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08 Jan 2026 | 16:13
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28 Abr 2023 | 17:28 |
Fernando Nélson, antigo defesa do Sporting, reconhece "qualidade para jogar ao mais alto nível" a Rúben Vinagre, mas coloca a decisão nas mãos de Rúben Amorim.
Em declarações a jornal Record, o ex-leão não acredita que a solução para o regresso do jogador após empréstimo ao Everton passe por colocar o jogador na equipa B e diz que os verdes e brancos têm de arranjar uma solução que permita ao jogador ser utilizado com frequência.
"Não teve muitas oportunidades. Sempre que jogou mostrou ter qualidade e capacidade para jogar ao mais alto nível, embora não o tenha feito de forma consistente e regular. Amorim entendeu que seria melhor rodar numa liga extremamente competitiva como a inglesa. Agora depende da avaliação que podem fazer dele e do que pretendem, não só para ele mas para a equipa", afirma, descartando uma eventual ida à equipa B dos leões.
"Benéfico descer à equipa B? No caso de Vinagre não. Penso que a ter que sair, o Sporting tem de arranjar, com a vontade dele também, um clube que lhe permita jogar com frequência primeiro do que tudo. Obviamente que não é garantido, mas onde tenha mais probabilidade de jogar num clube competitivo", frisa.
Contratado ao Wolverhampton em 2021/22, o defesa chegou a Alvalade com a promessa de fazer esquecer Nuno Mendes. Porém, nunca se chegou a afirmar de verde e branco.
Recorde-se que o Sporting pagou 10 milhões de euros ao Wolves, por 50% do passe do jogador, sendo o quinto jogador mais caro da história. Depois de uma época menos conseguida, Vinagre foi cedido ao emblema inglês, mas soma, apenas quatro partidas e 204 minutos – o equivalente a 51 minutos por encontro.
Fernando Nélson foi jogador do Clube de Alvalade entre 1991 e 1996. No total, realizou 153 jogos e marcou dois golos. Venceu uma Taça de Portugal (1994/95) e uma Supertaça (1995).
No início da temporada, Rúben Vinagre prometia vingar no emblema inglês depois de ter feito uma assistência no primeiro particular disputado ao serviço do Everton.
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08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
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Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
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A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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