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Conhecidos resultados oficiais da AG do Sporting: Adepto castigado 20 meses
11 Out 2026 | 22:35
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06 Jan 2020 | 18:19 | Por Redação
O julgamento do caso Alcochete recomeçou hoje depois das férias judiciais e Rui Patrício foi o jogador chamado a deixar o seu testemunho. Numa sessão que começou com quase uma hora de atraso, devido a problemas com a ligação do Skype, o antigo capitão leonino descreveu o que se lembra da invasão.
“Fui jogador dos 12 aos 30 anos do Sporting, de 2000 a 2018. Até 1 de junho de 2018. Quando ouvi os adeptos a entrarem estava dentro do balneário, a preparar-me para ir treinar. Comecei a ouvir adeptos aos gritos a entrarem pelo balneário adentro. Não me apercebi antes que estavam cá fora, isso não. Estava lá o plantel quase todo, tínhamos acabado de fazer ginásio e estávamos naquela última preparação antes de ir para o campo. Nesse sentido, estávamos quase todos no balneário. Se havia mais pessoas lá dentro além dos jogadores? É normal que estivessem alguns elementos da equipa técnica, para ver se estávamos preparados para ir para o relvado. Devíamos ser umas 20 pessoas, não me recordo. Quando eles vêm o Vasco Fernandes, que era o nosso secretário técnico, estava a tentar fechar a porta mas eles entraram. Todos de cara tapada, uns atrás dos outros. E foi logo a agredir, um logo ao pontapé. Havia muito fumo, muita confusão, gritos. Não consegui ver mais nada do que se estava a passar porque estavam à nossa volta. Nós tentávamos acalmar, eles estavam muito agressivos. Não me recordo de mais frases, como era um momento de muita tensão só dava para sentir. Quando entraram começaram logo a chamar nomes desde o corredor, a dizer ‘Filhos da puta, vamos matar-vos’. Vinham com tudo. Não sei se vinham para matar mas quando entraram… Não me apercebi de ninguém deles tentar acalmar nem de ninguém nosso a responder a quem tinha invadido. O alarme de incêndio tocou mas já no final ou pelo menos só me apercebi no final. Depois foram começando a sair mas não me recordo de ouvir ninguém dizer para saírem. Foram direito ao William e depois foram também à minha procura… Ainda ficámos dentro do balneário porque não sabíamos se tinham saído ou se podiam voltar, depois viemos cá para fora. Cá fora vi pessoas de rosto descoberto, conhecia de vista o Fernando Mendes da claque. Estava acompanhado. Vi o mister e o William a falarem com ele. Após o ataque vi o presidente Bruno de Carvalho, não sei quanto tempo depois apareceu lá na Academia. Se falou com os jogadores? Comigo não e acho que com os outros também não. Os adeptos irem lá acontecia no máximo uma vez por época mas éramos avisados”, disse o guarda-redes. Rui Patrício falou também das várias reuniões com Bruno de Carvalho desde o jogo com o Atlético de Madrid.
“Foi com jogadores, treinadores, André Geraldes e presidente. Foi uma reunião num ambiente muito mau… Começámos a dizer que esteve mal, ele não aceitava isso, dizia que fazia o que queria porque era presidente e que eu e o William estávamos a fazer isso porque queríamos ir embora do clube. Como capitães estávamos a transmitir que tinha estado mal porque não devia ter feito aquilo publicamente e não se tirou nada dali porque ele achou que não tinha nada de mal. Eu e o William falávamos em nome do grupo e começou a atacar-nos a dizer que queríamos sair. Até aí não tínhamos sentido nenhuma animosidade, o que sentimos com o post foi que podia vir a acontecer alguma coisa. Falar mal dos jogadores publicamente tinha impacto pela imagem forte que [Bruno de Carvalho] tinha perante os adeptos, falando assim. Se houve uma conversa também sobre claques? Sei que ouvi o William a falar nisso, disse que o presidente tinha mandado partir os carros e ameaçar e ele negou. O William disse que o Mustafá lhe tinha dito que o presidente lhe tinha dito isso, foi assim. O presidente disse que se quisesse bater em alguém não precisava de mandar ninguém. Depois saiu da reunião, começámos a falar entre nós e entra com o telefone em voz alta a perguntar se tinha mandado partir carros e o Musta disse que não, em alta voz. Não partiram os carros antes dessa reunião, isso não. Se houve uma segunda reunião depois? Sim. A seguir a essa reunião fomos para a Academia e houve outra, até