Futebol
Rui Borges está tremido no Sporting e há treinadores de peso sem clube; Confira a lista
26 Out 2026 | 15:26
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16 Nov 2024 | 17:36 | Por Redação
Carlos Lopes é uma das maiores figuras de sempre do Sporting, - Sócio desde os 7 anos - do desporto nacional e do atletismo Mundial. Em declarações prestadas ao jronal Record, comentou a fase pós-Rúben Amorim e a permanência de Viktor Gyokeres até janeiro.
"O mundo de hoje não é o mundo de ontem. Há oportunidades que a gente não pode desperdiçar. Os clubes têm de estar preparados para isto e têm de se capacitar, cada vez mais, que tem de haver sempre um plano B para estas eventualidades", começou por referir quanto à saída repentina de Amorim, acrescentando: "Se fosse eu também não perdia uma oportunidade destas. Perdi muitas oportunidades por ser Sportinguista, mas hoje se calhar não tinha a mesma atitude. Portanto, é preciso ter coragem para enfrentar isto, mas ainda mais para tornar o Manchester cada vez mais forte".
"O João (Pereira) pode ser um grande treinador, mas não sei se tem valor suficiente para aguentar pegar numa equipa como esta. Esta é uma equipa habituada e feita por um treinador, não vai ser fácil. Desejo a maior felicidade da vida ao João Pereira, mas com algumas reticências pelo meio", referiu, hesitante.
Carlos Lopes prosseguiu, elogiando Viktor Gyokeres, e apontado uma eventual saída. "Destes últimos 20/30 anos é (o melhor avançado do Sporting). Para mim só é comparável com o Chirola (Héctor Yazalde), que era um jogador fabuloso. Este, para mim, nos tempos modernos é superior", admitiu, mas reticente quanto à sua permanência até janeiro. "Sinceramente, tenho muitas dúvidas. Depois da exibição com o Manchester City e da forma como jogou, tenho muitas dúvidas. Mas o Sporting vai ser feliz com isso. Que venha outro igual", confessou, por fim.
Viktor Gyokeres - avaliado em 70 milhões de euros – foi utilizado em 18 encontros (1.526 minutos) esta temporada ao serviço do Sporting, onde apontou 23 golos e fez quatro assistências. O avançado tem contrato com os leões até junho de 2028 e uma cláusula de rescisão fixada nos 100 milhões de euros.
Oiça as primeiras palavras de Amorim como treinador do Utd:
Leões recebem madeirenses, em Alvalade, nos quartos de final da Allianz Cup, numa partida importante para as ambições da equipa na competição
26 Out 2026 | 18:02 | Por Redação
O Sporting procura reagir à derrota frente ao Académico de Viseu, por 2-1, e tem já esta terça-feira um novo desafio pela frente. Os leões recebem o Marítimo, em Alvalade, nos quartos de final da Allianz Cup, numa partida importante para as ambições da equipa na competição.
Na antevisão ao encontro, em declarações à Sporting TV, Rui Borges prometeu que os jogadores vão dar uma resposta positiva, apesar do momento de contestação. O treinador recordou ainda o confronto da época passada com os madeirenses, que o Sporting conseguiu superar.
R. Borges: "Não tenho dúvidas de que quem jogar dará uma boa resposta"
"É um desafio. Já aconteceu a época passada, foi um desafio que nós conseguimos ultrapassar com qualidade, com mérito, com uma vitória. E amanhã esperamos o mesmo, dentro daquilo também que é a confiança total em todo o grupo, em toda a equipa, em todos os jogadores. É mais uma demonstração que acreditamos em todos e não tenho dúvidas de que quem jogar dará uma boa resposta", afirmou.
Sobre as dificuldades que espera encontrar, Rui Borges destacou a organização defensiva do Marítimo e a capacidade da equipa insular para explorar os contra-ataques. O técnico alertou para a necessidade de evitar perdas de bola que permitam ao adversário aproveitar os espaços e chegar rapidamente à baliza leonina.
"Sim, sabemos que vai ser um bocadinho dentro daquilo que temos apanhado, principalmente nos jogos da nossa Liga, com um bloco médio-baixo. É a segunda equipa que tem mais ações de contra-ataque na Liga, por isso diz bem daquilo que é o momento de jogo que eles mais gostam, que eles se sentem mais confortáveis. E é algo que nós temos de estar à espera e estar precavidos para isso. Não sermos apanhados nessas perdas de bola constantes, acima de tudo para a toda a hora estarmos a reagir para a nossa baliza. É importante termos ataques demorados, conseguir finalizar esses ataques para não deixar o Marítimo entrar nesse momento de jogo que se sente mais confortável. Agora, dentro disso, acredito que também nós daremos uma resposta diferente e melhor do que a que temos dado. E queremos muito, acima de tudo, estar na Final Four", concluiu.
