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Claque do Sporting recusa assinar acordo e deixa forte recado a Varandas
10 Jul 2026 | 10:59
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09 Dez 2019 | 17:00 |
O movimento “Dar Futuro ao Sporting”, que pretende a convocação de uma Assembleia Geral (AG) para destituir os atuais órgãos diretivos, terminou, no dia de ontem (8 de dezembro), a recolha de assinaturas para o efeito. No manifesto tornado público pelo movimento em causa, pode ler-se que “depois de um período de profunda crise no Clube em que os sócios e simpatizantes se uniram em torno do clube, para o superar, com resultado, com umas eleições super concorridas, e sendo oferecidas todas as condições a este Conselho Diretivo para trabalhar em prol do Sporting Clube de Portugal, esta direção não conseguiu dar conta do recado (…) desrespeitou todos os seus chavões, agindo de forma incoerente, se tivermos em conta as suas promessas eleitorais, e o discurso do seu maior representante, o Presidente Dr. Frederico Varandas”. No mesmo documento, enumeram aquelas que consideram ser as grandes falhas deste conselho diretivo nas mais variadas áreas, desde o futebol, às modalidades passando por questões financeiras ou até o não cumprimento de promessas eleitorais. Numa publicação feita no Facebook no dia 21 de outubro, realçam que “o movimento dar futuro ao Sporting, não serve de apoio a qualquer lista, ou possível candidato em caso de eleições num futuro próximo”. Recorde-se que para a convocação de uma AG destitutiva é necessário que as assinaturas recolhidas contabilizem um total mínimo de 1.000 votos. Para além desta condição, é ainda necessário que seja realizado um depósito na tesouraria do Clube, de forma a cobrir as despesas de uma eventual AG. Em entrevista à Sporting TV, no dia 13 de novembro, o Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Rogério Alves referiu isso mesmo: “Há condições de ordem formal e de ordem substancial, as condições de ordem formal já as fui referindo, um requerimento que seja assinado por um conjunto de sócios que represente pelos menos 1000 votos, a primeira condição. O depósito na tesouraria do clube das despesas necessárias à realização da AG, segunda condição, e depois uma condição mais de fundo que tem a ver com a evocação da justa causa que também têm de ser apreciadas pela MAG”, disse. O movimento “Dar Futuro ao Sporting” já tornou público que foi contactado por Rogério Alves de forma a entregar às respetivas assinaturas. O encontro terá lugar no próximo dia 7 de janeiro.
Fotografia do Movimento "Dar Futuro ao Sporting CP"
Proposta já motivou algumas reações negativas nas redes sociais, sobretudo pela diferença em relação aos principais rivais nacionais
17 Jul 2026 | 16:52 |
O Sporting apresentou a proposta de orçamento para a temporada 2026/27, documento que será levado a votação numa Assembleia Geral marcada para 25 de julho. Entre os vários pontos em análise pelos sócios surge a possibilidade de atualização dos valores das quotas mensais, uma medida que tem gerado discussão.
A principal alteração diz respeito à categoria A, destinada aos sócios adultos, que poderá passar dos atuais 13 euros para 14 euros por mês. Caso seja aprovada, esta quota ficará acima dos valores praticados por Benfica e Porto, sendo que também as restantes categorias de associados, como a B, C e D, poderão sofrer aumentos.
A proposta já motivou algumas reações negativas nas redes sociais, sobretudo pela diferença em relação aos principais rivais. A contestação surge numa altura em que o Sporting atingiu um novo máximo histórico de sócios pagantes, ultrapassando os 125 mil associados.
Segundo a Direção, liderada por Frederico Varandas (que viu a Justiça dar-lhe razão num processo contra o Porto), a revisão dos preços das quotas surge como resposta ao atual contexto económico, marcado pelo aumento generalizado dos custos e pela subida das taxas de juro. O Clube considera que estes ajustes são necessários para assegurar a continuidade e evolução das várias atividades e projetos em curso.
