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Futebol
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O dia 16 de fevereiro de 1947 ficou marcado como um dos momentos mais simbólicos da rivalidade entre Sporting e Benfica. Depois da pesada derrota por 7-2 no ano anterior, os leões entraram em campo determinados a dar uma resposta à altura e conseguiram-no de forma categórica, vencendo por 6-1.
O cenário do jogo foi atípico. Durante duas semanas, a chuva castigou Lisboa sem tréguas, transformando o terreno num autêntico lamaçal. Mesmo assim, a expectativa era alta e os adeptos, apesar do mau tempo, encheram as bancadas protegidos por uma imensidão de guarda-chuvas. O atraso de seis minutos para o apito inicial só aumentou a ansiedade.
O Benfica começou o jogo com uma atitude agressiva, tentando impor o seu ritmo. No entanto, o Sporting mostrou paciência e soube esperar pela sua oportunidade. Logo aos sete minutos, Travassos inaugurou o marcador, aproveitando uma das primeiras ocasiões leoninas. O Benfica reagiu e chegou ao empate aos 16', por Vítor Baptista. Mas a resposta dos leões não tardou. Aos 28 minutos, num lance contestado pelos encarnados, Travassos voltou a marcar e, pouco depois, Peyroteo fez o 3-1 antes do intervalo.
Com o desgaste físico a abater-se sobre o Benfica devido ao esforço inicial, o Sporting tomou conta do jogo na segunda parte. Albano, Travassos e Vasques marcaram mais três golos, fechando o resultado em 6-1. O domínio leonino foi total e a equipa vingou de forma histórica a derrota sofrida no ano anterior.
A arbitragem de Domingos Miranda também deu que falar. O segundo golo do Sporting nasceu de um lance em que os encarnados reclamaram falta de Peyroteo sobre Félix, mas o árbitro nada assinalou. Curiosamente, mesmo com a vitória folgada, foram os adeptos do Sporting que mais protestaram contra a atuação do árbitro.
Este foi o segundo maior triunfo do Sporting sobre o Benfica até então e um dos mais emblemáticos da história dos dérbis. Mais do que uma simples vitória, foi um ajuste de contas com o passado e uma exibição que ficou para a memória do futebol português.
Desde a estreia em menino até à glória internacional, ex-guardião dos verdes e brancos construiu uma carreira marcada por recordes e momentos históricos
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Rui Patrício nasceu a 15 de fevereiro de 1988, em Marrazes, e desde cedo mostrou talento para ocupar a baliza. Integrou a formação do Leiria e Marrazes durante dois anos mudando-se para a cantera do Sporting, onde, ainda nos escalões mais jovens, rapidamente se destacou como um dos grandes talentos da Academia de Alcochete.
A sua estreia na equipa principal aconteceu a 19 de novembro de 2006, ainda com idade júnior, num jogo contra o Marítimo, no qual brilhou ao defender um penálti e garantir a vitória por 1-0. Esse momento foi o primeiro de muitos que o consolidariam como o dono da baliza leonina. A partir da época 2007/08, beneficiando do afastamento de Vladimir Stojkovic, assumiu a titularidade e nunca mais saiu do onze.
Ao longo de 12 temporadas no Sporting, duas delas com Sá Pinto no comando técnico, Rui Patrício tornou-se um dos jogadores mais icónicos da história do Clube. Defendeu as redes leoninas em 467 jogos oficiais e conquistou três títulos: duas Taças de Portugal e Supertaças e uma Taça da Liga. Foi eleito melhor jogador do clube em diversas ocasiões e chegou mesmo a ser capitão da equipa.
Na Seleção Nacional, Rui Patrício foi crescendo até se tornar o titular indiscutível. A sua exibição na final do Euro 2016, onde manteve a baliza inviolável frente à França, foi decisiva para o título europeu conquistado por Portugal. Durante a competição, brilhou no desempate por penáltis frente à Polónia e tornou-se uma peça-chave no sucesso da equipa liderada por Fernando Santos.
Em 2018, após a invasão à Academia de Alcochete, Rui Patrício foi um dos jogadores que rescindiram contrato com o Sporting. Pouco depois, assinou pelo Wolverhampton, da Premier League, onde permaneceu três épocas, destacando-se na liga inglesa. Em 2021, transferiu-se para a Roma, orientada por José Mourinho, e ajudou a equipa a conquistar a primeira edição da Liga Conferência.
