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Futebol
19 Fev 2025 | 17:48 |
Fernando Peres da Silva nasceu a 18 de janeiro de 1943 e foi um dos grandes nomes da história do Sporting, destacando-se como médio ofensivo entre 1965 e 1972. Com uma grande técnica e visão rapidamente se tornou uma peça-chave na equipa leonina, impondo-se como o verdadeiro “patrão” do meio-campo, termo que hoje em dia é recorrentemente utilizado.
O seu percurso começou no Belenenses, onde se afirmou como um dos jovens mais promissores do futebol português. Em 1964, ainda antes de se transferir para o Sporting, fez a sua estreia pela seleção nacional, marcando um golo frente à Inglaterra. O seu talento rapidamente chamou a atenção dos leões, que garantiram a sua contratação em 1965. Na primeira passagem pelo Sporting, Peres foi peça-chave na conquista do campeonato nacional de 1965/66, sob o comando de Otto Glória. A sua capacidade de jogar entre linhas e descaído para o lado esquerdo permitiu-lhe somar 11 golos na campanha vitoriosa. Apesar de integrar a convocatória para o Mundial de 1966, não chegou a ser utilizado.
Após desentendimentos com a direção leonina, saiu em 1968 para representar a Académica, aproveitando a lei estudantil. No entanto, a sua ligação ao clube de Coimbra durou apenas uma época e, assim, acabou por regressar Alvalade, em 1969. Voltou a ser um dos jogadores mais influentes, contribuindo para a conquista do campeonato nacional de 1969/1970 e da Taça de Portugal em 1970/1971.
Com a camisola do Sporting, Peres disputou um total de 267 jogos e marcou 73 golos, deixando uma marca inesquecível na história do Clube. Na seleção, jogou em 27 ocasiões, sendo que 23 dessas internacionalizações aconteceram enquanto jogador do Sporting. Em 1972, integrou a equipa que disputou a Mini Copa no Brasil, destacando-se entre os melhores jogadores portugueses da época.
Fora das quatro linhas, a sua forte personalidade trouxe-lhe alguns desafios. Em 1973, após um desentendimento entre um dirigente leonino e o treinador Fernando Vaz, Peres tomou uma posição em defesa do técnico. A atitude em causa não foi bem recebida pela direção do Sporting, que lhe apresentou uma proposta de renovação que este considerou ser inaceitável. Como represália, o clube utilizou a “Lei da Opção” para impedir a sua transferência para outro clube, obrigando-o a ficar um ano sem jogar.
Durante esse período afastado dos relvados, iniciou a sua experiência como treinador, assumindo o comando do Peniche. No entanto, a mudança na Presidência do Sporting trouxe uma nova oportunidade. João Rocha, o então presidente, facilitou a sua saída para o Brasil, onde assinou pelo Vasco da Gama. Em terras canarinhas, sagrou-se campeão em 1974, conquistando ainda mais reconhecimento pelo seu talento, agora no estrangeiro. Apesar desse sucesso, as saudades da família falarm mais alto. Em 1975, regressou a Portugal para representar o Porto, mas as lesões dificultaram a sua afirmação. Pouco depois, voltou ao Brasil para defender as cores do Sport Recife, onde conquistou o Campeonato Pernambucano antes de encerrar a sua carreira como jogador.
Já retirado dos relvados, Fernando Peres deu continuidade à carreira de treinador, passando por clubes como União de Leiria, Vitória de Guimarães e Estoril, onde conseguiu a promoção ao primeiro escalão. Mais tarde, regressou ao Sporting, como adjunto de Pedro Rocha, numa fase conturbada do Clube. Também trabalhou no futebol saudita, colaborando com Artur Jorge. Nos últimos anos, manteve-se ligado ao futebol através da Sporting TV, onde participou como comentador no programa “Especial Jornada”, canal em que o presidente Frederico Varandas irá falar esta sexta-feira, dia 21 de fevereiro. Fernando Peres morreu a 10 de fevereiro de 2019, aos 76 anos.
Jornalista acredita que o Clube de Alvalade está a fazer de tudo para vender atleta da equipa verde e branca, decisão que não consegue entender
24 Ago 2026 | 14:30 |
Daniel Bragança continua sem uma solução para deixar o Sporting e começa a demonstrar alguma impaciência com o arrastar do processo. O médio não faz parte dos planos de Rui Borges e não tem sido convocado para os compromissos oficiais. Carlos André acredita que o Clube está a "empurrar" o atleta para a porta de saída.
