The Daily Ronaldo
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16 Fev 2026 | 12:47
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The Daily Ronaldo
07 Fev 2025 | 12:49 |
Nos dias que antecederam o seu 40.º aniversário, Cristiano Ronaldo concedeu algumas entrevistas em exclusivo a alguns meios de comunicação social, entre eles o Canal 11. Durante a conversa, o avançado formado no Sporting acabou por deparar-se com o tema relacionado com o fim da sua carreira profissional nos próximos anos e a presença no Campeonato Mundial de 2026.
"Não estabeleço esses prazos. Depende muito de como vivemos a vida, o futebol, o presente. Tenho aprendido, como pai e como ser humano, que não podemos fazer planos a longo prazo. Na minha vida, faço tudo a curto prazo. Tive experiências no futebol e na vida pessoal que me levaram a pensar assim", começou por referir o capitão do Al Nassr.
Nesse sentido, Cristiano Ronaldo reforçou que considera que: "O mais importante é este momento, esta semana, este mês, este ano. O que Deus tem planeado, só ele é que sabe. Não quero saber", disse, e acrescentou: "Quero viver o momento, o momento é bom, é bonito e eu quero seguir assim". Ainda assim, recorde-se que, conforme noticiado pelo Leonino, CR7 tem uma grande dor de cabeça neste momento.
Quanto à sua presença na Seleção Nacional portuguesa no Mundial de 2026, Cristiano Ronaldo revelou que, se estiver apto, terá interesse em ajudar a equipa das Quinas. "Estou muito grato com tudo o que conquistei, fora e dentro do futebol. Se algo vier por acréscimo, aqui estarei, muito feliz. Não vejo isso como uma meta. Volto a repetir, é viver o momento. Daqui até lá ainda falta um ano e meio, muita coisa vai acontecer. Quando vier o Mundial, se estiver em boa forma e o treinador quiser a minha ajuda, eu sei que sou uma mais-valia. Mas não vou esconder que gostaria de participar", confessou, por fim.
Aos 40 anos e com 23 de carreira no futebol profissional, Cristiano Ronaldo construiu uma trajetória lendária, marcada por títulos, recordes e momentos inesquecíveis. O seu nome tornou-se sinónimo de excelência, deixando uma marca indelével no desporto que não passou despercebida por figuras de grande importância como Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República portuguesa.
Ponto central do conflito terá sido a exigência do técnico neerlandês para que avançado português se adaptasse a uma nova dinâmica tática
17 Fev 2026 | 16:30 |
A relação conturbada entre Cristiano Ronaldo e Erik ten Hag no Manchester United continua a dar que falar. A rutura consumou-se em 2022, com a rescisão de contrato antes de rumar ao Al Nassr, mas os bastidores desse divórcio continuam a ser revelados. O ponto central do conflito terá sido a exigência do técnico neerlandês para que o avançado se adaptasse a uma nova dinâmica tática.
Em declarações no programa “The Good, The Bad and The Football”, Steve McClaren, então adjunto de Ten Hag, explicou que o treinador foi claro quanto às funções pretendidas para o jogador: "Havia muitas batalhas no campo de treino. Tudo o que ele quer que faças é isto, isto e isto. Ronnie, este é o teu trabalho".
S. McClaren sobre C. Ronaldo: "Se não conseguires fazer isso, não vais jogar”
A situação agravou-se quando o português começou a perder espaço no onze: “Tudo o que ele quer que faças é ser o primeiro a pressionar, fazer uma corrida, talvez duas, e depois voltar para o meio. Se não conseguires fazer isso, não vais jogar”.
Apesar da tensão, Ten Hag manteve-se firme nas suas convicções: “Era um impasse, e quem iria vencer? Erik manteve-se firme. A maioria dos treinadores acomodaria a situação. Mas ele não”, frisou, evidenciando que a coerência do treinador acabou por prevalecer.
