Futebol
Rui Borges comenta nova lesão de jogador do Sporting: "Pode ter alguma gravidade"
06 Jan 2026 | 23:17
Receba, em primeira mão, as principais notícias do Leonino no seu WhatsApp!
Futebol
17 Jan 2020 | 12:45 |
Romeu Fernando Fernandes Silva representou o Sporting CP mais de meia centena de vezes. Romeu, como é conhecido no mundo do futebol, viveu o eterno dérbi da cidade de Lisboa dos dois lados. Em declarações exclusivas ao Leonino, a antiga glória verde e branca explicou-nos o que tem de tão especial um jogo como este. “O dérbi é um jogo diferente. O que se passou antes conta pouco. O momento e a dinâmica, apesar de ajudarem, ficam um pouco à parte. É um jogo que todos querem jogar”, começou por dizer o antigo internacional português. Na segunda temporada de leão ao peito, em 1984/1985, chegou mesmo a marcar aos encarnados. Corria o dia 26 de maio de 1985, quando, em jogo a contar para a 29.ª jornada do Campeonato Nacional, no antigo Estádio da Luz, o antigo médio verde e branco fez o gosto ao pé. Questionado sobre o que sente um jogador quando marca num dérbi, Romeu confessou que “é, obviamente, especial. O golo é um momento inexplicável e reflete o trabalho de toda a equipa. Naturalmente, marcar a um rival tem um gosto bastante especial”. O Sporting CP haveria de perder esse encontro, por 3-1. Em 1985-1986, naquela que seria a última temporada de leão ao peito, Romeu esteve também presente na derrota, por 5-0, para a Taça de Portugal. “Foi um jogo difícil. Anularam-nos um golo quando o resultado ainda estava 0-0”, começou por dizer. Perguntado sobre como se recupera a equipa após um desaire dessa dimensão, afirmou que “posso falar apenas da minha altura. Não há outra forma de o fazer se não levantar a cabeça e trabalhar para que, de uma próxima vez, as coisas possam correr de forma diferentes. Nesse ano, foi isso mesmo que aconteceu. Cerca de um mês depois, para o campeonato, fomos ganhar à Luz, por 2-1, e impedimos o SL Benfica de ser campeão”. Sobre quais as diferenças daquele tempo para os dias de hoje, confessou que “é diferente. Na minha altura, eramos muitos portugueses. Hoje, os plantéis dos três grandes, e não só, são constituídos por muitos estrangeiros. O papel das equipas técnicas ganha especial importância. Acredito que ter alguém na equipa técnica que tenha vivido essa época e passe para os jogadores a importância que este tipo de jogos têm pode fazer a diferença”. Relativamente ao jogo em si, Romeu afirmou que “atualmente, o SL Benfica está melhor. Apresenta uma dinâmica muito forte. No entanto, como disse anteriormente, neste tipo de jogos isso conta pouco”. A antiga glória verde e branca destacou também o papel que os adeptos podem desempenhar: “A jogar em casa, com o apoio dos adeptos, o Sporting CP pode ganhar. A equipa tem vindo a melhorar”. Por fim, Romeu mostrou-se muito crítico para com o atual panorama do futebol português: “Temos os melhores executantes do mundo, os melhores treinadores… Mas, a nível das instituições, continuamos a ser amadores”. Sobre o sistema de vídeo arbitragem, afirmou que “a ideia, em si, é positiva, mas não estamos a saber utilizá-la (…) qual o sentido de colocar antigo árbitros a exercer esta função? Se eram maus em campo, não vão ser bons fora dele. Não tem qualquer sentido”, Romeu Fernando Fernandes Silva chegou ao Sporting CP na temporada de 1983/1984. Representou o Clube de Alvalade por 55 vezes, tendo marcado cinco golos.
Fotografias de antigas glórias
Verdes e brancos vão permitir a saída de um dos portugueses do plantel principal e o seu próximo destino parece já estar definido
07 Jan 2026 | 03:00 |
Henrique Magalhães pode vir a deixar o Sporting no final da temporada 2025/26 e já tem destino praticamente definido, sabe o Leonino. Apesar de ter estendido a sua ligação com o Clube de Alvalade em outubro deste ano, a estrutura pretende continuar a renovar o plantel de hóquei em patins e o jogador deverá prosseguir a sua carreira na Oliveirense.
A verdade é que, segundo fonte próxima do processo contou ao nosso Jornal, o internacional português, de 34 anos, esteve até para se despedir do Sporting no final da época transata, mas as saídas de pesos pesados - como Ângelo Girão, Matías Platero, João Souto e Toni Pérez -, fizeram com que os verdes e brancos aguardassem, para que a formação dos leões não perdesse todas as suas referências e jogadores com mais experiência.
Apesar de continuar a ser opção regular para Edo Bosch, os leões acreditam que o trajeto de Henrique Magalhães em Alvalade está no fim e até tem o seu substituto definido. Assim sendo, o jogador poderá regressar a uma casa que bem conhece - aliás, esteve duas temporadas na Oliveirense antes de assinar com o Sporting pela segunda vez.
Na última temporada, o hoquista português realizou 45 partidas oficiais, onde registou um total de nove golos. No Sporting desde 2021/22, Henrique Magalhães já conquistou mais de uma dezena de títulos, entre os quais duas Ligas dos Campeões, um Campeonato Nacional e um Mundial de Clubes.
