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Futebol
15 Jan 2026 | 10:58 |
O mercado de inverno do Sporting não está desenhado como uma revolução, mas também não está fechado a sete chaves. A estratégia passa por prudência e equilíbrio: estavam duas contratações planeadas - uma já concretizada, outra muito próxima de o ser - porém, existem condições para que o plantel ainda possa receber mais reforços, caso se confirmem saídas nas próximas semanas.
Luís Guilherme já é realidade em Alvalade. O extremo brasileiro de 19 anos chegou do West Ham por 14 milhões de euros, mais bónus que podem elevar o negócio aos 17 M€, e encaixa numa lógica de investimento de médio/longo prazo. A segunda peça ofensiva está igualmente identificada: Souleymane Faye, extremo senegalês de 22 anos do Granada, cuja transferência continua bem encaminhada, apesar dos atrasos burocráticos associados ao facto de o clube espanhol pertencer a um grupo chinês. Com estas duas operações, o plano inicial do mercado fica cumprido.
Ainda assim, as portas não estão fechadas. Em Alvalade existe abertura para negociar eventuais saídas, sobretudo de jogadores em fim de contrato, como Matheus Reis e Hidemasa Morita. Esta janela representa a última oportunidade para realizar um encaixe financeiro com ambos e, se tal cenário se concretizar, o Sporting não deixará lacunas por preencher: uma saída do brasileiro obrigaria à entrada de um central canhoto, enquanto a do japonês implicaria o reforço do meio-campo.
Também Alisson Santos poderá deixar o clube, embora num contexto diferente - por empréstimo, com o objetivo de ganhar minutos e maturidade competitiva. No que diz respeito às alas, essa frente ficará salvaguardada com as entradas de Luís Guilherme e Faye.
Em síntese, o mercado do Sporting vive num equilíbrio delicado: não há uma política de portas abertas, mas há margem de manobra. Se alguém sair, outro alguém entrará. Rui Borges poderá, assim, acabar este mercado com mais do que os dois reforços inicialmente previstos - não por excesso, mas por necessidade estratégica.
Antigo jogador e treinador dos verdes e brancos abordou o momento da equipa orientada por Rui Borges, deixando uma análise especial ao futebolista
15 Jan 2026 | 10:33 |
Rui Borges será obrigado a fazer alterações no meio-campo do Sporting frente ao Casa Pia, mas também na partida diante do PSG, uma vez que Morten Hjulmand irá cumprir castigo em ambas as partidas. Hidemasa Morita deverá ser o escolhido para fazer dupla com João Simões, algo que foi comentado por Litos.
O antigo médio e treinador do Sporting analisou o momento atual do meio-campo leonino. O ex-internacional português fez uma leitura global das opções à disposição de Rui Borges, entre jogadores experientes e soluções mais jovens, em declarações ao jornal A Bola.
"Sabemos que Morita está em final de contrato, não deve renovar, mas continua a ser jogador que nos entusiasma. É fantástico, mas a condição física tem atrasado um bocadinho a sua utilização, e isso tem colocado o jogador em dúvida por parte de muita gente. Mas tem classe, polivalência, entrega e disciplina, qualquer treinador gostava de tê-lo", começou por dizer Litos.
O ex-jogador dos leões destacou ainda o momento positivo de João Simões e a profundidade do plantel, sublinhando que o Sporting tem alternativas válidas, incluindo soluções da formação: "João Simões está num bom momento, depois há outras soluções, até nos jovens, que já deram mostras de estar à altura quando chamados pelo treinador. Kochorashvili é opção válida, apesar de algum atraso na adaptação, mas será sempre um jogador que faz parte dos planos, até porque tem características um pouco diferentes dos outros, capacidade e precisão de passo longo e variação do jogo com muita facilidade".
Esta temporada, com a camisola do Sporting, Hidemasa Morita - avaliado em 11 milhões de euros - soma 24 partidas. Neste arranque de época, o médio internacional japonês disputou um total de 1.048 minutos, nos quais assistiu os companheiros por duas ocasiões.
