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Varandas toma posse no Sporting e avisa: "Neste país, quem é atacado com mentiras e se silencia..."
18 Mar 2026 | 18:58
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29 Mar 2026 | 16:03 |
O Sporting anunciou que solicitou, com caráter de urgência, uma reunião com a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes. Em comunicado divulgado este domingo, o Clube critica duramente o Porto, acusando-o de protagonizar “sucessivas ações” consideradas “absolutamente repugnantes”.
Os leões defendem que existe um padrão de comportamentos que prejudica a verdade desportiva e a imagem do desporto português. No texto, o Sporting refere que os episódios recentes representam uma “escalada refinada” de situações que considera mais graves do que outras do passado.
Entre os exemplos apontados, o Clube de Alvalade recorda o caso envolvendo o árbitro Fábio Veríssimo e o Clássico da segunda volta da Liga Portugal Betclic. O Sporting menciona também alegados comportamentos de apanha-bolas e outras situações que, no entender dos leões, configuram tentativas de condicionamento.
O comunicado dá particular destaque ao incidente ocorrido antes do jogo de andebol, no Dragão Arena. O Sporting afirma que existia um “cheiro tóxico e intenso” no balneário atribuído à equipa, situação que terá afetado jogadores e elementos do staff. Os leões consideram que este episódio ultrapassa todos os limites e descreve-o como “criminoso”.
Perante este cenário, o Sporting afirma que pretende uma posição firme das entidades responsáveis pela tutela do desporto em Portugal. Os verdes e brancos defendem que os comportamentos denunciados devem ser investigados e punidos, sublinhando que entraram em campo no jogo de andebol sob protesto após serem informados de que estavam reunidas condições para a realização do encontro.
Confira o comunicado na íntegra:
"O Sporting Clube de Portugal considera absolutamente repugnantes as sucessivas ações que o FC Porto tem vindo a protagonizar nos últimos tempos e vai solicitar, com caráter de urgência, uma reunião com a Ministra da Cultura, Juventude e Desporto.
Não é possível continuar a assistir a esta sucessão vergonhosa, reiterada e deliberada de comportamentos sem que daí advenham consequências imediatas e exemplares.
O Sporting CP considera imperativo que todas as instituições com responsabilidade na tutela do desporto sejam promotoras da verdade desportiva, não sendo admissível que comportamentos desta natureza - reiteradamente protagonizados pelos mesmos intervenientes - envergonhem e coloquem em causa a imagem do desporto português no plano internacional.
Nesse sentido, é essencial que quem regula o desporto em Portugal assuma uma posição firme e implacável e puna, com toda a severidade, estes comportamentos indignos, que já ultrapassam os limites do admissível num Estado de direito.
Se ainda subsistia alguma ilusão ingénua de que as práticas obscuras do passado tinham sido erradicadas, a realidade encarregou-se de a destruir de forma brutal e inequívoca. O que hoje se verifica não é apenas uma repetição: é uma escalada refinada. Mais vil, mais rasteira e ainda mais inqualificável do que os episódios mais negros que mancharam o desporto português.
Estes episódios não são isolados nem acidentais. Revelam um padrão continuado, consciente e sistemático de desrespeito, provocação e tentativa de condicionamento que não pode, nem será ignorado: a situação no balneário do árbitro Fábio Veríssimo, onde foram repetidamente exibidas imagens de decisões suas numa tentativa clara de condicionamento e pressão, apanha-bolas que ocultam deliberadamente bolas e cones e os escondem atrás de painéis publicitários ou o roubo de toalhas ao guarda-redes do Sporting CP. Até ao momento, não houve qualquer sinal de arrependimento nem tentativa de explicação ou assunção de responsabilidades por parte dos envolvidos.
O mais recente capítulo deste inaceitável encadeamento de episódios atinge um nível que ultrapassa todos os limites: um balneário com cheiro tóxico e intenso que afectou o estado físico de jogadores e staff da equipa de andebol. Isto não é apenas lamentável, é criminoso.
Perante esta situação, o Sporting CP manifestou a sua oposição à realização do encontro, tendo em conta que a equipa se encontrava privada do treinador e de um dos seus jogadores. Ainda assim, foi formalmente informado de que estavam reunidas as condições necessárias para que o jogo se realizasse, motivo pelo qual se viu forçado a entrar em campo, tendo-o feito sob protesto.
O Sporting CP considera que estes comportamentos desvirtuam de forma significativa a verdade. Trata-se da subversão absoluta dos valores que devem reger qualquer prática desportiva, protagonizada de forma consciente, reiterada e sistemática pelos mesmos intervenientes de sempre".
Ex líder do Clube de Alvalade fala da sua amizade com o antigo membro do conselho fiscal dos leões , que faleceu nesta terça-feira aos 71 anos de idade
25 Mar 2026 | 14:36 |
A notícia da morte de José Maria Ricciardi, esta quarta-feira, está a marcar o mundo sportinguista. Filipe Soares Franco, antigo presidente do Sporting entre 2005 e 2009, ficou triste com o falecimento do antigo banqueiro e recorda-o como um homem apaixonado pelo Clube de Alvalade.
