Futebol
Rui Borges vê-se obrigado a fazer a 15.ª alteração no Sporting esta época
08 Jan 2026 | 14:55
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Futebol
01 Fev 2024 | 19:25 |
Rochinha deixou o Al-Markhiya, clube do Qatar ao qual estava emprestado, e regressou ao Sporting no último dia de mercado. No entanto, uma vez que não conta para Rúben Amorim, os leões rescindiram com o jogador, que tinha desejo de ficar em Portugal, algo que não poderá acontecer.
Segundo a imprensa nacional, Rochinha desvinculou-se do Sporting já depois da meia-noite – hora de fecho do mercado em solo nacional – tendo sido inscrito pelos verdes e brancos. Desta forma, foi impossibilitado de ver o seu nome associado a outro emblema da Liga Portugal Betclic.
O jogador de 28 anos deixou os leões na última janela de mercado, sendo que o emblema qatari ficou com opção de compra de 2,5 milhões de euros. A experiência não correu bem e a aventura do futebolista – que foi pedido de Amorim em Alvalade – terminou de forma antecipada.
“Fui eu que pedi a contratação do Rochinha, tem muito talento, talvez lhe falte um bocadinho de fome. Ao vê-lo a jogar percebo porque demorou tanto a chegar a um grande, mas isso é uma coisa trabalhada. Só tem de melhorar, mas o mais difícil ele já tem, que é o talento”, disse, após um jogo dos leões.
Ao todo, na temporada 2022/23 e de verde e branco, Rochinha – avaliado em 1,8 milhões de euros – realizou 20 partidas (487 minutos – 24,35 por jogo), marcou um golo e fez duas assistências. Em 2023/24, o jogador fez 13 jogos e uma assistência.
Recorde-se que o passe do jogador pertence ao Sporting, sendo o contrato com os verdes e brancos válido até 2026. Com a listada verde e branca, o avançado acabou por não convencer. Em Portugal, o jogador representou ainda Boavista e Vitória de Guimarães, sem esquecer a passagem pela formação de Porto e Benfica.
Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
Avançado senegalês chega a Alvalade em janeiro num acordo milionário e assina vínculo de longa duração protegido por cláusula de rescisão elevada
08 Jan 2026 | 16:13 |
Souleymane Faye vai mesmo ser reforço do Sporting. A informação é avançada pelo jornal Record, garantindo que o negócio está totalmente fechado entre as partes. O jogador prepara-se agora para viajar rumo a Lisboa, realizar os habituais exames médicos e integrar o plantel verde e branco imediatamente.
Segundo a mesma fonte, a operação custa 6 milhões de euros fixos, acrescendo 2 mediante o cumprimento de objetivos desportivos. O Granada salvaguarda ainda uma percentagem numa futura venda. O investimento da SAD leonina reflete a aposta decidida e forte neste talento emergente do futebol vizinho.
O craque senegalês vai rubricar contrato com o emblema de Alvalade válido até 2030. O novo vínculo fica blindado por uma cláusula de rescisão milionária, fixada em 80 milhões de euros. Esta medida robusta visa proteger o ativo valioso contra o possível assédio de tubarões europeus num futuro próximo.
O atleta será assim a primeira cara nova confirmada de inverno no reino do leão. Resta agora perceber se o extremo será o único a chegar ou haverá mais nomes a entrar no mercado de transferências de inverno na turma orientada por Rui Borges para atacar a decisiva segunda metade da época.
Nesta temporada, com a camisola do Granada, Souleymane Faye – avaliado em 1,5 milhões de euros – realizou 21 jogos: 19 na Segunda División e dois na Copa del Rey. Nos 1.649 minutos em que esteve em campo, o avançado, que tinha contrato até 2029, marcou dois golos e fez seis assistências.
Comentador afeto ao Clube de Alvalade não deixou passar a sua mais recente coluna de opinião sem abordar temas relacionados com a arbitragem
08 Jan 2026 | 15:26 |
Carlos Barbosa da Cruz considera que o clima de pressão mediática e institucional no futebol português continua a condicionar decisões da arbitragem em prejuízo do Sporting. Num texto de opinião publicado no jornal Record após o empate dos leões frente ao Gil Vicente, o advogado sustenta que o VAR terá optado pelo silêncio num lance decisivo por receio das consequências externas.
C. Barbosa da Cruz: "Aposto que o VAR detetou a falta sobre Alisson"
Em causa está o golo do empate da equipa de Barcelos, precedido de uma infração não sancionada sobre Alisson Santos: “Aposto que o VAR Vasco Santos detetou a falta sobre o Alisson, que precedeu o golo do empate do Gil Vicente”, escreve Carlos Barbosa da Cruz, acrescentando que acredita que o VAR “pensou em alertar o árbitro e aconselhá-lo a anular a jogada”.
No entanto, segundo o autor, essa intenção terá sido travada por um contexto de intimidação instalado no futebol nacional. “O seu subconsciente, contudo, dissuadiu-o”, afirma, descrevendo um cenário em que o VAR antecipa “o comunicado que o Benfica iria de imediato publicar, criticando-o asperamente, por mais este favorecimento do Sporting”.
Carlos Barbosa da Cruz aponta ainda para o papel dos comentadores e antigos juízes que dominam o espaço mediático: “Depois considerou a multitude de ex-árbitros, omnipresentes nos media e supostamente isentos, que o iriam crucificar”, escreve, referindo também “a miríade de comentadores televisivos e radiofónicos que o acusariam, dias a fio, de todos os males do inferno”.
No texto, o comentador afeto aos leões alarga a crítica à cobertura mediática e a determinados canais televisivos, evocando “os insuspeitos locutores da CMTV, sempre de língua afiada em tudo o que tenha a ver com deitar abaixo o Sporting”, bem como a previsíveis reações de dirigentes e treinadores rivais.
Mais grave, segundo Carlos Barbosa da Cruz, são as consequências pessoais que este tipo de polémica pode gerar para os árbitros. O cronista refere o receio de ver “o seu nome arrastado na lama das redes sociais”, de receber “mensagens ameaçadoras” e até de ver “os filhos enxovalhados na escola”.