Futebol
A horas de receber o Tondela, Sporting repara em histórico pouco favorável
29 Abr 2026 | 11:03
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28 Out 2024 | 16:13 |
Erik Ten Hag, treinador neerlandês que orientava o Manchester United foi despedido e já começaram os rumores sobre a sucessão ao técnico que levou o Ajax às meias-finais da Liga dos Campeões na época 18/19. O clube de Manchester ocupa, de momento, a posição 14 na tabela da Premier League, com apenas 11 pontos em 27 possíveis.
Segundo Florian Plettenberg, jornalista alemão da Sky, o Manchester United já se começou a preparar para o período pós-Ten Hag, e terá feito uma abordagem por Rúben Amorim. A mesma fonte revela que existiram conversas entre as duas partes acerca da possibilidade do treinador português ser o próximo treinador do Manchester United.
O jornalista avançou ainda que, apesar de Amorim estar definitivamente na lista dos ‘Red Devils’, o clube terá sido informado de que o treinador não planeia deixar o Sporting no inverno – este seria o plano original, visto que o treinador tem objetivos grandes com os leões esta temporada. Florian Plattenberg diz, no entanto, que no verão o técnico português poderá deixar o clube pelo valor da sua clausula de rescisão - que, relembre-se, é de 20 milhões de euros para clubes estrangeiros.
Esta não é a primeira vez que Inglaterra chama por Amorim. No verão, o português terá sido considerado, entre outros clubes, pelo Liverpool – uma novela que se estendeu por algumas semanas. Já este ano surgiu a possibilidade Manchester City, depois de confirmada a transferência de Hugo Viana para o clube azul de Manchester. Surge agora o Manchester United também na corrida pelo treinador dos leões, que tem impressionado meia Europa.
Desde que chegou ao Sporting, no ano de 2020, Rúben Amorim já venceu vários títulos: duas Taças da Liga, uma Supertaça e dois Campeonatos nacionais. Nos 227 jogos que realizou ao comando dos leões, venceu 160, empatou 34 e perdeu outros 33
Apesar do atual terceiro posto ocupado na Liga, determinado panorama pode ter impacto na possível presença leonina na próxima edição da prova milionária
29 Abr 2026 | 14:02 |
Portugal ainda alimenta, pelo menos matematicamente, a possibilidade de ter quatro equipas na próxima edição da Liga dos Campeões, um cenário altamente improvável, mas que pode mexer diretamente com as contas do Sporting - que tem 'reforço' fechado - nesta reta final da temporada.
Para que esse cenário se concretize, será obrigatório que o Braga vença a Liga Europa, garantindo entrada direta na Champions League enquanto detentor do troféu. Nesse caso, o campeão nacional também entra diretamente na fase de liga e o segundo classificado poderá ter de disputar a terceira pré-eliminatória, embora ainda exista uma pequena hipótese de acesso direto, dependente de combinações externas.
No entanto, a equação não fica por aqui. Para Portugal alcançar uma quarta vaga, terá ainda de terminar a época com o segundo melhor coeficiente anual da UEFA, ultrapassando Espanha e Alemanha. Atualmente, 20,100 pontos portugueses estão estabelecidos, ainda atrás dos dois rivais diretos, o que torna o cenário bastante difícil.
As contas são exigentes: o Braga teria de vencer todos os jogos até ao fim da competição europeia, enquanto os clubes espanhóis teriam de perder todos os encontros que lhes restam. Já as equipas alemãs praticamente não podem somar mais do que um empate até ao final da campanha europeia.
Neste momento, a probabilidade de tudo isto acontecer é mínima, estimada em apenas 0,2%. Ainda assim, o impacto seria significativo: três equipas portuguesas entrariam diretamente na fase de liga da Champions e o terceiro classificado teria acesso à terceira pré-eliminatória.