Antigo candidato à presidência dos leões entende que alterações foram feitas em excesso e não atira a tolha para o chão na luta pelo campeonato
26 Out 2026 | 16:52 | Por Redação
Bruno Sá responsabiliza Frederico Varandas pelo desempenho do Sporting na atual temporada. Em conversa com o Leonino, o antigo candidato à presidência do Clube apontou o atual líder e o técnico Rui Borges como os principais culpados pelos maus resultados.
B. Sá: "É impossível resistir a tantas mudanças"
"Rui Borges devia sair? Obviamente que isso não é uma decisão minha, mas na minha visão ele não é o único culpado por esta situação que está a passar-se no Sporting. Temos de descobrir quem tomou esta série de decisões e promoveu todas estas mudanças. O Rui Borges não é o único culpado porque é impossível resistir a tantas mudanças numa equipa que vinha de ganhar títulos nos últimos tempos" , começou por dizer.
O empresário defende que as alterações no plantel deviam ter sido feitas gradualmente. "Eu acho que nos mercados anteriores, até porque tínhamos uma série de lesões de jogadores que não foram substituídos e o próprio Rui Borges na altura encontrou soluções para conseguirmos ganhar a dobradinha, estas mudanças deviam ter sido todas feitas noutros mercados. Acho que é muita coisa de uma só vez. Não só o mercado, as mudanças deviam ter sido feitas progressivamente", falou.
B. Sá: Novo treinador? Não vou decidir isso"
Acerca da possibilidade de um novo técnico, Bruno Sá não quis alongar com especulações. "Não sou eu que vou decidir isso e nesta altura não vale a pena estar a discutir isso, até porque o presidente decidiu renovar com o Rui Borges cinco meses antes do Jamor. Eu acho que o que tem que ser explicado é as razões do que é que aconteceu no Jamor e quem é que tomou estas decisões para haver tantas mudanças", opinou.
Na sua conclusão, o conhecido adepto leonino não desiste da luta pelo título. "Como qualquer Sportinguista, nós acreditamos sempre, mas já temos um atraso pontual acentuado. Vai ser difícil, mas é importante continuarmos a apoiar e a acreditar que pode haver aqui uma série de mudanças. Ainda vamos jogar com o Benfica e com o Porto e, vencendo esses jogos, podemos aproximar-nos e passar para a frente", finalizou.
Duelo da nona jornada da Liga Portugal Betclic continua a dar que falar; Antigo juiz internacional avaliou encontro entre leões e viritatos
26 Out 2026 | 16:21 | Por Redação
A arbitragem do encontro entre Sporting e Académico de Viseu continua a dar que falar. Miguel Nogueira assinalou uma grande penalidade a favor da equipa leonina aos 45 minutos, acompanhada de cartão amarelo ao guarda-redes Ewerton, mas acabou por reverter a decisão depois de ser chamado pelo VAR, Luís Ferreira, para rever o lance.
Iturralde González, antigo árbitro internacional espanhol, considera que a decisão inicial deveria ter sido mantida. O especialista entende que a intervenção do guarda-redes do Académico de Viseu foi demasiado perigosa, apesar de este ter tocado primeiro na bola.
"Ainda que o guarda-redes toque a bola, para mim, é penálti e cartão amarelo para o guarda-redes, porque uma coisa é tocar a bola na sequência de uma saída normal. Sais de entre os postes de uma forma normal, tocas a bola e, de seguida, derrubas o avançado, não é penálti. Mas, aqui, ele sai com os joelhos para a frente, à altura da cabeça do avançado e acaba por acertar-lhe. A entrada é temerária. Apesar de ter tocado primeiro na bola, não deixa de ser uma entrada temerária", explicou.
O antigo juiz considerou que o VAR não deveria ter interferido. Na sua perspetiva, a forma como Ewerton saiu dos postes e colocou os joelhos na direção do adversário foi determinante para justificar a grande penalidade e a advertência disciplinar.
I. González: "É penálti"
"Mas, na minha opinião, é uma jogada muito temerária do guarda-redes, por sair com os joelhos para a frente, quando tal não era necessário. Pode sair, afastar a bola e chocar de forma natural com o avançado, que não é penálti. Mas, a forma como disputa a bola, para mim, é penálti, porque é demasiado temerária", reforçou Iturralde González.
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26 Out 2026 | 13:12