Futebol
Maestro em final de contrato com o Sporting marca na vitória com o Portimonense (3-0)
24 Out 2026 | 13:00
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Futebol
23 Jan 2021 | 21:43 |
O Sporting CP conquistou, este sábado, 23 de janeiro, a Taça da Liga pela terceira vez na sua história. Na final da competição, os leões bateram o SC Braga, por 1-0, com golo de Pedro Porro, aos 41 minutos. Veja AQUI como decorreu o encontro. https://twitter.com/Sporting_CP/status/1353096058310635530 A bola da final chegou através de um robot, com um patrocínio pomposo. Será esta a valorização da Taça da Liga que Pedro Proença tanto apregoa? Talvez um lugar nas competições europeias para o vencedor da prova fosse mais significativo do que cerimonias de abertura em realidade aumentada. O encontro começou sob chuva intensa e eram raras as zonas em que a bola rolava sem qualquer problema. O primeiro sinal de perigo foi dado pela turma de Alvalade, com Jovane Cabral, depois de tirar dois adversários do caminho, a dar para João Mário, que atirou por cima da baliza defendida por Matheus. De resto, nos primeiros 10 minutos, essa foi mesmo a única nota de registo no embate entre arsenalistas e leões. Para lá de um canto para cada lado, pouco mais havia a assinalar. Como é habitual nas finais, as equipas pareciam estar numa fase de estudo mútuo. Aos 24 minutos, Tiago Martins exibiu cartão amarelo a Jovane Cabral, quando, de facto, o jovem avançado leonino é que foi carregado em falta. O árbitro foi mais sensível ao saltitante banco do SC Braga. Logo de seguida, aos 28’, e já depois de Jovane e Pedro Gonçalves terem sido abalroados, foi a vez de Sequeira, por trás, ‘varrer’ Tiago Tomás. Nestes três casos, Tiago Martins mudou o critério e entendeu não existirem motivos para a amostragem de qualquer cartolina. Com mais de 30 minutos disputados, Matheus quis dar uma ‘perninha’ no setor artístico e simulou um pisão de Jovane, tentando expulsar o avançado leonino. Aos 32’, Sequeira voltou a carregar Tiago Tomás em falta e, finalmente, viu o cartão amarelo. Na sequência deste lance, Tiago Martins, seguindo as indicações de Manuel Mota, exibiu cartão vermelho a Rúben Amorim e Carlos Carvalhal. Aos 36 minutos, foi a vez de Fransérgio atingir Tiago Tomás na face, obrigando ‘TT’ a ser assistido ao sobrolho. O árbitro marcou falta contra o Sporting CP. Segundo tem sido veiculado, os leões estarão interessados em Paulinho, mas, pela amostra, os jogadores bracarenses é que pareciam interessados em levar o avançado verde e branco para casa. No minuto seguinte, Fransérgio, em posição irregular, apareceu na cara de Adán. Ainda assim, o guardião espanhol fez questão de defender. Mesmo em cima do intervalo, aos 41’, surgiu o golo verde e branco. Gonçalo Inácio – com um passe digno de Franz Beckenbauer – descobriu Pedro Porro no corredor direito. O espanhol, na cara de Matheus, não se fez rogado e rematou cruzado para o fundo das redes. Estava inaugurado o marcador. https://twitter.com/vsports_pt/status/1353078762171207680 Ainda antes do final do primeiro tempo, Pedro Gonçalves quis dar um toque de magia à primeira parte. O ‘Harry Pote’ tirou quatro adversários do caminho – Castro e Al Musrati ainda estão perdidos em Leiria – e fez mira à baliza bracarense, mas o remate saiu fraco. E foi assim, com os leões na frente, que as equipas recolheram aos balneários. Uma primeira parte nem sempre bem jogada, mas em que o Sporting CP foi impondo a sua lei e, por isso, o resultado aceita-se. Ao intervalo, Rúben Amorim lançou Nuno Santos para o lugar de Jovane Cabral. O autor dos dois golos verdes e brancos na meia-final não esteve mal, mas o técnico leonino preferiu proteger Jovane a uma possível expulsão, uma vez que já tinha cartão amarelo. Do lado do SC Braga, Carlos Carvalhal lançou Paulinho, retirando Abel Ruiz do jogo. No arranque do segundo tempo, a contenda, fruto do estado do relvado, mais parecia um campo de batalha. Eram inúmeros os duelos individuais, acabando, quase sempre, com o apito do árbitro. Neste sentido, os treinadores iam refrescando as suas equipas. Do lado leonino, Šporar rendeu Tiago Tomás. Nos arsenalistas, Castro deu o lugar a Iuri Medeiros. Aos 65 minutos, Pedro Gonçalves aproveitou um ressalto e apareceu na cara de Matheus. O remate saiu forte, mas o guardião bracarense defendeu para canto. À entrada para os últimos 20 minutos, e já com Matheus Nunes em campo (substituiu João Mário) foi a vez de Adán, por duas vezes, segurar a vantagem do Sporting CP. Iuri Medeiros, primeiro, e Paulinho, depois, testaram os reflexos do guarda-redes espanhol, que preservou a liderança dos leões. Ao minuto 80, Matheus Nunes foi por ali fora e assistiu Šporar, que, de primeira, quase fazia o segundo dos leões. Até final, para lá de um ou outro susto, nomeadamente um golo anulado ao SC Braga e uma enorme defesa de Adán, o Sporting CP controlou o encontro e acabou mesmo por conquistar a terceira Taça da Liga da sua história. Nota apenas para a expulsão de Pedro Gonçalves, que viu vermelho direto por protestos. No capítulo individual, juntamente com Pedro Porro, que apontou o golo do triunfo, destaque para o tremendo jogo de Sebastián Coates. Na partida 221 de leão ao peito, o capitão verde e branco esteve imperial e foi, sem margem para dúvidas, o comandante das tropas leoninas.
