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Claque do Sporting recusa assinar acordo e deixa forte recado a Varandas
10 Jul 2026 | 10:59
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19 Nov 2020 | 17:30 |
O pagamento prometido por Tânia Laranjo a Paulo Silva foi combinado com o advogado do denunciante, Carlos Macanjo, e incluía duas tranches de 20 e 10 mil euros, num total de 30 mil euros. Seria passado um recibo de serviços jurídicos, no qual se descontaria o valor do IRS e se incluiria o IVA. O Leonino teve acesso em exclusivo ao Apenso das Transcrições que está anexo ao processo Cashball, que contém informações explosivas.
Carlos Macanjo chamou a atenção ao seu cliente Paulo Silva. O valor que seria pago no Porto, onde está sedeado o advogado, teria de incluir o desconto do IRS, e no fim acrescentar os 23% de IVA. Isso mesmo se depreende na discussão por mensagem entre o jurista e o seu constituinte. “Falou-lhe (a Tânia Laranjo) de valores ou não? Não se esqueça que os valores em causa são contabilizados sem IVA e sem IRS. E isso não contabiliza o meu trabalho, o meu tempo, as minhas despesas”, explicou Carlos Macanjo, recebendo de volta um SMS de Paulo Silva com a sugestão de “cinco mil” euros pelo trabalho ‘jurídico’ deste acordo entre Tânia Laranjo e o denunciante.
O advogado, descontente com a proposta, replicou que pagaria “4.600 de IVA”, que são os 23% de 20 mil euros, que seria a tranche que a jornalista do Correio da Manhã pagaria se Paulo Silva falasse de futebol, em especial de André Geraldes, enquanto se falasse de andebol, pagaria 10 mil euros, o que de IVA dá “mais 2.500 euros na próxima tranche” (na verdade seriam 2.300 euros, mas Carlos Macanjo enganou-se na conta na mensagem que enviou).
Mensagens escrita entre Carlos Macanjo e Paulo Silva, 07/05/2018 entre as 11h43m e as 15h05m
Carlos Macanjo (CM): Falou-lhe de valores ou não? Não se esqueça que os valores em causa são contabilizados sem IVA e sem IRS. E isso não contabiliza o meu trabalho, o meu tempo, as minhas despesas.
Paulo Silva (PS): Não falei nada.
CM: Diga-me o que pensa fazer das questões que lhe coloquei.
PS: 5 mil.
CM: Está certamente a brincar…viu que pago 4.600 de IVA.
CM: Mais 2.500 na próxima tranche.
CM: Contabilize portagens gasóleo e desgaste do carro e acrescente o tempo perdido e o meu trabalho.
CM: Brincadeira.
CM: Só pode.
CM: Isto depois de lhe ter assegurado a ajuda pela sua louvável atitude parece-me muito pouco para quem lhe deu tanto.
CM: Não lhe mereço isso… e a ser assim… lamento mas não me parece que aceite andar um ano a correr para Lisboa para receber um valor que terei depois de pagar os impostos e deduzir as minhas despesas.
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Proposta já motivou algumas reações negativas nas redes sociais, sobretudo pela diferença em relação aos principais rivais nacionais
17 Jul 2026 | 16:52 |
O Sporting apresentou a proposta de orçamento para a temporada 2026/27, documento que será levado a votação numa Assembleia Geral marcada para 25 de julho. Entre os vários pontos em análise pelos sócios surge a possibilidade de atualização dos valores das quotas mensais, uma medida que tem gerado discussão.
A principal alteração diz respeito à categoria A, destinada aos sócios adultos, que poderá passar dos atuais 13 euros para 14 euros por mês. Caso seja aprovada, esta quota ficará acima dos valores praticados por Benfica e Porto, sendo que também as restantes categorias de associados, como a B, C e D, poderão sofrer aumentos.
A proposta já motivou algumas reações negativas nas redes sociais, sobretudo pela diferença em relação aos principais rivais. A contestação surge numa altura em que o Sporting atingiu um novo máximo histórico de sócios pagantes, ultrapassando os 125 mil associados.
