NOVELA NÃO ACABA! PEDRO PROENÇA CONTINUA SEM RESPOSTAS PARA DAR AO SPORTING: "PODE SÓ ACONTECER DAQUI A..."
Confronto referente à última jornada do campeonato português, acabou adiado e sem nova data de realização
Redação Leonino
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7 de Fevereiro 2024, 13:14
Rúben Amorim, Pedro Proença, Liga, Sporting

No passado sábado, o jogo entre o Famalicão e o Sporting, referente à 20.ª jornada da Liga Portugal Betclic, foi o único adiado para data indeterminada devido à falta de elementos da PSP no estádio, causada pela súbita ausência de um grande número de efetivos por motivos médicos. Até então ainda não houve qualquer resposta por parte da Liga Portugal, liderada por Pedro Proença.

“Segundo os regulamentos, o jogo do Famalicão com o Sporting poderia realizar-se entre duas a quatro semanas, mas é completamente impossível em duas e só vai ser possível nessas quatro se o Sporting for hoje eliminado da Taça de Portugal. Por isso, a LPFP vai ter de se reajustar e penso que o fará à primeira oportunidade por uma preocupação de normalidade competitiva”, explicou o advogado José Miguel Albuquerque à agência Lusa.

De acordo com o regulamento da LPFP, “quando por causa fortuita ou de força maior, não se verifiquem as condições para que um jogo se inicie ou se conclua, este realizar-se-á ou completar-se-á no mesmo estádio, dentro das 30 horas seguintes”, salvo se “estiver em causa a segurança dos agentes desportivos ou de espetadores, devidamente comprovada pelo comandante das forças de segurança”.

“Uma sugestão possível que me passou pela cabeça era realizar o jogo à porta fechada logo na manhã seguinte, porque implicaria um dispositivo policial muito menor e talvez já fosse possível fazê-lo por essa via. Agora, a nível regulamentar, isso está previsto como sanções disciplinares aplicáveis aos clubes e não tanto como vias de saída para resolver problemas deste género”, atirouJosé Miguel Albuquerque.

“Não sendo possível dentro das duas semanas seguintes, o jogo adiado pode realizar-se nas quatro subsequentes, mediante requerimento dos clubes, desde que se reúnam dois pressupostos: não estar em causa um jogo das últimas seis jornadas, como é o caso, e a Comissão Permanente de Calendários pronunciar-se em sentido favorável”, concluiu José Miguel Albuquerque.

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