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Última hora! Sporting anuncia saída inesperada de treinador e explica motivo
19 Mar 2026 | 17:44
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02 Mai 2020 | 16:28 |
Numa longa entrevista ao Jornal Sporting, Patrícia Mamona falou sobre como começou a praticar atletismo, os melhores e os piores momentos da carreira, o racismo de que foi alvo e, entre outras temáticas, abordou quais os objetivos para o futuro. “É uma atleta que começou a praticar atletismo aos 12 anos e que hoje, 19 anos depois, já participou em grandes competições – europeus, mundiais e Jogos Olímpicos (JO) –, mas que ainda tem uma carreira longa pela frente. É uma atleta que começou e ainda faz tudo por gosto, apesar da pressão de se representar não só a si, mas também o Sporting Clube de Portugal e Portugal”, é desta forma que Patrícia Mamona, atleta leonina, se descreve a si própria. Questionada sobre de que forma surgiu o atletismo na sua vida, a triplo-saltista contou que tudo começou num corta mato: “Foi num corta-mato, eu era melhor do que os rapazes em quase tudo – até a jogar à bola! – e os professores disseram-me para participar e ganhei. Mal cortei a meta, apareceu o meu actual treinador, o José Uva, a perguntar se eu queria fazer parte da Juventude Operária do Monte Abraão (JOMA)”. No entanto, os pais de Patrícia Mamona não aprovaram, inicialmente, a ideia e a atleta começou por treinar sem o conhecimento dos seus progenitores, mas acabou, de forma curiosa, por ser “apanhada”: “Os meus pais não gostaram muito da ideia e não me deixaram ir, mas eu fui ver uns treinos, adorei e comecei a ir treinar sem eles saberem. Como vivia no Cacém e o clube era em Monte Abraão, tinha de ir de comboio, mas sem bilhete… um dia fui ‘apanhada’ e levada para a esquadra porque era menor. Os meus pais passaram uma vergonha imensa e foi assim que descobriram que andava a treinar às escondidas deles, mas nesse momento perceberam que eu gostava mesmo muito de atletismo e começaram a deixar-me ir treinar”. Quanto ao facto de ser apelidada de “menina bonita do atletismo”, Patrícia Mamona defende que o mais importante é sentir-se mesmo consigo própria: “Cada pessoa tem a sua personalidade e tem o direito de se expressar da melhor forma. Lembro-me de ver uma vez uma peça a criticar certas atletas por não se cuidarem, mas para mim cada um faz aquilo que quer desde que em prova apresente resultados”. A atleta do Sporting CP revelou que, na infância, foi vítima de racismo e que a sua grande defesa contra este tipo de comportamentos era tentar ser a melhor em tudo o que fazia: “Embora tenha tido uma infância feliz, era a única ‘preta’ da turma e ouvi coisas que me fizeram chorar. Até me lembro, e isto é um bocado triste, de uma vez ter posto farinha na cara para parecer branca. Não era fácil, mas os meus pais sempre me disseram para ter orgulho na minha cor, preparam-me para o que ia acontecer e incentivaram-me a ter boas notas na escola. Independentemente de ser preta ou branca, eu era sempre a melhor aluna da turma e isso era uma forma de resposta. Tanto pode ser bom a matemática um branco como um preto. Agora já consigo lidar muito bem com o racismo. Sei que não posso controlar o que pensam de mim”. Relativamente ao balanço que faz, até ao momento, da sua carreira, Patrícia Mamona mostrou-se bastante satisfeita, independentemente do que possa vir ainda a fazer: “Estou felicíssima. Independentemente do que vier, sei que fiz de tudo para ter a melhor performance e estou contente por me ter superado e da história que vivi, tanto dos momentos felizes como infelizes. Além disso, tive a oportunidade de conhecer vários países e várias pessoas que me inspiraram. Estou bastante agradecida por tudo isso, sobretudo porque não foi por sorte, mas sim porque trabalhei muito e