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Futebol
13 Set 2023 | 12:20 |
A continuidade de Cristiano Ronaldo na Seleção Nacional continua a dividir opiniões. Para Vítor Serpa, reputado jornalista do jornal ‘A Bola’, o capitão da turma de Roberto Martínez apresentou-se, diante da Eslováquia, “disparatado, confuso e perdido”.
“Como muitas vezes acontece nesta vida, a pergunta é fácil, até porque um bocadinho óbvia, mas a resposta é difícil. Há sempre a hipótese de empurrarmos a questão com a barriga para a frente e dizer: depende! Depende de quê? Depende de Cristiano Ronaldo, ou seja, de que Cristiano Ronaldo estamos a falar”, começa por dizer Vítor Serpa.
“Do Cristiano mítico, avassalador, comilão de recordes e de títulos, ou do Cristiano Ronaldo com os papéis metidos para a reforma e que se obriga contratualmente a dizer que a Arábia Saudita é o paraíso na terra, incluindo o seu futebol, onde ele próprio se estacionou num trânsito absurdo de ídolos caídos na tentação da cor do dinheiro?”, atira o jornalista do jornal ‘A Bola’.
“Se pensarmos apenas nas últimas impressões, temos um Cristiano algo disparatado, confuso, perdido no jogo e das balizas de Bratislava. E se pensarmos no passeio épico da Seleção Nacional no Algarve, onde uma equipa dinâmica, esfomeada de golos, exibindo talento a rodos, apesar de Cristiano Ronaldo ausente, então a conclusão é evidente: somos melhores sem Ronaldo”, considera Vítor Serpa.
“É previsível que Ronaldo não queira experimentar a angústia de um jogador no banco e por isso é de admitir que Ronaldo tenha, ele próprio, na cabeça, o timing do adeus. Talvez tivesse já partilhado esse pensamento com o selecionador ou com os altos quadros da Federação Portuguesa de Futebol. Podemos apostar que esse timing não acontecerá antes do Europeu-2024. Mas logo a seguir, sim”, finaliza.
Comentador afeto ao Clube de Alvalade não deixou passar a sua mais recente coluna de opinião sem abordar temas relacionados com a arbitragem
08 Jan 2026 | 15:26 |
Carlos Barbosa da Cruz considera que o clima de pressão mediática e institucional no futebol português continua a condicionar decisões da arbitragem em prejuízo do Sporting. Num texto de opinião publicado no jornal Record após o empate dos leões frente ao Gil Vicente, o advogado sustenta que o VAR terá optado pelo silêncio num lance decisivo por receio das consequências externas.
C. Barbosa da Cruz: "Aposto que o VAR detetou a falta sobre Alisson"
Em causa está o golo do empate da equipa de Barcelos, precedido de uma infração não sancionada sobre Alisson Santos: “Aposto que o VAR Vasco Santos detetou a falta sobre o Alisson, que precedeu o golo do empate do Gil Vicente”, escreve Carlos Barbosa da Cruz, acrescentando que acredita que o VAR “pensou em alertar o árbitro e aconselhá-lo a anular a jogada”.
No entanto, segundo o autor, essa intenção terá sido travada por um contexto de intimidação instalado no futebol nacional. “O seu subconsciente, contudo, dissuadiu-o”, afirma, descrevendo um cenário em que o VAR antecipa “o comunicado que o Benfica iria de imediato publicar, criticando-o asperamente, por mais este favorecimento do Sporting”.
Carlos Barbosa da Cruz aponta ainda para o papel dos comentadores e antigos juízes que dominam o espaço mediático: “Depois considerou a multitude de ex-árbitros, omnipresentes nos media e supostamente isentos, que o iriam crucificar”, escreve, referindo também “a miríade de comentadores televisivos e radiofónicos que o acusariam, dias a fio, de todos os males do inferno”.
No texto, o comentador afeto aos leões alarga a crítica à cobertura mediática e a determinados canais televisivos, evocando “os insuspeitos locutores da CMTV, sempre de língua afiada em tudo o que tenha a ver com deitar abaixo o Sporting”, bem como a previsíveis reações de dirigentes e treinadores rivais.
Mais grave, segundo Carlos Barbosa da Cruz, são as consequências pessoais que este tipo de polémica pode gerar para os árbitros. O cronista refere o receio de ver “o seu nome arrastado na lama das redes sociais”, de receber “mensagens ameaçadoras” e até de ver “os filhos enxovalhados na escola”.
