Futebol
Reencontro com Gyökeres já aquece! Avançado reage a publicação de titular do Sporting
19 Mar 2026 | 09:43
Receba, em primeira mão, as principais notícias do Leonino no seu WhatsApp!
Futebol
05 Jan 2020 | 14:37 |
O jogo dificilmente podia começar pior para as leoas. Pouco mais de um minuto jogado e o SC Braga já estava na frente do marcador, após uma cabeçada perfeita de Hannah Keane depois de um cruzamento de Chinaza Uchendu. Mas a desvantagem não durou muito. Carolina Mendes aos quatros minutos empatou após assistência de Raquel Fernandes e deixava tudo como no início da partida, quando ainda estavam por disputar 85 minutos. O jogo entrou numa fase muito partida, com ambas as equipas a terem muito espaço, mas com a equipa da casa a criar mais ocasiões de golo, ainda que raramente com perigo. Foi à passagem do minuto 36 que o Sporting deu a cambalhota no marcador. Raquel Fernandes remata de fora da área e fez o 1-2. Dois minutos depois Tatiana Pinto fez o 1-3, mas Diana Silva estava fora de jogo e o golo foi bem invalidado. Já à entrada do minuto 45 Dolores Silva fez o empate, após um remate de fora da área da médio bracarense. Foi um erro da alemã Wibke Meister que deu origem ao golo. 2-2 ao intervalo, num resultado que não se pode considerar injusto. A segunda parte manteve a toada da primeira, ambas as equipas com bola e a atacar, mas sem grandes lances de perigo de parte a parte, ainda que desta vez tenha sido o Sporting CP mais perto da baliza adversária, ao contrário dos primeiros 45 minutos. Foi à passagem do minuto 70 que o Sporting CP reassumiu a liderança do marcador. Nevena Damjanović, de livre, marcou aproveitando um desvio de Jana na barreira para bater a guarda-redes Marie Hourihan. Quatro minutos depois foi a vez de Diana Silva fazer o gosto ao pé, com um remate em arco já dentro da área. Até ao final, as leoas apenas tiveram de controlar o jogo, dando mais bola ao SC Braga, mas Inês Pereira raramente teve trabalho. Vitória justa do Sporting CP, que assim se mantém na perseguição à liderança do campeonato.
Fotografia do Sporting CP.
Avançado internacional grego encontra-se, neste momento, a passar pela maior paragem que já enfrentou em toda a carreira desportiva
19 Mar 2026 | 10:45 |
A situação de Fotis Ioannidis continua a arrastar-se e está longe de ser apenas uma ausência pontual. O avançado do Sporting não vai, novamente, a jogo - desta vez frente ao Alverca - e o cenário começa a ganhar contornos de verdadeiro calvário.
O problema mantém-se exatamente no mesmo ponto: dores persistentes na zona do ligamento lateral interno do joelho esquerdo. Apesar de não existir uma lesão estrutural grave identificada nos exames, a Unidade de Performance está a ser extremamente cautelosa e só dará luz verde quando o jogador estiver completamente livre de queixas. Ou seja, não há qualquer margem para riscos.
Isto faz com que a ausência se prolongue muito mais do que o inicialmente esperado no Sporting. Tudo começou ainda em novembro, frente ao Santa Clara, quando sentiu as primeiras queixas. Na altura, ainda conseguiu regressar relativamente rápido, mas o problema nunca ficou totalmente resolvido.
O momento decisivo aconteceu a 6 de janeiro, frente ao Vitória de Guimarães, para a Allianz Cup, quando voltou a ressentir-se. Desde aí, tem sido um ciclo de pequenas tentativas de regresso e novas paragens. Chegou a voltar frente ao Moreirense, mas apenas por 13 minutos - e desde então voltou a desaparecer das opções.
Neste momento, Ioannidis já soma várias partidas consecutivas de fora e prepara-se para falhar mais uma pelo Sporting, prolongando aquela que é a maior paragem da sua carreira. Nem nos tempos de Panathinaikos ou Levadiakos tinha estado tanto tempo afastado.
Apesar disso, há uma pequena luz no horizonte. Depois do jogo com o Alverca, surge a pausa para seleções, que pode ser decisiva. Ioannidis continua empenhado na recuperação, com trabalho extra, e essa janela poderá finalmente permitir que recupere totalmente.
