Futebol
59 vezes em sete jornadas: Altimira tornou-se o ‘ladrão’ do Sporting e faz esquecer Hjulmand
01 Out 2026 | 11:23
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29 Dez 2024 | 17:11 |
Paulo Pinto, jornalista de 'A Bola', fez duras críticas à postura de Frederico Varandas, Presidente do Sporting, destacando a sua arrogância e falta de humildade na gestão do Clube. No seu artigo de opinião, abordou a saída de João Pereira e apontou que o sucesso desportivo da equipa nos últimos anos deve-se essencialmente ao trabalho de Ruben Amorim.
“Confesso que me rio para mim quando ouço agora é que vamos ver quanto vale esta administração sem o treinador e o diretor desportivo. Esta é uma declaração de Frederico Varandas a 15 de novembro, numa ode à soberba, falta de humildade e arrogância, uma oratória pouco digna de quem lidera os destinos de um clube com a dimensão do Sporting. Já percebemos que o líder leonino não é propriamente um excelente orador, a forma como fala perante as plateias não cativa e o discurso sonolento e com pausas deixa o comum dos mortais a bocejar”, começou por escrever Paulo Pinto.
“Frederico Varandas deixou imolar João Pereira em lume brando, imputou culpas às arbitragens pelo facto de o jovem técnico não ter singrado como treinador principal, mas esqueceu-se do mais importante: assumir a sua enorme responsabilidade na escolha de um técnico sem provas dadas, que tinha um legado enorme para dar sequência, mas a quem projetou um futuro de grande nível no futebol europeu.”
“Em vez de o proteger, nomeadamente na saída do Estádio Cidade de Barcelos, após o nulo contra o Gil Vicente, deixou João Pereira lançado às feras, o único a dar a cara em mais um resultado desastroso. Mais: quando Ruben Amorim rumou ao Manchester United criticou de forma implícita os red devils por terem destruído o projeto leonino ao contratar o seu treinador, mas, pasme-se, pouco mais de um mês depois, fez precisamente o mesmo ao V. Guimarães, cortando um elo que existia entre Rui Borges e a nação vitoriana, numa época que estava a exceder as expectativas, mormente nas competições europeias”, acrescentou.
“Depois de ter dito que João Pereira já vinha sendo moldado para suceder a Ruben Amorim quando este optasse por dar o salto, eis que Frederico Varandas revela, na conferência de imprensa de apresentação de Rui Borges, que também o ex-técnico dos minhotos já era seguido há um ano na perspetiva de suceder ao agora treinador do Manchester United.”
“O ciclo de jogos que se aproxima é muito complicado e o novo timoneiro dos leões sabe que não pode falhar, sob pena de não conseguir afastar a onda de contestação que cresceu após a saída de Ruben Amorim. Frederico Varandas sabe que está refém dos resultados para que o seu lugar não seja colocado em causa. Um fracasso levaria o universo leonino a virar-se contra o presidente, que se julga a última coca-cola do deserto...”, concluiu Paulo Pinto.
Treinador da equipa de futebol feminino do Clube de Alvalade continua a gerar bastantes críticas e Presidente já tem decisão sobre o futuro imediato
02 Out 2026 | 03:00 |
Micael Sequeira atravessa um momento delicado à frente da equipa feminina do Sporting, mas Frederico Varandas não pretende deixar cair o treinador, sabe o Leonino. Apesar da contestação que se arrasta desde a temporada passada e dos recentes resultados europeus, a confiança da administração mantém-se.
Ao que o nosso Jornal apurou, o Presidente leonino entende que Micael Sequeira deve ter tempo para trabalhar e consolidar uma equipa que voltou a sofrer várias alterações durante o último mercado. As entradas e saídas no plantel são vistas internamente como um fator que exige alguma margem para criar novas rotinas e estabilizar o rendimento.
Isso não significa, contudo, que a posição do técnico esteja totalmente imune à pressão. O Sporting foi recentemente eliminado da UEFA Women’s Europa Cup pelo Brondby, depois de perder por 4-1 na Dinamarca e empatar 2-2 na segunda mão, disputada em Alcochete.
Antes disso, as leoas já tinham falhado o acesso à fase seguinte da Liga dos Campeões feminina, ao perderem diante do St. Pölten, na Áustria, no desempate por grandes penalidades. Dois golpes europeus que aumentaram a contestação em redor da equipa técnica.
Na Liga BPI, o Sporting soma duas vitórias e um empate nas três primeiras jornadas, embora a igualdade mais recente diante do Braga tenha deixado sinais menos convincentes, com as verdes e brancas a conseguirem apenas três remates enquadrados com a baliza.
