Receba, em primeira mão, as principais notícias do Leonino no seu WhatsApp!
Futebol
01 Mai 2025 | 18:31 |
Maniche criticou o discurso de Frederico Varandas, Presidente do Sporting, após o triunfo dos leões na segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal (2-1 frente ao Rio Ave). De acordo com o ex-futebolista, que terminou a carreira nos leões, as palavras do dirigente máximo do Clube pareciam ter sido feitas num programa de Manuel Luís Goucha.
"Só faltava cair a lágrima de tanta lamentação"
“Se os resultados não aparecem, o elo mais fraco é o treinador”, lembrou Maniche, que falava na CNN Portugal sobre o treinador do Sporting. “Depois de ver as declarações do presidente do Sporting, Frederico Varandas, parecia mais até que estava no programa do Manuel Luís Goucha. Só faltava cair a lágrima de tanta lamentação”, ironizou.
Maniche considera que o treinador paga sempre em futebol o preço dos resultados. Ou seja, se o Sporting nada conquistar, Rui Borges fica com caminho curto para percorrer em Alvalade na próxima época. Por outro lado, o antigo internacional português recordou que Frederico Varandas não respondeu aos jornalistas que o questionaram sobre o futuro do técnico - que já prepara a próxima época.
"Há alguma indefinição quando um Presidente não responde a uma pergunta tão fácil depois de tantos elogios"
“Não falou sobre o futuro do Rui Borges. Por isso, há alguma indefinição quando um Presidente não responde a uma pergunta tão fácil depois de tantos elogios. Foi estranho ele não responder tão vincadamente que Rui Borges era o treinador do Sporting para o ano, independentemente do que aconteça”, estranhou.
Em síntese, o antigo médio português admite que a ponta final de temporada será fundamental para o treinador: “Vai ser crucial estes dois títulos que Sporting e Benfica têm em disputa”, disse Maniche, que concorda que Rui Borges tem margem para continuar em Alvalade.
Treinador do Clube de Alvalade analisou derrota com o Vitória de Guimarães (2-1) e consequente eliminação da Taça da Liga
07 Jan 2026 | 00:00 |
Rui Borges analisou a derrota com o Vitória de Guimarães (2-1) e consequente eliminação da Taça da Liga. O treinador lamentou a eliminação do emblema verde e branco, mas acredita que o Clube de Alvalade ainda vai ser muito feliz até ao final da presente temporada desportiva.
R. Borges: "Ainda falta muito, há muitos pontos em disputa, e temos de fazer uma segunda volta ainda melhor do que a primeira"
"Vamos tentar lutar por tudo aquilo que ainda podemos, a Taça de Portugal e o campeonato. Ainda falta muito, há muitos pontos em disputa, e temos de fazer uma segunda volta ainda melhor do que a primeira. Quem vai à frente está a fazer um campeonato fora do normal. Estamos focados e concentrados naquilo que queremos. Queremos muito disputar a final da Taça de Portugal, tal como queríamos disputar esta, mas temos de dar o mérito ao adversário, que acreditou sempre".
O treinador justificou a derrota: "Nós fomos perdendo alguns ressaltos, algumas bolas, é notório que em termos coletivos não temos tanta energia e, aqui e ali, não fomos tão competentes em alguns lances. É natural que os adeptos não estejam contentes, porque este Clube quer estar sempre na disputa dos títulos e hoje não conseguimos. A tristeza é deles e é nossa".
R. Borges: "Temos apenas de perceber como controlar melhor a fase final dos jogos, mesmo com este cansaço acumulado"
Rui Borges nega que tenha faltado atitude aos seus pupilos: "Não, não, nada disso. Podíamos ter feito o 2-0 e não fizemos, tal como com o Gil Vicente. Temos apenas de perceber como controlar melhor a fase final dos jogos, mesmo com este cansaço acumulado".
Relativamente às alterações tácticas, após lesão de Fotis Ioannidis, o técnico explicou: "A capacidade individual de cada um é diferente. Metemos o Francisco Trincão para dentro, um pé esquerdo, e metemos um pé direito a jogar largura, o que não é o nosso hábito, mas o Alisson dá-nos o um para um no corredor. Faltou-nos talvez o ataque à profundidade que o Fotis nos dá, porque o Trincão é um jogador de apoio, mas em termos tácticos nada mudou, apenas aquilo que cada um dá à equipa".
Técnico mostrou-se desiludido com o desaire e confirmou lesões de futebolista do emblema verde e branco para duelo diante do Casa Pia
06 Jan 2026 | 23:45 |
Depois do afastamento nas meias-finais da Taça da Liga, Rui Borges esteve presente na sala de conferências do Estádio Dr. Magalhães Pessoa para fazer a análise à partida frente ao Vitória de Guimarães (derrota por 2-1). O técnico mostrou-se desiludido com o desaire e confirmou as lesões de Eduardo Quaresma e Fotis Ioannidis para o próximo jogo do Sporting.
