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Luis Suárez recusou pedido após derrota do Sporting na final da Taça: “Não, não dou”
30 Set 2026 | 12:53
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24 Jan 2025 | 13:10 |
Rui Borges, técnico verde e branco, falou com os jornalistas em conferência de imprensa de antevisão do Sporting - Nacional, esta sexta-feira, dia 24 de janeiro. O encontro está marcado para o próximo sábado, às 20h30, no Estádio José Alvalade. Leia aqui tudo o que disse o treinador dos leões.
Ausências e regressos
"St.Juste está fora do jogo por lesão. Em relação aos regressos, o Matheus Reis está de volta ao treino. A malta que está a chegar não está na sua melhor condição física para 90 minutos. Mas já estão connosco que são o Dani e o Morita".
Primeiro jogo de 2025 em Alvalade
"Já tive oportunidade de defrontar o Nacional noutro contexto. É uma equipa muito bem organizada, que valoriza o jogo, não se preocupa só em defender, gosta de ser pressionante e de atacar. Não me admira o que tem sido o crescimento enquanto coletivo. Gosta de jogar bem, é uma equipa muito bem organizada em termos defensivos, competente, competitiva. Em termos ofensivos, tem várias dinâmicas. Tem dinâmicas interessantes dentro do que eu gosto. Amanhã provocará algumas dificuldades. Sendo o nosso primeiro jogo do ano em casa, queremos ganhar com a ajuda dos nossos adeptos. Acredito que estará o estádio cheio. Queremos ganhar, manter o nosso objetivo que é ser primeiro e isso custa muito. O mais difícil é manter e não chegar. Faremos de tudo para ganhar".
Regresso de Pote e gestão de Viktor e Morita
"O Pote está fora, não vou especificar o tempo. Estas coisas são no dia a dia. Um bocadinho como o Viktor, o Dani. Fizeram-me uma pergunta sobre o Viktor, não sou nenhum treinador meio doido no sentido de ter um dos melhores avançados da Europa e do mundo e não o pôr de inicio. São coisas tão óbvias que, para mim, não faz sentido. É como o Dani e o Morita. São jogadores que estão a vir de lesões. Não estão fisicamente preparados para a exigência de 90 minutos. Tudo requer o seu tempo. Nada é feito ao acaso, é tudo feito em conjunto. Em conversa com todos vemos aquilo que é melhor para a equipa, para o Sporting. O Sporting quer ganhar, não é o Viktor, o Dani, o Morita, o St. Juste... Aqui quem manda sou eu na relação da equipa. O meu propósito é tirar o máximo que eu puder de todos os eles. Só assim vou ganhar. São jogadores que vamos percebendo como estão no dia a dia. Temos de ter esse cuidado. O Sporting está bem nutrido nos departamentos, estamos sempre a fazer o melhor para o Sporting".
Cansaço influencia lesões?
"Está a correr tudo como deveria correr porque somos primeiros, estão a correr como queremos e desejamos. O objetivo é esse. Há coisas que não controlamos. É normal que haja recaídas, muitos jogos. É o que dá estarmos num grande clube e termos muitos jogos. Às vezes corremos riscos, é o que é. É escolher o melhor caminho. Se está certo ou não, no final veremos. É muito subjetivo, está a correr como queremos porque somos primeiros classificados. Independentemente de termos jogadores no departamento médico, interessa-nos o Sporting e os objetivos do clube. É para isso que lutamos, jogadores, treinadores e departamentos. Estamos cientes de qual é o caminho. Para nós está bem, a dificuldade é manter o primeiro lugar".
Problema de Gyokeres
"Não vou estar a especificar porque não me compete a mim e nem era correto da minha parte. O que posso dizer é que tem um pequeno problema, que não é no joelho, como dizem, e que precisa de gestão. Para ser honesto, 95% dos jogadores, com o problema do Viktor estavam parados. A vontade dele de jogador é tanta... Entre todos tentamos o melhor para todos. É um jogador muito importante para a equipa, mas não o queremos perder para muito tempo. Entre o perdermos por muito tempo e geri-lo, preferimos geri-lo para algum tempo e não o perder por momento algum. Mais do que especificar, é dizer que precisa de ser gerido. Ele, por aquilo que é a sua parte atlética, consegue dar o seu contributo, não o colocando em causa da forma como estamos a fazer".
Ida ao mercado:
"Para já não tenho a informação de que vá sair ninguém. Não está para entrar ninguém também".
Depois de ter representado a equipa dos verdes e brancos em 2022/2023, o jogador preferiu continuar a sua carreira dentro das quatro linhas
30 Set 2026 | 16:11 |
Héctor Bellerín teve a oportunidade de trocar os relvados pelo grande ecrã. Atualmente a representar o Betis, o jogador foi convidado para interpretar uma personagem no novo filme de Javier Ambrossi e Javier Calvo, La bola negra (A bola preta), mas acabou por não aceitar entrar no mundo do cinema. No entanto, esta recusa não foi por falta de vontade em representar, mas sim por uma questão de “intrusismo laboral”.
O papel de Rafael Rodríguez Rapún, escrito pelos argumentistas, foi especialmente pensado para o lateral espanhol, que chegou mesmo a ser contactado pela equipa responsável pelos castings. No entanto, Bellerín preferiu deixar o papel para quem faz da representação a sua profissão: “Tenho gente no meu entorno que são atores, atrizes... e sei que é uma indústria muito complicada”, explicou numa entrevista à Cadena SER, lembrando as condições de trabalho bastante difíceis dos atores.