C. André: "A mim parece-me que estão a empurrar um bocadinho o Daniel Bragança para fora do Clube"
"A mim parece-me que estão a empurrar um bocadinho o Daniel Bragança para fora do Clube. O que me parece é que, não sendo um jogador de topo mundial, de topo europeu, que possa jogar em clubes de topo nas Big Five, porque é que não se opta por o Daniel Bragança ser um jogador à Sporting, que vai passar o ADN aos colegas?", disse na BOLA TV.
O jornalista reforçou a sua opinião. "Quase sempre foi capitão na formação, já passou por lesões graves e voltou sempre bem. Na época passada, quando voltou, fez golo também. Parece-me um pouco que se está a empurrar o jogador para fora", completou.
Bragança está fora dos planos para 2026/27 e o Sporting pretende fechar a saída ainda neste mercado. Como o contrato termina em junho de 2027, os responsáveis verdes e brancos baixaram a fasquia e aceitam atualmente negociar entre oito e 10 milhões de euros.
Enquanto espera por uma definição, o futebolista de 27 anos continua a cumprir grande parte dos trabalhos com a equipa principal, ficando de fora das sessões mais específicas de preparação dos jogos. O médio tem pressionado os seus representantes para encontrar rapidamente um destino onde possa voltar a competir com regularidade.
Líder do Clube de Alvalade falou aos jornalistas sobre os momentos mais marcantes da atualidade leonina e falou do interesse dos leões no médio
24 Ago 2026 | 13:00 |
Frederico Varandas comentou as principais incidências da atualidade do Sporting após a final da Supertaça de andebol contra o Benfica. Sobre João Palhinha, que está a caminho das águias, o Presidente admitiu que o antigo médio chegou a ser uma possibilidade para regressar ao Sporting, mas que não ia investir muitos milhões na sua aquisição. Para Ricardo Quinteiro, o dirigente demonstrou "intranquilidade".
R. Quinteiro: "Acho que denotou alguma intranquilidade desnecessária"
"Acho que denotou alguma intranquilidade desnecessária, ou seja, eu não veria esta necessidade de dizer que Palhinha não se enquadra no projeto desportivo", começou por dizer, em debate no canal televisivo da A BOLA.
O jornalista do mesmo órgão comunicacional reforçou a sua opinião. "Se o presidente entendeu que era a melhor forma de justificar e talvez tranquilizar os adeptos, acho que o fez bem, se o fez em consciência, fez bem. Agora, acho que não há necessidade, não são contas do Sr. Rosário para ter que se meter", comentou.
Esta foi a declaração de Frederico Varandas. "Se no final de junho as condições fossem estas, não iríamos avançar. Simplesmente não é o nosso projeto nem a nossa estratégia, investir dezenas de milhões de euros num jogador de 31 anos", disse.
Formado no Sporting e figura importante da equipa principal antes da saída de Alvalade, João Palhinha chegou a ser novamente associado aos verdes e brancos neste mercado. O futuro, porém, está definido e passará agora pela Luz.
Partida diante do Alverca, válida para a terceira jornada da Liga Portugal Betclic, provou isso mesmo, mas ainda existem outras informações
24 Ago 2026 | 12:17 |
A saída de Morten Hjulmand obrigou o Sporting a redefinir a hierarquia de capitães e o triunfo diante do Alverca, por 3-1, confirmou duas novidades. Maxi Araújo e Iván Fresneda passaram a integrar o grupo de maior liderança do plantel de Rui Borges.
De acordo com o jornal A Bola, Gonçalo Inácio continua a ser o primeiro capitão dos verdes e brancos. Como o central português não saiu do banco de suplentes frente ao Alverca, foi Maxi Araújo quem entrou em campo com a braçadeira.
Eduardo Quaresma surge imediatamente a seguir a Inácio na hierarquia do técnico. Prova disso foi o momento em que entrou em campo diante do conjunto ribatejano e Maxi Araújo lhe entregou de imediato a braçadeira de capitão.
Iván Fresneda também ganhou novo estatuto no balneário e é agora o quarto elemento desta estrutura. O lateral espanhol foi subcapitão no encontro com o Alverca, beneficiando das ausências de Inácio e Quaresma do onze inicial.
Daniel Bragança continua formalmente integrado no grupo de capitães, mas está de saída de Alvalade e já não entra nas contas para a temporada. Assim, a liderança do Sporting fica cada vez mais centrada em Gonçalo Inácio, Eduardo Quaresma, Maxi Araújo e Iván Fresneda.