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Mário Figueiredo avisa Rui Borges sobre Varandas: "Estaria enganado se pensasse que é amigo dele"
03 Nov 2026 | 11:26
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21 Abr 2021 | 17:32 | Por Redação
O Sporting vai recorrer para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) sobre o castigo aplicado a Rúben Amorim, pela expulsão no passado dia 11 de abril, frente ao Famalicão. Recorde-se que Rúben Amorim foi expulso por palavras, que o mesmo alega não ter dito, sendo castigado por quinze dias.
Em comunicado no site oficial, o Clube de Alvalade “lamenta que o caminho seguido pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (CD), relativamente ao tema infra referido, seja o da não transparência, optando por decidir não tendo como base a evidência de prova”, após a decisão do Conselho de Disciplina ter rejeitado o recurso.
Leia aqui o comunicado na íntegra:
A Sporting Clube de Portugal - Futebol, SAD lamenta que o caminho seguido pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, relativamente ao tema infra referido, seja o da não transparência, optando por decidir não tendo como base a evidência da prova. Estando ao seu alcance a obtenção da mesma, resulta incompreensível entender o desprezo pela verdade dos factos.A propósito do indeferimento do recurso apresentado pelo seu treinador Rúben Amorim relativamente à sanção de suspensão por 15 dias que lhe foi aplicada na sequência da sua expulsão no jogo entre as equipas da Sporting CP SAD e da Famalicão SAD, informamos que:
- o treinador Rúben Amorim não utilizou as palavras que lhe são imputadas no relatório do árbitro e, sobretudo, não as dirigiu à equipa de arbitragem;
- o elemento da equipa de arbitragem que o ouviu e entendeu dar indicação de expulsão encontrava-se de costas, conforme registos em vídeo que o comprovam;
- no recurso apresentado, foi requerida a inquirição como testemunhas dos senhores Rui Costa (árbitro principal), Nuno Manso (árbitro assistente n.º 1) e João Malheiro Pinto (4.º árbitro), bem como a junção aos autos da gravação registada pelo sistema de comunicação da equipa de arbitragem no momento da expulsão do treinador;
- o Conselho de Disciplina, incompreensivelmente, rejeitou a junção da gravação e rejeitou a inquirição dos senhores árbitros, optando somente por lhes perguntar, por escrito e sem fornecer qualquer elemento adicional, se confirmavam as palavras que haviam reproduzido no relatório – o que os mesmos, como seria de esperar, fizeram.
A Sporting CP SAD assinala que a presunção de veracidade de que goza o relatório do árbitro, constituindo uma inversão excepcional ao princípio da presunção de inocência, só se mostra admissível na medida em que se permita aos arguidos toda a latitude na demonstração de eventuais erros de apreciação vertidos nos relatórios, e na medida em que o Conselho de Disciplina não se demita do seu dever indeclinável de investigar os factos, procurar a verdade e avaliar a existência de fundamento para a aplicação de uma sanção disciplinar.
A rejeição de meios de prova obviamente pertinentes, úteis e indispensáveis à aclaração da verdade dos factos não serve o interesse da justiça disciplinar nem da verdade desportiva.
A Justiça desportiva tem obviamente de ser célere; mas tem de ser Justa, não se pode satisfazer com o papel de justiça formal.
É absolutamente incompreensível que, estando em causa palavras alegadamente proferidas e que, com toda a probabilidade, terão sido gravadas pelo sistema de comunicação da equipa de arbitragem, se rejeite e inviabilize a utilização desse meio de prova e a audição, com contraditório, dos autores do relatório.
Conclui-se assim, e à semelhança de casos recentes, que este Conselho de Disciplina despreza a verdade dos factos, preferindo sancionar os agentes desportivos de forma cega e acrítica, demitindo-se das suas verdadeiras funções.
A Sporting CP SAD apoiará o treinador Rúben Amorim na impugnação judicial da sanção aplicada e mantida pelo Conselho de Disciplina.
Antigo jogador do Mónaco e Marselha está revoltado com a saída do treinador português para Alvalade, deixando o Lyon após duas épocas e meia
03 Nov 2026 | 15:10 | Por Redação
A iminente saída de Paulo Fonseca do Lyon rumo ao Sporting continua a dar que falar em França. Depois de Christophe Dugarry, foi Éric Di Meco a revoltar-se pelo estado da Liga francesa, argumentado com a ida do técnico de 53 anos para Portugal.
E. Di Meco: "Desesperante"
"Podemos fazer um concurso de desespero na Ligue 1. Portanto, o que é mais desesperante? O Lyon perder o seu treinador porque precisa de dinheiro ou o Marselha contratar zero jogadores... Isto não existe. Nunca vi um clube não contratar nem sequer um tipo que passa na rua, alguém vê que deu muitos toques. Nem sequer isso!", ironizou, no Super Moscato Show, da RMC Sport.
O antigo lateral de Mónaco e Marselha não consegue compreender a gestão que o Lyon tem feito. "A Ligue 1 é desesperante! E é assim, eu parto do princípio de que os treinadores são muito importantes. Cada vez mais importantes no desporto, tenho a impressão, e no futebol em particular. Mas não me tiras da cabeça que mais vale ter um bom plantel e ter de escolher um treinador do que o contrário: ter um grande treinador e um plantel mediano", comentou.
