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Após queixa do Porto em relação a Varandas, Presidente do Sporting é absolvido pela FPF
13 Fev 2026 | 11:28
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29 Mar 2024 | 11:33 |
A Sporting SAD, representada pelo presidente Frederico Varandas e restantes administradores, anunciou esta segunda-feira que conseguiu angariar 50 milhões de euros no seu mais recente empréstimo obrigacionista, atingindo assim o valor máximo estipulado devido à grande procura.
Esta modalidade de financiamento não é nova e foi introduzida pela primeira vez no Sporting em 2002, durante o mandato de Dias da Cunha. Na altura, Rui Meireles estava à frente das finanças do clube leonino e continua a ser um forte defensor deste tipo de financiamento, como revelou ao Record: "Posso dizer-lhe que sou um dos investidores neste novo empréstimo obrigacionista", afirmou o antigo dirigente.
"No início do século XXI, os clubes de futebol portugueses passaram por mudanças com a constituição das SAD, e essa transição levou a que estas novas entidades procurassem formas de financiamento menos dispendiosas junto da banca, uma oportunidade que Rui Meireles não deixou escapar para o Sporting", explicou o antigo dirigente do Sporting.
"Foi uma alternativa encontrada para obter fundos e financiar investimentos. Esta foi a principal razão que nos levou a lançar o empréstimo obrigacionista, que, na minha opinião, apresenta duas vantagens em relação aos financiamentos tradicionais: primeiro, as taxas de juro nos empréstimos obrigacionistas são mais baixas em comparação com outras operações de financiamento;", começou por explicar, prosseguindo:
"Segundo, geralmente são os adeptos dos clubes que investem nestes empréstimos obrigacionistas, sendo assim premiados com uma taxa de juro mais elevada do que a oferecida pelos bancos. Desta forma, o clube financia-se a uma taxa mais vantajosa e também beneficia os seus apoiantes. Na prática, é um financiamento menos dispendioso", destacou.
"No entanto, a banca sempre mostrou reservas em abrir linhas de crédito para o futebol, uma situação que já se verificava em 2002 e que se agravou nos últimos anos: "Sempre houve esse problema de credibilidade dos bancos em relação ao futebol, mas naquela época o BPI, o BES e o Millenium ainda forneciam esse tipo de financiamento, embora essa tendência tenha piorado", assinalou Rui Meireles, que considera o investimento seguro:
"Como mencionei, sou um dos investidores, e embora não haja financiamentos totalmente seguros, a única preocupação é se a SAD tem capacidade para reembolsar o capital e os juros. Creio que, na conjuntura atual, este não é um problema para o Sporting. Desde que os clubes se tornaram empresas, passaram a ter acesso às mesmas condições que outras empresas, e seria um erro não aproveitar esta vantagem", concluiu.
Eleições do emblema verde e branco terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março
16 Fev 2026 | 14:28 |
A candidatura de Bruno Sorreluz, mais conhecido por Bruno ‘Sá’, foi oficialmente validada, cumprindo todos os pressupostos exigidos pelos estatutos do Sporting. O empresário, de 45 anos, entregou a lista no dia 12 de fevereiro e vai agora concorrer contra Frederico Varandas.
A novidade foi anunciada pelo próprio Bruno Sá, proprietário do restaurante ‘Cantinho do Sá’, localizado nas imediações do Estádio José Alvalade. O candidato recorreu às redes sociais para partilhar a notícia e agradecer tanto aos apoiantes como àqueles que duvidaram da capacidade da sua equipa em reunir os requisitos necessários.
B. Sorreluz: “É oficial! Vamos a votos"
“É oficial! Vamos a votos. Obrigado a todos os que acreditaram e tornaram possível esta missão, mas um agradecimento também a quem não acreditou e colocou em causa a capacidade da fantástica equipa que me acompanha”.
O empresário - que criticou recentemente Frederico Varandas - sublinhou ainda a preparação da sua equipa para enfrentar a campanha eleitoral: “Conseguir, em tão pouco tempo, os requisitos legais para formalizar a candidatura, mostra que estamos preparados para tudo. Vamos à campanha”, escreveu.