foi o Bruno de Carvalho que foi lá. A partir daí nunca mais falei com ele, disse que nunca mais falava com ele. Falaram o William e o Seba [Coates] que voltaram a dizer que não devia ter feito aquele post e ele continuava a dizer que não tinha feito nada de mal. Penso que a segunda reunião ia existir para ir pedir desculpa, segundo aquilo que o mister Jorge Jesus nos tinha dito. E o mister Jorge Jesus disse-lhe ‘Então você vinha aqui pedir desculpa à malta’ e ele ‘Não vou pedir desculpa, não fiz nada de mal’. Disse que ia a levantar suspensão, que o mister podia convocar quem quisesse e que ele ia embora para ao pé da família que era quem o tratava bem. “Depois desse jogo na Madeira foi marcada uma reunião nessa segunda-feira de manhã para estarmos presentes às 18h em Alvalade. Na nossa estavam os jogadores, o Geraldes, o Bruno de Carvalho e mais dois ou três dirigentes, não sei se era o Carlos Vieira um deles. Foi uma reunião estranha desde o início, pela forma completamente diferente das últimas reuniões que tivemos. O conteúdo e a forma de falar em relação às outras reuniões foi logo estranho em relação ao que se estava passar. Não havia relação nossa com o presidente mas apareceu num tom mais calmo. Uma das coisas que disse no final foi ‘Se precisarem de alguma coisa liguem para mim ou para o Geraldes, somos uma família. Aconteça o que acontecer, têm de estar bem para a final da Taça. Depois disse ao Acuña que não devia ter feito aquilo, que lhe tinha arranjado um problema tremendo, que as claques lhe tinham ligado a noite toda mas que ia tentar resolver e o Acuña disse que queria as coisas”, disse o agora jogador do Wolverhampton WFC.
Líder do Porto fez questão de voltar a 'picar' o Presidente do Clube de Alvalade no mais recente editorial da revista ‘Dragões', publicada esta terça-feira
27 Out 2026 | 15:25 | Por Redação
André Villas-Boas voltou a atacar Frederico Varandas, desta vez através do editorial da revista ‘Dragões’ relativo ao mês de outubro. O presidente do Porto recuperou a recente troca de palavras entre o líder do Sporting e Luís Montenegro e deixou várias críticas ao dirigente leonino, incluindo uma referência à remuneração aprovada pelos acionistas da SAD.
Villas-Boas: "Varandas regressou às suas habituais tiradas de memória seletiva"
“Na mesma tónica, surge Frederico Varandas, que regressou às suas habituais tiradas de memória seletiva, nas quais o Sporting e o seu Presidente habitam o Olimpo da ética e dos valores, sempre impolutos e intocáveis, passando uma borracha sobre os infindáveis casos que envolveram o seu Clube no passado”, começou por escrever André Villas-Boas.
O presidente dos dragões prosseguiu, recuperando a polémica que começou com uma intervenção do primeiro-ministro. “À boleia de uma piada do primeiro-ministro, enfiou a carapuça e encontrou uma nova frente, dispondo-se a mobilizar as hostes do associativismo do seu clube para influenciar o rumo da política nacional. O presidente que prometeu não falar de arbitragem passou então, na sua versão 2026/27, a influencer político”.
Villas-Boas aproveitou ainda para ironizar com os valores recebidos pelo Presidente do Sporting. “Os seus associados avaliarão se esta nova versão do seu presidente justifica a remuneração choruda que lhe atribuem. Nós registamos o regresso das lições públicas de moralidade que até ao primeiro-ministro chegam. Confessemos que já tínhamos saudades”, acrescentou.
No mesmo editorial, o líder máximo do Porto abordou ainda outros temas relacionados com o futebol português, incluindo arbitragem e decisões do Conselho de Arbitragem. Villas-Boas recuperou também o polémico lance de alegada mão de Issa Doumbia no Braga - Sporting, considerando que existia motivo para grande penalidade contra os leões e criticando as explicações posteriores sobre o episódio.
Assembleia Geral da SAD dos verdes e brancos terminou pela madrugada com todas as propostas a receberem luz verde por “larguíssima maioria”
27 Out 2026 | 10:08 | Por Redação
Terminou já pela madrugada a Assembleia Geral da SAD do Sporting, que arrancou às 18h00 de segunda-feira e decorreu no Business Hub do Estádio José Alvalade. A reunião juntou 33 acionistas e, depois de várias horas de discussão, todos os 12 pontos que constavam da ordem de trabalhos acabaram aprovados, depois de algumas explicações.
