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Futebol
08 Dez 2024 | 11:38 |
No seu espaço de opinião no jornal A Bola, Diogo Luís, ex-jogador que vestiu a camisola do Benfica, analisou a gestão de Frederico Varandas - que considera errada - na escolha do sucessor de Ruben Amorim para liderar a equipa principal do Sporting.
"Na época passada, no final da vitória com o Benfica, Ruben Amorim referiu no balneário que um dia mau podia colocar tudo em causa. Será que o que o Sporting está a passar é apenas uma fase negativa? Invertendo a primeira declaração de Ruben Amorim quando chegou ao Sporting: e se corre mal?", começou por questionar.
"A saída de Ruben Amorim nunca seria fácil de gerir. Trata-se do treinador que colocou o Sporting a jogar um futebol encantador, que comunicava, por ele e pelo Clube, como ninguém, que sabia criar empatia com os adeptos, que tinha carisma e que o sabia utilizar a seu favor fazendo com que todos acreditassem na sua mensagem e com que o seguissem com total confiança", admitiu.
"Sabendo disto, Frederico Varandas e a sua equipa tinham de arranjar uma solução e saber gerir o momento. A forma como o fizeram não me parece a melhor", referiu. "Começou na apresentação, onde referiu que João Pereira iria ser, dentro de quatro anos, mais um treinador a sair para um grande clube europeu. Com estas palavras Frederico Varandas surpreendeu muita gente, uma vez que João Pereira tem ainda uma curta carreira", justificou.
"A equipa parece outra. A confiança diminuiu. A crença de que os jogos duram até ao minuto 90 desapareceu. Os movimentos coletivos deixaram de existir. Aquilo que era um rolo compressor transformou-se numa equipa banal. As oportunidades de golo abundavam e agora escasseiam", frisou.
"Em poucos dias tudo mudou", disse. Tendo já em vista o dérbi em Alvalade, dia 29 de dezembro, não esconde: "Já o Benfica (escrevo antes do Benfica - V. Guimarães), depois de um início de época negativo, pode chegar ao jogo de Alvalade em primeiro, no campeonato, se vencer todos os jogos até lá", terminou.
Equipa técnica do Clube de Alvalade encontra-se a tomar decisões a pensar no importante Clássico da 21.ª jornada da Liga Portugal Betclic
08 Fev 2026 | 12:04 |
Apesar de ter regressado às opções de Rui Borges frente ao AFS, para a Taça de Portugal, Nuno Santos pode acabar por não somar minutos no Porto - Sporting, que se disputa na próxima segunda-feira, dia 9 de fevereiro, em partida válida para a 21.ª jornada da Liga Portugal Betclic.
No reencontro com a competição em Alvalade, o tempo em campo acabou por ser superior ao previsto. Lançado quando o Sporting vencia por 2-1, o empate do adversário levou o jogo para prolongamento, obrigando o esquerdino a cumprir mais meia hora em esforço competitivo. No final, deixou sinais de conforto físico, indicando não sentir dores.
Apesar disso, segundo revela o jornal A Bola, Nuno Santos seguirá com a comitiva para o Norte, mas não deverá somar minutos no clássico do Dragão, numa gestão preventiva da carga física após um regresso tão exigente. A psicóloga Liliana Pitacho explicou a importância da componente mental neste tipo de regressos prolongados.
"Quando há lesões recorrentes e paragens muito prolongadas, é normal que o regresso à competição seja acompanhado de muitos medos e hesitações. A adaptação à nova fase de competição pode ser sempre mais limitada devido a esses receios, do contacto, de determinados movimentos, a estar mais atento à parte física e a qualquer dor que possa surgir do que necessariamente a alguns lances de jogo e isso pode-se ressentir na fase inicial. Mas, com certeza, tendo em conta todo o dispositivo da área clínica que o clube tem, acredito que o atleta esteja a ser acompanhado e a preparação deste regresso tenha sido feita também do ponto de vista mental", sublinhou.