Entre lesões, castigos e ausências na CAN, treinador dos leões prepara-se para apresentar frente ao gansos uma nova estrutura
08 Jan 2026 | 15:00 |
Rui Borges volta a enfrentar um cenário delicado, com o número de lesionados a aumentar e várias ausências forçadas a condicionarem as opções. Geovany Quenda, Pedro Gonçalves e Nuno Santos continuam fora por lesões de longa duração, enquanto Ricardo Mangas, Fotis Ioannidis e Eduardo Quaresma juntaram-se recentemente ao boletim clínico. A este cenário soma-se ainda a ausência de Ousmane Diomande, que permanece ao serviço da Costa do Marfim na Taça das Nações Africanas.
Nem tudo são más notícias para o técnico dos leões. Gonçalo Inácio já cumpriu o castigo imposto após a expulsão frente ao Gil Vicente e está novamente disponível. Geny Catamo regressou a Alvalade depois da eliminação de Moçambique nos oitavos de final da CAN, enquanto Daniel Bragança voltou gradualmente à competição, tendo alinhado pelo Sporting B e marcado presença no banco na meia-final da Taça da Liga. Ainda assim, os problemas persistem, sobretudo com a lesão de Eduardo Quaresma e o castigo de Maxi Araújo para o próximo jogo.
Em 29 jogos oficiais realizados em 2025/2026, Rui Borges já utilizou 14 linhas defensivas diferentes. Fresneda e Vagiannidis dividiram o lado direito, enquanto à esquerda estiveram Maxi Araújo, Mangas e Matheus Reis. No eixo central, Gonçalo Inácio foi o elemento mais constante, formando dupla com Diomande, Debast e Quaresma.
Para o encontro com o Casa Pia, as opções continuam limitadas. Estão disponíveis Fresneda e Vagiannidis à direita, Matheus Reis à esquerda e Gonçalo Inácio no centro. Debast deverá regressar dentro de dias e Diomande poderá ainda ser opção, caso a Costa do Marfim seja eliminada pelo Egito nos quartos de final da CAN. Independentemente desse cenário, será inevitável a utilização da 15.ª linha defensiva da temporada.
O Sporting volta a entrar em campo na sexta-feira, dia 16 de janeiro, frente ao Casa Pia. O encontro, a contar para a 18.ª jornada da Liga Portugal Betclic, diante da formação orientada por Gonçalo Brandão, jogar-se-á às 20h15, em casa dos Leões.
Verdes e brancos voltam a entrar em campo na sexta-feira, dia 16 de janeiro, em partida válida para a 18.ª jornada da Liga Portugal Betclic
08 Jan 2026 | 14:18 |
O Sporting colocou, esta quarta-feira, dia 8 de janeiro, os bilhetes à venda para a partida diante do Casa Pia, que se disputa n Estádio José Alvalade a 16 de janeiro, em partida válida para a 18.ª jornada do Campeonato Nacional, marcado o regresso dos leões não só à competição, como a casa - depois de um empate com o Gil Vicente e uma derrota diante do Vitória de Guimarães.
O preço dos ingressos começa nos 10 euros para Sócios do Clube e nos 22 euros para adeptos. Os bilhetes podem ser adquiridos de forma online, bem como nas bilheteiras do Estádio José Alvalade, abertas diariamente das 10h00 às 20h00.
Os leões recordam, em todo o caso, que é proibida a entrada a menores de três anos, sendo obrigatório bilhete para maiores de três (inclusive). O jogo está incluído na Gamebox Full e National 2025/2026, com Lion Seats não renovados à venda a partir de 12 de janeiro. A quota mínima de Sócio é dezembro de 2025 e as portas do estádio abrem 1h30 antes do apito inicial.
De momento, os verdes e brancos ocupam a segunda posição da tabela classificativa do Campeonato Nacional, com 42 pontos conquistados. O Benfica é terceiro classificado, com 39, enquanto a equipa do Porto lidera a competição, com 49 pontos.
O Sporting volta a entrar em campo na sexta-feira, dia 16 de janeiro, frente ao Casa Pia. O encontro, a contar para a 18.ª jornada da Liga Portugal Betclic, diante da formação orientada por Gonçalo Brandão, jogar-se-á às 20h15, em casa dos Leões.