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Oficial! Guarda-redes com 87 jogos pelo Sporting anuncia final de carreira aos 31 anos
30 Out 2026 | 12:39
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26 Mai 2025 | 08:14 | Por Redação
Geovany Quenda não escondeu a felicidade de derrotar o Benfica (3-1) para vencer a Taça de Portugal - veja AQUI os golos do encontro. No momento dos festejos, o canhoto foi questionado sobre a possibilidade de Viktor Gyokeres ficar, atirando responsabilidades para Frederico Varandas, Presidente do Sporting.
"Uma semana para guardar para sempre. Tem de ser até ao árbitro apitar, no Sporting é sempre assim. O Jamor é histórico e foi um orgulho estar aqui e conseguir ajudar o Sporting com mais um troféu", começou por dizer o jovem 'camisola 57' dos leões.
Quenda terminou a época de estreia na equipa principal em grande plano e não escondeu: "Se quero mais títulos? Claro, no Sporting temos de ganhar e não vamos parar por aqui. Agradecemos aos adeptos, que estiveram aqui 120 minutos. Continuem a apoiar porque na próxima época há mais".
Por fim, o ala foi questionado sobre a permanência de Viktor Gyokeres, atirando todas as decisões para Frederico Varandas, líder máximo dos verdes e brancos: "Gyokeres? O Presidente vai fazer o trabalho dele e acho que tem de ficar aqui mais uma época".
Geovany Quenda - avaliado em 45 milhões de euros - fez 54 partidas esta temporada, nas quais foi utilizado ao longo de 3.660 minutos. O desequilibrador canhoto fez seis assistências para os companheiros de equipa e apontou três golos, nesta que foi a época de estreia na equipa principal.
Arranque de temporada dos leões está longe de corresponder às expectativas e uma análise estatística ao desempenho da equipa revela sinais inquietantes
30 Out 2026 | 15:15 | Por Redação
O Sporting de Rui Borges atravessa um arranque de temporada marcado por algumas dificuldades e os números começam a confirmar os sinais de alerta em Alvalade. Depois de nove jornadas da Liga Portugal Betclic, uma análise do jornal Record, realizada com dados do GoalPoint, comparou o desempenho dos leões com o mesmo período da época passada e identificou várias diferenças no futebol verde e branco.
Um dos poucos dados positivos prende-se com a circulação de bola. O Sporting regista agora uma média de 754 ações com bola por partida, contra as 717 alcançadas há um ano, o que representa um aumento de 34 ações por encontro. Ainda assim, este crescimento não significa necessariamente maior capacidade ofensiva, uma vez que os leões apresentam menos seis ações na área adversária por jogo, apesar de ainda não terem defrontado Porto e Benfica nesta edição do campeonato.
A quebra também é visível no capítulo dos remates. A equipa orientada por Rui Borges - que tem lugar em risco - apresenta menos cinco remates por partida face ao arranque de 2025/26, com a diminuição a estar sobretudo relacionada com as finalizações em situações de bola corrida. Além disso, apesar de realizar mais passes e apresentar uma eficácia global superior, o Sporting regista menos 16 passes no último terço ofensivo por jornada, um indicador que evidencia as dificuldades sentidas na construção de jogo, sobretudo perante adversários mais fechados.
As preocupações estendem-se igualmente ao meio-campo. Os verdes e brancos passaram de 24 para 20 recuperações de posse no terço intermédio por encontro e aumentaram de quatro para seis o número de controlos ou receções deficientes nessa zona do terreno. A análise aponta para o vazio deixado por Morten Hjulmand e Hidemasa Morita, considerando que Sergi Altimira ainda não consegue compensar sozinho essas ausências, apesar da adaptação positiva ao futebol leonino.
Também defensivamente os números não são animadores. O Sporting permite agora mais dois remates dentro da própria área por partida, passando de uma média de três para cinco. A equipa já sofreu 11 golos nas primeiras nove jornadas, um registo negativo que não se verificava desde a temporada 2022/23. Ainda assim, existe um indicador que tem ajudado a disfarçar algumas dificuldades: a eficácia na finalização. A taxa de conversão de remates subiu de 12% na época passada para 15% nesta temporada, com Luis Suárez em destaque.
Experiente treinador recordou os bastidores de contratação e deixou elogios que não passam despercebidos a futebolista leonino
30 Out 2026 | 14:48 | Por Redação
Pedro Lima foi uma das figuras em destaque na vitória do Sporting frente ao Marítimo, ao apontar os dois golos que garantiram aos leões a presença na final four da Taça da Liga. Antes de assinar pelos leões, o médio representou o AVS SAD, onde trabalhou sob as ordens de José Mota. O treinador revelou que, antes de avançar para a contratação do médio, procurou informações junto de Kaique, que conhecia o jogador dos tempos em que ambos fizeram formação no Palmeiras.