Soares Franco: "O seu grande sportinguismo"
"O que posso testemunhar era, efetivamente, o seu grande sportinguismo, por vezes um pouco emocional, mas isso era a maneira de ser, a intensidade com que vivia o Sporting. Tinha a ambição de ser presidente do clube, não o conseguiu quando se candidatou, perdeu para Frederico Varandas", disse, em entrevista ao jornal A Bola.
O antigo líder mostrou-se orgulhoso de ter integrado Ricciardi na sua equipa, como membro do Conselho Fiscal. "Conheci-o bem também no mundo empresarial, porque tive empresas ligadas ao universo do Grupo Espírito Santo, o que me permitiu também conhecê-lo melhor nessa versão e, depois, como sportinguista e membro do Conselho Fiscal dos órgãos sociais que tive o prazer e a honra de presidir", acrescentou.
Soares Franco: " Bondade da sua pessoa"
Filipe Soares Franco terminou com palavras elogiosas. "O que quero recordar, sobretudo, é a bondade da sua pessoa, ajudou muitas vezes o Sporting, e o seu grande sportinguismo, as amizades que ele fez dentro do Sporting. Independentemente da sua emocionalidade, passaram vários dirigentes e ele ficava, era uma boa pessoa", concluiu.
José Maria Ricciardi comentava a vida do Clube, trocava até palavras acesas com funcionários dos clubes riviais, e era titular de várias ações no capital social da Sporting Clube de Portugal - Futebol, SAD, ajudando os leões a terem boas condições no plano financeiro.
Ex candidato e dirigente do Clube de Alvalade faleceu na última terça-feira, dia 24 de março, vítima de doença prolongada. Leões reagiram em comunicado
25 Mar 2026 | 13:18 |
O Sporting manifestou, no início da tarde desta quarta-feira, dia 25 de março, em nota oficial nos seus meios de comunicação, pesar pela morte de José Maria Ricciardi, falecido esta terça-feira, aos 71 anos, vítima de doença prolongada.
O Clube de Alvalade recorda que Ricciardi foi dirigente entre 1995 e 2013, tendo integrado o Conselho Fiscal durante os mandatos de seis presidentes, primeiro como vogal e depois como vice-presidente. Sobrinho-neto de José Alvalade, fundador do Sporting, manteve uma ligação histórica e familiar ao emblema leonino, paralela a uma longa carreira na banca.
Confira o comunicado na íntegra:
"O Sporting Clube de Portugal manifesta o seu profundo pesar pela morte de José Maria Ricciardi, que partiu esta terça-feira, aos 71 anos.
Dirigente do Clube entre 1995 e 2013, José Maria Ricciardi integrou o Conselho Fiscal ao longo dos mandatos consecutivos de seis diferentes presidentes, primeiro como vogal e, posteriormente, como vice-presidente.
Sobrinho-neto de José Alvalade, fundador do Sporting Clube de Portugal, manteve uma ligação histórica e familiar ao Clube, a par de uma longa carreira dedicada à banca.
Aos familiares e amigos, o Sporting CP endereça as mais sentidas condolências, enaltecendo e agradecendo os anos de esforço e dedicação ao Clube"
Falece aos 71 anos o adversário de Frederico Varandas e João Benedito às eleições presidenciais do Clube de Alvalade no ano de 2018
25 Mar 2026 | 09:45 |
O antigo administrador do BES (Banco Espírito Santo) e presidente do Banco de Investimento do grupo, José Maria Ricciardi, morreu nesta terça-feira aos 71 anos, confirmou esta quarta-feira à agência Lusa fonte próxima da família do antigo banqueiro e adepto do Sporting.
José Maria Ricciardi, que foi membro do conselho fiscal do Sporting e candidato à presidência dos leões em 2018, sendo adversário de Frederico Varandas e do ex guarda-redes de futsal do Clube de Alvalade João Benedito, morreu vítima de doença prolongada.
Primo de Ricardo Salgado, Ricciardi foi uma das figuras centrais nos últimos meses de vida do Banco Espírito Santo. Foi uma das vozes da família Espírito Santo que contestou a liderança do presidente executivo e chegou mesmo a denunciar, em carta dirigida ao Banco de Portugal, irregularidades na gestão do grupo.
Formado em "Sciences Economiques Appliquées", pelo Instituto de Administração e Gestão da Faculdade de Ciências Económicas, Políticas e Sociais, da Universidade Católica de Louvain, na Bélgica, Ricciardi dedicou quase totalidade da sua carreira profissional ao setor da banca.
José Maria Ricciardi comentava a vida do Clube, trocava palavras acesas com funcionários dos clubes riviais, e era titular de várias ações no capital social da Sporting Clube de Portugal - Futebol, SAD, ajudando os leões no plano financeiro.