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Claque do Sporting recusa assinar acordo e deixa forte recado a Varandas
10 Jul 2026 | 10:59
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11 Fev 2025 | 13:08 |
Mário Alberto Freire Moniz Pereira, conhecido como o “Senhor Atletismo”, nasceu em Lisboa no dia 11 de fevereiro de 1921 e morreu dia 31 de julho de 2016 com 95 anos. Se fosse vivo, faria esta terça-feira 104 anos. Desde cedo revelou uma paixão inata pelo desporto. Apesar da oposição familiar, seguiu a sua vocação e licenciou-se em Educação Física, dando início a uma carreira que revolucionaria o atletismo português. Para além de atleta e treinador, foi um exímio organizador e estratega, desempenhando papéis determinantes no crescimento da modalidade em Portugal.
Ao longo da sua carreira, Moniz Pereira destacou-se no voleibol e no atletismo, chegando a representar clubes como o CDUL e o Sporting Clube. No voleibol, sagrou-se campeão nacional como jogador e treinador, mas foi no atletismo que atingiu o auge, tornando-se num dos mais importantes treinadores da história do desporto nacional. A sua visão e exigência elevaram Portugal a um patamar nunca antes alcançado.
A ligação de Moniz Pereira ao Sporting foi profunda e duradoura. Foi em 1939 que se juntou ao Clube leonino como praticante de ténis de mesa, posteriormente passou para o atletismo, para além de ter integrado as classes de ginástica e de ténis, e de ter feito também parte da equipa de hóquei em patins na época e 1942/43. Desde os anos 40, desempenhou funções essenciais no clube, tendo sido responsável por 30 títulos nacionais de atletismo masculino e 24 femininos, além de várias conquistas internacionais. Sob a sua liderança, o Sporting tornou-se uma referência no atletismo europeu, conquistando 12 Taças dos Clubes Campeões Europeus de Corta Mato e, em 2000, a histórica Taça dos Campeões Europeus de Atletismo.
Além do Sporting, Moniz Pereira marcou também o futebol português, tendo sido preparador físico da seleção nacional e do próprio Sporting, onde ajudou a equipa a conquistar o campeonato nacional e a Taça de Portugal no início da década de 70. O seu conhecimento sobre preparação física tornou-se uma referência para diversas modalidades, sendo reconhecido pelo seu rigor e disciplina nos treinos.
Moniz Pereira foi o grande mentor de atletas como Carlos Lopes, Fernando Mamede e Domingos Castro, contribuindo para feitos históricos como a medalha de ouro na maratona dos Jogos Olímpicos de 1984. O recorde mundial dos 10.000 metros, alcançado por Mamede no mesmo ano, e os títulos mundiais de corta-mato conquistados por Carlos Lopes são apenas alguns exemplos do impacto da sua dedicação ao atletismo português.
Ao longo da sua carreira, recebeu inúmeras distinções pelo seu contributo ao desporto nacional. Foi agraciado com a Medalha de Mérito Desportivo em 1976 e 1984, além de ter sido condecorado com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique em 1980 e com a Comenda da Ordem de Instrução Pública em 1984. Em 1985, recebeu a Medalha de Mérito em Ouro e foi nomeado Conselheiro da Universidade Técnica de Lisboa, sendo ainda distinguido com a Ordem Olímpica em 1988 e com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique em 1991.
O reconhecimento pelo seu trabalho também veio do Sporting, onde dedicou grande parte da sua vida. Em 30 de outubro de 2000, foi-lhe atribuído o Leão de Ouro com Palma, a mais alta distinção do clube. Recebeu ainda o Prémio Stromp na categoria Técnico Amador em 1964, mas foi apenas em 2015 que voltou a ser homenageado pelo clube, desta vez com o prémio Leões Honoris Sporting na categoria Honra Especial. Após o seu falecimento, em dezembro de 2016, foi-lhe atribuído o Prémio Stromp na categoria Saudade.
Proposta já motivou algumas reações negativas nas redes sociais, sobretudo pela diferença em relação aos principais rivais nacionais
17 Jul 2026 | 16:52 |
O Sporting apresentou a proposta de orçamento para a temporada 2026/27, documento que será levado a votação numa Assembleia Geral marcada para 25 de julho. Entre os vários pontos em análise pelos sócios surge a possibilidade de atualização dos valores das quotas mensais, uma medida que tem gerado discussão.
A principal alteração diz respeito à categoria A, destinada aos sócios adultos, que poderá passar dos atuais 13 euros para 14 euros por mês. Caso seja aprovada, esta quota ficará acima dos valores praticados por Benfica e Porto, sendo que também as restantes categorias de associados, como a B, C e D, poderão sofrer aumentos.
