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Futebol

“QUEM MANDA AQUI É O TREINADOR”

Rúben Amorim deixou alguns recados depois do triunfo do Sporting CP, por 2-0, frente ao Desportivo das Aves

Leonino - Onde o Sporting é notícia
Leonino - Onde o Sporting é notícia

08 Mar 2020 | 21:51 |

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Após a vitória do Sporting CP frente ao Desportivo das Aves (LER AQUI), por 2-0, Rúben Amorim estava satisfeito com o resultado e considerou que as expulsões condicionaram bastante a partida: “Jogo estranho com as duas expulsões e muitas paragens. Não deu para perceber muita coisa da equipa, por isso até a equipa se sentiu estranha. O jogo não tem muita história, fizemos dois golos e fomos justos vencedores. Agora é trabalhar, que precisamos muito”.


Relativamente à substituição de Stefan Ristovski logo aos 20 minutos, o novo treinador dos leões foi perentório: “É um assunto que tratamos em casa, não será o treinador do Sporting CP a dar mais armas para se bater no Sporting CP. Até gosto dessas situações e sinto-me à vontade, não há caso nenhum. Sobre a substituição, queríamos um extremo e não um lateral na posição. Se o jogador vai ficar chateado? Isso não é questão, quem manda aqui é o treinador e os jogadores têm de aceitar isso com normalidade. É o que vai acontecer”.


Quanto ao facto de, mesmo a jogar contra apenas nove elementos, não ter alterado o sistema, Rúben Amorim afirmou que “só tirei o central ao intervalo porque Mathieu se lesionou. Acredito que treinando num sistema não temos vantagem em mudar só porque há uma expulsão. É nisso que acredito e não abdico da ideia, mais jogadores à frente não é sinal de perigo. Enquanto não me explicaram que é melhor de outra maneira, continuarei assim”.


Acerca do ambiente menos favorável que se tem vindo a sentir no Estádio José de Alvalade, Rúben Amorim confessou que o mesmo não é positivo para os jogadores, mas cabe-lhe a ele inverter essa situação: “Estava muito focado no jogo. Os jogadores sentem um pouco o ambiente, o que é normal. Já tive fases assim e é normal os jogadores não estarem tão felizes a jogar com este ambiente. Cabe principalmente ao treinador mudar isso”.

Sobre quais os objetivos para o que ainda falta jogar, o comandante do futebol leonino defendeu que o pensamento deve estar apenas no próximo jogo: “Importante é esquecer toda a gente: adversários, opinião pública... estar a meter pressão... os jogadores não têm de pensar nisso. É um jogo de cada vez e faremos metas quando o processo estiver mais estabilizado. Passo a passo vamos construindo uma equipa que será forte no futuro”.


Quanto a individualidades, Rúben Amorim deixou elogios a Wendel: “Já o apreciava quando jogava contra ele. É muito rápido a transportar a bola e este sistema favorece-o. Tem uma característica muito boa para este sistema, que é transportar a bola para a frente”. Francisco Geraldes também teve direito a algumas palavras positivas: “É um jogador criativo. Se jogará mais ou não depende da semana que ele tiver. Fiquei muito satisfeito porque entrou com muita vontade. É mais um a contribuir para a ideia do grupo. Mas há muito a melhorar nesta equipa”.


Futebol

Paulo Robles visa opção de Rui Borges no Sporting - Vitória SC: "Não esteve ao nível"

Treinador português analisou ainda a vaga de lesões no Clube de Alvalade, destacando os principais problemas com que o técnico dos leões se depara de momento

Paulo Robles abordou a realidade vivida no Sporting e enumerou os problemas atuais de Rui Borges em Alvalade
Paulo Robles abordou a realidade vivida no Sporting e enumerou os problemas atuais de Rui Borges em Alvalade

08 Jan 2026 | 18:02 |

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O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).


“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.


O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.


No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.

“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.



Futebol

Bruno Mascarenhas 'desculpa' queda de rendimento do Sporting: "Nesta altura..."

Antigo dirigente do Clube e Alvalade aponta as dificuldades atuais da equipa, ao justificar o desaire contra o Vitória SC na Taça da Liga

Bruno Mascarenhas considera que derrota não deixará marcas nos jogadores do Sporting, depois da derrota na meia-final da Allianz Cup
Bruno Mascarenhas considera que derrota não deixará marcas nos jogadores do Sporting, depois da derrota na meia-final da Allianz Cup

08 Jan 2026 | 16:44 |

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A falta de alternativas no plantel de Rui Borges, causada pelo aumento do número de jogadores lesionados, a qualidade da equipa do Vitória SC e a fase da época em que a partida foi realizada ajudam a explicar, segundo Bruno Mascarenhas, ex-dirigente dos leões, em declarações ao jornal Record, a derrota da equipa do Sporting, na terça-feira em Leiria, nas meias-finais da Taça da Liga.
Bruno Mascarenhas: “A equipa está desfalcada de jogadores que fazem muita falta”
"Esta derrota não foi por acaso. A equipa está muito desfalcada, de jogadores que fazem muita falta. Além disso, o V. Guimarães é sempre uma equipa a ter em conta. Não podemos esquecer que já anteriormente eliminara o Porto, no Dragão”, nota o vereador da Câmara Municipal de Lisboa.
“Depois, não podemos ignorar que, nesta altura da época, é costume haver um abaixamento de forma das principais equipas, que começam a temporada em crescendo, têm esta quebra e, depois voltam a crescer rumo à ponta final do campeonato", considera o também ex-comentador televisivo, reforçando ainda um pouco mais o seu ponto de vista.
"É normal que, nesta fase de abaixamento de forma (normal entre dezembro e janeiro), com tantas lesões e perante um adversário que é um adversário respeitável, o Sporting possa claudicar como claudicou. De referir que os 2 golos do Vitória surgem nos descontos, pela crença dos seus jogadores. Dois golos já para lá dos 90 minutos são coisas que acontecem no futebol", frisa.
Quando questionado se a derrota em Leiria pode de alguma forma prejudicar o sucesso da equipa leonina nas restantes competições, Bruno Mascarenhas respondeu: "As derrotas consentidas nestas condições acabam sempre por afetar. Mas, acredito que, quando a equipa estiver na sua plenitude, com os lesionados a regressar e com os reforços contratados neste mercado de inverno, o Sporting continuará a disputar a vitória no campeonato. Até porque, infelizmente, esta é uma liga desequilibrada, em que é raro os clubes grandes perderem pontos”, conclui o antigo vogal do Conselho Diretivo dos leões.



Futebol

Fisco britânico trama indemnização do Manchester United a Ruben Amorim

Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente

Por intervenção do fisco britânico, a indemnização que o Manchester United pagará a Ruben Amorim, sofrerá drástica diminuição
Por intervenção do fisco britânico, a indemnização que o Manchester United pagará a Ruben Amorim, sofrerá drástica diminuição

08 Jan 2026 | 16:20 |

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A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.


De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.


O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.


Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.

Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.



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