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Após queixa do Porto em relação a Varandas, Presidente do Sporting é absolvido pela FPF
13 Fev 2026 | 11:28
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20 Nov 2020 | 09:39 |
André Geraldes reagiu, esta quinta-feira, 19 de novembro, ao desfecho do caso ´cashball´. Numa publicação nas redes sociais, o antigo dirigente do Sporting CP abordou os prejuízos “incalculáveis” que o processo lhe causou, mas garantiu que está “cá para ficar e de cabeça de erguida”.
Confira a publicação de André Geraldes:
Deixei passar algumas horas para poder, calmamente, conseguir explanar um pouco daquilo que me vai na alma.
Se por um lado, nunca deixei de acreditar na Justiça porque essa deve ser intocável, por outro, recuando no tempo, houve pessoas que se esqueceram que também sou pai, sou homem, e tenho uma família. Esqueceram-se da presunção da inocência e esqueceram-se que a vida dá voltas e voltas e a Justiça tem obrigação de pôr tudo no seu devido lugar.
Os prejuízos que me causaram a todos os níveis são incalculáveis, e não falo de entidades, repito não falo de entidades, mas sim de pessoas. Sim, pessoas. E vocês sabem quem foram e quem são.
Aguardo notificação administrativa e, após isso, essas pessoas vão ter de se lembrar que o que me fizeram não se faz. Nem a mim, nem a nenhuma pessoa. Não me move nenhum sentimento de ódio. Espero apenas que sirva de exemplo para que casos destes, inventados, com acusações infundadas, por encomenda, e com a conivência de alguns interesses, não sejam aceitáveis, nem sejam amplificadas pelos jornais e pelas redes sociais.
Depois de trabalhar no regresso de um Sporting Clube de Portugal altamente competitivo, depois de contribuir para colocar o Sporting Clube Farense na Primeira Liga, estou orgulhosamente a recuperar outro histórico do futebol português, o Estrela de Amadora.
Mas parece que as pessoas não querem parar! Agora que fica à evidência a calúnia de que fui alvo, durante anos, assistimos ao fim de algo que nunca devia ter nascido, segue, logo no dia a seguir, uma caça ao homem, servida em jeito de vingança, sem qualquer prova, e com o mesmo objetivo. Quando não se consegue pôr em causa o meu percurso profissional, agarram-se a plantar notícias.
Terão de o provar ("as pessoas") nos locais próprios, e aí o resultado será o habitual. Não ganharão um, tão só porque jamais se prova o que não aconteceu.
As novas velhas fontes, continuam a meter o seu "veneno" mesmo com evidências claras de que as alegadas histórias que existem não passam de criações.
Sabem onde me encontrar, sou sempre o mesmo André Geraldes. E estou cá para ficar e de cabeça erguida.
E que não restem dúvidas: "Abutres" não acredito minimamente em teorias da conspiração.
Eleições do emblema verde e branco terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março
16 Fev 2026 | 14:28 |
A candidatura de Bruno Sorreluz, mais conhecido por Bruno ‘Sá’, foi oficialmente validada, cumprindo todos os pressupostos exigidos pelos estatutos do Sporting. O empresário, de 45 anos, entregou a lista no dia 12 de fevereiro e vai agora concorrer contra Frederico Varandas.
A novidade foi anunciada pelo próprio Bruno Sá, proprietário do restaurante ‘Cantinho do Sá’, localizado nas imediações do Estádio José Alvalade. O candidato recorreu às redes sociais para partilhar a notícia e agradecer tanto aos apoiantes como àqueles que duvidaram da capacidade da sua equipa em reunir os requisitos necessários.
B. Sorreluz: “É oficial! Vamos a votos"
“É oficial! Vamos a votos. Obrigado a todos os que acreditaram e tornaram possível esta missão, mas um agradecimento também a quem não acreditou e colocou em causa a capacidade da fantástica equipa que me acompanha”.
O empresário - que criticou recentemente Frederico Varandas - sublinhou ainda a preparação da sua equipa para enfrentar a campanha eleitoral: “Conseguir, em tão pouco tempo, os requisitos legais para formalizar a candidatura, mostra que estamos preparados para tudo. Vamos à campanha”, escreveu.