isso orgulha-me”. Quando perguntada sobre qual o pior momento da carreira, a atleta olímpica relembra duas: “Recordo-me de duas. A primeira ainda em júnior. Tinha sido quarta no Mundial e no Europeu do ano seguinte falhei a final. Acho que encarei a prova como mais uma competição e, claro, não foi adequado. A outra foi em Zurique, em 2014, onde também falhei a final. Estava toda a gente com grande expectativa e eu também. Foi a única vez, como adulta, que me lembro de chorar depois de uma prova”. Em sentido contrário, o Europeu de 2016, em Amesterdão, foi para Patrícia Mamona a competição que mais gozo lhe deu vencer: “O Europeu de 2016, em Amesterdão, deu-me muito gozo não só porque venci, mas pela forma como o fiz. Quase tinha falhado a final e depois conquistei a medalha de ouro no último salto. Até ao quinto salto estava em quarto, e até era a minha melhor performance em europeus, mas ficar em quarto lugar é péssimo. É aquilo a que chamamos o lugar do morto. Deste tudo e não foi suficiente para chegar ao pódio. Por isso, era preferível ficar em quinto lugar”. Quanto ao futuro, Patrícia Mamona revelou que o grande objetivo passa pelos Jogos Olímpicos: “O meu objetivo é superar-me sempre. Para além dos JO, tenho ainda várias provas, europeus e mundiais para participar. Mas, nos JO, o melhor que fiz foi um sexto lugar, por isso não vou ficar satisfeita com menos do que isso. A menos que salte mais do que 14,65 metros. Ainda assim, nos JO tudo pode acontecer, até posso saltar menos do que o habitual e ser medalhada. Gostava de alcançar o pódio. Um pódio nos JO muda vidas e é muito especial”. A atleta do Sporting CP confessou também que, apesar dos 31 anos, quer continuar no ativo até, pelo menos, aos próximos Jogos Olímpicos: “Queria fazer mais outros JO, os de Paris. Depois disso, talvez pense mais na minha vida, no que perdi e no que quero recuperar, mas até posso estar muito bem para competir e, se estiver, continuo. O que vier agradeço. Vou aguardar”. Por fim, Patrícia Mamona referiu como gostava de ser lembrada após deixar de competir: “Para além das marcas e dos recordes, gostava, acima de tudo, que me recordassem como alguém que ajudou alguém a ser melhor, independente do quê e em quê. Claro que ganhar uma medalha olímpica era fantástico, porque é um objetivo pessoal, mas gostava era que esse objetivo ajudasse a inspirar alguém”.
Fotografia de Sporting CP
Imprensa espanhola encontra-se a avançar rumore sobre interesse num dos jogadores mais importantes da equipa do Clube de Alvalade
20 Mar 2026 | 16:14 |
O Barcelona continua a olhar para Alvalade e, depois de garantir Higor ao Benfica, tem agora um novo alvo bem definido: Zicky Té. A informação sobre a estrela do Sporting está a ser avançada pela imprensa espanhola no decorrer das últimas horas.
De acordo com o jornal Sport, os catalães sonham juntar o pivô de 24 anos ao plantel para a temporada 2026/27, reforçando um projeto que está a ser claramente reestruturado. No entanto, a tarefa não se adivinha nada fácil e o emblema do país vizinho sabe disso.
O Sporting não mostra qualquer abertura para negociar um dos seus jogadores mais importantes. Aliás, recentemente já rejeitou uma proposta de 200 mil euros do Semey, o que demonstra bem a posição firme da SAD do Clube de Alvalade.
Zicky Té tem contrato até junho de 2027 e continua a ser visto como peça-chave na equipa de Nuno Dias. Mesmo numa época marcada por alguns problemas físicos, apresenta bons números e a estrutura não pretende permitir a sua saída nesta fase da sua carreira.
Na presente temporada, Zicky Té soma sete golos, mas tem apenas nove jogos realizados pela equipa do Sporting. No total, na equipa principal verde e branca – pela qual se estreou em 2018 -, o internacional português já participou em 208 encontros, tendo assinado 131 remates certeiros.
