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Sporting já sabe quem vai enfrentar na 1.ª jornada da Liga dos Campeões
25 Jul 2026 | 11:11
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02 Mai 2020 | 17:28 |
Numa longa entrevista ao Jornal Sporting, Patrícia Mamona falou sobre como começou a praticar atletismo, os melhores e os piores momentos da carreira, o racismo de que foi alvo e, entre outras temáticas, abordou quais os objetivos para o futuro. “É uma atleta que começou a praticar atletismo aos 12 anos e que hoje, 19 anos depois, já participou em grandes competições – europeus, mundiais e Jogos Olímpicos (JO) –, mas que ainda tem uma carreira longa pela frente. É uma atleta que começou e ainda faz tudo por gosto, apesar da pressão de se representar não só a si, mas também o Sporting Clube de Portugal e Portugal”, é desta forma que Patrícia Mamona, atleta leonina, se descreve a si própria. Questionada sobre de que forma surgiu o atletismo na sua vida, a triplo-saltista contou que tudo começou num corta mato: “Foi num corta-mato, eu era melhor do que os rapazes em quase tudo – até a jogar à bola! – e os professores disseram-me para participar e ganhei. Mal cortei a meta, apareceu o meu actual treinador, o José Uva, a perguntar se eu queria fazer parte da Juventude Operária do Monte Abraão (JOMA)”. No entanto, os pais de Patrícia Mamona não aprovaram, inicialmente, a ideia e a atleta começou por treinar sem o conhecimento dos seus progenitores, mas acabou, de forma curiosa, por ser “apanhada”: “Os meus pais não gostaram muito da ideia e não me deixaram ir, mas eu fui ver uns treinos, adorei e comecei a ir treinar sem eles saberem. Como vivia no Cacém e o clube era em Monte Abraão, tinha de ir de comboio, mas sem bilhete… um dia fui ‘apanhada’ e levada para a esquadra porque era menor. Os meus pais passaram uma vergonha imensa e foi assim que descobriram que andava a treinar às escondidas deles, mas nesse momento perceberam que eu gostava mesmo muito de atletismo e começaram a deixar-me ir treinar”. Quanto ao facto de ser apelidada de “menina bonita do atletismo”, Patrícia Mamona defende que o mais importante é sentir-se mesmo consigo própria: “Cada pessoa tem a sua personalidade e tem o direito de se expressar da melhor forma. Lembro-me de ver uma vez uma peça a criticar certas atletas por não se cuidarem, mas para mim cada um faz aquilo que quer desde que em prova apresente resultados”. A atleta do Sporting CP revelou que, na infância, foi vítima de racismo e que a sua grande defesa contra este tipo de comportamentos era tentar ser a melhor em tudo o que fazia: “Embora tenha tido uma infância feliz, era a única ‘preta’ da turma e ouvi coisas que me fizeram chorar. Até me lembro, e isto é um bocado triste, de uma vez ter posto farinha na cara para parecer branca. Não era fácil, mas os meus pais sempre me disseram para ter orgulho na minha cor, preparam-me para o que ia acontecer e incentivaram-me a ter boas notas na escola. Independentemente de ser preta ou branca, eu era sempre a melhor aluna da turma e isso era uma forma de resposta. Tanto pode ser bom a matemática um branco como um preto. Agora já consigo lidar muito bem com o racismo. Sei que não posso controlar o que pensam de mim”. Relativamente ao balanço que faz, até ao momento, da sua carreira, Patrícia Mamona mostrou-se bastante satisfeita, independentemente do que possa vir ainda a fazer: “Estou felicíssima. Independentemente do que vier, sei que fiz de tudo para ter a melhor performance e estou contente por me ter superado e da história que vivi, tanto dos momentos felizes como infelizes. Além disso, tive a oportunidade de conhecer vários países e várias pessoas que me inspiraram. Estou bastante agradecida por tudo isso, sobretudo porque não foi por