Receba, em primeira mão, as principais notícias do Leonino no seu WhatsApp!
Clube
10 Out 2024 | 11:14 |
O Directivo Ultras XXI (DUXXI), claque de apoio ao Sporting, apresentou esta quarta-feira, dia 9 de outubro, várias propostas na Assembleia da República, destacando a necessidade de uma "urgente revisão" da legislação sobre segurança e combate ao racismo, xenofobia e intolerância nos espetáculos desportivos. A comitiva do grupo afeto aos leões, composta pelo presidente, vice-presidente e presidente da mesa da assembleia geral, foi ouvida pela Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, defendendo mudanças na Lei n.º 39/2009, alterada recentemente pela Lei n.º 40/2023.
João Marques, presidente da mesa da Assembleia Geral da claque, criticou a "discriminação negativa" que os adeptos enfrentam devido ao "excessivo aumento da carga repressiva". Embora tenha elogiado a revogação do Cartão do Adepto, João Marques afirmou que as Zonas com Condições Especiais de Acesso e Permanência (ZCEAP) "não fazem sentido", sublinhando que, com exceção do Estádio do Dragão, essas zonas permanecem vazias e causam tensões entre os grupos de adeptos. Defendeu o retorno a uma situação em que os adeptos possam circular livremente e levar materiais de apoio aos estádios, desde que respeitem as regras contra o racismo, violência e intolerância.
Outro ponto abordado foi a necessidade de uma regulamentação clara sobre o policiamento em eventos desportivos. A claque de apoio ao Sporting pediu mais transparência na atuação das forças de segurança, criticando intervenções "injustificadas e desproporcionadas", como as observadas recentemente no Estádio do Jamor e na Vila das Aves. O DUXXI denunciou a presença de agentes sem identificação, o que, segundo os mesmos, viola os direitos dos adeptos e contribui para uma sensação de repressão nos estádios.
A claque também defendeu que os Grupos Organizados de Adeptos (GOA) não sejam considerados ilegais na ausência de um protocolo com os clubes. O DUXXI destacou o caso da sua própria associação, que, após um litígio com o Sporting, foi colocada em situação de ilegalidade e tratada como "um grupo de criminosos".
Entre outras propostas, o DUXXI pediu a implementação do "safe standing" (áreas para espectadores assistirem de pé) nos estádios maiores, a permissão para o consumo de bebidas alcoólicas de baixo teor dentro dos recintos desportivos, como já ocorre em países como a Holanda, Alemanha e Inglaterra, e a legalização controlada da pirotecnia em colaboração com as forças de segurança e os clubes, algo que já vem sendo testado na Alemanha, França e Suécia. As propostas foram discutidas pelos grupos parlamentares do PSD, PS, Chega, Iniciativa Liberal e Bloco de Esquerda.
Apesar das críticas, Bernardo Topa garante que continuará a apoiar leões e deixou um apelo à Direção liderada por Frederico Varandas
30 Jul 2026 | 12:51 |
Bernardo Topa, adepto do Sporting que perdeu a visão de um olho durante os festejos do bicampeonato em 2025, voltou a pronunciar-se publicamente sobre o caso e deixou críticas à forma como o Clube lidou com a situação, considerando que o apoio prometido pelos responsáveis leoninos acabou por não se concretizar.
Numa mensagem publicada nas redes sociais, recordou o momento em que foi atingido e revelou que a situação teve um forte impacto na sua vida pessoal e profissional. O adepto afirmou que, naquela noite, saiu de casa apenas para festejar a conquista do Sporting, mas acabou por ficar marcado por um episódio traumático, após ter sido atingido por um disparo da Polícia de Intervenção.
O Sportinguista lembrou ainda que recebeu a visita de Frederico Varandas e do diretor de comunicação Gonçalo Vilela Santos no hospital, onde terá sido transmitida a ideia de que o Clube iria acompanhar o processo. Contudo, mais de um ano depois, Bernardo Topa afirma sentir que esse apoio não passou de ações pontuais, como a oferta de artigos da loja oficial e um convite para a tribuna, considerando que ficou aquém do que esperava.
"Não tive qualquer tipo de apoio ou acompanhamento da situação que acreditei ter", escreveu o adepto, que garante ter suportado sozinho várias despesas relacionadas com consultas, cirurgias, reconstrução estética e próteses. Bernardo Topa diz sentir-se "esquecido" pelo Clube e defende que todos os sócios devem ser tratados da mesma forma, independentemente da sua posição ou visibilidade.
