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04 Abr 2021 | 09:23
Amorim preparou os miúdos para arregaçarem as mangas e jogarem futebol, porque em Maio, se a vitória for nossa, os jornais que agora não falam deles, não terão outro remédio.
Faltam 10 jogos, faltam pouco mais de 900 minutos em campo para podermos voltar a ter um título nas mãos. Há muito jogo para vencer, há muitas equipas a quem temos de ganhar e há muitas bolas que têm de rolar para que isso possa acontecer, contudo, começo a acreditar, mesmo, que este pode ser o nosso ano.
Continuamos a pensar jogo a jogo, primeiro o Moreirense, depois o Famalicão e depois o Farense. Um de cada vez, de 3 em 3 pontos e com a certeza de que aquilo que queremos garantir é apenas a vitória, porque só uma boa sequência delas nos pode dar aquilo que queremos há tanto tempo e que já merecemos há tantos anos. Este sábado estive a ver a Premier League e depois de ter visto o Arsenal e o West Bromwich, de Cedric Soares e Matheus Pereira, continuo a perceber que ainda existe, e existirá sempre, aquele orgulho de ver os miúdos da formação a brilharem para toda a gente ver. Óbvio que eles já não são miúdos, mas são jogadores como aqueles que continuam a colocar o Sporting Clube de Portugal na boca da Europa. O mesmo acontece agora com Nuno Mendes na Seleção A e com Daniel Bragança nos sub-21. O mundo começou a ver aquilo que nós vemos, a sentir aquilo que nós sentimos, mas eles não vendem ... não enchem capas de jornais durante semanas consecutivas como acontecia com outros meninos de ouro (que se provaram ser de chapa) de outros clubes. Nuno Mendes apareceu ontem na capa de um dos jornais desportivos, porque se fala numa possível saída. Só e apenas. Enquanto a imprensa internacional olha para os nossos miúdos e vê neles jogadores a sério, 99% dos jornais nacionais nunca os destacaram, não falam e não discutem sobre eles. Vem aí uma nova fase importante e eu sei, que por muito complicado que pareça, Amorim preparou os miúdos para arregaçarem as mangas e jogarem futebol, porque no final das contas, em Maio, se a vitória for nossa, os jornais que agora não falam deles, não terão outro remédio se não render-se às evidências.
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