Fotografia de Sporting CP
Técnico português, que é visto como eventual sucessor de Rui Borges em Alvalade, é visto como um dos principais responsáveis pelo desaire
24 Out 2026 | 15:11 |
Leonardo Jardim está a ser alvo de duras críticas, depois de o Flamengo ter sido eliminado pelo Estudiantes nas meias-finais da Taça Libertadores. O treinador português, que é apontado ao lugar de Rui Borges no Sporting, é visto como um dos principais responsáveis pelo desaire.
Venê Casagrande, jornalista brasileiro, não poupou o técnico luso na análise à eliminação do emblema do Rio de Janeiro da competição, responsabilizando-o diretamente pelo resultado e questionando as suas opções durante o encontro.
V. Casagrande: "Leonardo Jardim foi cobarde e medroso"
"Leonardo Jardim foi cobarde e medroso. É o principal culpado na eliminação do Flamengo para o Estudiantes na Libertadores. Agora, ele está ali porque foi escolhido pela estrutura (José Boto), outro que precisa de dar explicações. Bap, presidente do Flamengo, cometerá um grande erro se manter Jardim em 2027. O português tem uma leitura de futebol que não encaixa com a cultura do Flamengo. Dito isso: o Brasileirão tornou-se obrigação", afirmou.
As declarações colocam ainda em causa a continuidade no comando técnico. Venê Casagrande considera que a direção deverá ponderar a permanência do treinador e defende que José Boto, responsável pela escolha do português, também deve prestar esclarecimentos.
Leonardo Jardim chegou ao Flamengo para suceder a Filipe Luís e soma, nesta temporada, 26 vitórias em 42 jogos. Apesar dos números, a eliminação continental intensificou a contestação em torno do técnico, numa altura em que, segundo o jornalista, a conquista do Brasileirão passou a ser uma obrigação.
Técnico marcou presença na conferência de imprensa de antevisão ao encontro da nona jornada da Liga, abordando a reação ao desaire europeu
24 Out 2026 | 14:03 |
Após a derrota por 3-2 frente ao LASK Linz, em Alvalade, Rui Borges marcou presença na conferência de imprensa de antevisão ao encontro com o Académico de Viseu, abordando a reação ao desaire europeu, as opções táticas e a condição de vários jogadores.
Este é um jogo perigoso?
"Os jogos são todos perigosos, independentemente do adversário. Agora, com todo o mérito do seu treinador, da sua equipa, do seu trabalho, o Académico está a fazer um excelente início de época. Como tu disseste e bem, é uma equipa já madura, uma equipa que se conhece muito bem, apesar de terem mudado de treinador, com ideias muito boas, particularmente conheço já alguns anos, de enfrentar. Não mudou muito nesse sentido, por isso é uma equipa que está motivada, como tu disseste e bem, vem de quatro vitórias seguidas. Independentemente do jogo da taça, são jogos diferentes, competição diferente, competição diferente, mudou praticamente os onze jogadores e a taça acaba por acontecer muitas vezes essa surpresa. Por isso, não acredito que isso lhes a belisque em nada, o que vai beliscar em alguma coisa, aquilo que é a confiança que têm enquanto equipa, enquanto aquilo que estão a conseguir construir ao longo deste início de época, com todo o mérito. E isso deixa-nos a nós em alerta, porque estão em quinto, estão em quinto com muita qualidade, com muito mérito e nós temos que olhar para eles nesse sentido, independentemente de ser uma equipa que acabou de subir à primeira liga, tem a sua qualidade individual e coletiva e nós esperamos estar preparados para aquilo que iremos encontrar amanhã".
Debast está fora? Pode haver alterações?
