Futebol
Rui Borges comenta nova lesão de jogador do Sporting: "Pode ter alguma gravidade"
06 Jan 2026 | 23:17
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20 Mar 2025 | 15:38 |
Derlei esteve presente no Sporting B - Fafe (0-0) da Liga 3, disputado no Estádio Aurélio Pereira, em Alcochete. O antigo avançado de Porto, Benfica e leões faz parte do grupo de investidores na sociedade anónima do emblema minhoto, sendo que ideia passa por projetar o clube para outros patamares e lutar pela subida à Liga 2 já na próxima temporada. O ex-jogador recorda a passagem por Alvalade e as ajudas que recebeu por parte de Liedson e Paulo Bento.
Em entrevista aos meios de comunicação dos leões, o atual dirigente sublinhou que sempre foi "muito bem recebido" pelos verdes e brancos: "Desde o dia que cheguei até ao dia e que saí. Agora, mato saudades não só de antigos companheiros e colegas, como de algumas pessoas que continuam a trabalhar na Academia. Fico feliz por ver o Sporting crescer cada vez mais, para bem do futebol português. Fico feliz por tudo o que está a acontecer aqui", vincou.
O ex-jogador lembrou os tempos vividos em Alvalade, marcados "principalmente pelas conquistas", mas também por "ter conhecido por dentro um grande clube como o Sporting". "Já sabia que era um dos gigantes do futebol português, mas conhecer de perto as pessoas, a forma como fui recebido, os adeptos...", recordou.
O antigo jogador fala na grandeza do Clube: "Depois de ter passado pelos outros dois clubes grandes vi que o Sporting é realmente enorme, é um gigante, até pela forma como me receberam. Fiquei muito feliz por me terem aberto as portas e na medida do possível tentei retribuir dentro de campo", apontou.
Derlei particularizou, ainda, os papéis de Liedson e de Paulo Bento durante os anos em que esteve no Sporting: "Ajudaram-me muito. Liedson a abrir as portas no Sporting e o mister Paulo Bento deu-me toda a tranquilidade. Tínhamos um plantel muito jovem, mas com atletas de muita qualidade, tal como hoje, com esta Academia a fazer brotar todos os dias grandes jogadores", rematou.
Verdes e brancos vão permitir a saída de um dos portugueses do plantel principal e o seu próximo destino parece já estar definido
07 Jan 2026 | 03:00 |
Henrique Magalhães pode vir a deixar o Sporting no final da temporada 2025/26 e já tem destino praticamente definido, sabe o Leonino. Apesar de ter estendido a sua ligação com o Clube de Alvalade em outubro deste ano, a estrutura pretende continuar a renovar o plantel de hóquei em patins e o jogador deverá prosseguir a sua carreira na Oliveirense.
A verdade é que, segundo fonte próxima do processo contou ao nosso Jornal, o internacional português, de 34 anos, esteve até para se despedir do Sporting no final da época transata, mas as saídas de pesos pesados - como Ângelo Girão, Matías Platero, João Souto e Toni Pérez -, fizeram com que os verdes e brancos aguardassem, para que a formação dos leões não perdesse todas as suas referências e jogadores com mais experiência.
Apesar de continuar a ser opção regular para Edo Bosch, os leões acreditam que o trajeto de Henrique Magalhães em Alvalade está no fim e até tem o seu substituto definido. Assim sendo, o jogador poderá regressar a uma casa que bem conhece - aliás, esteve duas temporadas na Oliveirense antes de assinar com o Sporting pela segunda vez.
Na última temporada, o hoquista português realizou 45 partidas oficiais, onde registou um total de nove golos. No Sporting desde 2021/22, Henrique Magalhães já conquistou mais de uma dezena de títulos, entre os quais duas Ligas dos Campeões, um Campeonato Nacional e um Mundial de Clubes.
O Clube de Alvalade volta a entrar em campo na próxima quinta-feira, dia 8 de janeiro, novamente frente ao Benfica. O encontro diante da turma liderada por Edu Castro, a contar para a quarta jornada da Liga dos Campeões, jogar-se-á às 16h00, no Pavilhão João Rocha.
Treinador do Clube de Alvalade analisou derrota com o Vitória de Guimarães (2-1) e consequente eliminação da Taça da Liga
07 Jan 2026 | 00:00 |
Rui Borges analisou a derrota com o Vitória de Guimarães (2-1) e consequente eliminação da Taça da Liga. O treinador lamentou a eliminação do emblema verde e branco, mas acredita que o Clube de Alvalade ainda vai ser muito feliz até ao final da presente temporada desportiva.
