Futebol
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08 Jan 2026 | 16:13
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13 Fev 2025 | 16:54 |
O Milan caiu na passada quarta-feira, 12 de fevereiro, frente ao Feyenoord na primeira mão do play-off de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões. Após o apito final, Rafael Leão, extremo formado no Sporting, deu a cara face ao mau resultado e revelou que a equipa transalpina não esteve à altura.
"Não tivemos a mesma garra e agressividade que o Feyenoord teve. Não estivemos ao nível deste jogo. Eu também tive uma oportunidade no primeiro tempo que não consegui aproveitar", começou por revelar o antigo avançado do Sporting, após a derrota, por uma bola a zero, diante dos neerlandeses.
"Agora, temos de ir para casa, descansar e ver o que não fizemos bem hoje. O jogo da segunda mão é em San Siro, perante os nossos adeptos, enquanto o Feyenoord foi muito ajudado pelo público da casa. Não foi uma boa prestação, temos de estudar o que correu mal. Temos que ter a atitude certa, que não tivemos hoje. Se fizermos isso, podemos vencer a partida", acrescentou ainda Rafael Leão, avançado formado no Sporting, que foi titular na equipa de Sérgio Conceição.
Rafael Leão, após o apito final, recorde-se, foi duramente criticado pela exibição frente ao Feyenoord. "O Leão é irregular, fica confuso com questões táticas. Todos conhecemos os seus pontos fortes e fracos. Se lhe pedires para defender, ele fica perdido e cansado na marcação", revelou Zvonimir Boban, antigo centrocampista do Milan, em declarações aos estúdios da Sky Sports, citado pelo Calciomercato.
Ao serviço do Sporting, antes de rescindir contrato, após a invasão à Academia de Alcochete, Rafael Leão - atualmente avaliado em 75 milhões de euros - realizou apenas cinco jogos, marcando dois golos. O internacional português estreou-se com a Listada verde e branca diante do Oleiros, tendo feito um dos golos do triunfo por 4-2, tendo o outro sido obtido no Estádio do Dragão, frente ao seu agora treinador Sérgio Conceição.
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08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
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08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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