"Podem acontecer alterações. O Zeno não está para este jogo, não estará para este jogo nem para o jogo de terça-feira. Por isso, é uma baixa para a nossa equipa. Dentro daquilo que são as nossas soluções, iremos apresentar o melhor onze amanhã para defrontar o Académico e sermos fortes em nossa casa, voltar às vitórias, que é importante. Mas sim, pode haver uma ou outra alteração".
Sergi Altimira mais recuado
"Bem, eu já estou aqui vai fazer quase dois anos, e acho que deviam conhecer-me. Não é olhar para o jogo e o Altimira, o Geny... Ou seja, deviam perceber aquilo que é a ideia do treinador e de que forma estratégica aborda os jogos dentro daquilo que é o adversário. Nós não fugimos à nossa ideia de jogo. Independentemente do adversário, tentamos de forma estratégica adaptar-nos àquilo em termos defensivos, desde que o Rui Borges chegou ao Sporting, desde que esta equipa técnica chegou aqui. Mas relativamente à época passada e ao início desta, nós, quando as equipas constroem a três, ajustamo-nos para fazer pressão homem a homem, principalmente em nossa casa até para ir buscar referências. Defendemos a cinco, como sempre fizemos, a única diferença é que antes em alguns jogos fizemos com o Geny, e nestes três jogos optámos pelo Sergi, mas não mudou nada aquilo que é a estratégia de jogo ofensiva do Sporting. Mas porque é que fica mais vazio? Não, por isso é que eu estou a dizer, vocês fazem as perguntas, mas têm que saber o porquê das coisas. Eu gostava que vocês tivessem essa capacidade de leitura, de perceber o porquê das perguntas e a parte tática. Eu estou a explicar, por isso basta olhar para aquilo, nós defendíamos a cinco contra equipas que constroem a três, com dois ficamos 5-2-3, defendemos com dois médios, o Sergi baixou para cinco, não defendemos com dois médios? Defendemos igual, ou não? Defendemos igual. Estou a perguntar, vocês viram o jogo, vocês estavam a fazer uma pergunta derivada daquilo que foi o jogo e eu estou vos a questionar, porque vocês têm que entender o porquê das coisas e o porquê das perguntas, só assim é que faz lógica para mim, não é? E eu respondo com todo o gosto, estou a explicar e estou a explicar, e gosto que essas perguntas tenham a ver com a parte tática e estratégica do jogo, por isso, não tem a ver com o Sergi ou não baixar e o meio-campo não muda nada. Nós sempre defendemos equipas que constroem a três em 5-2-3 ou em 5-4-1, um bloco mais baixo depois. Por isso, não muda nada, muda o jogador que quer defender, em vez de estar no meio está atrás, mas temos dois médios na mesma e outros jogos está o Geny atrás e está o Sergi, mas são só dois médios, com o nosso terceiro médio bem defender à direita. Por isso, de forma estratégica não mudou absolutamente nada, com bola o Sporting exatamente a construir como qualquer outro jogo, com seis, dois interiores agora, dois médios, numa fase inicial de época andávamos com dois médios, época passada andávamos com dois médios, derivada daquilo que as características, por isso a questão do Sergi é uma não questão para mim, tem a ver muito com aquilo que é a estratégia e não perdemos porque o Sergi encaixou a cinco, quer dizer, nos outros dois jogos e o Sergi foi espetacular, grande estratégia, agora perdemos e questionam por que é que o Sergi continuou a cinco? É simples, basta olhar que defrontámos três equipas que construíram a três e nós defendemos a cinco, quando assim é, é para bater homem a homem".
Em jogos que correram mal, Arouca, Guimarães, Famalicão chegou a falar em falta de atitude competitiva. Agora falou em falta de energia
"Eu não me justifiquei com isso. São histórias todas diferentes. O único jogo que claramente não estivemos à altura foi a segunda parte com o Vitória. Foi má. Podia ter feito outras coisas enquanto treinador. Depois de abrir o melão é que sabemos. No momento fiz o que achei melhor. São jogos diferentes. Famalicão é um momento. Com o Estrela foram momentos individuais. Com o Arouca estávamos com 10. A falta de energia são sensações. Vejo e reparo que a equipa não está no mesmo patamar. Às vezes não é por quererem. É porque o corpo não responde. A falta de maturidade nesses momentos em que temos menos energia falta-nos maturidade para quebrarmos isso, esse excesso de passes falhados. Temos que respirar. Não é nenhuma justificação. A culpa é sempre aqui do treinador. Podemos fazer melhor. O nosso propósito é ganhar e tirar rendimento".
Kaique na baliza. Essa opção vai manter-se?
"Opção técnica. Amanhã têm que ver quem joga. O Zeno não está para estes dois jogos e o Zalazar também não".