A paragem prolongada durou cerca de 15 meses, consequência de uma intervenção cirúrgica ao joelho direito após rotura total do tendão rotuliano, a terceira lesão grave do género na carreira do ala. O processo de recuperação de Nuno Santos conheceu vários adiamentos, depois de inicialmente ter sido equacionado um regresso ainda na época passada, mas a decisão final passou por aguardar condições clínicas totalmente seguras, sem risco de recaída.
Futebolista que chegou ao eterno rival dos leões no último mercado de transferências revelou ter tido uma proposta vinda do Clube de Alvalade
08 Fev 2026 | 11:27 |
Sidny Lopes Cabral afirmou ter estado em conversações com o Sporting. Reforço de inverno do Benfica, o jogador polivalente, natural de Roterdão, nos Países Baixos, competia há três anos na quinta divisão alemã e passou pela terceira antes de assinar pelo Estrela da Amadora, no último verão.
“A minha carreira tem sido uma história bastante louca. Tenho muito orgulho de ter acreditado sempre em mim. Para ser sincero, quando estava no banco na quinta divisão alemã, certamente não esperava jogar pelo Benfica”, admitiu o internacional por Cabo Verde, em entrevista à Voetbal International. O jogador projetou ainda a presença no Campeonato do Mundo: “Estou muito ansioso por isso. Esta não é propriamente uma temporada normal para mim.”
Contratado por 6 milhões de euros, Lopes Cabral revelou como foi apanhado de surpresa pelo empresário após se destacar ao serviço dos tricolores. “Ele disse que estava em negociações com o Sporting, o Braga e o Benfica... O quê?! Benfica? Quando ouvi isso, tudo o que eu queria era ir para lá”, contou o atleta, que soma um golo e duas assistências em seis jogos pelas águias.
Sidny Cabral impressionou na primeira parte da temporada pelo emblema da Reboleira, destacando-se pela sua capacidade de atuar tanto na defesa como no ataque, algo que justificou a atenção de leões e águias. Apesar de falhada a chegada do cabo-verdiano, o Sporting acabou por garantir as contratações de Luis Guilherme e Souleymane Faye.
Sidny Lopes Cabral - atualmente avaliado em 2 milhões de euros - foi uma das surpresas do conjunto tricolor. Antes de rumar ao Benfica, havia realizado um total de 16 partidas oficiais: 15 na Liga Portugal Betclic e uma na Taça de Portugal. Nos 1.358 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, registou cinco golos e três assistências.
Tensão entre os presidentes de leões e dragões tem escalado no decorrer das últimas semanas e existe grande expetativa para o Clássico
08 Fev 2026 | 10:30 |
O clássico entre Porto e Sporting promete intensidade dentro das quatro linhas, mas também fora delas, num contexto em que ambos disputam o título ponto a ponto. Em foco está a relação entre Frederico Varandas e André Villas-Boas, marcada por episódios de tensão recentes, fruto de trocas públicas de declarações entre os dois dirigentes nos últimos meses.
Apesar desse histórico, Frederico Varandas opta, nesta fase final de preparação para o encontro da 21.ª jornada da Liga, por uma postura de silêncio. O Presidente do Sporting não pretende responder às palavras do homólogo portista, que abordou temas como a arbitragem e chegou a apontar favoritismo aos leões para o Clássico no Estádio do Dragão.
A decisão passa por evitar qualquer ruído adicional em torno do jogo. Varandas quer preservar um ambiente de tranquilidade no seio do grupo orientado por Rui Borges, consciente da importância do encontro. Nesse sentido, manterá uma postura discreta e cumprirá os procedimentos habituais.
Como é norma, o Presidente do Sporting acompanhará a equipa no estágio marcado para segunda-feira, em Gaia, seguindo depois com a comitiva para o Estádio do Dragão. No recinto portista, sentar-se-á no lugar que lhe for indicado na tribuna.
Recorde-se que, na primeira volta do campeonato, em Alvalade, Varandas e Villas-Boas estiveram sentados lado a lado, cenário que também se verificou no Dragão na segunda volta de 2024/25 e, igualmente, em Leiria, nas meias-finais da Allianz Cup dessa temporada.