O Clube de Alvalade volta a entrar em campo na próxima quinta-feira, dia 8 de janeiro, novamente frente ao Benfica. O encontro diante da turma liderada por Edu Castro, a contar para a quarta jornada da Liga dos Campeões, jogar-se-á às 16h00, no Pavilhão João Rocha.
Treinador do Clube de Alvalade analisou derrota com o Vitória de Guimarães (2-1) e consequente eliminação da Taça da Liga
07 Jan 2026 | 00:00 |
Rui Borges analisou a derrota com o Vitória de Guimarães (2-1) e consequente eliminação da Taça da Liga. O treinador lamentou a eliminação do emblema verde e branco, mas acredita que o Clube de Alvalade ainda vai ser muito feliz até ao final da presente temporada desportiva.
R. Borges: "Ainda falta muito, há muitos pontos em disputa, e temos de fazer uma segunda volta ainda melhor do que a primeira"
"Vamos tentar lutar por tudo aquilo que ainda podemos, a Taça de Portugal e o campeonato. Ainda falta muito, há muitos pontos em disputa, e temos de fazer uma segunda volta ainda melhor do que a primeira. Quem vai à frente está a fazer um campeonato fora do normal. Estamos focados e concentrados naquilo que queremos. Queremos muito disputar a final da Taça de Portugal, tal como queríamos disputar esta, mas temos de dar o mérito ao adversário, que acreditou sempre".
O treinador justificou a derrota: "Nós fomos perdendo alguns ressaltos, algumas bolas, é notório que em termos coletivos não temos tanta energia e, aqui e ali, não fomos tão competentes em alguns lances. É natural que os adeptos não estejam contentes, porque este Clube quer estar sempre na disputa dos títulos e hoje não conseguimos. A tristeza é deles e é nossa".
R. Borges: "Temos apenas de perceber como controlar melhor a fase final dos jogos, mesmo com este cansaço acumulado"
Rui Borges nega que tenha faltado atitude aos seus pupilos: "Não, não, nada disso. Podíamos ter feito o 2-0 e não fizemos, tal como com o Gil Vicente. Temos apenas de perceber como controlar melhor a fase final dos jogos, mesmo com este cansaço acumulado".
Relativamente às alterações tácticas, após lesão de Fotis Ioannidis, o técnico explicou: "A capacidade individual de cada um é diferente. Metemos o Francisco Trincão para dentro, um pé esquerdo, e metemos um pé direito a jogar largura, o que não é o nosso hábito, mas o Alisson dá-nos o um para um no corredor. Faltou-nos talvez o ataque à profundidade que o Fotis nos dá, porque o Trincão é um jogador de apoio, mas em termos tácticos nada mudou, apenas aquilo que cada um dá à equipa".
Técnico mostrou-se desiludido com o desaire e confirmou lesões de futebolista do emblema verde e branco para duelo diante do Casa Pia
06 Jan 2026 | 23:45 |
Depois do afastamento nas meias-finais da Taça da Liga, Rui Borges esteve presente na sala de conferências do Estádio Dr. Magalhães Pessoa para fazer a análise à partida frente ao Vitória de Guimarães (derrota por 2-1). O técnico mostrou-se desiludido com o desaire e confirmou as lesões de Eduardo Quaresma e Fotis Ioannidis para o próximo jogo do Sporting.
R. Borges: "Por mais otimistas que sejamos, custa ver tanta gente de fora, lesionada"
"É difícil. É algo que parece de estudo. Hoje pela primeira vez sinto e acredito que a equipa sinta também: por mais otimistas que sejamos, custa ver tanta gente de fora, lesionada. Não serve de desculpa, atenção, num jogo onde podíamos ter feito o 2-0, mas o adversário acaba a acreditar no tempo de compensação e é feliz. Apenas isso", começou por dizer.
O técnico acredita que a equipa vai reagir: "A pressão é diária no Sporting, independentemente de conseguirmos ou não os objetivos e resultados. A pressão é a de ser melhor e ganhar. Mais do que os resultados, acredito que tudo aquilo que tem acontecido mexa com os jogadores. Nós, como equipa técnica, temos de encontrar forma de os levantar. Temos de seguir e focar naquilo que falta jogar na época: falta a segunda volta inteira e temos de fazer melhor do que na primeira, porque só assim podemos alcançar os nossos objetivos".
R. Borges: "A minha maior tristeza é sair daqui hoje sem dois jogadores para o próximo jogo"
Rui Borges recusa refugiar-se nas lesões para justificar a eliminação: "Não são as lesões musculares que têm afastado os jogadores. Por mais que seja otimista e não me agarre a isso, a minha maior tristeza é sair daqui hoje sem dois jogadores para o próximo jogo. Chega a um ponto em que é impossível não o sentirmos. Mas não temos assim tantas lesões musculares quanto isso. São sobretudo traumáticas, coisas que acontecem e temos de seguir caminho".
O treinador confessou algum desgaste nos jogadores e aborda ida ao mercado: "Há cansaço acumulado, sente-se isso e hoje notou-se na energia coletiva. Tanta lesão devia ser um caso de estudo. É inacreditável, não sei o que mais nos pode acontecer. Novos jogadores? O Sporting vive da formação e se tivermos de nos agarrar a eles, vamos fazê-lo. Não podemos ir 'assim' ao mercado, senão daqui a dois meses temos quarenta jogadores para treinar. Temos de ser cautelosos e avaliar se há alguma necessidade específica, mas à formação vamos agarrar-nos sempre", apontou.