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Sporting despede-se de Jorge Palma ao som de “A gente vai continuar” (vídeo)
22 Set 2026 | 16:54
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08 Jul 2020 | 14:42 |
Esta terça-feira, dia 7 de julho, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), comunicou que o moldes do atual formato da Taça da Liga são para manter na próxima época, de 2020/2021, algo decidido pela com a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).
Descontente com esta decisão, o Clube de Alvalade lançou um comunicado no seu site oficial, dizendo que a “LPFP entendeu meter a cabeça na areia e fingir que a pandemia não existe”, muito graças à manutenção do seu calendário.
Leia o comunicado na íntegra:
Futebol fora da EuropaFoi ontem decidido no seio da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) a manutenção do formato e calendário da Taça da Liga para a época 2020/2021.
Trata-se, somente, de uma das piores decisões alguma vez tomadas no que se refere à protecção do futebol português e dos clubes portugueses que competem nas competições europeias.
Quando todo o mundo se debate ainda com uma pandemia, em que ninguém sabe ou conhece ainda o real alcance da mesma, a LPFP entendeu meter a cabeça na areia e fingir que a mesma não existe, nem nunca existiu. Mas a realidade é diferente.
Devido à pandemia, a época desportiva, que devia durar cerca de dez meses, passa para cerca de nove, o que resulta numa situação sem precedentes, em que se assistirá a um número recorde de jogos naquele período de tempo, sem condições adequadas de paragem e tempos de descanso necessários. Isto, enquanto os clubes diminuíram as suas receitas, o que gera dificuldades acrescidas na construção dos plantéis (principalmente dos que competem nas competições europeias), ao mesmo tempo que potenciará riscos de lesões para os seus jogadores.
Quando toda a Europa do futebol caminha num rumo de extinção de competições como a Taça da Liga, e em que os clubes da Premier League que competem nas competições europeias ponderam tomar a decisão de não jogar esta época a respectiva Taça da Liga, Portugal mantém tudo como dantes.
Quando se pretende aumentar o valor da Liga portuguesa (e melhorar o ranking de Portugal), tomam-se medidas para que os clubes que a representam na Europa do futebol não tenham condições de a representar ao seu melhor nível.
Quando se devia estar a falar da reformulação dos quadros competitivos da I Liga, com a diminuição de 18 para 16 clubes, sobrecarrega-se ainda mais o calendário.
Mas esta decisão é ainda contraditória com as alterações regulamentares que foram feitas na época anterior, em que se tentava proteger os clubes portugueses que competem nas competições europeias. É, ainda, contraditória com tudo o que tinha vindo a ser apregoado durante esta época pelos seus líderes. Passado um ano, o que mudou?
Finalmente, não se pode deixar de realçar a inconsciência de uma decisão que potência que as Ligas profissionais não venham a terminar na época 2020/2021, já que não houve qualquer preocupação em ser criado um prazo de segurança adicional, caso se venha a verificar uma segunda vaga da pandemia.
Não faltará quem venha de seguida indicar que devido à pandemia, os chamados clubes grandes têm de ser mais solidários com os chamados pequenos. É esta a Liga que insistimos ter.
O caos bem pode estar lançado e, em Portugal, a pandemia parece ter acabado única e exclusivamente por imposição da LPFP (se é que alguma vez aconteceu!).
Ex candidato à presidência também chama a atenção para a questão da lotação do Estádio José Alvalade e para a crescente aposta nas áreas premium
23 Set 2026 | 16:51 |
O Relatório & Contas da Sporting SAD relativo à temporada 2025/26 continua a gerar reações e Bruno Sá deixou um alerta sobre o modelo financeiro apresentado pelo Clube de Alvalade. Apesar dos resultados positivos alcançados no último exercício, o ex candidato à presidência considera que existem encargos futuros que merecem atenção.
Entre os pontos destacados está um empréstimo cujo pagamento só terá início em 2029, coincidindo com o último ano do atual mandato. O empresário aponta este calendário como um dos aspetos que mais o preocupa nas contas apresentadas pela administração, liderada por Frederico Varandas, que viu o seu vencimento ser aumentado.
Bruno Sá chama também a atenção para a questão da lotação do Estádio José Alvalade e para a crescente aposta nas áreas premium, referindo que existem mais de 15,8 mil sócios à espera de lugar, enquanto a oferta destinada ao segmento premium continua a aumentar.
Outro dos alertas deixados prende-se com a dependência das receitas provenientes das transferências de jogadores. Na sua leitura das contas, o modelo atual obriga o Sporting a realizar mais de 100 milhões de euros em vendas de futebolistas todos os anos para garantir a sustentabilidade financeira.
