The Daily Ronaldo
Cristiano Ronaldo prepara nova campanha por Portugal e há um registo de 23 anos impressionante
22 Set 2026 | 12:11
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The Daily Ronaldo
07 Mai 2025 | 13:06 |
A corrida pela contratação de David Hancko ganhou um novo protagonista e este mete Cristiano Ronaldo ao barulho. O defesa-central eslovaco, de 27 anos, que tem sido peça-chave no eixo defensivo do Feyenoord, está agora no radar do Al Nassr, clube saudita que tem o craque internacional português como a sua maior estrela.
Segundo fontes neerlandesas, a proposta que está a ser ponderada poderá ultrapassar os 32 milhões de euros pagos pelo AC Milan por Santiago Giménez, estabelecendo um novo máximo histórico para vendas do clube de Roterdão. Até agora, Hancko vinha sendo cobiçado por nomes sonantes do futebol europeu. A Juventus admitiu publicamente o seu interesse, enquanto o Atlético de Madrid chegou mesmo a apresentar uma proposta formal de 15 milhões de euros, prontamente recusada. Clubes da Premier League também têm seguido o jogador de perto.
A entrada em cena do Al Nassr representa, no entanto, uma viragem. É a primeira vez que uma abordagem concreta surge de fora do continente europeu e, com o poder financeiro da liga saudita a crescer, a proposta promete ser tentadora, tanto para o jogador como para o clube neerlandês.
O Feyenoord, que assegurou Hancko ao Sparta de Praga, tem pouco a temer no imediato: o jogador tem contrato até 2028 e uma cláusula contratual que o protege. A consistência do internacional eslovaco é notável, dado que apenas em janeiro interrompeu uma sequência impressionante de 83 partidas consecutivas como titular. Desde então, voltou ao onze inicial e não mais saiu.
O jogador conta com envolvimento direto em seis golos do Feyenoord nesta época que já é a sua terceira na Eredivisie. Hancko está avaliado em 32 milhões de euros e a sua contratação por parte do Al Nassr parece ser, também, uma forma de colmatar a eventual saída de Aymeric Laporte, que parece ser cada vez mais provável.
Na estreia de Jorge Jesus no comando técnico da seleção nacional, o astro português foi a escolha titular para a frente de ataque
25 Set 2026 | 15:55 |
Portugal iniciou, esta quinta-feira, a fase de grupos da Liga das Nações com uma vitória, ao levar a melhor sobre o País de Gales, no Estádio José Alvalade, por 1-0. João Félix foi o autor do único golo, aos 22 minutos. Na estreia, Jorge Jesus entregou a titularidade a Cristiano Ronaldo na frente de ataque, acabando por ser substituído por Gonçalo Ramos ao minuto 67, sob um tremendo aplauso por parte dos milhares de adeptos presentes.
A imprensa internacional esteve atenta à sua prestação e não deixou escapar o nome de Cristiano Ronaldo. O jornal britânico Daily Mail, reforçou a "noite de frustração" que o avançado viveu num palco que já foi seu, aquando da passagem pelo Sporting, com “uma oportunidade de ouro” desperdiçada e um “golo anulado” por posição irregular.
A estação televisiva Sky Sports, por seu lado, enumerou os seis únicos momentos de destaque do astro português. Mais concretamente, um pontapé-livre "direito à barreira", aos 36 minutos, um remate "em volley" que saiu ao lado, aos 37, a "defesa confortável" que permitiu a Danny Ward, aos 40, o falhanço, aos 49, o golo anulado, aos 59 e, por fim, a saída, aos 67.
O canal francês RMC Sport também mencionou "uma noite dececionante" do capitão da equipa das quinas, que "jogou durante mais de uma hora, em Lisboa, ao cabo da qual desperdiçou uma oportunidade de ouro e, depois, marcou um golo que foi, no final, anulado, por fora de jogo".
O portal gaulês FootMercato vai mais longe, e adjetiva a exibição de Cristiano Ronaldo de "naufrágio", que desfrutou de "um grande número de ocasiões" que não foi capaz de concretizar", depois de, na véspera, "não ter hesitado em criticar a imprensa portuguesa" - pela forma como utilizam o seu nome.
Apesar da crítica internacional, Jorge Jesus garantiu que a substituição foi meramente tática e que não esteve relacionada com a prestação de CR7 dentro das quatro linhas. "Tirei o Ronaldo quando faltavam 25 minutos porque achei que era importante ter um jogador fresco e pressionante a defender, que não deixasse que os centrais adversários construíssem com facilidade, e sabia que o Gonçalo faria isso, mesmo que perdesse alguma técnica em relação ao Cris. O Cris podia ficar mais cinco ou dez minutos", esclareceu.