sorte, mas sim porque trabalhei muito e isso orgulha-me”. Quando perguntada sobre qual o pior momento da carreira, a atleta olímpica relembra duas: “Recordo-me de duas. A primeira ainda em júnior. Tinha sido quarta no Mundial e no Europeu do ano seguinte falhei a final. Acho que encarei a prova como mais uma competição e, claro, não foi adequado. A outra foi em Zurique, em 2014, onde também falhei a final. Estava toda a gente com grande expectativa e eu também. Foi a única vez, como adulta, que me lembro de chorar depois de uma prova”. Em sentido contrário, o Europeu de 2016, em Amesterdão, foi para Patrícia Mamona a competição que mais gozo lhe deu vencer: “O Europeu de 2016, em Amesterdão, deu-me muito gozo não só porque venci, mas pela forma como o fiz. Quase tinha falhado a final e depois conquistei a medalha de ouro no último salto. Até ao quinto salto estava em quarto, e até era a minha melhor performance em europeus, mas ficar em quarto lugar é péssimo. É aquilo a que chamamos o lugar do morto. Deste tudo e não foi suficiente para chegar ao pódio. Por isso, era preferível ficar em quinto lugar”. Quanto ao futuro, Patrícia Mamona revelou que o grande objetivo passa pelos Jogos Olímpicos: “O meu objetivo é superar-me sempre. Para além dos JO, tenho ainda várias provas, europeus e mundiais para participar. Mas, nos JO, o melhor que fiz foi um sexto lugar, por isso não vou ficar satisfeita com menos do que isso. A menos que salte mais do que 14,65 metros. Ainda assim, nos JO tudo pode acontecer, até posso saltar menos do que o habitual e ser medalhada. Gostava de alcançar o pódio. Um pódio nos JO muda vidas e é muito especial”. A atleta do Sporting CP confessou também que, apesar dos 31 anos, quer continuar no ativo até, pelo menos, aos próximos Jogos Olímpicos: “Queria fazer mais outros JO, os de Paris. Depois disso, talvez pense mais na minha vida, no que perdi e no que quero recuperar, mas até posso estar muito bem para competir e, se estiver, continuo. O que vier agradeço. Vou aguardar”. Por fim, Patrícia Mamona referiu como gostava de ser lembrada após deixar de competir: “Para além das marcas e dos recordes, gostava, acima de tudo, que me recordassem como alguém que ajudou alguém a ser melhor, independente do quê e em quê. Claro que ganhar uma medalha olímpica era fantástico, porque é um objetivo pessoal, mas gostava era que esse objetivo ajudasse a inspirar alguém”.
Fotografia de Sporting CP
Jogador deixa assim emblema do país natal com boas recordações e prepara agora um novo desafio no emblema verde e branco
25 Jul 2026 | 17:23 |
Felipe Rufino despediu-se do Joinville/Krona, clube que representou nas últimas temporadas e onde ganhou destaque no futsal brasileiro. A mensagem surge numa altura em que o jovem pivô de 20 anos está a caminho do Sporting para a próxima época.
A operação vai rondar os 50 mil euros, valor correspondente à cláusula de rescisão. O jogador recorreu às redes sociais para assinalar o fim de uma etapa importante na sua carreira: "Hoje encerro um ciclo muito especial da minha vida no JEC KRONA", começou por escrever.
Na despedida, o futsalista recordou os momentos positivos e os desafios que enfrentou durante a passagem pelo Joinville: "Foram dias de muita alegria, desafios, vitórias, derrotas, sorrisos e aprendizados. Em todos esses momentos, felizes e tristes, cresci como pessoa e como profissional. Posso dizer, de coração, que fui muito feliz vestindo essa camisa".
Felipe Rufino fez questão de agradecer a todos os que contribuíram para o seu percurso no clube brasileiro: "Minha gratidão a todos que fizeram parte dessa caminhada: jogadores, staff, comissão técnica e todas as pessoas que, de alguma forma, contribuíram para essa trajetória. Cada um de vocês deixou uma marca na minha história", escreveu.
