Futebol
Espanhóis vibraram com show de craque do Sporting: "Vai sair por uma fortuna"
16 Abr 2026 | 10:31
Receba, em primeira mão, as principais notícias do Leonino no seu WhatsApp!
Futebol
16 Abr 2026 | 11:14 |
Franco Israel está de saída do Torino no final da temporada, depois de uma passagem que ficou aquém das expetativas. O guarda-redes deixou o Sporting no último verão, numa transferência a rondar os 4 milhões de euros, com a perspetiva de assumir a titularidade, algo que não se confirmou.
A informação foi avançada pelo jornalista Nicolò Schira, que indica que o internacional uruguaio procura agora uma equipa onde possa jogar com maior regularidade. Apesar de ainda ter contrato válido por mais duas épocas, a falta de utilização recente terá sido decisiva para a sua decisão.
O guardião até começou a temporada como titular, somando os 90 minutos nas primeiras jornadas da Serie A, mas uma lesão acabou por travar esse momento positivo. Quando regressou, ainda teve algumas oportunidades, mas perdeu espaço para Alberto Paleari, que assumiu a baliza da equipa e não voltou a largar o lugar.
Desde então, o guarda-redes - que falou sobre a renovação de Franciso Trincão - não voltou a competir em 2026, ficando também afastado das opções da seleção orientada por Marcelo Bielsa. A falta de minutos comprometeu a sua presença nas convocatórias recentes e poderá mesmo afastá-lo da participação no Mundial de 2026.
Na presente temporada desportiva de 2025/26, com a camisola do Torino, Franco Israel – avaliado em 3 milhões de euros – fez 10 encontros: nove na Serie A e um na Taça de Itália. Ao todo, nos 900 minutos que disputou, o guardião sofreu 19 golos.
Após empate frente ao Arsenal e consequente despedida da prova milionária, médio não segurou críticas face ao desempenho dos leões
16 Abr 2026 | 10:59 |
Morten Hjulmand confessa que o Arsenal - Sporting foi um jogo "aborrecido". Após a partida, presente na zona de entrevistas rápidas, o médio dinamarquês diz que o conjunto de Alvalade teve algumas oportunidades, mas que na reta final não criou o "suficiente para ganhar o jogo".
Morten Hjulmand: "Foi um jogo com pouca intensidade, sem ritmo... zero golos... aborrecido"
"Acho que hoje foi um jogo equilibrado. Penso que o impacto do primeiro jogo, que perdemos, tornou mais difícil ir ao Emirates e ganhar, especialmente quando não perdemos muito em casa. Sabia que ia ser difícil aqui também, mas ainda assim foi um jogo com pouca intensidade, sem ritmo... zero golos... aborrecido, diria", começou por dizer o capitão leonino, em declarações à CBS Sports.
Em reforço a esse mesmo ponto de vista, o camisola 42 do Sporting complementou: "Acho que houve muitas interrupções durante o jogo, por isso não conseguimos ter o ritmo que queríamos. Portanto, sim, um bocado aborrecido se eu fosse um espectador. 0-0, e o primeiro jogo foi 1-0... não é a forma como o Sporting quer mostrar-se. Queremos marcar golos, criar oportunidades, e hoje não o fizemos."
Morten Hjulmand: "Não criámos o suficiente para ganhar o jogo"
O médio de 26 anos reforçou a mesma ideia e sublinhou que a equipa não teve muitas ocasiões para marcar na reta final. "Durante o jogo senti muitas paragens, especialmente nas bolas paradas, e isso tira muito tempo ao jogo e ao ritmo também. Quando conseguimos ter ritmo, especialmente na primeira parte, acho que criámos muitas oportunidades para fazer o 1-0. Mas, no fim, não criámos o suficiente para ganhar o jogo, para ser sincero."
