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Futebol
05 Mar 2025 | 20:52 |
O Sporting entrou em campo na passada segunda feira, dia 5 de março, para defrontar a conjunto do Estoril, em jogo a contar para a 24ª. jornada da Liga Portugal Betclic. Os leões venceram por 3-1, e as escolhas táticas de Rui Borges levaram Luís Freitas Lobo, jornalista português, a assinar o seu espaço de opinião com uma análise ao técnico verde e branco.
Freitas Lobo começou por dizer na sua crónica habitual: "Antes do jogo Rui Borges fizera já o aviso que, nesta altura, com tantas lesões e sem tempo para treinar como quer não há tempo para músicas bonitas. Era uma ameaça tática que, sob pena de danos colaterais em alguns princípios de jogo em que quer ver a equipa jogar, nesta altura para ela ser 'eficaz e competente', tinha de prescindir de muita qualidade", começou por dizer ao jornal O Jogo.
O comentador desportivo, confessou-se adepto do pragmatismo de Rui Borges: "Ganhou, assim, um jogo que de outra forma, se quisesse jogar com a 'musica bonita da posse, bloco alto e pressão constante', arriscava ver a equipa desequilibrar-se e perder a competência tática para o ganhar", referiu.
Continuando os elogios ao treinador de Mirandela, mencionou: "Foi um dos melhores jogos de Rui Borges treinador, desde que assumiu o banco do Sporting. Leitura perfeita do momento da equipa, frieza sem dilemas estéticos e competitividade em todos os momentos do jogo de acordo com o que a equipa pode jogar."
Esta análise de Luís Freitas Lobo prende-se, no essencial, com a exibição rubricada pelos comandados de Rui Borges frente ao Estoril de Ian Cathro, onde os leões venceram por 3-1, com golos de Viktor Gyokeres, que bisou, e de Gonçalo Inácio. Para os canarinhos marcou o ex Sporting Gonçalo Costa. Ricardo Esgaio foi eleito pelos adeptos leoninos o melhor em campo. O Clube de Alvalade é líder com mais três que o Benfica (embora com um jogo a mais). Está seis pontos à frente do Porto, e nove à frente do Braga.
Cronista afeto ao Clube de Alvalade abordou a partida que resultou na eliminação dos leões da Taça da Liga, nas meias-finais da prova
12 Jan 2026 | 10:51 |
Manuel Moura dos Santos considera que a eliminação do Sporting na meia-final da Taça da Liga frente ao Vitória de Guimarães ficou decisivamente marcada pela saída forçada de Eduardo Quaresma. Num artigo de opinião publicado no jornal O Jogo, o cronista sustenta que, não fosse a lesão traumática do jovem defesa-central, o desfecho da partida teria sido diferente, apontando ainda o dedo a Rômulo.
"O Sporting criou jogo ofensivo mais do que suficiente para ganhar o jogo"
Na análise ao encontro, Manuel Moura dos Santos admite que o início de 2026 foi “± mal” para os leões, apontando como ponto negativo a derrota, mas sublinhando as circunstâncias adversas em que a equipa se apresentou. “O Sporting, sem ter feito uma exibição brilhante, criou jogo ofensivo mais do que suficiente para ganhar o jogo”, escreve, destacando a quantidade de oportunidades criadas e a exibição do guarda-redes vimaranense.
"Rômulo não esteve à altura da responsabilidade"
Para o conhecido adepto dos leões, a ineficácia ofensiva explica apenas parte do resultado. O fator decisivo terá sido a saída de Eduardo Quaresma, vítima de uma lesão na face. “Esta saída foi fatal para as pretensões do meu clube”, afirma, criticando a resposta encontrada no banco: “O jogador que entrou, Rômulo, não esteve à altura da responsabilidade atribuída”.
“Não entendo porque é que Rui Borges não recuou Hjulmand"
Manuel Moura dos Santos vai mais longe e questiona as opções do treinador para colmatar a ausência do defesa: “Não entendo porque é que Rui Borges não recuou Hjulmand para defesa-central, porque fazer pior do que Rômulo fez, seria difícil”, escreve, considerando que o jovem médio ainda não tem condições para integrar o onze principal.
"Com Eduardo Quaresma em campo, teríamos chegado à final"
A convicção do adepto leonino é clara quanto ao impacto da lesão de Quaresma no resultado final: “Estou convencido que com Eduardo Quaresma em campo, teríamos chegado à final da Taça da Liga”, afirma, numa das passagens mais perentórias do texto.