B. Sá: “Hoje há lucro. Em 2029 chega a fatura"
“Hoje há lucro. Em 2029 chega a fatura. Li o Relatório e Contas da SAD 2025/26 e as contas revelam um modelo que me preocupa. Temos um empréstimo que só começa a ser pago por volta de 2029, no último ano deste mandato. Temos mais de 15,8 mil sócios à espera de lugar, enquanto a oferta premium não para de crescer. E temos um modelo que obriga a vender mais de 100M€ em jogadores todos os anos. Nos slides deixo três propostas para um Sporting que ganha sem hipotecar o futuro”, escreveu Bruno Sá.
Outro dado que merece destaque no Relatório & Contas apresentado prende-se com os prémios de desempenho e de performance desportiva
23 Set 2026 | 12:53 |
Os gastos com o pessoal da Sporting SAD ultrapassaram, pela primeira vez, a barreira dos 100 milhões de euros numa temporada. De acordo com o Relatório & Contas referente ao exercício de 2025/26, a rubrica atingiu os 101,9 milhões de euros, mais 14,2 milhões do que na época anterior, o que representa um crescimento de 16%.
A maior fatia deste aumento está relacionada com as remunerações, que chegaram aos 77,806 milhões de euros, mais 13,509 milhões face aos 64,297 milhões registados em 2024/25. No documento, a SAD explica que esta subida resulta de várias renovações contratuais de jogadores e equipas técnicas, mas também do investimento no reforço e na capacitação da estrutura interna, de forma a responder aos desafios presentes e futuros.
Outro dado que merece destaque prende-se com os prémios de desempenho e de performance desportiva. Apesar de o Sporting não ter conquistado qualquer título em 2025/26, a SAD gastou mais de 1 milhão de euros nesta componente do que na temporada anterior, que terminou com a conquista do campeonato e da Taça de Portugal. A diferença está relacionada, em grande medida, com a histórica prestação dos leões na Liga dos Campeões, competição que proporcionou receitas recorde de 80,307 milhões de euros, cerca de 31 milhões acima do valor alcançado em 2024/25.
A evolução dos gastos com o pessoal mostra uma tendência de crescimento nos últimos exercícios. Em 2024/25, o valor tinha ficado nos 87,7 milhões de euros, depois dos 90,3 milhões registados em 2023/24. Antes disso, a SAD tinha gasto 76,457 milhões em 2022/23 e 67,087 milhões em 2021/22. A subida agora registada coloca, pela primeira vez, esta rubrica acima dos 100 milhões de euros.
O aumento dos custos surge, ainda assim, num exercício em que a Sporting SAD apresentou um resultado líquido positivo de 34,7 milhões de euros. As contas de 2025/26 revelam também um novo máximo nos rendimentos operacionais sem transações de jogadores, que chegaram aos 187,7 milhões de euros, refletindo o crescimento das receitas provenientes da atividade do clube, com particular peso da participação na Liga dos Campeões. Também o salário de Frederico Varandas foi aumentado.
Revelado o Relatório e Contas da SAD da temporada 2025/26, é possível analisar crescimento substancial do vencimento do dirigente máximo
23 Set 2026 | 09:51 |
Através de uma mensagem publicada no Relatório & Contas da SAD, o Presidente Frederico Varandas qualificou a temporada 2025/26 como “um período de crescimento, afirmação e de passos estruturais” para aquilo que deseja consolidar no futuro na estrutura do Sporting.
Com destaque para o plano estratégico Future is Coming 24-34, o mesmo sublinhou que “ao longo da época alcançámos marcos decisivos e realizámos investimentos estratégicos que permitiram consolidar o nosso projeto e reforçar a capacidade de antecipar e capitalizar as oportunidades que sabemos ter pela frente”.
A nível desportivo, Varandas - que vindo a ser pressionado neste início de época - acredita que o Sporting conseguiu afirmar a sua “presença no panorama nacional”. Com os resultados alcançados pelos verdes e brancos, o presidente acredita que “demonstrámos, competição após competição, a ambição, a consistência e a qualidade que definem o Sporting.”
“Reforçámos a nossa aposta na formação e a nossa estratégia de valorização de atletas. Acima de tudo, lutámos sempre unidos, até ao final, pela conquista de títulos, e mantivemo-nos fiéis ao ADN que nos distingue”, destacando, em retrospetiva, a luta pelo tricampeonato.
Neste documento, a SAD esclarece que Frederico Varandas teve uma remuneração total de 776.500 euros (300 mil fixos, mais 476,5 mil variáveis), resultando num aumento substancial relativamente aos 390 mil (dos quais 90 mil variáveis) registados em 2024/25, ainda que a Comissão de Acionistas tenha depois proposto um aumento do valor em função do rendimento desportivo e financeiro para os 386.500 euros.
Sporting despede-se de Jorge Palma ao som de “A gente vai continuar” (vídeo)
22 Set 2026 | 16:54
Bruno Sá ataca Villas Boas e diz que rival do Sporting “vai acabar por se despistar”
29 Ago 2026 | 17:35
Sporting admite constrangimentos e aponta responsáveis por falhas nas comunicações
28 Ago 2026 | 16:00