Futebol
59 vezes em sete jornadas: Altimira tornou-se o ‘ladrão’ do Sporting e faz esquecer Hjulmand
01 Out 2026 | 11:23
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06 Fev 2025 | 10:37 |
Carlos Barbosa da Cruz defende que o Sporting, liderado por Frederico Varandas, deveria ter-se reforçado melhor no mercado de transferências de inverno. Num artigo de opinião no jornal Record, o conhecido adepto dos leões deixou, ainda, várias farpas ao Benfica, questionando a estratégia dos encarnados. Lembrar que o Clube de Alvalade falhou alguns alvos no defeso.
Carlos Barbosa da Cruz sobre o mercado do Sporting: "Estaleiro de Alvalade mais parece um hospital de campanha"
“Compreendo que a gestão mais cautelosa do Sporting não tenha permitido entrar em altas cavalarias, mas a fragilidade física do Quaresma e a técnica do Fresneda, deixam-me apreensivo”, começou por referir Carlos Barbosa da Cruz, abordando a questão da lateral direita dos leões, onde os verdes e brancos falharam alguns alvos.
Contudo, Carlos Barbosa da Cruz defende que, ainda assim, o Sporting deveria ter tido uma estratégia mais ousada no mercado de transferências: “O estaleiro de Alvalade mais parece um hospital de campanha e o meu problema não é a qualidade, outrossim se há quantidade para todas as frentes”.
“O Benfica contratou dois trintões para ganhar o campeonato, um deles, pior que Teresa Batista cansada da guerra, como diria Jorge Amado. Eu sei que em 1999/2000, o Sporting quebrou o enguiço em cima do Beto Acosta que tinha 32 anos, mas as disponibilidades são outras e os milagres não se costumam repetir”, recorda Carlos Barbosa da Cruz.
“De qualquer forma e para já, o treinador do Benfica, vai ter de se sujeitar semanalmente a um desconfortável exercício de embaraço na escolha, tanta a quantidade de postulantes. Só que me assalta a seguinte pergunta: O Benfica deixou Beste sair, porque, coitado, estava infeliz por não jogar (commission in/commission out); o que vai agora fazer com a legião de suplentes que a aritmética vai relegar ciclicamente para o banco? Haverá êxodo em massa no final de maio?”, finalizou Carlos Barbosa da Cruz, deixando duras críticas à gestão do clube da Luz.
Treinador da equipa de futebol feminino do Clube de Alvalade continua a gerar bastantes críticas e Presidente já tem decisão sobre o futuro imediato
02 Out 2026 | 03:00 |
Micael Sequeira atravessa um momento delicado à frente da equipa feminina do Sporting, mas Frederico Varandas não pretende deixar cair o treinador, sabe o Leonino. Apesar da contestação que se arrasta desde a temporada passada e dos recentes resultados europeus, a confiança da administração mantém-se.
Ao que o nosso Jornal apurou, o Presidente leonino entende que Micael Sequeira deve ter tempo para trabalhar e consolidar uma equipa que voltou a sofrer várias alterações durante o último mercado. As entradas e saídas no plantel são vistas internamente como um fator que exige alguma margem para criar novas rotinas e estabilizar o rendimento.
Isso não significa, contudo, que a posição do técnico esteja totalmente imune à pressão. O Sporting foi recentemente eliminado da UEFA Women’s Europa Cup pelo Brondby, depois de perder por 4-1 na Dinamarca e empatar 2-2 na segunda mão, disputada em Alcochete.
Antes disso, as leoas já tinham falhado o acesso à fase seguinte da Liga dos Campeões feminina, ao perderem diante do St. Pölten, na Áustria, no desempate por grandes penalidades. Dois golpes europeus que aumentaram a contestação em redor da equipa técnica.
Na Liga BPI, o Sporting soma duas vitórias e um empate nas três primeiras jornadas, embora a igualdade mais recente diante do Braga tenha deixado sinais menos convincentes, com as verdes e brancas a conseguirem apenas três remates enquadrados com a baliza.
A pressão sobre Micael Sequeira não nasceu, porém, esta temporada. Em 2025/26, o Sporting terminou o campeonato na segunda posição, mas a 13 pontos do Benfica, que somou 48 contra os 35 das leoas. O rendimento deixou críticas e dúvidas que transitaram para o novo exercício.