Após eliminação da Liga dos Campeões, o Sporting vira agora total atenção para o campeonato. Recorde-se que o emblema verde e branco tem encontro marcado com o Benfica este domingo, dia 19 de abril. O encontro respeitante à 30.ª jornada da Liga Portugal Betclic tem hora marcada para as 18h00, no Estádio José Alvalade.
Após terem caído nos 'quartos' frente ao Arsenal, esta terça-feira, leões conseguem encaixe significativo, fruto da histórica caminhada europeia
16 Abr 2026 | 10:55 |
O Sporting vai receber 79,8 milhões de euros pela participação na Liga dos Campeões, no entanto a equipa orquestrada por Rui Borges não consegue ultrapassar o recorde de prémios de uma equipa portuguesa numa única edição da competição.
Apesar da derrota em Lisboa por 1-0 frente ao Arsenal e o empate em Londres, os leões nunca tinham arrecadado tanto dinheiro numa edição da liga milionária. Contudo, em caso de passagem às meias-finais, o Sporting batia o recorde português, que está fixado nos 80,616 milhões de euros pelo Porto na temporada 2018/19, numa temporada em que os azuis e brancos também caíram nos quartos de final frente ao Liverpool.
O Sporting, por outro lado, bateu a sua melhor marca em prémios (48,9 milhões de euros), estabelecida na caminhada europeia da temporada passada passada, quando ficou pelos ‘oitavos’ depois de ser eliminado pelo Dortmund.
Lembrar que, apesar desta eliminação amaga, a caminhada dos leões na Liga dos Campeões 2025/26 foi marcada por consistência e ambição: fase de liga sólida, com vitórias importantes como frente ao Paris Saint-Germain, Athletic Bilbao e Marselha, tal como uma qualificação direta para os oitavos de final.
O Sporting confirmou o bom momento ao protagonizar uma mágica reviravolta frente ao Bodø/Glimt - derrota na Noruega por 3-0 e vitória em Alvalade por 5-0 - que valeu a passagem aos 'quartos'. Já nesta fase, os verdes e brancos acabaram por cair aos pés dos gunners.
Analista destacou consistência defensiva dos leões, com vários elementos a saírem valorizados após uma exibição sólida diante de um adversário exigente
16 Abr 2026 | 10:46 |
Tomás da Cunha analisou o jogo entre Sporting e o Arsenal (0-0), destacando, desde logo, a consistência defensiva dos leões, com vários elementos a saírem valorizados após uma exibição sólida diante de um adversário exigente, nomeadamente Morten Hjulmand e Maxi Araújo.
No que toca ao comportamento defensivo, o analista foi direto: “Mais um exemplo de que dá para confiar uma missão defensiva a Eduardo Quaresma. Diomande e Inácio saem valorizados (Gyokeres não existiu)”, escreveu o analista na rede social 'X'.
T. da Cunha: “Hjulmand e Maxi Araújo acima do patamar da equipa"
No meio-campo e na dinâmica geral da equipa, também houve destaques individuais, ao referir que “Hjulmand e Maxi Araújo acima do patamar da equipa. A segurança de Mosquera fez a diferença na capacidade de gerar perigo concreto”.
Sobre o desenrolar da partida, apontou uma quebra de rendimento dos leões com o passar do tempo: “O Arsenal termina como se tivesse começado o jogo. O Sporting durou 60 minutos. Taticamente, cumpriu à risca. Sai por um erro de marcação”.
Por fim, abordou as dificuldades ofensivas e as limitações na reta final, concluindo que o Sporting “precisava de muito mais de Pote e Geny Catamo. Borges identificou onde precisava de melhorar, mas Bragança e Quenda não mudaram o cenário. Com Mosquera, o Sporting perdeu a vantagem. Liberta-se da pressão, só que raramente ganha o espaço por inferioridade atlética (excepção foi a bola ao poste). Juntando a dificuldade de Suárez, torna-se pouco ameaçador. Hjulmand e centrais resistem quando o Arsenal procura mais”.
Veja a publicação: