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Futebol
18 Jun 2024 | 14:08 |
A transferência de Paulinho para o Toluca não tem sido nada fácil: depois de uma primeira proposta rapidamente rejeitada pelo Sporting, o emblema de Renato Paiva aumentou a fasquia e fez chegar a Alvalade uma nova oferta que parece satisfazer as pretensões da administração de Frederico Varandas: 10 milhões de euros, sendo 8 milhões fixos e 2 dependentes de variáveis e objetivos. Como avançado pelo jornal Record, a proposta já deu entrada na SAD e o contacto entre as três partes tem vindo a intensificar-se. Deste modo, é do interesse de todas as partes fechar um acordo que seja benéfico para os três lados.
Ao jogador pela oportunidade de, aos 31 anos, fazer o contrato da sua vida em termos financeiros, uma vez que caso vista a camisola mexicana tem à sua espera um salário de 5 milhões de euros anuais, o que se traduz no quádruplo do que aufere ao serviço dos verdes e brancos. Para o Sporting, porque pode capitalizar o retorno económico da operação de 16 milhões, acrescentando o facto de ser um encaixe que dificilmente voltará a ‘ter pernas para andar’. Por fim, para o Toluca, uma vez que Paulinho é o avançado desejado pelo treinador português Renato Paiva para reforçar o plantel azteca.
Todos estes motivos parecem suficientes para se dar um casamento feliz, no entanto ainda existem vários aspetos da proposta que estão a ser trabalhados, na defesa deste tal interesse comum. Assim, é neste ‘jogo de paciência’ que se dará o acordo que satisfaça os desejos dos envolvidos, apesar das diferenças que estão presentes entre o Sporting e o Toluca e que, em último caso, podem mesmo causar um volte-face.
Em 2023/24, Paulinho – avaliado em 7 milhões de euros – realizou 47 encontros disputados (2.297 minutos): 31 na Liga Portugal Betclic (1.292), sete na Liga Europa (430), seis na Taça de Portugal (373) e três na Taça da Liga (202). O avançado da turma de Rúben Amorim apontou 21 golos e fez seis assistências.
Desde que chegou ao Sporting, oriundo do Braga a troco de 16 milhões de euros por 70% dos direitos económicos, em janeiro de 2021, Paulinho contabiliza 146 encontros, 53 finalizações certeiras, 21 assistências e quatro títulos conquistados: dois Campeonatos Nacionais (2020/21 e 2023/24), uma Taça da Liga (2021/22) e uma Supertaça Cândido de Oliveira (2021). O avançado tem contrato até junho de 2026 e uma cláusula de rescisão de 65 milhões de euros.
Verdes e brancos bateram o Porto por apenas um golo no total das duas mãos e estarão no jogo de todas as decisões da prova rainha
23 Abr 2026 | 13:08 |
O Sporting é o primeiro finalista da Taça de Portugal 2025/26, cuja decisão está marcada para 24 de maio. Os leões confirmaram o apuramento após empatarem a zero no terreno do Porto, fazendo valer o triunfo por 1-0 alcançado em Alvalade.
Esta será a 32.ª presença do Sporting na final da prova-rainha, competição que já venceu por 18 vezes, incluindo na última edição. No historial, o Porto soma 20 conquistas, enquanto o Benfica lidera o ranking com 26 troféus levantados.
Na final do Jamor, o Sporting irá medir forças com o vencedor do duelo entre Torreense e Fafe, que decidem a outra vaga esta quinta-feira, dia 23 de abril, em Torres Vedras, depois do empate a uma bola na primeira mão da eliminatória.
Vale lembrar que, caso conquiste mais um troféu, Frederico Varandas pode aproximar-se da dezena de títulos desde que assumiu o cargo em 2018 no Sporting. Um registo que conta com três Campeonatos Nacionais, duas Taças de Portugal, duas Taças da Liga e uma Supertaça, ou seja, oito títulos ao todo.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 26 de abril, frente ao AVS SAD. O encontro, a contar para a 31.ª jornada da Liga Portugal Betclic, diante da turma liderada por João Henriques, jogar-se-á na Vila das Aves, às 20h30.
Treinador dos verdes e brancos utilizou estratégia que se mostrou bem sucedida para garantir a presença dos leões na final da Taça de Portugal
23 Abr 2026 | 12:55 |
Abril tem sido um mês intenso para o Sporting e a última semana espelhou isso mesmo. Entre a eliminação na Liga dos Campeões frente ao Arsenal e a derrota no dérbi com o Benfica (2-1), o cenário podia ter abalado o grupo, mas Rui Borges manteve o foco e conduziu a equipa até à final da Taça de Portugal, após o empate no Dragão frente ao Porto.
Apesar dos recentes desaires, o técnico nunca deixou cair o balneário. Pelo contrário, recorreu ao orgulho ferido dos jogadores e recordou-lhes o percurso já alcançado, como a presença nos quartos de final da Champions - algo que não acontecia desde 1982/83. A mensagem foi clara: nada de baixar os braços, até porque ainda há objetivos em jogo.
No plano estratégico, Rui Borges voltou a proteger o grupo do ruído exterior e centrou todas as atenções na eliminatória. Sem espaço para lamentos, a equipa entrou no Dragão com a vantagem da primeira mão e um plano bem definido.
Na primeira parte, os leões privilegiaram a posse de bola, obrigando o adversário a correr atrás dela e permitindo, ao mesmo tempo, gerir o desgaste físico de um plantel exigido - sobretudo depois da saída precoce de Gonçalo Inácio por lesão. Sem grandes riscos, o Sporting controlou o ritmo e chegou ao intervalo com o objetivo cumprido: manter o nulo.
Na segunda metade, o cenário mudou. Com a fadiga a instalar-se, a equipa recuou linhas, fechou os espaços interiores - zona onde o Porto mais procurava criar perigo - e apostou em saídas rápidas, ainda que com menor frescura. A prioridade passou a ser resistir.
Nesse contexto, Hidemasa Morita assumiu protagonismo no meio-campo, sobretudo após a saída de Morten Hjulmand. O japonês destacou-se nos duelos físicos e na capacidade de equilibrar a equipa, numa exibição que espelhou a identidade pedida pelo treinador: intensidade, agressividade e compromisso.
Apesar do objetivo alcançado na prova rainha, o treinador não abdica da luta no campeonato. Enquanto for matematicamente possível, o foco mantém-se no título; caso contrário, a meta passa por assegurar o segundo lugar, que garante acesso à fase de qualificação da Liga dos Campeões, e tentar juntar esse feito à conquista da Taça de Portugal.
Antigo árbitro português deixou a sua habitual análise aos lances mais polémicos do Clássico que garantiu a passagem dos leões à final da Taça de Portugal
23 Abr 2026 | 12:46 |
Pedro Henriques deixou a sua análise aos vários lances do Porto - Sporting, que terminou num empate sem golos, garantindo a passagem dos leões à final da Taça de Portugal. No caso, o antigo árbitro concordou com a expulsão de Alan Varela e acredita que deveria ter existido mais uma: Gabri Veiga.
Pedro Henriques: "Passível de cartão vermelho"
"15’: Falta grosseira. Uma entrada fora de tempo, com uso excessivo de força que pôs em risco a segurança e a integridade física, passível de cartão vermelho, na ocasião Gabri Veiga, com o pé direito, de sola, e com os pitons, pisou o tornozelo de Hjulmand", começou por dizer, ao jornal A Bola.
Pedro Henriques: "Bem o VAR na intervenção que fez"
"88’: Bem o VAR na intervenção que fez, para reverter o cartão amarelo que foi mostrado a Alan Varela, pois a entrada foi por trás, fora de tempo, com impetuosidade, velocidade e em salto, acertando de sola e com os pitons no calcanhar direito de Luis Suárez", vincou Pedro Henriques, em concordância.
Com este empate – o oitavo em 50 encontros na presente temporada –, os comandados de Rui Borges carimbam o passaporte para a final da Taça de Portugal. Agora, o Sporting aguarda o desfecho da eliminatória entre Torreense e Fafe, que apenas jogam quinta-feira, 23 de abril.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 26 de abril, frente ao AVS SAD. O encontro, a contar para a 31.ª jornada da Liga Portugal Betclic, diante da turma liderada por João Henriques, jogar-se-á na Vila das Aves, às 20h30.