Encontra alguma explicação para o facto do Sporting sofrer o dobro dos golos em casa?
"A crítica faz parte e existe desde o primeiro dia que cheguei ao Sporting. Entendo-a e compreendo-a, desde que seja com respeito. Temos sofrido mais golos do que desejávamos. É um conhecimento mútuo e estamos em busca de sermos melhores. O facto de estarmos mais vezes expostos a momentos de transição... é algo em que temos que crescer. Tentamos melhorar e diminuir esse aspeto. Sabemos isso. Está identificado".
Voltando ao jogo com o LASK Linz. Disse que seria necessário o jogo de cabeça fria. Como explica que o Sporting tenha tido menos energia com semana limpa?
"Digo falta de energia e isso não é justificação. Tínhamos obrigação de ter feito mais, outro resultado, mesmo perante este adversário e a boa estratégia do adversário. Em alguns momentos em que falhámos mais passes, houve um acumular de coisas que fugiu do normal. Se tivéssemos conseguido igualar a intensidade, o erro da tática ou posse conseguíamos superar. Não senti a intensidade do jogo do Lens ou Braga. Foi coletiva, não foi individual. Já vi grandes treinadores a fazerem uma substituição e não ganharem. Já vi o Guardiola. O futebol é bonito por causa disso. Toda a gente percebe de futebol, faz equipas... Jogámos com 11, o Altimira defendeu como defendemos sempre. Às vezes, até digo aos jogadores, que ludibriar muito os adversários depende da cara dos jogadores".
A atacar mudou alguma coisa?
"Posso responder à sua pergunta como uma pergunta? Quando faz a pergunta tática tem que perceber o porquê da tática, não é só porque o outro diz para fazermos e nós fazemos. O Geny defendia a 5 e os médios que ficavam era o Sergi e o Doumbia... Tínhamos algum médio cerebral? Não, ia defender à direita. Ganhámos mais em termos defensivos. Temos o Geny mais perto para acelerações. É rápido. A parte do médio mais cerebral depende dos momentos do jogo. Mais decisões táticas minhas e na tentativa de buscar o melhor de cada um".
Sobre o Ba, foi para o banco em Braga e ainda não entrou. O que se passa?
"É solução para amanhã. Tem mais treino e é uma opção como qualquer outro colega".
O que falta a Flávio Gonçalves?
"Não perdeu nada. Teve muito a ver com estratégia. Em termos de características individuais, do adversário. Dentro da estratégia deste jogo, o Sergi baixava para cinco e o Geny ficava por fora. Neste caso tinham que ser dois médios a fazer a linha do 5x2x3. O Flávio é um criativo e para dar aquele equilíbrio, acabou por perder por estratégia de jogo e não pelo Flávio. Acreditamos muito nele. Teve a ver com estratégia, mais do que tudo o resto. Amanhã? Pode fazer sentido, é um adversário diferente".
Futebolista poderá jogar pela turma de Tiago Fernandes ainda durante este mês, com o encontro frente ao Leixões, agendado para 31 de outubro
24 Out 2026 | 13:15 |
O Exclusivo Leonino de 12 de outubro está confirmado. Bruno Ramos prepara-se para regressar à equipa B do Sporting, depois de ter sido afastado dos relvados devido a uma lesão muscular. O defesa brasileiro encontra-se na fase final da recuperação.
Assim, o futebolista poderá jogar pela turma de Tiago Fernandes ainda durante este mês, com o encontro frente ao Leixões, agendado para 31 de outubro, a surgir como cenário provável. A informação avançada pelo jornal 'A Bola', confirmando a novidade noticiada pelo nosso Jornal.
Bruno Ramos era uma das apostas de Rui Borges durante a pré-temporada, mas a lesão sofrida nessa fase impediu-o de somar minutos oficiais em 2026/27. O defesa foi contratado em definitivo ao Académico de Viseu por cerca de 2 milhões de euros no último verão.
O central tem contrato até 2031 e procura agora recuperar o ritmo competitivo para voltar a entrar nas contas. O regresso pela equipa B poderá ser o primeiro passo para voltar à competição, depois de vários meses condicionado pelo problema físico.
Desta forma, a notícia avançada em primeira mão pelo Leonino ganha agora confirmação pública. Bruno Ramos aproxima-se do regresso aos relvados, com o Sporting a acompanhar a evolução física do defesa antes de o voltar a lançar em competição.
Maestro em final de contrato com o Sporting marca na vitória com o Portimonense (3-0)
24 Out 2026 | 13:00
Rui Santos ataca jogador fundamental no Sporting: "Pode dar muito mais"
24 Out 2026 | 12:10
Antigo membro do Conselho Leonino abre porta a Abel Ferreira no Sporting: "Faz sentido"
24 Out 2026 | 11:50