou que o grande objetivo passa pelos Jogos Olímpicos: “O meu objetivo é superar-me sempre. Para além dos JO, tenho ainda várias provas, europeus e mundiais para participar. Mas, nos JO, o melhor que fiz foi um sexto lugar, por isso não vou ficar satisfeita com menos do que isso. A menos que salte mais do que 14,65 metros. Ainda assim, nos JO tudo pode acontecer, até posso saltar menos do que o habitual e ser medalhada. Gostava de alcançar o pódio. Um pódio nos JO muda vidas e é muito especial”. A atleta do Sporting CP confessou também que, apesar dos 31 anos, quer continuar no ativo até, pelo menos, aos próximos Jogos Olímpicos: “Queria fazer mais outros JO, os de Paris. Depois disso, talvez pense mais na minha vida, no que perdi e no que quero recuperar, mas até posso estar muito bem para competir e, se estiver, continuo. O que vier agradeço. Vou aguardar”. Por fim, Patrícia Mamona referiu como gostava de ser lembrada após deixar de competir: “Para além das marcas e dos recordes, gostava, acima de tudo, que me recordassem como alguém que ajudou alguém a ser melhor, independente do quê e em quê. Claro que ganhar uma medalha olímpica era fantástico, porque é um objetivo pessoal, mas gostava era que esse objetivo ajudasse a inspirar alguém”.
Fotografia de Sporting CP
Turma verde e branca procurava uma importante vitória frente ao eterno rival, mas acabou por arrancar apenas uma igualdade no Campeonato Nacional
20 Abr 2026 | 22:33 |
A equipa de hóquei em patins do Sporting empatou com o Benfica, por 2-2, esta segunda-feira, dia 20 de abril, em jogo a contar para a 24.ª jornada da fase regular. Após derrota com o Barcelos para a Liga dos Campeões, os leões voltaram aos triunfos.
A jogar no Pavilhão João Rocha, a formação verde e branca chegou à vantagem por Rafael Bessa, logo no primeiro minuto de jogo. Os leões foram controlando, mas com o aproximar do final da primeira parte, as águias tornaram-se mais pressionantes chegaram ao empate a menos de 1.27 minutos do intervalo, por Pau Bargalló.
Na etapa complementar, a turma leonina acelerou e voltou a colocar-se na frente, com um bis de Rafael Bessa (29'). No entanto, o Benfica marcou logo de seguida, aos 31 minutos, por Zé Miranda. O dérbi eterno não voltou a sofrer qualquer alteração no marcador.
Com este empate - o sexto em 47 jogos na presente temporada - os comandados de Edo Bosch chegam aos 55 pontos e estão no terceiro lugar da tabela classificativa. O Benfica é líder com 66. Já o Porto é segundo classificado, com 57.
O Clube de Alvalade volta a entrar em campo no próximo sábado, dia 25 de abril, frente ao CD Póvoa. O encontro diante da turma liderada por Vítor Silva, a contar para as meias-finais da Taça de Portugal, jogar-se-á às 19h30, no reduto adversário.
Equipa do Clube de Alvalade não disputou das melhores partidas, mas corrigiu erros e acabou conseguir um triunfo importante na sua caminhada
18 Abr 2026 | 16:50 |
A equipa de basquetebol do Sporting venceu o CA Queluz por 83-69, este sábado, dia 18 de abril, em jogo da 21.ª jornada da fase regular do Campeonato Nacional. Num encontro disputado no Pavilhão João Rocha, os leões deram uma resposta assertiva, depois de triunfo frente à mesma formação na primeira volta.
No primeiro período, o emblema leonino mostrou-se com algumas dificuldades e, após os primeiros dez minutos, perdia por 13-12. No segundo parcial, a formação verde e branca não apresentou tremendas melhoras, mas, ao intervalo, registava-se no placard a igualdade (31-31).
No terceiro parcial, o Sporting voltou a não conseguir colocar-se na frete e entrou nos últimos minutos em desvantagem, ainda que apenas por um ponto (58-57). No último quarto, o conjunto leonino conseguiu tomar as rédeas do encontro e acabou por garantir a vitória ().
A unidade em maior destaque do lado verde e branco foi Brandon Johns Jr. O norte-americano somou 18 pontos, oito ressaltos e uma assistência. Já Maleeck Harden-Hayes contabilizou 17 pontos, sete ressaltos e uma assistência, números que permitiram que o Sporting pudesse triunfar.
Com esta vitória - a 31.ª em 42 jogos na presente temporada - os comandados de Luís Magalhães estão na segunda posição com 38 pontos, os mesmos que o Benfica (menos um jogo). No sábado, dia 25 de abril, os leões disputam a 22.ª jornada da Liga Betclic e vão defrontar o Imortal, às 15h00, em Albufeira.
Equipa aquecia para o encontro:
Leões e catalães irão defrontar-se, dia 7 de maio, num jogo que promete ser eletrizante e uma autêntica final de competição antecipada
17 Abr 2026 | 17:57 |
O jogo entre Sporting e Barcelona, não fossem duas das melhores equipas do mundo, vai aquecer os quartos de final da final-eight da Liga dos Campeões. Concluída a fase de grupos, esta quinta-feira, as posições ocupadas por cada equipa no seu respetivo grupo, valeram o cruzamento de ambas nesta fase da competição.
Na 10.ª e última jornada do Grupo B, apuraram-se os quatro primeiros, onde apenas os italianos do Bassano (6.ºs) estavam eliminados, já tendo perdido (4-2) esta quinta-feira em casa com o líder invicto Benfica (1.º) -, o Barcelos, campeão em título, alcançou o triunfo (6-5) precioso na receção ao Sporting e apurou-se em 2.º lugar, deixando a possibilidade de ainda ser eliminado, enquanto os leões caíram para 3.ºs.
No Grupo A nada se alterou na última jornada, uma vez que o líder Porto concluiu a série com uma vitória (5-3) na receção aos espanhóis do Igualada (5.ºs), o Barcelona (2.º) recebeu e venceu (4-2) os espanhóis do Reus (4.ºs) e os italianos do Trissino (3.ºs) bateram (6-1) o Saint Omer (6.ºs), em França.
Assim, vindos do Grupo A, Benfica, Barcelos, Sporting e Liceo seguem para os quartos de final e, vindos do Grupo B, Porto, Barcelona, Trissino e Reus também seguem o mesmo caminho.
Os leões, terceiros classificados do Grupo B, jogam com os catalães, os segundos do Grupo A, num duelo que promete ser eletrizante, no dia 7 de maio, no Pavilhão Mário Mexia, em Coimbra. É a repetição antecipada da final do Mundial de Clubes de 2025, que os leões venceram (3-2, após prolongamento), em San Juan, Argentina, tornando-se, assim, Campeões do Mundo de Clubes.
Sporting perde na Liga dos Campeões e vai jogar com o Barcelona nos quartos de final
16 Abr 2026 | 21:37
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15 Abr 2026 | 15:48
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15 Abr 2026 | 12:38