A pressão sobre Micael Sequeira não nasceu, porém, esta temporada. Em 2025/26, o Sporting terminou o campeonato na segunda posição, mas a 13 pontos do Benfica, que somou 48 contra os 35 das leoas. O rendimento deixou críticas e dúvidas que transitaram para o novo exercício.
Ainda assim, Frederico Varandas mostrou confiança no treinador quando o Sporting anunciou, a 14 de maio de 2026, a renovação por mais duas temporadas, até 2028. Essa posição mantém-se: Micael Sequeira está tremido pela sucessão de resultados e pela contestação, mas a administração pretende dar-lhe condições e tempo para provar que consegue recuperar a equipa.
Jogador ainda aguarda por se mostrar na equipa orientada por Rui Borges e já começa a ver possibilidades num futuro muito próximo
01 Out 2026 | 17:02 |
Kaique Pereira continua à espera da primeira oportunidade oficial com a camisola do Sporting. Contratado ao Palmeiras no último mercado por quatro milhões de euros, o guarda-redes brasileiro trabalha em Alcochete com o objetivo de ganhar espaço nas opções de Rui Borges.
Segundo revela o jornal O Jogo, a ausência de Rui Silva, atualmente ao serviço da Seleção Nacional, tem permitido a Kaique ter maior protagonismo nos trabalhos da equipa principal e aprofundar a adaptação às ideias do treinador leonino.
O guardião chegou a Alvalade para assumir o papel de principal concorrente do internacional português. Depois de passagens por Farense, em 2024/25, e Nacional, na temporada seguinte, Kaique procura agora dar o passo seguinte e estrear-se oficialmente pelo Sporting.
A gestão feita por Rui Borges na última época deixa aberta a possibilidade de o brasileiro receber oportunidades nas competições a eliminar. João Virgínia, então alternativa a Rui Silva, foi utilizado em vários encontros da Taça de Portugal e da Taça da Liga.
Na prova rainha, Virgínia defendeu diante de Paços de Ferreira, Marinhense, Santa Clara e Aves SAD, antes de Rui Silva regressar à baliza nas meias-finais, frente ao Porto, e na final, diante do Torreense. Também na Taça da Liga houve rotação. O ex-guardião leonino jogou nos quartos de final, contra o Alverca, mas o número 1 voltou a assumir a titularidade nas meias-finais diante do Vitória de Guimarães.
Jogadores do Clube de Alvalade não têm qualquer descanso nesta pausa para compromissos internacionais e Rui Borges vê problema
01 Out 2026 | 16:44 |
Maxi Araújo e Rodrigo Zalazar vão regressar ao Sporting depois de uma autêntica maratona ao serviço da seleção do Uruguai. Quando voltarem a Lisboa, os dois jogadores terão percorrido cerca de 42.750 quilómetros durante esta pausa internacional, cenário que preocupa Rui Borges antes da deslocação ao terreno do Braga.
A dupla começou a viagem ao deixar Lisboa rumo a Montevideu, num percurso de aproximadamente 9.510 quilómetros. Depois do estágio inicial na capital uruguaia, Maxi e Zalazar viajaram para Sendai, no Japão, somando mais 18.530 quilómetros.
No primeiro encontro da digressão, o Uruguai perdeu por 3-1 frente ao Japão. Maxi Araújo cumpriu 84 minutos e marcou um golo, enquanto Rodrigo Zalazar foi utilizado durante 22. Seguiu-se nova deslocação, desta vez de 1.280 quilómetros até Seul, na Coreia do Sul.
A seleção orientada por Diego Forlán respondeu com um triunfo expressivo por 4-1. O lateral do Sporting jogou os 90 minutos e ainda assistiu De Arrascaeta para um dos golos, enquanto Zalazar somou apenas 13 minutos, acumulando assim muito menos desgaste competitivo do que o companheiro.
A comitiva uruguaia seguiu depois para Mumbai, na Índia, numa viagem de cerca de 5.580 quilómetros. O último encontro desta pausa está marcado para terça-feira, diante da seleção indiana, sendo que Maxi poderá ser alvo de alguma gestão depois da elevada utilização nos primeiros dois jogos.
Concluído o compromisso, os dois jogadores terão ainda pela frente cerca de 7.850 quilómetros até Lisboa. Feitas as contas, Maxi Araújo e Rodrigo Zalazar completarão aproximadamente 42.750 quilómetros entre viagens pela seleção antes de voltarem às mãos de Rui Borges, com o Sporting a jogar no terreno do Braga a 9 de outubro, para o qual ambos estão em dúvida.