Ainda assim, Frederico Varandas mostrou confiança no treinador quando o Sporting anunciou, a 14 de maio de 2026, a renovação por mais duas temporadas, até 2028. Essa posição mantém-se: Micael Sequeira está tremido pela sucessão de resultados e pela contestação, mas a administração pretende dar-lhe condições e tempo para provar que consegue recuperar a equipa.
Jogador ainda aguarda por se mostrar na equipa orientada por Rui Borges e já começa a ver possibilidades num futuro muito próximo
01 Out 2026 | 17:02 |
Kaique Pereira continua à espera da primeira oportunidade oficial com a camisola do Sporting. Contratado ao Palmeiras no último mercado por quatro milhões de euros, o guarda-redes brasileiro trabalha em Alcochete com o objetivo de ganhar espaço nas opções de Rui Borges.
Segundo revela o jornal O Jogo, a ausência de Rui Silva, atualmente ao serviço da Seleção Nacional, tem permitido a Kaique ter maior protagonismo nos trabalhos da equipa principal e aprofundar a adaptação às ideias do treinador leonino.
O guardião chegou a Alvalade para assumir o papel de principal concorrente do internacional português. Depois de passagens por Farense, em 2024/25, e Nacional, na temporada seguinte, Kaique procura agora dar o passo seguinte e estrear-se oficialmente pelo Sporting.
A gestão feita por Rui Borges na última época deixa aberta a possibilidade de o brasileiro receber oportunidades nas competições a eliminar. João Virgínia, então alternativa a Rui Silva, foi utilizado em vários encontros da Taça de Portugal e da Taça da Liga.
Na prova rainha, Virgínia defendeu diante de Paços de Ferreira, Marinhense, Santa Clara e Aves SAD, antes de Rui Silva regressar à baliza nas meias-finais, frente ao Porto, e na final, diante do Torreense. Também na Taça da Liga houve rotação. O ex-guardião leonino jogou nos quartos de final, contra o Alverca, mas o número 1 voltou a assumir a titularidade nas meias-finais diante do Vitória de Guimarães.
Jogadores do Clube de Alvalade não têm qualquer descanso nesta pausa para compromissos internacionais e Rui Borges vê problema
01 Out 2026 | 16:44 |
Maxi Araújo e Rodrigo Zalazar vão regressar ao Sporting depois de uma autêntica maratona ao serviço da seleção do Uruguai. Quando voltarem a Lisboa, os dois jogadores terão percorrido cerca de 42.750 quilómetros durante esta pausa internacional, cenário que preocupa Rui Borges antes da deslocação ao terreno do Braga.
A dupla começou a viagem ao deixar Lisboa rumo a Montevideu, num percurso de aproximadamente 9.510 quilómetros. Depois do estágio inicial na capital uruguaia, Maxi e Zalazar viajaram para Sendai, no Japão, somando mais 18.530 quilómetros.
No primeiro encontro da digressão, o Uruguai perdeu por 3-1 frente ao Japão. Maxi Araújo cumpriu 84 minutos e marcou um golo, enquanto Rodrigo Zalazar foi utilizado durante 22. Seguiu-se nova deslocação, desta vez de 1.280 quilómetros até Seul, na Coreia do Sul.
A seleção orientada por Diego Forlán respondeu com um triunfo expressivo por 4-1. O lateral do Sporting jogou os 90 minutos e ainda assistiu De Arrascaeta para um dos golos, enquanto Zalazar somou apenas 13 minutos, acumulando assim muito menos desgaste competitivo do que o companheiro.
A comitiva uruguaia seguiu depois para Mumbai, na Índia, numa viagem de cerca de 5.580 quilómetros. O último encontro desta pausa está marcado para terça-feira, diante da seleção indiana, sendo que Maxi poderá ser alvo de alguma gestão depois da elevada utilização nos primeiros dois jogos.
Concluído o compromisso, os dois jogadores terão ainda pela frente cerca de 7.850 quilómetros até Lisboa. Feitas as contas, Maxi Araújo e Rodrigo Zalazar completarão aproximadamente 42.750 quilómetros entre viagens pela seleção antes de voltarem às mãos de Rui Borges, com o Sporting a jogar no terreno do Braga a 9 de outubro, para o qual ambos estão em dúvida.