Apesar do sucesso internacional, a sua saída do Sporting deixou marcas, pois estava a apenas 28 jogos de se tornar o jogador com mais presenças na história do clube leonino. No entanto, o seu legado permanece inquestionável, sendo recordado como um dos maiores guarda-redes da história do Sporting e um dos mais influentes jogadores portugueses da sua geração. Após três temporadas na Roma, onde perdeu espaço para Mile Svilar, Rui Patrício terminou contrato em 2024 e assinou pela Atalanta.
Mesmo fora do Sporting, a sua influência na Seleção manteve-se, tendo participado nos Mundiais de 2018 e 2022 e na conquista da Liga das Nações em 2019. A sua longevidade na equipa nacional faz dele um dos jogadores com mais internacionalizações da história de Portugal.
Futebolista que foi contratado por quantia milionária usou redes sociais para deixar mensagem aos adeptos e deu mote para o que resta da temporada
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Maxi Araújo deixou um desabafo após a derrota diante do Borussia Dortmund. O ala do Sporting - que pode falhar a segunda mão - ecorreu às redes sociais na última quinta-feira, garantindo que, até ao final da temporada, o plantel irá estar unido para enfrentar qualquer adversidade que possa encontrar na luta pelo bicampeonato e restantes objetivos da época.
"Se há algo que aprendi desde que cheguei ao Sporting é que lutamos juntos até ao fim. Eu escolho acreditar e confio nos meus companheiros de equipa para este grande desafio. Não tenho dúvidas que teremos inspiração e atitude", escreveu o internacional uruguaio, partilhando várias fotos do encontro com os alemães.
Na caixa de comentários, vários foram os adeptos verdes e brancos que deixaram mensagens motivadoras e elogios ao 'camisola 20' de Rui Borges que, apesar de ter sido contratado para jogar no corredor esquerdo de um sistema com três centrais, tem cumprido a posição de lateral-esquerdo numa defesa a quatro.
As exibições do jogador de 24 anos têm subido de nível, mostrando grande capacidade para galgar metros com a bola controlada e técnica para pisar terrenos mais interiores em condução. A ausência de Nuno Santos permitem a Maxi ser titular na maioria dos jogos, uma vez que a alternativa direta, Matheus Reis, é mais defensiva.
Esta época, Maxi Araújo – avaliado em 14 milhões de euros - disputou 30 jogos com a camisola do Sporting: 17 na Liga Portugal Betclic, nove na Liga dos Campeões, três na Taça da Liga e um na Taça de Portugal. No total, o canhoto alinhou durante 1.968 minutos, tendo feito dois golos - Estrela da Amadora e Manchester City - e apontando ainda outras tantas assistências.
Confira a publicação:
Atleta que venceu vários títulos com o Clube de Alvalade deixou críticas ferozes a uma partilha nas redes sociais do partido de André Ventura
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Joana Marchão, antiga lateral do Sporting, mostrou-se muito indignada pelo facto de ter sido mencionada numa publicação do Chega Abrantes. A página do partido de André Ventura utilizou uma fotografia da jogadora no Servette, clube atual, referindo-se à internacional portuguesa como "dos nossos".
Esta menção deixou Joana Marchão muito revoltada e, utilizando a mesma via das redes sociais, arrasou a partilha deonstrando sua irritação. "Os nossos?'. Não me associem com os vossos ideais de m...! Denunciem! Fascismo nunca mais!", atirou, demarcando-se totalmente deste partido político.
A razão pela qual o núcleo da cidade de Abrantes ter mencionado a internacional portuguesa por 51 ocasiões prende-se com o facto da jogadora ser natural da cidade em questão. No entanto ficou claro que Joana Marchão não tem qualquer relação ao partido de André Ventura, apesar de ter sido marcada na fotografia.
Recentemente, Joana Marchão volta a fazer parte das escolhidas por Francisco Neto para os próximos compromissos frentes às seleções de Inglaterra e Bélgica, nos dias 21 e 26 de fevereiro. Ambos os jogos a contar para a Liga das Nações. De recordar que a seleção feminina regressa este ano à Liga A, depois de, no ano transato, ter ficado em primeiro lugar no seu grupo na Liga B, para a qual caiu na primeira edição da nova prova europeia de seleções.
Joana Marchão representou o Sporting por seis temporadas consecutivas, de 2016/17 a 2021/22. Ao serviço do Clube de Alvalade, a futebolista portuguesa disputou 130 partidas. Ao longo dos 10.423 minutos em que alinhou dentro das quatro linhas de leão ao peito, a defesa de 27 anos finalizou por 27 distintas ocasiões, tendo conquistado vários troféus, incluindo dois campeonatos nacionais.