Apesar da eliminação, Manuel Moura dos Santos rejeita colocar no mesmo plano as exibições de Sporting e Benfica na prova, sublinhando diferenças claras na atitude e no rendimento das equipas. “Achei curioso que a análise aos dois jogos dos clubes de Lisboa tenha sido posta no mesmo prato da balança”, escreve, acrescentando que, se o Sporting tivesse jogado como o Benfica frente ao Braga, teria sido muito mais crítico.
O cronista reconhece que a exibição leonina ficou aquém do exigido: “Gostei da exibição? Não. Penso que o Sporting tinha a obrigação de ganhar aquele jogo”, admite, elogiando ainda assim a postura do treinador no pós-jogo. “Não vi o Rui Borges na conferência de imprensa a arrasar a exibição da equipa, sacudindo a água do capote”.
Extremo brasileiro foi o primeiro reforço apresentado pelos verdes e brancos neste mercado de transferências e já dá que falar em Alvalade
12 Jan 2026 | 10:20 |
Luís Guilherme teve pouco tempo para respirar desde que aterrou em Lisboa, a 3 de janeiro, para reforçar o Sporting, proveniente do West Ham, num negócio de 14 milhões de euros. O extremo brasileiro, de apenas 19 anos, foi apresentado de imediato e, poucos dias depois, já somava os primeiros minutos com a camisola leonina, ao entrar nos descontos da meia-final da Allianz Cup frente ao V. Guimarães, em Leiria.
Apesar da exigência do contexto e da avalanche de informação típica de uma mudança tão rápida, o jovem esquerdino tem dado sinais claros de ambição. Segundo o jornal Record, os primeiros dias em Alcochete ficaram marcados pela “fome” de ajudar e aprender, atitude que não passou despercebida aos colegas nem à equipa técnica liderada por Rui Borges, numa fase delicada da época, marcada por resultados irregulares e várias lesões.
Ainda com limitações físicas naturais, fruto de ter somado apenas 121 minutos nos últimos cinco meses, Luís Guilherme está focado em melhorar a condição atlética para ganhar espaço no plantel. Podendo o extremo ser útil já esta temporada, mesmo tendo sido contratado sobretudo como aposta de médio prazo da SAD leonina.
Fora das quatro linhas, o impacto do Sporting supera as expectativas do jogador. Desde as condições da Academia ao cuidado da estrutura com os atletas, passando pela forte ligação dos adeptos, tudo contribui para uma surpresa positiva. A integração tem sido facilitada pelos capitães e jogadores mais experientes, como Matheus Reis e Morten Hjulmand.
Com contrato até 2030 e uma cláusula de rescisão fixada nos 80 milhões de euros, Luís Guilherme surge apontado internamente como o sucessor de Geovany Quenda, também compensando a ausência de Pote, que se encontra lesionado desde dezembro.
Médio regressou à competição pela mão da equipa B, faltando agora voltar a fazer parte das escolhas de Rui Borges no plantel principal dos leões
12 Jan 2026 | 10:16 |
O Sporting pretende que Daniel Bragança possa somar os primeiros minutos pela equipa principal já neste mês de janeiro. A estrutura leonina conta com o médio como um verdadeiro 'reforço' de Rui Borges para a segunda metade da temporada e prevê que o jogador esteja preparado para dar o seu contributo em breve.
Assim, o 'camisola 23' aproxima-se de um novo regresso à competição e volta a posicionar-se como opção para o meio-campo do Sporting. Depois de ultrapassar duas roturas dos ligamentos cruzados em poucos anos, o médio de 26 anos continua o processo de recuperação com o objetivo de voltar a integrar de forma regular as opções do técnico leonino.
Após uma paragem de 325 dias, na sequência da grave lesão sofrida no joelho esquerdo a 15 de fevereiro de 2025, no encontro frente ao Arouca, em Alvalade, Bragança tem registado progressos nas últimas semanas. O jogador já somou minutos pela equipa B e esteve posteriormente no banco de suplentes na partida frente ao Vitória de Guimarães, referente às meias-finais da Taça da Liga.
A resposta do médio aos estímulos competitivos foi considerada positiva, num processo conduzido de forma gradual, permitindo ultrapassar as exigências físicas e mentais inerentes a uma recuperação prolongada. Apesar de ainda não se encontrar no nível ideal de ritmo competitivo, a reintegração tem sido feita sem precipitações.
Em 2024/25, com a camisola do Sporting, Daniel Bragança – avaliado em 10 milhões de euros – realizou 29 encontros: 18 na Liga Portugal Betclic, oito na Liga dos Campeões, dois na Taça de Portugal e um na Supertaça. Nos 1.590 minutos disputados, marcou quatro golos e fez nove assistências.