A proposta já motivou algumas reações negativas nas redes sociais, sobretudo pela diferença em relação aos principais rivais. A contestação surge numa altura em que o Sporting atingiu um novo máximo histórico de sócios pagantes, ultrapassando os 125 mil associados.
Segundo a Direção, liderada por Frederico Varandas (que viu a Justiça dar-lhe razão num processo contra o Porto), a revisão dos preços das quotas surge como resposta ao atual contexto económico, marcado pelo aumento generalizado dos custos e pela subida das taxas de juro. O Clube considera que estes ajustes são necessários para assegurar a continuidade e evolução das várias atividades e projetos em curso.
O documento apresentado contempla ainda a criação de uma nova categoria de associado, denominada “sócio base”. A modalidade terá menos direitos do que os sócios tradicionais, não permitindo votar, participar em AG's ou integrar processos eleitorais, mas possibilitando o acesso a benefícios como descontos, eventos e atividades promovidas pelo Clube.
Ambiente em torno dos leões aquece antes da nova temporada e um dossiê sensível está a provocar forte agitação no Clube de Alvalade
15 Jul 2026 | 12:24 |
O Sporting enfrenta um novo foco de tensão fora das quatro linhas. Quando parecia existir margem para aproximar a administração liderada por Frederico Varandas dos grupos organizados de adeptos, o cenário sofreu uma reviravolta e o entendimento ficou seriamente comprometido, deixando um dos projetos mais ambiciosos da SAD praticamente sem efeito.
A proposta apresentada pelo Clube para criar um novo protocolo com as claques encontrou forte resistência. Segundo as informações do jornal Record, Directivo Ultras XXI, Juventude Leonina e Torcida Verde deverão rejeitar o acordo proposto pela SAD, sendo que apenas a Brigada Ultras Sporting estará disponível para assinar o documento.
A intenção da administração passava por recuperar a histórica Curva Sul do Estádio José Alvalade, através da criação de uma Gamebox específica, do apoio financeiro às deslocações dos grupos organizados de adeptos e ainda da implementação de uma zona de safe standing, com lugares em pé protegidos.
Entre os principais motivos para a rejeição estão a obrigatoriedade da identificação através da zona ZCEAP (Cartão do Adepto) e a situação das sedes das claques. Enquanto a Brigada já recebeu ordem para abandonar o espaço que ocupava no estádio, as sedes da Juventude Leonina, Torcida Verde e Directivo continuam envolvidas em processos judiciais, sem que tenha sido encontrada uma solução considerada satisfatória pelos adeptos.
Assim, o objetivo de Frederico Varandas de reunir novamente os grupos organizados na Curva Sul fica, para já, longe de se concretizar. Salvo uma alteração inesperada nas negociações, apenas a Brigada deverá formalizar o protocolo com a administração leonina.
Equipamento mantém as tradicionais listas horizontais verdes e brancas, mas apresenta algumas novidades em relação à época passada
14 Jul 2026 | 09:50 |
O Sporting apresentou oficialmente a camisola principal para a temporada 2026/27, revelando um equipamento que presta homenagem aos 120 anos de história do Clube. O novo modelo já se encontra à venda nas plataformas oficiais, com um preço de 100 euros para o público em geral e de 90 euros para os Sócios.
Nas redes sociais, os adeptos verdes e branco aprovaram o novo kit, mas manifestaram-se quanto ao preço do mesmo: "Levem já a minha carteira de vez" e "Bom, lá se vai o subsídio de férias e de Natal" ou "É lindíssima, vou ter mesmo de comprar" são alguns dos exemplos.
A nova camisola mantém as tradicionais listas horizontais verdes e brancas, mas apresenta algumas novidades em relação à época passada. O verde surge num tom mais escuro, o equipamento estreia o novo símbolo do Sporting e inclui detalhes dourados que assinalam o 120.º aniversário. O conjunto fica completo com calções pretos e meias verdes e brancas às riscas.
O Sporting destacou o simbolismo do novo equipamento e a ligação às raízes do Clube: “Listas que carregam o peso de 120 anos de história. Listas que contam a história de quem somos. De quem as eternizou. De um caminho de vitórias e derrotas: A quem nada foi dado e tudo foi conquistado. As tuas listas. As listas que representam quem tu és. Que te representam. Um legado. Listas que não têm fim. A próxima começa agora”, escreveu o Clube na mensagem que acompanhou o lançamento.
O equipamento marca também uma nova fase na história dos leões, sendo o primeiro a exibir o recente símbolo apresentado pelos leões. A camisola será utilizada pela equipa de Rui Borges ao longo da temporada 2026/27 e assinala oficialmente o início das comemorações dos 120 anos.