J. Mota: "Kaique deu-me as melhores referências"
"Além de ter falado com os empresários do Pedro, também falei com o Kaique, que o conhecia bem dos tempos do Palmeiras e deu-me as melhores referências: disse-me que era um miúdo fantástico, com muita personalidade e que iria adaptar-se facilmente ao futebol português, uma vez que tinha uma técnica muito apurada. Disse-me que podia estar descansado com o Pedro", contou, em entrevista ao jornal O JOGO.
O experiente técnico não escondeu ainda a satisfação por ver o guarda-redes chegar ao Sporting. "Confirmei mais tarde que se tratava realmente de um excelente guarda-redes e com qualidade para assumir desafios muito maiores, como acontece agora no Sporting. A batalha com o Rui Silva será dura, mas estou convencido de que ele tem condições para ser o número um da baliza do Sporting. O Kaique é um rapaz sério, trabalha muito e merece todo o sucesso", falou.
J. Mota: "Sabe os terrenos que pisa"
Sobre Pedro Lima, José Mota destacou as características particulares do médio e a evolução que demonstrou ao longo da passagem pelo AVS SAD. "Evoluiu muito depressa. Quando chegou faltava-lhe alguma agressividade e intensidade, mas atingiu rapidamente o patamar que pretendíamos... Joga sempre de cabeça bem levantada, típico de quem sabe os terrenos que pisa. Teve uma boa formação no Palmeiras, é dedicado, tem uma boa cabeça e está pronto para grandes desafios", pode ler-se.
O treinador de 62 anos considera, contudo, que o jovem brasileiro deve continuar a cumprir as etapas necessárias para se afirmar em Alvalade. "O mais importante é estar lá, no lugar certo para dar sequência à carreira. Depois veremos. Já jogou na Liga dos Campeões, um dos seus sonhos, agora (frente ao Marítimo) fez a estreia a titular e, portanto, está no caminho certo", referiu.
Antigo dirigente dos leões comentou a situação delicada do Clube de Alvalade e o risco de saída do técnico verde e branco ao fim de dois anos
30 Out 2026 | 14:31 | Por Redação
Rui Borges entra no duelo frente ao Casa Pia - onde vai ocorrer mudanças - com o futuro cada vez mais ameaçado no Sporting. A derrota frente ao Académico de Viseu, por 2-1, terá acelerado decisivamente o desgaste em torno do treinador. Nuno Saraiva acredita que a trajetória do técnico em Alvalade está para acabar.
N. Saraiva: "Chegou ao fim da linha"
"Creio que Rui Borges chegou ao fim da linha. A sua saída parece ter-se tornado inevitável. É, sobretudo, uma questão de tempo. E prolongar uma situação que já não convence poderá apenas agravar os danos", escreveu, no seu texto de opinião ao jornal A BOLA.
O antigo dirigente verde e branco explica as razões. "A derrota na final da Taça de Portugal, frente ao Torreense, fragilizou Rui Borges. O arranque da presente temporada não ajudou a recuperar o crédito perdido. As boas prestações na Liga dos Campeões alimentaram a esperança de que o Sporting pudesse encontrar na Europa o que lhe faltava internamente, mas até essa almofada desapareceu com o traumático desaire frente ao LASK Linz. E a derrota em casa frente ao Académico de Viseu foi a gota de água", comentou.
N. Saraiva: "Fica a sensação de que o treinador viu um jogo diferente"
Nuno Saraiva destacou a alienação à realidade que Rui Borges parece demonstrar depois das derrotas. "Depois de cada desaire fica a sensação de que o treinador viu um jogo diferente daquele a que todos assistimos. As suas análises parecem frequentemente desajustadas da realidade que o relvado expõe, como se a explicação dos problemas estivesse sempre lugares isotéricos, percetíveis apenas por iluminados. Quando a leitura do treinador diverge sistematicamente da evidência, a questão deixa de ser apenas tática, passa a ser de lucidez, autocrítica e capacidade de liderança", pode ler-se.
De seguida, o conhecido adepto sportinguista defende que o treinador já não consegue convencer os adeptos com os seus discursos. "O problema é que Rui Borges parece ter perdido, não apenas a confiança de uma parte significativa dos adeptos, mas também a capacidade de convencer de que ainda tem argumentos e capacidade para inverter a situação. E quando a dúvida sobre o treinador começa a contaminar a relação com a equipa, cada jogo fica transformado num exame à sua sobrevivência.
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30 Out 2026 | 12:39
Rui Borges pode surpreender no Casa Pia - Sporting e promover primeira titularidade na Liga
30 Out 2026 | 11:42
Luís Paixão Martins critica Rui Borges e Mathieu: “Sporting tem de contratar pessoas mais fortes”
30 Out 2026 | 11:26