Apesar das críticas, o adepto garante que continuará a apoiar o Sporting e deixou um apelo à direção liderada por Frederico Varandas para que situações semelhantes sejam acompanhadas de outra forma no futuro. O processo relacionado com o incidente, segundo o próprio, continua em fase de inquérito.
Veja a publicação:
Pedro Almeida Cabral, Presidente da Mesa da Assembleia Geral, fez um balanço da reunião e destacou o envolvimento dos Sócios
26 Jul 2026 | 10:25 |
A Assembleia Geral do Sporting terminou com a aprovação dos quatro pontos levados a votação pelos associados. No final da sessão, Pedro Almeida Cabral, Presidente da Mesa da Assembleia Geral, fez um balanço da reunião e destacou o envolvimento dos Sócios.
"Foi um dia de Sporting cheio de participação e de espírito Leonino que culminou, já fora da AG, com a vitória do Sporting no seu jogo de apresentação. Além de a AG ter enchido de orgulho os Sócios, que assim participaram na vida do Clube, tivemos também a coincidência de termos alcançado a vitória no Troféu Cinco Violinos".
Ao todo, participaram na votação 2.408 sócios, correspondentes a 14.208 votos, sendo que o orçamento de rendimentos, gastos e investimentos para o exercício de 2026/27 foi aprovado com 2.118 votos a favor, 265 contra e 25 votos brancos ou nulos.
As contas consolidadas relativas ao exercício económico de 2024/25 também receberam luz verde, ao recolherem 2.219 votos favoráveis, 157 contra e 32 votos brancos ou nulos. Na mesma sessão, os sócios aprovaram ainda a aquisição do espaço correspondente ao Holmes Place Alvalade, no Estádio José Alvalade, por 8,7 milhões de euros, com 2.270 votos a favor, 125 contra e 13 votos brancos ou nulos.
O quarto e último ponto da ordem de trabalhos incidiu sobre a criação de uma nova categoria de sócio, definindo os respetivos direitos e deveres. A proposta foi aprovada com 1.591 votos favoráveis, 778 contra e 39 votos brancos ou nulos, encerrando uma AG em que todas as medidas apresentadas obtiveram aprovação.
Pedro Almeida Cabral considerou que a votação demonstra a confiança dos associados na atual liderança do Clube: "Não nos compete a nós fazer ponderações políticas sobre o estado do Clube e sobre o grau de adesão dos Sócios às propostas. Ainda assim, posso dizer que me parece evidente que estes resultados demonstram uma confiança acentuada no mandato desta Direção. Demonstra que o Clube está unido", afirmou. Antes da reunião magna, Frederico Varandas falou do mercado.
Depois de longas negociações e vários avanços e recuos, leões estão prestes a oficializar uma decisão que promete marcar arranque da nova época
25 Jul 2026 | 15:17 |
O Sporting está prestes a oficializar uma das decisões mais aguardadas pelos adeptos nos últimos anos. Após um longo processo de negociações, marcado por avanços, recuos e várias reuniões entre a Direção liderada por Frederico Varandas e os representantes dos Grupos Organizados de Adeptos, os leões vão voltar a contar com um protocolo conjunto com as quatro claques do Clube.
O entendimento permitirá o regresso da histórica Curva Sul ao Estádio José Alvalade, uma mudança muito desejada por muitos sportinguistas. O acordo deverá ser anunciado antes do jogo de apresentação frente ao Mónaco e prevê a assinatura de um protocolo com Juventude Leonina, Directivo Ultras XXI, Torcida Verde e Brigada Ultras Sporting, algo inédito desde a chegada da atual Direção.
Além do regresso da Curva Sul, o Sporting será também o primeiro clube em Portugal a implementar o modelo de safe standing no estádio. Em condições normais, as claques ficarão concentradas entre os setores A12 e A16, embora o Directivo Ultras XXI opte por manter uma parte dos seus elementos na Superior Norte.
O novo protocolo surge quase sete anos depois da rutura entre a Direção e as claques, ocorrida em 2019, na sequência dos acontecimentos que se seguiram ao caso de Alcochete e aos protestos dirigidos a Frederico Varandas. Desde então, a relação entre ambas as partes atravessou momentos de grande tensão, com manifestações, comunicados e várias tentativas falhadas de entendimento.
Nos últimos meses, porém, o diálogo intensificou-se e permitiu desbloquear vários dos principais pontos de discórdia, incluindo a situação das conhecidas "casinhas" das claques. Com o acordo praticamente fechado, o Sporting acredita que abre uma nova fase na relação com os adeptos organizados, reforçando o ambiente em Alvalade para a temporada 2026/27.
Sporting prepara choque entre os grandes: Quotas podem ficar acima de Benfica e Porto
17 Jul 2026 | 16:52