E. Di Meco: "Acho que o problema do Lyon é que tem bastantes lesionados"
Éric Di Meco refere que o clube gaulês tem qualidade individual, sendo que o problema centra-se na quantidade de lesões. "Acho que o problema do Lyon é que tem bastantes lesionados, mas é um bom plantel. Mostraram-no no ano passado até à reta final da época", afirmou.
No final, o antigo internacional francês revelou que acredita que o Lyon tem tudo para ter sucesso mesmo sem Paulo Fonseca. "Vêm de uma época de transição e vimos isso agora desde o início da época. Portanto, está logo ali atrás. Sim, é desesperante, mas se fizerem a escolha certa têm equipa para acabar no pódio. Basta fazerem a escolha certa", rematou.
Jornalista não esconde a sua posição sobre a forma como terminou o ciclo do antigo treinador dos leões e aborda também a decisão de avançar para Paulo Fonseca
03 Nov 2026 | 14:49 | Por Redação
Bruno Prata abordou a saída de Rui Borges do Sporting e a forma como o processo foi conduzido pela estrutura leonina. O jornalista considera que o treinador transmontano merecia uma despedida diferente, tendo em conta os resultados alcançados na primeira temporada, a qualidade futebolística apresentada pela equipa e o compromisso demonstrado durante o seu percurso em Alvalade.
B. Prata: "Saiu de maneira ingrata"
"Rui Borges acabou cozido em lume brando: saiu de uma maneira ingrata, que não merecia, e com a desagradável distinção de ser talvez o último a saber que o Sporting tratava, nas suas costas, da substituição. Pelo que ganhou na primeira época, pela qualidade futebolística que a equipa mostrou durante largos meses, pela seriedade com que trabalhou e pelo compromisso que nunca regateou, merecia mais do que descobrir o fim da história pelas notícias", escreveu, no seu texto de opinião ao jornal Record.
As palavras mais duras são dirigidas a Frederico Varandas, com o cronista a questionar a forma como o presidente geriu a comunicação da saída. "A sensação é a de que Frederico Varandas só chamou Borges para lhe comunicar a saída quando a informação já tinha tornado insustentável a continuação do silêncio. Fica a dúvida: foi desconsideração desnecessária ou inépcia flagrante a guardar segredo de contactos que, nestas circunstâncias, são tão previsíveis como a chuva em novembro? Em qualquer dos casos, o presidente não sai bem na fotografia", apontou.
B. Prata: "O problema foi renovar quando Borges ainda tinha mais um ano de contrato"
Bruno Prata considera que a posição de Rui Borges já estava fragilizada desde a derrota com o Torreense, na final da Taça de Portugal, mas não deixa de questionar a renovação contratual anunciada em maio. "Não por lhe terem duplicado um salário baixo: isso era da mais elementar justiça para um treinador que herdou a equipa de Ruben Amorim, ganhou a Liga e Taça e manteve o Sporting competitivo durante muito tempo, acrescentando-lhe até valências que antes não tinha. O problema foi renovar quando Borges ainda tinha mais um ano de contrato e a derrota no Jamor aconselhava uma gestão mais cerebral", explicou.
A análise estende-se à construção do plantel e à dimensão do investimento realizado pelo Sporting. "O Sporting vendeu por mais de 155 milhões de euros jogadores marcantes e gastou 123 milhões em reforços, muitos deles jovens com potencial, mas ainda a precisar de adaptação. Reconstruir uma equipa é difícil; fazê-lo com um treinador fragilizado é acrescentar uma segunda obra à primeira e esperar que ambas acabem no prazo", pode ler-se.
Jogador tem estado na lista dos verdes e brancos para o lugar do internacional português caso este seja vendido, mas há um novo problema
03 Nov 2026 | 14:34 | Por Redação
Tiago Gabriel, defesa-central que tem sido associado ao Sporting, não deverá abandonar o Lecce no próximo mercado de inverno. O emblema italiano decidiu fechar a porta a uma saída do internacional jovem por Portugal, numa altura em que o jogador continua a despertar atenção de vários clubes.
Segundo o jornalista Nicolò Schira, os responsáveis do Lecce pretendem rejeitar todas as propostas que cheguem por Tiago Gabriel em janeiro. O central é visto como uma peça importante no projeto desportivo dos italianos, que procuram consolidar a permanência na Serie A.
A decisão pode complicar qualquer eventual avanço do Sporting durante a próxima janela de transferências. Tiago Gabriel já foi associado aos leões como um possível substituto de Gonçalo Inácio para reforçar o eixo defensivo, mas o Lecce não demonstra, para já, qualquer abertura para negociar a saída a meio da temporada.
O português chegou ao clube italiano em janeiro de 2025, proveniente do Estrela da Amadora, numa transferência avaliada em 1,5 milhões de euros. Esta época soma 10 encontros oficiais, dois golos e uma assistência, afirmando-se como um dos elementos mais utilizados da equipa.
Tiago Gabriel tem contrato válido até 2030 e o Lecce ocupa atualmente o 14.º lugar da Serie A, com nove pontos em 10 jornadas. O Sporting poderá continuar atento à evolução do jogador, mas qualquer tentativa de contratação em janeiro esbarra, neste momento, na posição firme do emblema italiano.
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