Treinador dos leões vê-se novamente obrigado a tomar decisões e, desta vez, uma das maiores está relacionada com o internacional dinamarquês
15 Jan 2026 | 10:15 |
A preparação do Sporting para a receção ao Casa Pia, da 18.ª jornada da Liga, obriga Rui Borges a mais um exercício de adaptação. Além da persistente vaga de lesões — que já levou à utilização de uma 15.ª linha defensiva esta época — o treinador não poderá contar com Morten Hjulmand, suspenso, abrindo uma vaga sensível no meio-campo leonino.
É aqui que Hidemasa Morita surge como a principal solução para render o capitão. O internacional japonês perfila-se para formar dupla com João Simões, numa opção que, à partida, recolhe a confiança do técnico, assumidamente admirador das qualidades do camisola 5, ainda antes de assumir o comando dos leões. A inteligência tática, a capacidade de leitura do jogo e o critério na circulação fazem de Morita o substituto mais natural.
Há, no entanto, uma condicionante: o momento físico. O médio de 30 anos tem estado abaixo do rendimento habitual, fruto de problemas musculares recorrentes que lhe têm retirado regularidade. Ainda assim, mesmo longe do pico ideal, continua a ser visto internamente como um jogador capaz de garantir equilíbrio e qualidade na saída de bola, num setor privado do seu principal pilar.
Outras alternativas existem — Giorgi Kochorashvili ou até Daniel Bragança —, mas todas levantam mais dúvidas do que certezas, seja por falta de entrosamento, ritmo competitivo ou perfil para a posição 6. Nesse contexto, Morita ganha vantagem clara na hierarquia.
A ausência de Morten Hjulmand é pesada — o dinamarquês é totalista do plantel, com 2342 minutos em 26 jogos —, mas abre uma janela para que Morita volte a assumir protagonismo num meio-campo onde já foi peça-chave. Para Rui Borges, trata-se menos de uma aposta de risco e mais de um teste à capacidade de resposta de um jogador que continua a merecer enorme respeito em Alvalade.
Antigo avançado do Sporting esteve em destaque numa noite intensa em Stamford Bridge, ajudando os gunneres a ganhar vantagem na eliminatória da Taça
15 Jan 2026 | 10:15 |
O Arsenal deu um passo importante rumo à final da Taça da Liga inglesa ao vencer o Chelsea, na última quarta-feira, por 3-2, na primeira mão das meias-finais, num dérbi londrino marcado por reviravoltas e pelo golo marcado por Viktor Gyokeres, ex-jogador do Sporting.
A equipa orientada por Mikel Arteta entrou melhor e inaugurou o marcador logo aos sete minutos, por intermédio de Ben White, colocando pressão sobre os ‘blues’ desde cedo. Apesar do domínio inicial dos visitantes, o Chelsea respondeu na segunda parte, beneficiando de uma boa exibição coletiva e da influência de Pedro Neto no flanco.
Ainda assim, foi Gyokeres quem voltou a fazer a diferença, apesar das críticas que sofreu no jogo anterior frente ao Liverpool. O internacional sueco, que brilhou com a camisola do Sporting antes de rumar a Inglaterra, quebrou um jejum de golos ao apontar o segundo tento do Arsenal, aos 49 minutos, num momento que voltou a colocá-lo no centro das atenções.
O Chelsea não baixou os braços e Alejandro Garnacho assinou dois golos, aos 57 e 83 minutos, mantendo a eliminatória em aberto. Pelo meio, Zubimendi fez o terceiro dos ‘gunners’, aos 71, novamente com Gyokeres envolvido na jogada, confirmando a influência do antigo avançado leonino. Com este resultado, o Arsenal parte em vantagem para a segunda mão, agendada para 3 de fevereiro, no Emirates Stadium.
Com a camisola do Arsenal, Viktor Gyokeres – avaliado em 70 milhões de euros – realizou 25 jogos: 19 na Premier League, quatro na Liga dos Campeões e dois na EFL League Cup. Nos 1.698 minutos em que esteve em campo, o avançado marcou oito golos e fez ontem a sua primeira assistência.