Também Benni McCarthy, antigo avançado e membro da equipa técnica, admitiu que o clube poderia ter tirado maior partido do português: “Cristiano é uma grande personalidade. Ele queria um treinador que o compreendesse. Ten Hag tinha a sua filosofia e não o via como parte dela. E foi aí que os problemas começaram” (Recorde AQUI).
Antes de fechar transferência, ex dirigente de clube francês decidiu confirmar impressões junto do Capitão da Seleção Nacional
17 Fev 2026 | 11:44 |
Antes de chegar ao PSG, foi no Mónaco que Luís Campos consolidou a reputação como diretor desportivo mais influente do futebol europeu. Contratado em 2013 por Vadim Vasilyev, então diretor-geral do clube, o português foi decisivo na mudança de paradigma no principado, especialmente quando as restrições do fair-play financeiro obrigaram o Mónaco a abandonar a política de estrelas e a apostar forte na deteção e valorização de jovens talentos.
A nova estratégia implicava também um treinador alinhado com a visão do projeto e foi aí que surgiu o nome de Leonardo Jardim. Após a redução a três ou quatro nomes, a escolha recaiu no então treinador do Sporting, que vinha de uma época marcante em Portugal ao orientar uma equipa jovem até ao segundo lugar da Liga.
V. Vasilyev: “Liguei para Cristiano Ronaldo, que confirmou tudo o que pensávamos: Jardim encaixava-se no nosso projeto”
Antes de fechar a decisão, Vadim Vasilyev decidiu confirmar impressões junto de uma voz particularmente autorizada: Cristiano Ronaldo (que foi elogiado por uma estrela da NBA): “Liguei para Cristiano Ronaldo, que confirmou tudo o que pensávamos: Jardim encaixava-se no nosso projeto”, revelou o dirigente ao L’Équipe.
O técnico madeirense aceitou o desafio mesmo após vendas milionárias, sem apontar o dedo à estrutura, consolidando um “triângulo” de confiança entre treinador, diretor desportivo e administração. O sucesso culminaria no título francês de 2017, com uma equipa construída de raiz por Luís Campos e liderada por Leonardo Jardim. O telefonema a Cristiano Ronaldo ajudou a selar uma das decisões mais marcantes do projeto monegasco.
Lembrar que Leonardo Jardim orientou o Sporting na temporada desportiva de 2013/2014, atingindo o segundo posto do Campeonato Nacional. Pelo emblema verde e branco, o técnico somou 23 vitórias, oito empates e quatro derrotas em 35 jogos disputados. Rumou ao Mónaco por 3 milhões de euros.
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16 Fev 2026 | 17:17 |
Benni McCarthy, antigo jogador do Porto, recordou os tempos no Manchester United, onde foi adjunto de Erik ten Hag durante duas temporadas e trabalhou com Cristiano Ronaldo. O atual selecionador do Quénia pensa que tinha todo o direito de ensinar algo a Cristiano Ronaldo.
B. McCarthy: "Estou na terra há mais tempo do que ele"
"Cristiano Ronaldo, um dos melhores jogadores do mundo, ainda podia ensinar-lhe algo que ele não sabia, porque eu estou nesta terra há mais tempo do que ele e já o fiz antes dele, então havia algo que ele poderia aprender comigo. Então, por que devo sentir wow?', disse, em entrevista à Creamer TV.
O sul-africano ainda voltou a reforçar este tema com toda a convicção. "Admirá-lo porque é o Ronaldo e estar aqui para aprender. Não, estou aqui para retribuir, e essa era a minha mentalidade, e é por isso que sinto que tive sucesso", concluiu.
De lembrar que, em outubro, Benni McCarthy disse que a saída de CR7 nos "red devils", em 2022/2023, não foi digna. "A forma como saiu não foi digna de um jogador tão extraordinário e de classe mundial como ele", disse, na altura, a um site de apostas.
Na sua segunda passagem por Old Trafford, Cristiano Ronaldo - avaliado em 12 milhões de euros - realizou 54 partidas oficiais. Nesse período, o ponta de lança marcou 27 golos e somou cinco assistências, sem conquistar nenhum título.
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