DIRIGENTES DOS CLUBES FAZEM DE TRUMP UM SANTO
José Manuel Freitas escreve sobre uma Liga NOS que se encontra “de regresso ao pior”
Maria Pinto Jorge
Texto
25 de Outubro 2020, 12:58
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“O “bate-boca” entre os presidentes de dois dos maiores fazedores de desportistas que conhecemos foi coisa capaz de fazer de Trump um santinho”. José Manuel Freitas, conhecido Sportinguistas, na sua rubrica Remate Final, no jornal desportivo O Jogo, lançou várias críticas àquele que considera um “grande desconsolo de todos aqueles que ainda acreditam que o futebol em Portugal pode (e devia) ser uma escola de virtudes”.

Referindo-se, acima de tudo, à troca de palavras entre o atual presidente do Sporting CP e ao do FC Porto, Frederico Varandas e Pinto da Costa, José Manuel Freitas faz a analogia com Trump e os seus debates e declarações com as dos líderes de dois dos grandes clubes portugueses. Além disso, o comentador desportivo deixou bem claro que todos sabemos como isto vai acabar: “clubes de costas voltadas, Pinto da Costa e Frederico Varandas a socorrem-se da Justiça, adeptos encolerizados. Ou seja: só a bola começar a rolar para que futebol português estivesse de volta ao seu pior. Porém, com a equidistância de sempre, e sem que haja justificação para os discursos tão agressivos e ofensivos que ecoaram, quem atirou a primeira pedra foi o presidente do Sporting CP”.

Deitando as culpas deste início de guerra entre clubes ao líder máximo do Clube de Alvalade, na sua opinião, esta foi apenas uma forma de “ficar bem visto junto do universo leonino”, no qual tem existido alguma instabilidade.

Caso Albuquerque

De forma, ainda, a comentar a atualidade dos verdes e brancos, José Manuel Freitas falou sobre o caso de Miguel Albuquerque, considerando que “o CD quer silenciar um vencedor por excelência – ideia que vem sendo germinada desde que teve a coragem de afirmar que tem o sonho de ser presidente – e destruir o denominado Gabinete das Modalidades”, uma vez que “pelos ecos que se conhecem, MA pode mesmo pensar em candidatar-se!”, sendo esta uma tentativa de o “silenciar”.

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