R. Borges: "Por mais otimistas que sejamos, custa ver tanta gente de fora, lesionada"
"É difícil. É algo que parece de estudo. Hoje pela primeira vez sinto e acredito que a equipa sinta também: por mais otimistas que sejamos, custa ver tanta gente de fora, lesionada. Não serve de desculpa, atenção, num jogo onde podíamos ter feito o 2-0, mas o adversário acaba a acreditar no tempo de compensação e é feliz. Apenas isso", começou por dizer.
O técnico acredita que a equipa vai reagir: "A pressão é diária no Sporting, independentemente de conseguirmos ou não os objetivos e resultados. A pressão é a de ser melhor e ganhar. Mais do que os resultados, acredito que tudo aquilo que tem acontecido mexa com os jogadores. Nós, como equipa técnica, temos de encontrar forma de os levantar. Temos de seguir e focar naquilo que falta jogar na época: falta a segunda volta inteira e temos de fazer melhor do que na primeira, porque só assim podemos alcançar os nossos objetivos".
R. Borges: "A minha maior tristeza é sair daqui hoje sem dois jogadores para o próximo jogo"
Rui Borges recusa refugiar-se nas lesões para justificar a eliminação: "Não são as lesões musculares que têm afastado os jogadores. Por mais que seja otimista e não me agarre a isso, a minha maior tristeza é sair daqui hoje sem dois jogadores para o próximo jogo. Chega a um ponto em que é impossível não o sentirmos. Mas não temos assim tantas lesões musculares quanto isso. São sobretudo traumáticas, coisas que acontecem e temos de seguir caminho".
O treinador confessou algum desgaste nos jogadores e aborda ida ao mercado: "Há cansaço acumulado, sente-se isso e hoje notou-se na energia coletiva. Tanta lesão devia ser um caso de estudo. É inacreditável, não sei o que mais nos pode acontecer. Novos jogadores? O Sporting vive da formação e se tivermos de nos agarrar a eles, vamos fazê-lo. Não podemos ir 'assim' ao mercado, senão daqui a dois meses temos quarenta jogadores para treinar. Temos de ser cautelosos e avaliar se há alguma necessidade específica, mas à formação vamos agarrar-nos sempre", apontou.
Clube de Alvalade foi, esta terça-feira, dia 6 de janeiro, eliminado na meia-final da Allianz Cup ao perder por 2-1 frente ao V. Guimarães
06 Jan 2026 | 23:17 |
O Sporting foi, esta terça-feira, dia 6 de janeiro eliminado na meia-final da Allianz Cup ao perder por 2-1 frente ao V. Guimarães, em Leiria, num encontro em que os vimaranenses alcançaram a reviravolta no marcador já nos descontos, com um bis de Ndoye (90'+2 e 90'+11).
Rui Borges: "Mais do que termos sido penalizados no final do jogo, foi o facto de termos perdido mais dois jogadores"
Em declarações no final do encontro, Rui Borges lamentou as lesões de Fotis Ioannidis e Eduardo Quaresma (que disse ter alguma gravidade), sublinhando que os problemas físicos que assolam o plantel leonino são dignas de um "caso de estudo": "Jogo competitivo e difícil de início ao fim. O Vitória acreditou até ao final e acabou por ser feliz nesse sentido. Na segunda parte podíamos ter feito o 2-0 e não conseguimos, também por mérito do guarda-redes adversário. Triste porque parece um caso de estudo. Saímos daqui com mais duas lesões e deixa-me triste. Tem-nos acontecido de tudo. Mais do que termos sido penalizados no final do jogo, foi o facto de termos perdido mais dois jogadores", começou por dizer o técnico do Sporting, em declarações na flash interview da Sport TV.
Rui Borges: "Triste porque lesão de Edu pode ter alguma gravidade"
O treinador ficou desiludido com a eliminação: "Não é difícil, mas bate bate que amassa. Fiquei sentido com a saída dos dois. Triste porque lesão de Edu pode ter alguma gravidade. Mas é futebol. Levantar a cabeça, dar os parabéns ao adversário. Queríamos muito estar na final mas é continuar caminho".
Rui Borges elogiou a exibição de Charles: "O Vitória veio com uma pressão diferente do que tem feito e do que fez em casa. Devíamos ter procurado mais passes longos, sempre que furávamos a primeira linha de pressão do Vitória tínhamos espaço. Grandes defesas do guarda-redes do Vitória. Podíamos ter feito o 2-0. Mas é dar os parabéns ao Vitória e é isso".
Ainda assim, o técnico acredita que a equipa vai dar a volta por cima: "O grupo já demonstrou que a resiliência é enorme. Há muito campeonato ainda. Temos muito caminho pela frente. Estamos tristes por não disputarmos uma final que queríamos muito e esperar que quem está de fora, da nossa equipa, consiga recuperar porque precisamos de todos. Temos alguns dias para recuperar e respirar um bocado, mas queríamos muito estar na final. Queremos regressar às vitórias já no próximo jogo", terminou.