R. Borges: "Ainda falta muito, há muitos pontos em disputa, e temos de fazer uma segunda volta ainda melhor do que a primeira"
"Vamos tentar lutar por tudo aquilo que ainda podemos, a Taça de Portugal e o campeonato. Ainda falta muito, há muitos pontos em disputa, e temos de fazer uma segunda volta ainda melhor do que a primeira. Quem vai à frente está a fazer um campeonato fora do normal. Estamos focados e concentrados naquilo que queremos. Queremos muito disputar a final da Taça de Portugal, tal como queríamos disputar esta, mas temos de dar o mérito ao adversário, que acreditou sempre".
O treinador justificou a derrota: "Nós fomos perdendo alguns ressaltos, algumas bolas, é notório que em termos coletivos não temos tanta energia e, aqui e ali, não fomos tão competentes em alguns lances. É natural que os adeptos não estejam contentes, porque este Clube quer estar sempre na disputa dos títulos e hoje não conseguimos. A tristeza é deles e é nossa".
R. Borges: "Temos apenas de perceber como controlar melhor a fase final dos jogos, mesmo com este cansaço acumulado"
Rui Borges nega que tenha faltado atitude aos seus pupilos: "Não, não, nada disso. Podíamos ter feito o 2-0 e não fizemos, tal como com o Gil Vicente. Temos apenas de perceber como controlar melhor a fase final dos jogos, mesmo com este cansaço acumulado".
Relativamente às alterações tácticas, após lesão de Fotis Ioannidis, o técnico explicou: "A capacidade individual de cada um é diferente. Metemos o Francisco Trincão para dentro, um pé esquerdo, e metemos um pé direito a jogar largura, o que não é o nosso hábito, mas o Alisson dá-nos o um para um no corredor. Faltou-nos talvez o ataque à profundidade que o Fotis nos dá, porque o Trincão é um jogador de apoio, mas em termos tácticos nada mudou, apenas aquilo que cada um dá à equipa".
Técnico mostrou-se desiludido com o desaire e confirmou lesões de futebolista do emblema verde e branco para duelo diante do Casa Pia
06 Jan 2026 | 23:45 |
Depois do afastamento nas meias-finais da Taça da Liga, Rui Borges esteve presente na sala de conferências do Estádio Dr. Magalhães Pessoa para fazer a análise à partida frente ao Vitória de Guimarães (derrota por 2-1). O técnico mostrou-se desiludido com o desaire e confirmou as lesões de Eduardo Quaresma e Fotis Ioannidis para o próximo jogo do Sporting.
R. Borges: "Por mais otimistas que sejamos, custa ver tanta gente de fora, lesionada"
"É difícil. É algo que parece de estudo. Hoje pela primeira vez sinto e acredito que a equipa sinta também: por mais otimistas que sejamos, custa ver tanta gente de fora, lesionada. Não serve de desculpa, atenção, num jogo onde podíamos ter feito o 2-0, mas o adversário acaba a acreditar no tempo de compensação e é feliz. Apenas isso", começou por dizer.
O técnico acredita que a equipa vai reagir: "A pressão é diária no Sporting, independentemente de conseguirmos ou não os objetivos e resultados. A pressão é a de ser melhor e ganhar. Mais do que os resultados, acredito que tudo aquilo que tem acontecido mexa com os jogadores. Nós, como equipa técnica, temos de encontrar forma de os levantar. Temos de seguir e focar naquilo que falta jogar na época: falta a segunda volta inteira e temos de fazer melhor do que na primeira, porque só assim podemos alcançar os nossos objetivos".
R. Borges: "A minha maior tristeza é sair daqui hoje sem dois jogadores para o próximo jogo"
Rui Borges recusa refugiar-se nas lesões para justificar a eliminação: "Não são as lesões musculares que têm afastado os jogadores. Por mais que seja otimista e não me agarre a isso, a minha maior tristeza é sair daqui hoje sem dois jogadores para o próximo jogo. Chega a um ponto em que é impossível não o sentirmos. Mas não temos assim tantas lesões musculares quanto isso. São sobretudo traumáticas, coisas que acontecem e temos de seguir caminho".
O treinador confessou algum desgaste nos jogadores e aborda ida ao mercado: "Há cansaço acumulado, sente-se isso e hoje notou-se na energia coletiva. Tanta lesão devia ser um caso de estudo. É inacreditável, não sei o que mais nos pode acontecer. Novos jogadores? O Sporting vive da formação e se tivermos de nos agarrar a eles, vamos fazê-lo. Não podemos ir 'assim' ao mercado, senão daqui a dois meses temos quarenta jogadores para treinar. Temos de ser cautelosos e avaliar se há alguma necessidade específica, mas à formação vamos agarrar-nos sempre", apontou.