Recorde este golo de Zicky Té:
Rumor tem sido avançado nas últimas horas e, segundo recentes informações, é grande a possibilidade de o jogador sair de Alvalade
20 Mar 2026 | 11:43 |
O ciclo de Pauleta na equipa de futsal do Sporting parece estar perto de chegar ao fim. O internacional português, que termina contrato no final da época, tem em mãos uma proposta considerada bastante aliciante do Ukhta e tudo indica que deverá mesmo rumar à Rússia no próximo passo da carreira.
Aos 32 anos (faz em junho), Pauleta prepara-se para encerrar uma ligação muito marcante com o Sporting, onde chegou em 2019 e construiu um palmarés impressionante. Ao serviço dos leões conquistou quatro campeonatos nacionais, quatro Taças da Liga, três Taças de Portugal, três Supertaças e, claro, a UEFA Futsal Champions League 2021, um dos pontos altos da história recente do Clube.
O destino deverá ser um projeto competitivo. O Ukhta ocupa atualmente o segundo lugar do campeonato russo, a apenas três pontos do líder KPRF Moskva, e conta no plantel com uma cara bem conhecida dos sportinguistas: Guitta, guarda-redes que marcou uma era em Alvalade — embora já tenha anunciado que também sairá no final da temporada.
Se a transferência se confirmar, algo que os rumores indicam ser possível, pode dar-se o fim de uma era para Pauleta no Sporting sob as ordens de Nuno Dias e o início de um novo desafio fora de Portugal, depois de anos de sucesso ao mais alto nível.
O Clube de Alvalade volta a jogar já no próximo sábado, dia 21 de março, frente ao Caxinas. O encontro, a contar para a jornada 19 da Liga portuguesa, diante da formação liderada por Nuno Santos, está marcado para as 20h45, no Pavilhão João Rocha.
Jogador de 28 anos encontra-se a passar por uma situação bastante delicada e prevê-se o pior cenário no Clube de Alvalade
20 Mar 2026 | 03:00 |
Natán Suárez pode não jogar mais pelo Sporting esta temporada, sabe o Leonino. O central da equipa de andebol dos leões encontra-se lesionado e, além do problema físico parecer grave, deverá afastar o jogador dos pavilhões por largos meses.
O Clube de de Alvalade já havia confirmado que o espanhol iria estar afastado da turma de Ricardo Costa durante algum tempo, após a lesão sofrida no encontro frente ao Aalborg, a contar para a 12.ª jornada do Grupo A da EHF Champions League, mas fonte próxima do processo relatou ao nosso Jornal um dos piores cenários.
Por parte do Clube de Alvalade, ainda assim, não foram divulgados pormenores sobre a natureza da lesão nem o tempo exato de recuperação, isto além da publicação com o intuito de dar força ao jogador partilhada através das redes sociais.
Vale lembrar, ainda, que fruto desta lesão, Natán Suárez pode mesmo acabar por deixar o Sporting sem voltar a jogar. Tal como já havíamos avançado, em Exclusivo Leonino, o central encontra-se a cumprir os últimos meses de contrato com os leões e a saída era uma forte possibilidade.
Com esta ausência prolongada, o Sporting fica mais limitado na posição de central, que passa agora a ser assegurada principalmente pelo espanhol Jan Gurri e por Filipe Monteiro. Em alternativa, o lateral esquerdo Martim Costa também pode desempenhar essa função, oferecendo uma solução adicional ao treinador leonino.
Na presente temporada desportiva de 2025/26, Natán Suárez contabiliza já 33 partidas pelo Clube de Alvalade - dez na EHF Champions League, 18 no Campeonato Nacional, dois na Taça de Portugal, um na Supertaça e dois na Supertaça Ibérica -, nos quais apontou 79 tiros certeiros.
Confira este golo de Natán Suárez:
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