Treinador dos verdes e brancos optou por toda uma nova estratégica junto dos seus jogadores e equipa técnica na Liga dos Campeões
19 Mar 2026 | 10:32 |
A história do Sporting frente ao Bodø/Glimt não começou na goleada em Alvalade - começou, na verdade, no momento mais difícil, logo após o 3-0 na Noruega. Foi aí que nasceu a chamada “operação relâmpago” de Rui Borges, cujos contornos são agora conhecidos.
Depois de assumir publicamente que a eliminatória ainda estava em aberto, o treinador não perdeu tempo. Numa noite em que tudo parecia perdido - com contestação de adeptos e um ambiente pesado - Rui Borges decidiu reagir de imediato. Voltou a ver o jogo ainda nesse dia, analisou cada detalhe e começou a desenhar o plano para a segunda mão.
Já em Portugal, mesmo em dia de folga, o trabalho continuou. Com o seu staff, afinou a estratégia e, no regresso à Academia, apresentou uma análise clara: perceber o que falhou, mas também aquilo que podia ser explorado. Mais do que mexidas táticas, houve uma preocupação central - proteger o grupo. O balneário foi blindado. A mensagem passou por afastar o ruído exterior e focar apenas no que podia ser controlado. Nada de dramatizar: tinha sido uma noite má, não o reflexo da equipa.
Depois entrou o lado humano. Rui Borges apostou muito na comunicação direta, com conversas individuais sempre que sentia algum jogador mais em baixo. Repetiu a mesma ideia até à exaustão: era possível. Ao mesmo tempo, o clube trabalhou a comunicação externa, com os capitães a passarem uma imagem de confiança e crença, reforçada nas redes sociais.
Nos treinos, a intensidade subiu. A equipa foi empurrada para um ritmo mais alto, já a antecipar aquilo que seria necessário em Alvalade. E no dia do jogo, a mensagem final foi simples e certeira: cabeça fria e coração quente. Nada de entrar em desespero, mas também nada de jogar com medo.
O resultado ficou para a história: 5-0, uma remontada épica e o apuramento do Sporting para os quartos de final da UEFA Champions League. Sem grandes discursos no fim. Apenas um agradecimento e autorização para festejar, além de dois dias de folga ao plantel.
Extremo internacional brasileiro foi um dos principais destaques no encontro da segunda mão dos 'oitavos' da Liga dos Campeões, no Camp Nou
19 Mar 2026 | 10:05 |
Ao contrário da primeira mão dos 'oitavos' da Liga dos Campeões, onde os golos surgiram na reta final, e que levou a um empate a uma bola, desta vez não foi preciso esperar muito tempo para os festejos. Num ataque rápido, Lamine Yamal conduziu e, após combinar com Fermín López, o brasileiro Raphinha abriu o ativo, aos seis minutos, começando a construir um resultado notável.
Porém, o Newcastle fez estragos. Ainda numa fase inicial do jogo, Anthony Elanga empatou a partida servido por Lewis Hall, aos 15. A partida seguiu num ritmo frenético. Num livre bem trabalhado, Marc Bernal devolveu a liderança ao Barça (18), mas Elanga voltou a empatar minutos mais tarde (28) .
Na compensação do primeiro tempo, o derradeiro golpe antes do descanso, com Raphinha a ser agarrado por Kieran Trippier na área dos ingleses e Lamine Yamal a não desperdiçar a grande penalidade, aos 45'+7, fechando a primeira parte com um 3-2 para os culés.
A troca de golos transformou-se em rajada na baliza de Aaron Ramsdale no segundo tempo. Com sede de aparecer, Robert Lewandowski bisou no encontro (56 e 61), enquanto Fermín López também colocou o seu nome na lista de marcadores aos 51 minutos. A pesada goleada foi terminada por Raphinha (72) , a coroar mais uma grande exibição.
Nesta temporada, com a camisola catalã, Raphinha – avaliado em 80 milhões de euros – realizou 30 jogos: 19 na La Liga, sete na Liga dos Campeões, dois na Supertaça Espanhola e dois na Taça do Rei. Nos 2.014 minutos em que esteve em campo, o esquerdino marcou 19 golos e fez sete assistências.
Reencontro com Gyökeres já aquece! Avançado reage a publicação de titular do Sporting
19 Mar 2026 | 09:43
Renovação de Rui Borges já arrancou e Sporting tem duas propostas em cima da mesa
19 Mar 2026 | 09:28
É conhecido o tempo de paragem de Luís Guilherme e Sporting nem quer acreditar
19 Mar 2026 | 09:19