Bernardo Ayala, presidente da Mesa da Assembleia Geral e responsável pela condução dos trabalhos, revelou que todas as propostas receberam luz verde por “larguíssima maioria”. Entre os assuntos em discussão encontravam-se as contas da sociedade, a política de remunerações dos órgãos sociais e a possibilidade de nova emissão de dívida.
Um dos pontos de maior destaque prende-se precisamente com a nova política remuneratória, que representa um aumento de quase 19% para Frederico Varandas e restantes administradores relativamente ao período homólogo. O Presidente do Sporting passa de 300 para 354 mil euros fixos no exercício de 2026/27, podendo chegar aos 534 mil euros com a componente variável, quando anteriormente o limite máximo estava fixado nos 450 mil.
Também recebeu aprovação a autorização para a SAD poder avançar para o mercado com uma ou mais emissões obrigacionistas até um montante máximo global de 150 milhões de euros. A autorização ficará válida durante cinco anos, até 26 de outubro de 2031, dando à administração mais uma ferramenta financeira para a estratégia de investimento e renovação delineada pelos responsáveis verdes e brancos.
Sem contestação relevante passou igualmente o relatório e contas relativo a 2025/26, temporada na qual a SAD do Sporting apresentou um lucro próximo dos 35 milhões de euros. Tratou-se do quinto exercício anual consecutivo com resultados positivos, num ponto que abriu a reunião magna e que acabou aprovado com apenas quatro votos contra e quatro abstenções.
Eis o comunicado do Sporting:
"A SPORTING CLUBE DE PORTUGAL – FUTEBOL, SAD (adiante designada por Sociedade) informa, nos termos e para efeitos do cumprimento da obrigação de informação que decorre do disposto no artigo 17.º do Regulamento (UE) n.º 596/2014, do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de abril, que a Assembleia Geral da Sociedade de 26 de Outubro de 2026 tomou as seguintes deliberações:
1. Deliberar sobre o relatório de gestão e as contas relativos ao exercício findo em 30 de Junho de 2026. A proposta apresentada no ponto 1 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.732 votos a favor, 4 votos contra e 4 abstenções;
2. Deliberar sobre a proposta de aplicação de resultados relativos ao exercício findo em 30 de Junho de 2026. A proposta apresentada no ponto 2 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido1.777.731 votos a favor, 4 votos contra e 5 abstenções;
3. Proceder à apreciação geral da administração e fiscalização da Sociedade. A proposta apresentada no ponto 3 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.713 votos a favor, 17 votos contra e 10 abstenções;
4. Apreciar, nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 26º-G, n.º 4 do Código dos Valores Mobiliários, o relatório sobre remunerações elaborado pelo Conselho de Administração, respeitante ao exercício 2025/2026. A proposta apresentada no ponto 4 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.668 votos a favor, 60 votos contra e 13 abstenções;
5. Apreciar e aprovar a proposta de remuneração variável a atribuir aos membros executivos do Conselho de Administração da Sociedade elaborada pela Comissão de Acionistas relativa ao exercício de 2025/2026. A proposta apresentada no ponto 5 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.639 votos a favor, 80 votos contra e 22 abstenções.
6. Apreciar e aprovar a proposta da Comissão de Acionistas referente à remuneração devida dos titulares dos órgãos sociais da Sociedade até que a nova Comissão de Acionistas, que vier a ser eleita ao abrigo do ponto 10 da presente Ordem de Trabalhos, delibere e proponha à Assembleia Geral da Sociedade uma nova política de remuneração dos titulares dos órgãos sociais da mesma. A proposta apresentada no ponto 6 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.664 votos a favor, 71 votos contra e 6 abstenções.
7. Deliberar sobre a eleição dos membros da Mesa da Assembleia Geral para o quadriénio 2026/2030. A proposta apresentada no ponto 7 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.714 votos a favor, 5 votos contra e 1 abstenção.
8. Deliberar sobre a eleição dos membros do Conselho de Administração para o quadriénio 2026/2030. . A proposta apresentada no ponto 8 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.672 votos a favor, 9 votos contra e 41 abstenções.