O documento apresentado contempla ainda a criação de uma nova categoria de associado, denominada “sócio base”. A modalidade terá menos direitos do que os sócios tradicionais, não permitindo votar, participar em AG's ou integrar processos eleitorais, mas possibilitando o acesso a benefícios como descontos, eventos e atividades promovidas pelo Clube.
Ambiente em torno dos leões aquece antes da nova temporada e um dossiê sensível está a provocar forte agitação no Clube de Alvalade
15 Jul 2026 | 12:24 |
O Sporting enfrenta um novo foco de tensão fora das quatro linhas. Quando parecia existir margem para aproximar a administração liderada por Frederico Varandas dos grupos organizados de adeptos, o cenário sofreu uma reviravolta e o entendimento ficou seriamente comprometido, deixando um dos projetos mais ambiciosos da SAD praticamente sem efeito.
A proposta apresentada pelo Clube para criar um novo protocolo com as claques encontrou forte resistência. Segundo as informações do jornal Record, Directivo Ultras XXI, Juventude Leonina e Torcida Verde deverão rejeitar o acordo proposto pela SAD, sendo que apenas a Brigada Ultras Sporting estará disponível para assinar o documento.
A intenção da administração passava por recuperar a histórica Curva Sul do Estádio José Alvalade, através da criação de uma Gamebox específica, do apoio financeiro às deslocações dos grupos organizados de adeptos e ainda da implementação de uma zona de safe standing, com lugares em pé protegidos.
Entre os principais motivos para a rejeição estão a obrigatoriedade da identificação através da zona ZCEAP (Cartão do Adepto) e a situação das sedes das claques. Enquanto a Brigada já recebeu ordem para abandonar o espaço que ocupava no estádio, as sedes da Juventude Leonina, Torcida Verde e Directivo continuam envolvidas em processos judiciais, sem que tenha sido encontrada uma solução considerada satisfatória pelos adeptos.
Assim, o objetivo de Frederico Varandas de reunir novamente os grupos organizados na Curva Sul fica, para já, longe de se concretizar. Salvo uma alteração inesperada nas negociações, apenas a Brigada deverá formalizar o protocolo com a administração leonina.
Equipamento mantém as tradicionais listas horizontais verdes e brancas, mas apresenta algumas novidades em relação à época passada
14 Jul 2026 | 09:50 |
O Sporting apresentou oficialmente a camisola principal para a temporada 2026/27, revelando um equipamento que presta homenagem aos 120 anos de história do Clube. O novo modelo já se encontra à venda nas plataformas oficiais, com um preço de 100 euros para o público em geral e de 90 euros para os Sócios.
Nas redes sociais, os adeptos verdes e branco aprovaram o novo kit, mas manifestaram-se quanto ao preço do mesmo: "Levem já a minha carteira de vez" e "Bom, lá se vai o subsídio de férias e de Natal" ou "É lindíssima, vou ter mesmo de comprar" são alguns dos exemplos.
A nova camisola mantém as tradicionais listas horizontais verdes e brancas, mas apresenta algumas novidades em relação à época passada. O verde surge num tom mais escuro, o equipamento estreia o novo símbolo do Sporting e inclui detalhes dourados que assinalam o 120.º aniversário. O conjunto fica completo com calções pretos e meias verdes e brancas às riscas.
O Sporting destacou o simbolismo do novo equipamento e a ligação às raízes do Clube: “Listas que carregam o peso de 120 anos de história. Listas que contam a história de quem somos. De quem as eternizou. De um caminho de vitórias e derrotas: A quem nada foi dado e tudo foi conquistado. As tuas listas. As listas que representam quem tu és. Que te representam. Um legado. Listas que não têm fim. A próxima começa agora”, escreveu o Clube na mensagem que acompanhou o lançamento.
O equipamento marca também uma nova fase na história dos leões, sendo o primeiro a exibir o recente símbolo apresentado pelos leões. A camisola será utilizada pela equipa de Rui Borges ao longo da temporada 2026/27 e assinala oficialmente o início das comemorações dos 120 anos.