F. Rufino: "Levo comigo grandes lembranças, amizades verdadeiras e o sentimento de dever cumprido"
O jovem talento deixa assim o Joinville com boas recordações e prepara agora um novo desafio às ordens de Nuno Dias: "Levo comigo grandes lembranças, amizades verdadeiras e o sentimento de dever cumprido. Isso não é um tchau. É apenas um até logo. Tenho certeza de que nossos caminhos ainda vão se cruzar. Obrigado por tudo".
Decisão do Clube de Alvalade foi anunciada no início de junho e gerou surpresa e descontentamento no universo verde e branco
25 Jul 2026 | 16:58 |
A Federação de Andebol de Portugal (FAP) revelou que está a acompanhar a situação das atletas afetadas pelo fim da formação feminina da modalidade do Sporting. Apesar de não anunciar medidas específicas, o organismo garantiu que está a apoiar a transição das jogadoras para novos projetos, em colaboração com clubes, famílias e associações.
A decisão do Clube de Alvalade de terminar os escalões de formação feminina, anunciada no início de junho, gerou surpresa e descontentamento entre atletas e famílias, colocando fim a um projeto com cerca de três anos de existência, apesar de anteriormente ter sido divulgada a intenção de criar uma equipa sénior feminina na época 2027/28.
A polémica levou à apresentação de uma queixa na Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, que continua em análise. Perante a incerteza criada entre as jovens jogadoras, a Federação assegurou que tem acompanhado o processo desde o anúncio da decisão leonina.
"A Federação de Andebol de Portugal tem acompanhado a situação das atletas abrangidas pela decisão do Sporting, apoiando o seu processo de transição e continuidade na modalidade, em articulação com clubes, famílias e associações", afirmou o organismo em resposta escrita ao DN.
FAP: "A grande maioria das atletas já se encontra integrada"
A FAP revelou ainda que "a grande maioria das atletas já se encontra integrada, ou em processo de integração, noutros projetos desportivos" e garantiu que "continuará a acompanhar as situações ainda em aberto, procurando que todas as atletas que pretendam continuar a praticar andebol possam fazê-lo". A Federação reforçou também que "o desenvolvimento do andebol feminino continua a ser uma prioridade" e que todas as situações com impacto no percurso das atletas continuarão a merecer "atenção e acompanhamento".
Clube anunciou chegada de novo jogador para o plantel, confirmando uma notícia dado pelo nosso Jornal no passado dia 8 de julho
25 Jul 2026 | 13:33 |
É oficial. O Sporting anunciou a contratação de Diogo Almeida para a equipa de voleibol, confirmando um Exclusivo dado pelo nosso Jornal no passado dia 8 de julho. O jovem distribuidor, de apenas 17 anos, chega proveniente da Académica de São Mamede.
Internacional A por Portugal, o reforço considerou que a oportunidade de representar os leões era impossível de recusar: "É um sonho representar o Sporting, principalmente para um atleta jovem como eu. Tive esta oportunidade e não podia recusar", afirmou aos meios de comunicação do Clube de Alvalade.
O atleta garantiu que pretende corresponder às exigências do Clube e continuar a crescer: "Os meus objetivos são os do Sporting, mas, em termos individuais, quero evoluir e ser o melhor jogador que conseguir. Enquanto estiver aqui, vou dar o máximo dentro do campo", destacou.
D. Almeida: "É uma realidade que nunca vivi"
Diogo Almeida acredita ainda que o elevado nível competitivo do plantel e da equipa técnica será determinante para acelerar a sua evolução: "É uma realidade que nunca vivi. Acho que o nível dos treinos vai fazer com que eu evolua muito e rapidamente", referiu.
Também João Fidalgo, coordenador do voleibol do Sporting, mostrou satisfação com a chegada da nova aquisição: "O Diogo é um rapaz cheio de potencial. Já estava identificado pelo Clube há imenso tempo. A ideia é que se possa desenvolver e, no futuro, afirmar-se. Não temos dúvidas de que isso acontecerá a seu tempo", concluiu.
Veja a publicação:
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