Em consequência à garantida continuidade do treinador em Alvalade, Presidente verde e branco assegura muitos outros fatores ligados à estrutura do Clube
29 Abr 2026 | 12:51 |
A renovação de Rui Borges com o Sporting está prestes a ser oficializada, colocando um ponto final numa novela que se arrastava nas últimas semanas. O anúncio deverá acontecer sexta-feira e confirma a aposta da SAD na continuidade do técnico, bem como na manutenção do atual modelo de funcionamento da estrutura do futebol profissional.
Segundo informações avançadas pelo jornal A Bola, esta decisão reforça a estratégia implementada após as saídas de Ruben Amorim e Hugo Viana, que levaram a uma reorganização interna. Frederico Varandas assumiu um papel mais central na gestão do futebol, eliminando a figura tradicional de diretor desportivo e optando por um modelo mais direto e controlado pela presidência.
Neste novo enquadramento, Bernardo Palmeiro e Flávio Costa surgem como peças-chave, ainda que com funções distintas. O primeiro assume a gestão operacional e negocial, sendo responsável pelo contacto com clubes e agentes, enquanto o segundo, agora diretor técnico, lidera a identificação e seleção de alvos para reforçar o plantel.
O processo de contratação segue uma lógica bem definida: Flávio Costa apresenta os jogadores identificados diretamente a Frederico Varandas, que tem a palavra final. Após aprovação, cabe a Bernardo Palmeiro tratar da negociação e concretização dos negócios, assegurando a execução prática da estratégia delineada.
Rui Borges, por sua vez, desempenha um papel importante na validação desportiva das escolhas, garantindo que os reforços se enquadram nas necessidades táticas da equipa. Ainda assim, o treinador mantém o foco no rendimento dentro de campo, com a estrutura a tratar das restantes vertentes.
A menos de um mês do decisivo encontro frente ao Torreense, presidente da Federação Portuguesa de Futebol decide alterar modelo competitivo da prova rainha
29 Abr 2026 | 12:22 |
A Taça de Portugal vai sofrer alterações profundas já a partir da época 2026/27, numa decisão que promete mudar o formato da prova rainha. A Federação Portuguesa de Futebol definiu um novo modelo para a fase decisiva da prova, com a introdução de uma final four a realizar após o término do campeonato.
Segundo o jornal Record, a principal mudança passa pela realização das meias-finais a uma só mão e em campo neutro, seguidas da final no Jamor, disputada uma semana depois. Desta forma, toda a reta final da competição ficará concentrada num curto espaço de tempo, já depois de concluída a Liga.
A proposta não reuniu consenso entre os clubes, tendo sido alvo de contestação por parte de emblemas como Porto, Benfica e Braga. O Sporting, por sua vez, não terá manifestado oposição formal ao novo modelo, numa reunião que também contou com a presença da Liga Portugal.
Além desta alteração estrutural, há outras mudanças relevantes no calendário. Os clubes que participam nas competições europeias passam a entrar apenas na quarta eliminatória da Taça, em novembro, beneficiando de uma gestão mais equilibrada do calendário, sobretudo em semanas com jogos europeus.
Também as pausas para compromissos das seleções serão ajustadas, com os períodos de setembro e outubro a serem unificados, permitindo que os campeonatos decorram sem interrupções até à sétima jornada. Só depois haverá uma paragem mais prolongada, antes do regresso à competição.
Recorde-se que o Sporting - que repara em histórico pouco favorável - ainda tem pela frente a final da Taça de Portugal, marcada para 24 de maio, diante do Torreense, no Estádio Nacional do Jamor. Um cenário que, para já, se mantém inalterado, antes da entrada em vigor deste novo modelo competitivo.
A horas de receber o Tondela, Sporting repara em histórico pouco favorável
29 Abr 2026 | 11:03
Sporting terá especial atenção ao Atlético Madrid - Arsenal e pode encaixar...
29 Abr 2026 | 11:15
Bruno Mascarenhas diz que titular do Sporting "está completamente rebentado"
29 Abr 2026 | 10:50