Futebol
Carlos Barbosa da Cruz aponta medo do VAR em decisão que prejudicou o Sporting
08 Jan 2026 | 15:26
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04 Jan 2025 | 19:48 |
Ruben Amorim começou a época aos comandos do Sporting, mas trocou Alvalade por Old Trafford a 11 de novembro, quando se efetivou a mudança para o Manchester United. Desde então, os leões - que já vão no segundo treinador - mostram uma tendência negativa, que vários dados estatísticos confirmam.
Em primeiro lugar, vale a pena olhar para os resultados: com Amorim, os verde e brancos venceram as 11 partidas que disputaram para a Liga Portugal Betclic e igualaram o melhor arranque da história do Clube de Alvalade. A partir daí, aumentaram as dificuldades - no período com João Pereira, venceram um jogo, empataram outro e perderam dois. Com Rui Borges somam um empate e uma vitória nos dois jogos do antigo treinador do Vitória de Guimarães no comando da Equipa.
Esta quebra nos resultados é complementada por diferenças na estatística: olhando, primeiro, para a posse de bola, o Sporting tinha uma média de 65,7% por jogo com Amorim, que desceu para 61,9% com João Pereira e Rui Borges. O mesmo aconteceu nos passes por jogo - descida de 587 passes (eficácia de 89,1%), para 542 (eficácia de 87%).
Mas há mais: os leões estão a cometer mais faltas (13 por jogo contra as 10 que faziam com Amorim), a permitir mais remates (8,6 por jogo, frente aos 6,2 que a Equipa permitia antes da mudança), e a sofrer mais golos, uma vez que nos primeiros 11 jogos concedeu por cinco vezes, e nos seis seguintes já sofreu por nove vezes.
Números que explicam o momento negativo do Clube de Alvalade, e que pintam as dificuldades que a Equipa sentiu na reação á saída do agora treinador do Manchester United. Cabe a Rui Borges, que fez apenas dois jogos como técnico principal, inverter a tendência e colocar o Sporting no caminho das vitórias.
Antigo dirigente do Clube e Alvalade aponta as dificuldades atuais da equipa, ao justificar o desaire contra o Vitória SC na Taça da Liga
08 Jan 2026 | 16:44 |
Bruno Mascarenhas: “A equipa está desfalcada de jogadores que fazem muita falta”
Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
Avançado senegalês chega a Alvalade em janeiro num acordo milionário e assina vínculo de longa duração protegido por cláusula de rescisão elevada
08 Jan 2026 | 16:13 |
Souleymane Faye vai mesmo ser reforço do Sporting. A informação é avançada pelo jornal Record, garantindo que o negócio está totalmente fechado entre as partes. O jogador prepara-se agora para viajar rumo a Lisboa, realizar os habituais exames médicos e integrar o plantel verde e branco imediatamente.
Segundo a mesma fonte, a operação custa 6 milhões de euros fixos, acrescendo 2 mediante o cumprimento de objetivos desportivos. O Granada salvaguarda ainda uma percentagem numa futura venda. O investimento da SAD leonina reflete a aposta decidida e forte neste talento emergente do futebol vizinho.
O craque senegalês vai rubricar contrato com o emblema de Alvalade válido até 2030. O novo vínculo fica blindado por uma cláusula de rescisão milionária, fixada em 80 milhões de euros. Esta medida robusta visa proteger o ativo valioso contra o possível assédio de tubarões europeus num futuro próximo.
O atleta será assim a primeira cara nova confirmada de inverno no reino do leão. Resta agora perceber se o extremo será o único a chegar ou haverá mais nomes a entrar no mercado de transferências de inverno na turma orientada por Rui Borges para atacar a decisiva segunda metade da época.
Nesta temporada, com a camisola do Granada, Souleymane Faye – avaliado em 1,5 milhões de euros – realizou 21 jogos: 19 na Segunda División e dois na Copa del Rey. Nos 1.649 minutos em que esteve em campo, o avançado, que tinha contrato até 2029, marcou dois golos e fez seis assistências.