As eleições do Sporting terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março. Esta calendarização decisiva foi anunciada formalmente pelo órgão da Mesa da Assembleia Geral, através do jornal oficial do Clube.
Candidato às próximas eleições do Clube de Alvalade deixou uma mensagem nas redes sociais após a formalização da sua intenção
13 Fev 2026 | 14:36 |
Bruno Sá entregou esta quinta-feira as assinaturas para a oficialização da sua candidatura à presidência do Sporting. E se inicialmente evitou revelar os nomes que integram a sua lista acabou por deixar críticas pelo facto de estes terem sido tornados públicos. Numa mensagem nas redes sociais da sua candidatura intitulada "há momentos na vida em que o silêncio deixa de ser opção", o candidato não se deixou ficar.
"Minutos depois [de falar aos jornalistas], os nomes que integram as listas da minha candidatura já circulavam em grupos de WhatsApp e, de seguida, na Imprensa, quando estavam apenas na posse de quem os recebeu oficial e confidencialmente", frisou, garantindo: "Já manifestei, por telefone, o meu profundo desagrado ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Dr. João Palma."
"Como pode um candidato sentir confiança?"
"Como pode um candidato sentir confiança num processo em que informação sensível é exposta desta forma? Que garantias existem? Situações destas podem configurar uma violação grave dos deveres institucionais de reserva, confidencialidade e proteção de dados pessoais", escreve.
"A verdade é que este episódio não surge isolado. Tenho aguentado, em nome da elevação e do respeito pelo Sporting, um conjunto de situações que preferi não expor publicamente. Mas o que aconteceu hoje ultrapassa todos os limites", lançou, considerando que o episódio, que "ultrapassa todos os limites, não surge isolado", atirando: "Qual é o receio de eu ir a votos?", questionou Bruno Sá.
As eleições do Sporting terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março. Esta calendarização decisiva foi anunciada formalmente pelo órgão da Mesa da Assembleia Geral, através do jornal oficial do Clube.
Confira a publicação:
Antigo administrador da SAD leonina, entre 2016 e 2022, anuncia razões de não ser adversário de Frederico Varandas no ato eleitoral do Clube
13 Fev 2026 | 13:10 |
O prazo para a entrega de candidaturas no Sporting esgotou-se esta quinta-feira e o Clube vai a votos no próximo dia 14 de março para escolher entre os projetos de Frederico Varandas e Bruno Sá - que explicou recentemente a intenção da sua candidatura. Após ponderação, Nuno Correia da Silva decidiu não entrar na corrida eleitoral em 2026 mas admite que gostava de ver uma estrutura “mais participado pelos Sócios".
"O Sporting tem imensos sócios e adeptos que não estão a ser aproveitados"
“O propósito da candidatura seria de mobilizar os adeptos para a adesão a um modelo de gestão mais participado pelos Sócios. Considero o atual modelo muito centralizado e distante. O Sporting tem um imenso capital humano, os seus Sócios e adeptos, que não estão a ser aproveitados", revelou, em declarações ao jornal Record.
"Das consultas que fiz, a maioria das pessoas reveem-se neste propósito, mas entendem que não é o timing certo para avançar. Respeito, não é a minha opinião, mas só faria sentido avançar em equipa. Pessoalmente, há razões de saúde que aconselham a não avançar”, declarou.
"O propósito não está prejudicado. Mas só o futuro ditará a oportunidade"
Administrador da SAD entre 2016 e 2022, não exclui a possibilidade de avançar noutro momento: “O propósito não está prejudicado. Mas só o futuro ditará a oportunidade”, observou, esperançado em ver, no próximo mandato presidencial até 2030, “um Sporting que vende [jogadores] por ajustamentos de plantel e não por razões de tesouraria".
Ao concluir, Nuno Correia da Silva apontou o fundamental: "O importante é gerar receitas alternativas que possam sustentar a manutenção dos melhores no seu melhor período. Isso é possível com a internacionalização da marca e com o recurso a múltiplas fontes de receitas. Os maiores clubes europeus têm como maior fonte de receita, mais de 50%, as receitas comerciais, decorrentes da sua internacionalização, esse deve ser o caminho".