“São trabalhos superprecários, é uma das indústrias com mais taxas de desemprego no nosso país e dedicam muitíssimas horas e continuam a ter uma vida superprecária”, afirmou. Para o jogador espanhol, aceitar este papel apenas por ser futebolista seria uma espécie de “intrusismo laboral”, comentou.
Apesar da sua recusa em integrar o projeto, Héctor Bellerín - que perdeu a corrida à seleção espanhola com Fresneda - não escondeu que ficou satisfeito por ver o filme a conseguir avançar mesmo sem contarem com a sua presença no elenco: “Olha, saiu-se muito bem sem mim, não? Talvez tenha sido uma muito boa decisão”, atirou.
Desta forma, Bellerín continua, portanto, mais focado com aquilo que pode fazer dentro das quatro linhas do que em frente a uma câmara. O lateral de 31 anos representou o Sporting em 2022/2023, na segunda metade da temporada, onde realizou 13 jogos e marcou um golo, antes de regressar a Espanha para continuar a carreira no clube andaluz.
Apesar das suas exibições não convencerem a totalidade dos adeptos leoninos, o internacional português tem sido a primeira escolha de Rui Borges
30 Set 2026 | 16:00 |
Em direto da Liga Now, Luís Pedro Sousa, chefe de redação de Record, analisou a luta pela titularidade na baliza do Benfica. No seu entender, considera difícil determinar, convictamente, quem é o melhor guarda-redes para assumir a baliza das águias.
“Eu não te sei dizer, muito sinceramente, quem é que é melhor, se é Samuel Soares ou Trubin. O Samuel Soares é um bocadinho melhor com os pés, mas quando um guarda-redes tem de sair da baliza, Samuel Soares sai mal, Trubin não sai. Não sei o que é que é pior”, começou por dizer.
Para Luís Pedro Sousa, a posição mais recuada do terreno de jogo é essencial que seja tida em atenção já na próxima janela de transferências: “Parece-me é que o Benfica precisa, não sei se é possível já em Janeiro, de um guarda-redes que dê garantias plenas. Não estou a ver um Diogo Costa, porque isso não é acessível, mas estou a ver um guarda-redes que de alguma forma dê mais garantias do que estes. Ambos têm-se revelado um bocadinho curtos.”
Relativamente a nomes para possíveis contratações, avança com um bastante ousado: “Atenção ao que eu vou dizer, é apenas um nome, não estou aqui a sugerir nada. Um David de Gea desta vida, por exemplo. Um guarda-redes que dê experiência, que garanta que cada vez que a bola rodeia a área do Benfica não seja um “ai, jesus”.”
Em discussão de ideias, Sérgio Krithinas acaba por falar dos donos da baliza do Sporting: “O Sporting foi campeão com quem na baliza? Foi com Rui Silva e antes foi com Adán. Não sei se são exemplos de guarda-redes de topo que é preciso”, sendo que Luís Pedro Sousa não teve qualquer dúvida na sua resposta: “O Rui Silva - que tem vindo a ser contestado pelas suas exibições - é bem melhor do que o Trubin e o Samuel Soares juntos”.
Futebolista em questão esteve na mira dos verdes e brancos no último defeso e agora falou sobre a possibilidade que teve que envolvia quantia absurda
30 Set 2026 | 15:43 |
Gustavo Sá, médio que esteve referenciado pelo Sporting no último mercado de verão, confirmou ter recusado uma proposta milionária para rumar à Arábia Saudita. O antigo jogador do Famalicão tinha em mãos um contrato superior a 17,5 milhões de euros por três temporadas no Al Ittihad, na altura orientado por Sérgio Conceição.
Gustavo Sá: "Não era por me darem muito dinheiro que ia imaginar essa mudança"
Em entrevista à Liga Portugal, o atual jogador do Olympiakos confirmou que o emblema minhoto até tinha aceitado a proposta. “Houve uma proposta e o Famalicão aceitou. Contudo, sempre estive de pé atrás, porque não era um passo que imaginava na minha carreira. Não era por me darem muito dinheiro que ia imaginar essa mudança”.
O jogador de 21 anos explicou que a vertente financeira nunca foi suficiente para o convencer. “Não é por me darem mais um milhão ou menos um milhão - e estamos a falar de milhões como se fossem euros. Claro que às vezes penso que podia ser diferente, mas não me tira o sono. Creio que foi o melhor para mim”, afirmou.
Gustavo Sá também esteve na órbita do Sporting durante o verão de 2026. Os leões acompanhavam o médio há algum tempo e voltaram a analisar o seu nome, numa altura em que a eventual saída de Francisco Trincão podia abrir espaço para uma investida pelo então jogador do Famalicão.
As exigências dos minhotos acabaram, porém, por dificultar qualquer avanço. O Famalicão pretendia um encaixe entre 20 e 25 milhões de euros, além de uma percentagem de uma futura venda, e o Sporting acabou por seguir outros caminhos na reformulação do meio-campo.
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30 Set 2026 | 12:53
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30 Set 2026 | 15:08
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30 Set 2026 | 11:36