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Vermelho por mostrar a Gabri Veiga? O que diz Pedro Henriques após Porto - Sporting
23 Abr 2026 | 12:45
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07 Jun 2025 | 11:32 |
José Roquette confessa que o entendimento entre os três grandes pode ser difícil, hoje em dia, em entrevista recente concedida ao jornal Record. O antigo Presidente dos leões, figura histórica do Clube, falou da relação de Frederico Varandas com os rivais, e partilhou o que pensa sobre o estado atual do emblema verde e branco.
José Roquette: "Tenho de reconhecer que hoje as condições são diferentes"
Começou por utilizar o negócio feito entre os três grandes e a Olivedesportos, na sua altura, para comparar com os tempos atuais: "Tenho de reconhecer que hoje as condições são diferentes. Portugal não é hoje o Portugal dos finais do século passado e a capacidade de entendimento das pessoas poderá não ser tão simples. Nunca a comunicação social soube das circunstâncias em que aquilo aconteceu. Porque houve um acordo à partida para que conversássemos sobre estas questões e para que tivéssemos uma defesa dos interesses em conjunto das três instituições desportivas. Naquela altura, foi possível fazê-lo. Hoje, poderá ser mais complexo, até porque, em termos de legislação, é mais discutível".
O antigo Presidente do Sporting recusa o título de "pai de um projeto", bem como o de "pai do novo Sporting". Como etapas importantes para o percurso do Clube, apontou a criação da SAD verde e branca, bem como a Academia de Alcochete, um dos seus maiores orgulhos. Depois, falou do estado atual dos leões.
José Roquette: "Esses valores continuam a ser os valores dos fundadores"
"O que é importante reter, nestas circunstâncias, é que o Sporting é hoje uma instituição com uma estrutura muito sólida, não apenas de gestão, mas de funcionamento regular e capacidade para enfrentar aquilo que a vida coloca pela frente às instituições e às pessoas. Concretamente e no caso vertente, podíamos recuar um pouco e dizer, ah, pois, sim… o Gyökeres! Mas o Gyökeres veio de uma opção previamente feita pelo presidente Frederico Varandas de ir buscar o Ruben Amorim. E o Ruben Amorim, depois, é que acabou por resultar no Gyökeres", explicou de seguida.
"Esta é uma questão que não é abordada muito frequentemente, mas a verdade é que um balneário funciona, não numa conceção individual, de cada um dos jogadores, mas realmente em equipa, realmente a pensar que fazem parte de um projeto, todos são parte integrante de um conjunto de valores que são importantes. E este conjunto de valores, no caso do Sporting, continua a ter muita autenticidade. Tenho disso demonstrações claras da parte dos atuais responsáveis. Esses valores continuam a ser os valores dos fundadores, entre os quais o meu avô [José Alvalade] e os amigos dele", rematou José Roquette, sobre o estado atual do Sporting.
Verdes e brancos voltam a entrar em campo no próximo domingo, dia 26 de abril, em partida válida para a 31.ª jornada da Liga Portugal Betclic
23 Abr 2026 | 13:39 |
O Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) anunciou, na última quarta-feira, dia 23 de abril, a equipa de arbitragem nomeada para a 31.ª jornada da Liga Portugal Betclic. Pedro Ramalho foi o escolhido para apitar o encontro entre Sporting e AVS SAD.
O juiz da Associação de Futebol de Évora foi eleito árbitro principal do duelo e contará com Hugo Coimbra e Diogo Pereira como assistentes. Já o quatro juiz será Bruno Vieira, enquanto que o VAR contará com o contributo de João Casegas. Marco Vieira será o AVAR.
Esta é apenas a segunda vez em toda a sua carreira que Pedro Ramalho irá apitar uma partida do Sporting. A primeira foi na temporada 2024/25, na goleada dos verdes e brancos diante do Amarante (6-0), em partida válida para a quarta eliminatória da Taça de Portugal.
Ainda no que às recentes nomeações diz respeito, vale ressalvar que João Pinheiro, que apitou o dérbi entre Sporting e Benfica na última ronda, vai dirigir o encontro entre Lusitânia de Lourosa e Paços de Ferreira, a contar para a Liga 2.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 26 de abril, frente ao AVS SAD. O encontro, a contar para a 31.ª jornada da Liga Portugal Betclic, diante da turma liderada por João Henriques, jogar-se-á na Vila das Aves, às 20h30.