As eleições do Sporting terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março. Esta calendarização decisiva foi anunciada formalmente pelo órgão da Mesa da Assembleia Geral, através do jornal oficial do Clube.
Candidato às próximas eleições do Clube de Alvalade deixou uma mensagem nas redes sociais após a formalização da sua intenção
13 Fev 2026 | 14:36 |
Bruno Sá entregou esta quinta-feira as assinaturas para a oficialização da sua candidatura à presidência do Sporting. E se inicialmente evitou revelar os nomes que integram a sua lista acabou por deixar críticas pelo facto de estes terem sido tornados públicos. Numa mensagem nas redes sociais da sua candidatura intitulada "há momentos na vida em que o silêncio deixa de ser opção", o candidato não se deixou ficar.
"Minutos depois [de falar aos jornalistas], os nomes que integram as listas da minha candidatura já circulavam em grupos de WhatsApp e, de seguida, na Imprensa, quando estavam apenas na posse de quem os recebeu oficial e confidencialmente", frisou, garantindo: "Já manifestei, por telefone, o meu profundo desagrado ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Dr. João Palma."
"Como pode um candidato sentir confiança?"
"Como pode um candidato sentir confiança num processo em que informação sensível é exposta desta forma? Que garantias existem? Situações destas podem configurar uma violação grave dos deveres institucionais de reserva, confidencialidade e proteção de dados pessoais", escreve.
"A verdade é que este episódio não surge isolado. Tenho aguentado, em nome da elevação e do respeito pelo Sporting, um conjunto de situações que preferi não expor publicamente. Mas o que aconteceu hoje ultrapassa todos os limites", lançou, considerando que o episódio, que "ultrapassa todos os limites, não surge isolado", atirando: "Qual é o receio de eu ir a votos?", questionou Bruno Sá.
As eleições do Sporting terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março. Esta calendarização decisiva foi anunciada formalmente pelo órgão da Mesa da Assembleia Geral, através do jornal oficial do Clube.
Confira a publicação:
Antigo administrador da SAD leonina, entre 2016 e 2022, anuncia razões de não ser adversário de Frederico Varandas no ato eleitoral do Clube
13 Fev 2026 | 13:10 |
O prazo para a entrega de candidaturas no Sporting esgotou-se esta quinta-feira e o Clube vai a votos no próximo dia 14 de março para escolher entre os projetos de Frederico Varandas e Bruno Sá - que explicou recentemente a intenção da sua candidatura. Após ponderação, Nuno Correia da Silva decidiu não entrar na corrida eleitoral em 2026 mas admite que gostava de ver uma estrutura “mais participado pelos Sócios".
"O Sporting tem imensos sócios e adeptos que não estão a ser aproveitados"
“O propósito da candidatura seria de mobilizar os adeptos para a adesão a um modelo de gestão mais participado pelos Sócios. Considero o atual modelo muito centralizado e distante. O Sporting tem um imenso capital humano, os seus Sócios e adeptos, que não estão a ser aproveitados", revelou, em declarações ao jornal Record.
"Das consultas que fiz, a maioria das pessoas reveem-se neste propósito, mas entendem que não é o timing certo para avançar. Respeito, não é a minha opinião, mas só faria sentido avançar em equipa. Pessoalmente, há razões de saúde que aconselham a não avançar”, declarou.
"O propósito não está prejudicado. Mas só o futuro ditará a oportunidade"
Administrador da SAD entre 2016 e 2022, não exclui a possibilidade de avançar noutro momento: “O propósito não está prejudicado. Mas só o futuro ditará a oportunidade”, observou, esperançado em ver, no próximo mandato presidencial até 2030, “um Sporting que vende [jogadores] por ajustamentos de plantel e não por razões de tesouraria".
Ao concluir, Nuno Correia da Silva apontou o fundamental: "O importante é gerar receitas alternativas que possam sustentar a manutenção dos melhores no seu melhor período. Isso é possível com a internacionalização da marca e com o recurso a múltiplas fontes de receitas. Os maiores clubes europeus têm como maior fonte de receita, mais de 50%, as receitas comerciais, decorrentes da sua internacionalização, esse deve ser o caminho".