Numa retrospetiva realizada por um jornal espanhol pela carreira do ex internacional português, relação com atacante do Al Nassr não passou despercebida
24 Set 2026 | 12:55 |
O jornal espanhol Sport publica um artigo dedicado a Ricardo Quaresma. Entre testemunhos a propósito da contratação do português pelo Barcelona, no verão de 2003, por uma verba de 6 milhões, o intuito foi perceber o motivo para não ter corrido como esperado para nenhuma das partes.
Em Barcelona, Quaresma esteve às ordens de Frank Rijkaard e foi opção em apenas 28 partidas, tendo marcado em apenas uma ocasião. Um ano depois, regressou a Portugal para jogar pelo Porto, no âmbito das negociações por Deco.
Um dos entrevistados foi Toñito, com quem partilhou balneário, no Estádio José Alvalade, e que não esquece a parceria que formou com Cristiano Ronaldo - que continua nos convocados da seleção nacional: "Os dois recebiam muitos raspanetes e queixas dos veteranos, devido às barbaridades que faziam, no um contra um".
"É vantajoso dizer, hoje em dia, que já sabia que iriam conseguir o que conseguiram, mas era óbvio que seriam profissionais. A diferença entre um e outro era a capacidade mental. O Cristiano tinha uma mentalidade diferente, e o Quaresma uma qualidade técnica infinita. No final, os dois demonstraram que deixaram marca, e o Cristiano continua a deixar", acrescentou.
Já Jaume Langa, na altura, fisioterapeuta do "No Sporting, havia muitas queixas de Cristiano Ronaldo e Quaresma", levou as explicações sobre Ricardo Quaresma para outro plano: "Era um tipo de jogador com um físico ao estilo do de Cristiano, um extremo muito explosivo, com uma mudança de ritmo que deixava o lateral sentado. Se começava a jogada, quase sempre a concluía ele próprio".
Em Camp Nou, o antigo internacional português travou amizade com Óscar López, que explica a união entre ambos: "Sentaram-nos próximos, no balneário, e tivemos uma ligação. Nas concentrações, passávamos muito tempo juntos". Destacou também a “fome” do português: “Ele chegou com muita vontade de triunfar, mas calhou-lhe uma temporada dura e cheia de dificuldades”
Finalmente, Rafa Cabeleira, colunista do El País que acompanhou com particular atenção o ocaso de Ricardo Quaresma, lembrou: "Para mim, é um jogador absolutamente fetiche, por várias razões. A primeira, porque é português, que, para mim, é uma variedade de galego, mas com o orgulho de pertença muito exacerbado. A segunda, devido à sua forma de entender o jogo. Parece-me totalmente subversiva, totalmente excessiva e carente de sentido. O que nos leva à terceira. Eu penso que é um daqueles futebolistas que se dedicam a fazer coisas que, na realidade, não servem para nada, a não ser para se divertir", refletiu.
Questionado sobre críticas de quem considera que transferência teve apenas dinheiro como motivação, jogador não procurou esconder essa componente
23 Set 2026 | 13:20 |
Tijjani Reijnders não esconde que a componente financeira teve um peso decisivo na mudança para o Al Qadisiyah. Aos 28 anos, o internacional neerlandês deixou Inglaterra para abraçar um novo desafio na liga de Cristiano Ronaldo (que prepara uma nova campanha por Portugal), numa decisão que, segundo o próprio, lhe permitirá garantir a estabilidade financeira da família para o futuro.
O atleta explicou que existiram outras possibilidades para deixar o Manchester City, mas nenhuma acabou por se concretizar. O Al Qadisiyah foi o clube que avançou e aceitou pagar o montante exigido pelos ingleses, num negócio avaliado em cerca de 60 milhões de euros.
Questionado sobre as críticas de quem considera que a transferência teve apenas o dinheiro como motivação, Reijnders não procurou esconder essa componente: "Não dá para negar isso", reconheceu o jogador, em entrevista à estação televisiva "NOS", dos Países Baixos.
O contrato assinado pelo neerlandês terá a duração de cinco anos e poderá representar um encaixe de aproximadamente 100 milhões de euros para o jogador. A segurança financeira proporcionada pelo acordo acabou, assim, por assumir um papel central na escolha.
T. Reijnders: "Depois de a minha carreira no futebol terminar, não quero voltar a trabalhar"
"Depois de a minha carreira no futebol terminar, não quero voltar a trabalhar", afirmou Reijnders. O internacional neerlandês acrescentou ainda: "Escolhi a segurança. Não vou mentir sobre isso: se os meus netos puderem viver disto, porque é que não o faria?".
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