9. Deliberar sobre a eleição dos membros do Conselho Fiscal para o quadriénio 2026/2030. A proposta apresentada no ponto 9 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.684 votos a favor, 6 votos contra e 1 abstenção.
10. Deliberar sobre a eleição da Sociedade de Revisores Oficiais de Contas para o quadriénio 2026/2030. A proposta apresentada no ponto 10 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.687 votos a favor, 33 votos contra e 1 abstenção.
11. Deliberar sobre a eleição da Comissão de Acionistas, prevista no artigo 18.º dos Estatutos da Sociedade, para o quadriénio 2026/2030. A proposta apresentada no ponto 11 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.625 votos a favor, 30 votos contra e 24 abstenções.
12. Deliberar sobre a autorização a conceder ao Conselho de Administração, nos termos e para os efeitos do disposto no n.º 2 do artigo 8º dos Estatutos, para proceder à emissão de um ou mais empréstimos obrigacionistas, até ao montante nominal máximo global de € 150.000.000 (cento e cinquenta milhões de euros), com uma maturidade não superior a 10 (dez) anos, através de (i) ofertas públicas de subscrição e/ou (ii) ofertas públicas de troca tendo por objeto as obrigações representativas dos empréstimos obrigacionistas “Sporting SAD 2024-2027” e “Sporting SAD 2024-2028” ou de outros empréstimos obrigacionistas que venham a ser emitidos ao abrigo da presente autorização, podendo o Conselho de Administração definir os demais termos e condições de cada emissão, incluindo, designadamente, taxa de juro, preço de subscrição ou troca, período de oferta, datas de emissão e reembolso, admissão à negociação e demais condições aplicáveis. A presente autorização será válida pelo prazo de 5 (cinco) anos a contar da data da presente deliberação, devendo as referidas emissões ocorrer até 26 de Outubro de 2031. A proposta apresentada no ponto 12 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.670 votos a favor, 20 votos contra e 31 abstenções".
Números revelam diferenças significativas entre as quatro principais sociedades desportivas, com leões a destacar-se pelo montante pago ao Presidente
25 Out 2026 | 17:32 | Por Redação
Frederico Varandas recebeu 776.500 euros brutos na época 2025/26, entre remuneração fixa e variável, superando o valor atribuído a toda a administração do Porto. Os números revelam diferenças significativas entre as quatro principais sociedades desportivas, com o Sporting a destacar-se pelo montante pago ao Presidente.
O dirigente máximo leonino recebeu 300 mil euros de remuneração fixa e 476 500 euros de componente variável. Face a 2021/22, o valor representa um aumento de 252,2%, equivalente a mais 556 mil euros. Só no último exercício, a remuneração de Varandas cresceu 99,1%, ficando perto do total pago a todos os administradores da Benfica SAD.
No Benfica, o conjunto da administração recebeu 790.975 euros, apenas mais 14.475 euros do que Varandas auferiu individualmente. Rui Costa prescinde de remuneração da sociedade, tal como André Villas Boas no Porto. No Dragão, os encargos com a administração diminuíram 74,9% face a 2022, quando Pinto da Costa liderava o clube. Em 2022/23, o antigo presidente recebeu 1,152 milhões de euros, incluindo 480 mil euros em gratificações.
Já em Braga, a administração recebeu 1.625.697 euros, um aumento de 140,9% face ao exercício anterior. A Comissão Executiva concentrou 1 594 347 euros, contra 596 936 euros no ano precedente. No entanto, o relatório não discrimina os montantes recebidos por cada administrador nem distingue as componentes fixas e variáveis, pelo que não é possível apurar quanto recebeu individualmente António Salvador.
A comparação evidencia diferenças na transparência dos relatórios e nos modelos de remuneração das administrações. O Sporting apresenta informação individualizada sobre salários e prémios, enquanto Benfica e Porto incluem incentivos ligados ao desempenho desportivo e financeiro sem o mesmo nível de detalhe. No caso do Braga, a ausência de discriminação individual impede uma comparação direta entre o vencimento de Salvador e o dos restantes presidentes.
Conhecidos resultados oficiais da AG do Sporting: Adepto castigado 20 meses
11 Out 2026 | 22:35
Varandas esteve com Obama e conta que achou que podia ficar apenas 6 meses no Sporting
11 Out 2026 | 10:43
Varandas dá estouro em Montenegro; Líder do Sporting mete primeiro-ministro no bolso e arrasa Porto
10 Out 2026 | 09:47