Futebol
Souleymane Faye vai ser reforço do Sporting! Conheça os detalhes do negócio
08 Jan 2026 | 16:13
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30 Dez 2024 | 16:14 |
Ruben Amorim falou nesta sexta-feira sobre o jogo contra o Newcastle, marcado para a próxima segunda-feira. Durante a conferência de imprensa, o treinador português do Manchester United admitiu estar consciente de que pode ser despedido, caso os resultados não apareçam, especialmente quando questionado sobre a recente saída de João Pereira do comando técnico do Sporting.
"Não faz sentido estarmos a falar disso agora. Estou aqui, tenho de me concentrar no trabalho, faz parte do futebol ter estes momentos difíceis e eu já sabia que ia ser duro. É claro que se espera ganhar mais jogos para ter jogadores com mais confiança para vender a ideia e melhorar muitas coisas. Neste momento, é muito difícil. Como disse, temos de sobreviver para termos tempo e depois melhorarmos a equipa", começou por dizer o técnico português.
"O treinador do Manchester United nunca pode estar, seja como for, confortável. Conheço o negócio em que estou metido, por isso sei que se não ganharmos, independentemente de eles pagarem ou não a indemnização, sei que todos os treinadores correm perigo e gosto disso. Gosto disso porque é esse o nosso trabalho. Por isso, compreendo a pergunta e posso dizer que estou aqui há um mês, fiz quatro treinos, mas não estamos a ganhar e isso é uma realidade e estou bastante confortável com isso."
"Vão ter de esperar até à hora do jogo para saber quem será o capitão. O Bruno Fernandes trabalha bem trabalha muito bem, está muito focado no trabalho e não naquilo que as pessoas dizem dele. Não dá desculpas, mesmo nos momentos menos bons. Por isso, nesse aspeto, creio que ele é um exemplo para todos. Está disponível para jogar, para ajudar a equipa."
"Não quero estar a falar sobre isso após a derrota, mas podemos ver claramente que hoje em dia qualquer pontapé de canto é uma oportunidade de golo. Mas se colocares 11 jogadores dentro da grande área cada vez que fores defender um pontapé de canto ou um livre direto, corres sempre o risco de te esqueceres dos jogadores mais baixos ou talentosos. Mas parece que pode fazer-se de tudo dentro da grande área. Existem regras e não nós não temos de andar a chorar por causa disso, mas sim fazer o mesmo aos nossos adversários. Temos de focar-nos em fazer o mesmo aos nossos adversários. Este é o nosso objetivo. Se preciso de jogadores mais altos? Não. Estou a dizer que as bolas paradas têm sido cada vez mais importantes, e se podemos fazer tudo com elas, então temos de aprender e fazer o mesmo [que os outros], mesmo com os baixinhos. Apenas temos de copiar e fazer o mesmo. Não vamos tentar mudar as regras, apenas vamos usá-las para também marcarmos golos nas nossas bolas paradas."
"Temos de lutar contra tudo porque os nossos adeptos vão estar lá para apoiar. Mas também sabemos que eles estão fartos deste momento da equipa. Temos de esperar que cada jogada que o Newcastle faça junto à nossa baliza que vá deixar o estádio mais nervoso e os nossos jogadores têm de lidar com isso. O Newcastle é uma equipa muito forte, muito veloz, com um ritmo muito forte e que já leva um bom tempo a trabalhar com o seu treinador. Queremos ser competitivos e tentar ganhar o jogo. É isso que queremos."
"Nada, não estou lá para pedir nada aos nossos adeptos. Eles dão-nos tudo, estádio cheio, sempre a apoiar e a aplaudir depois de derrotas e derrotas, por isso só quero dar algo aos adeptos, não pedir algo aos adeptos", concluiu Ruben Amorim.
Treinador português analisou ainda a vaga de lesões no Clube de Alvalade, destacando os principais problemas com que o técnico dos leões se depara de momento
08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
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Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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