Segundo a Direção, liderada por Frederico Varandas (que viu a Justiça dar-lhe razão num processo contra o Porto), a revisão dos preços das quotas surge como resposta ao atual contexto económico, marcado pelo aumento generalizado dos custos e pela subida das taxas de juro. O Clube considera que estes ajustes são necessários para assegurar a continuidade e evolução das várias atividades e projetos em curso.
O documento apresentado contempla ainda a criação de uma nova categoria de associado, denominada “sócio base”. A modalidade terá menos direitos do que os sócios tradicionais, não permitindo votar, participar em AG's ou integrar processos eleitorais, mas possibilitando o acesso a benefícios como descontos, eventos e atividades promovidas pelo Clube.
Ambiente em torno dos leões aquece antes da nova temporada e um dossiê sensível está a provocar forte agitação no Clube de Alvalade
15 Jul 2026 | 12:24 |
O Sporting enfrenta um novo foco de tensão fora das quatro linhas. Quando parecia existir margem para aproximar a administração liderada por Frederico Varandas dos grupos organizados de adeptos, o cenário sofreu uma reviravolta e o entendimento ficou seriamente comprometido, deixando um dos projetos mais ambiciosos da SAD praticamente sem efeito.
A proposta apresentada pelo Clube para criar um novo protocolo com as claques encontrou forte resistência. Segundo as informações do jornal Record, Directivo Ultras XXI, Juventude Leonina e Torcida Verde deverão rejeitar o acordo proposto pela SAD, sendo que apenas a Brigada Ultras Sporting estará disponível para assinar o documento.
A intenção da administração passava por recuperar a histórica Curva Sul do Estádio José Alvalade, através da criação de uma Gamebox específica, do apoio financeiro às deslocações dos grupos organizados de adeptos e ainda da implementação de uma zona de safe standing, com lugares em pé protegidos.
Entre os principais motivos para a rejeição estão a obrigatoriedade da identificação através da zona ZCEAP (Cartão do Adepto) e a situação das sedes das claques. Enquanto a Brigada já recebeu ordem para abandonar o espaço que ocupava no estádio, as sedes da Juventude Leonina, Torcida Verde e Directivo continuam envolvidas em processos judiciais, sem que tenha sido encontrada uma solução considerada satisfatória pelos adeptos.
Assim, o objetivo de Frederico Varandas de reunir novamente os grupos organizados na Curva Sul fica, para já, longe de se concretizar. Salvo uma alteração inesperada nas negociações, apenas a Brigada deverá formalizar o protocolo com a administração leonina.
Equipamento mantém as tradicionais listas horizontais verdes e brancas, mas apresenta algumas novidades em relação à época passada
14 Jul 2026 | 09:50 |
O Sporting apresentou oficialmente a camisola principal para a temporada 2026/27, revelando um equipamento que presta homenagem aos 120 anos de história do Clube. O novo modelo já se encontra à venda nas plataformas oficiais, com um preço de 100 euros para o público em geral e de 90 euros para os Sócios.
Nas redes sociais, os adeptos verdes e branco aprovaram o novo kit, mas manifestaram-se quanto ao preço do mesmo: "Levem já a minha carteira de vez" e "Bom, lá se vai o subsídio de férias e de Natal" ou "É lindíssima, vou ter mesmo de comprar" são alguns dos exemplos.
A nova camisola mantém as tradicionais listas horizontais verdes e brancas, mas apresenta algumas novidades em relação à época passada. O verde surge num tom mais escuro, o equipamento estreia o novo símbolo do Sporting e inclui detalhes dourados que assinalam o 120.º aniversário. O conjunto fica completo com calções pretos e meias verdes e brancas às riscas.
O Sporting destacou o simbolismo do novo equipamento e a ligação às raízes do Clube: “Listas que carregam o peso de 120 anos de história. Listas que contam a história de quem somos. De quem as eternizou. De um caminho de vitórias e derrotas: A quem nada foi dado e tudo foi conquistado. As tuas listas. As listas que representam quem tu és. Que te representam. Um legado. Listas que não têm fim. A próxima começa agora”, escreveu o Clube na mensagem que acompanhou o lançamento.
O equipamento marca também uma nova fase na história dos leões, sendo o primeiro a exibir o recente símbolo apresentado pelos leões. A camisola será utilizada pela equipa de Rui Borges ao longo da temporada 2026/27 e assinala oficialmente o início das comemorações dos 120 anos.