Verdes e brancos bateram o Porto por apenas um golo no total das duas mãos e estarão no jogo de todas as decisões da prova rainha
23 Abr 2026 | 13:08 |
O Sporting é o primeiro finalista da Taça de Portugal 2025/26, cuja decisão está marcada para 24 de maio. Os leões confirmaram o apuramento após empatarem a zero no terreno do Porto, fazendo valer o triunfo por 1-0 alcançado em Alvalade.
Esta será a 32.ª presença do Sporting na final da prova-rainha, competição que já venceu por 18 vezes, incluindo na última edição. No historial, o Porto soma 20 conquistas, enquanto o Benfica lidera o ranking com 26 troféus levantados.
Na final do Jamor, o Sporting irá medir forças com o vencedor do duelo entre Torreense e Fafe, que decidem a outra vaga esta quinta-feira, dia 23 de abril, em Torres Vedras, depois do empate a uma bola na primeira mão da eliminatória.
Vale lembrar que, caso conquiste mais um troféu, Frederico Varandas pode aproximar-se da dezena de títulos desde que assumiu o cargo em 2018 no Sporting. Um registo que conta com três Campeonatos Nacionais, duas Taças de Portugal, duas Taças da Liga e uma Supertaça, ou seja, oito títulos ao todo.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 26 de abril, frente ao AVS SAD. O encontro, a contar para a 31.ª jornada da Liga Portugal Betclic, diante da turma liderada por João Henriques, jogar-se-á na Vila das Aves, às 20h30.
Treinador dos verdes e brancos utilizou estratégia que se mostrou bem sucedida para garantir a presença dos leões na final da Taça de Portugal
23 Abr 2026 | 12:55 |
Abril tem sido um mês intenso para o Sporting e a última semana espelhou isso mesmo. Entre a eliminação na Liga dos Campeões frente ao Arsenal e a derrota no dérbi com o Benfica (2-1), o cenário podia ter abalado o grupo, mas Rui Borges manteve o foco e conduziu a equipa até à final da Taça de Portugal, após o empate no Dragão frente ao Porto.
Apesar dos recentes desaires, o técnico nunca deixou cair o balneário. Pelo contrário, recorreu ao orgulho ferido dos jogadores e recordou-lhes o percurso já alcançado, como a presença nos quartos de final da Champions - algo que não acontecia desde 1982/83. A mensagem foi clara: nada de baixar os braços, até porque ainda há objetivos em jogo.
No plano estratégico, Rui Borges voltou a proteger o grupo do ruído exterior e centrou todas as atenções na eliminatória. Sem espaço para lamentos, a equipa entrou no Dragão com a vantagem da primeira mão e um plano bem definido.
Na primeira parte, os leões privilegiaram a posse de bola, obrigando o adversário a correr atrás dela e permitindo, ao mesmo tempo, gerir o desgaste físico de um plantel exigido - sobretudo depois da saída precoce de Gonçalo Inácio por lesão. Sem grandes riscos, o Sporting controlou o ritmo e chegou ao intervalo com o objetivo cumprido: manter o nulo.
Na segunda metade, o cenário mudou. Com a fadiga a instalar-se, a equipa recuou linhas, fechou os espaços interiores - zona onde o Porto mais procurava criar perigo - e apostou em saídas rápidas, ainda que com menor frescura. A prioridade passou a ser resistir.
Nesse contexto, Hidemasa Morita assumiu protagonismo no meio-campo, sobretudo após a saída de Morten Hjulmand. O japonês destacou-se nos duelos físicos e na capacidade de equilibrar a equipa, numa exibição que espelhou a identidade pedida pelo treinador: intensidade, agressividade e compromisso.
Apesar do objetivo alcançado na prova rainha, o treinador não abdica da luta no campeonato. Enquanto for matematicamente possível, o foco mantém-se no título; caso contrário, a meta passa por assegurar o segundo lugar, que garante acesso à fase de qualificação da Liga dos Campeões, e tentar juntar esse feito à conquista da Taça de Portugal.