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Lenda do Sporting defende reintegração de Jeremiah St. Juste: "Já deu créditos"
09 Jan 2026 | 12:32
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13 Out 2024 | 03:00 |
Diogo Cardoso, médio de 20 anos da equipa de sub-23 do Sporting continua sem convencer em Alvalade, sabe o Leonino. O jogador, contratado à Académica no verão de 2023, chegou rotulado de jovem promessa, mas não conseguiu mostrar o talento que muitos lhe reconheciam e pode sair
Depois de semanas intensas de negociações, os leões bateram a concorrência de Benfica e Porto pelo jovem futebolista que cedo despertou a cobiça dos rivais. Os verdes e brancos chegaram-se à frente e 'amarraram' o futebolista português que ainda não pegou de estaca nos escalões jovens do Sporting,
O objetivo dos leões seria, numa primeira fase, integrar o jogador na equipa de sub-23 e, posteriormente na equipa B, sendo que, mais tarde, poderia ter uma janela de oportunidade para chegar à equipa A comandada por Rúben Amorim, algo que não se irá verificar.
Pelos juniores da Académica, o médio-ofensivo, que também joga a extremo-esquerdo, fez uma época de alto nível em 2022/23, em 24 jogos, marcou 18 golos e sete assistências. Um dos tentos do jogador foi marcado precisamente à equipa de sub-19 do Sporting, o que surpreendeu os responsáveis verdes e brancos.
No entanto, em 2023/24, Diogo Cardoso jogou apenas cinco encontros pela turma de João Pereira, num total de 60 minutos. Neste início de temporada, o futebolista soma apenas dois encontros (89 minutos) som comando técnico de Pedro Coelho. Apesar de ter contrato até 2025, os leões já procuram colocação para o atleta.
Mais recentes declarações do internacional dinamarquês são tema de conversa no Clube de Alvalade, devido a vários elogios a dragões
09 Jan 2026 | 14:56 |
A afirmação de Victor Froholdt em 2025 continua a merecer reconhecimento além-fronteiras e valeu-lhe a distinção de Futebolista do Ano na Dinamarca. Entre os muitos elogios recebidos, destacam-se os de Morten Hjulmand, capitão do Sporting, que não hesitou em voltar a sublinhar o impacto do médio do Porto tanto no clube como na seleção dinamarquesa.
"Pude ver desde o início, quando o Victor se juntou a nós [na seleção dinamarquesa], que o ritmo era muito alto. Joga rápido. Aquela capacidade de corrida e a energia que traz, tanto para o clube como para a seleção... Isso faz com que nos sintamos seguros por tê-lo, porque sabemos quão grandes são os espaços que ele cobre e como ele preenche o campo. Isso dá muito à equipa", destacou o médio leonino, que foi um dos nomes superados por Froholdt na corrida ao prémio.
Também Pierre-Emile Hojbjerg, internacional dinamarquês e médio do Marselha, deixou palavras de grande admiração pelo jovem centrocampista, elogiando não apenas o rendimento em campo, mas também o perfil humano: "Acho que o Victor tem uma atitude fantástica em campo e fora dele. Trabalha arduamente. Se alguém de 13, 14 ou 15 anos olhar para cima e perguntar: 'Que tipo de abordagem devo ter perante as coisas?', acho que o Victor Froholdt é um excelente exemplo. Trabalha arduamente e é humilde, mas mantém-se firme e entrega-se ao jogo".
Hojbjerg deixou ainda uma nota de apoio pessoal ao companheiro de seleção: "Se ele precisar de um bom conselho ou quiser apoiar-se um pouco num colega, será sempre bem-vindo. Caso contrário, tem permissão para continuar a cavalgar por aí fora".
Esta temporada, com a camisola do Sporting, Morten Hjulmand – avaliado em 50 milhões de euros – participou em 26 partidas: 16 na Liga Portugal Betclic, seis na Liga dos Campeões, duas na Taça de Portugal, uma na Taça da Liga outra na Supertaça. Nos 2.342 minutos em que esteve em campo, o capitão dos leões marcou dois golos e fez três assistências.
Equipa leonina sofreu um grande desaire frente a rival e perde pontos importantes na qualificação para a próxima fase de competição europeia
09 Jan 2026 | 14:25 |
Edu Bosch, treinador de hóquei em patins do Sporting, lamentou a derrota por 4-1 frente ao Benfica, jogo da Liga dos Campeões de hóquei em patins, que se realizou no Pavilhão João Rocha, na última quinta-feira, dia 9 de janeiro.
Edu Bosch: “Não foi um grande jogo nosso”
“Acho que entrámos muito bem, mas temos de reconhecer que não foi um grande jogo nosso, sobretudo perdemos na intensidade e quando não se consegue igualar essa intensidade é muito difícil competir. Tentámos, os jogadores tentaram, porque têm coração, sentem a camisola que vestem, mas não chegámos ao que nós somos”, começou por analisar o treinador espanhol.
Bosch definiu a meta que quer cumprir na Liga dos Campeões. “O nosso objetivo é ficar entre os quatro primeiros para poder aceder a uma final-8 no mês de maio, onde vão estar oito grandíssimas equipas”.
Edu Bosch: “Estivemos menos intensos”
"Estamos em crescimento, também se cresce com estas derrotas e temos de aprender e se domingo (empate 2-2 na Luz para o Campeonato) estávamos contentes, temos de aprender. Não se decide nenhum título nesta altura e havemos de chegar a esse momento muito mais fortes. Poderia esconder-me com lesões, extracomunitários, mas hoje estivemos menos intensos do que normalmente somos nós e que estes jogos pedem", acrescentou Edu Bosch.
O Clube de Alvalade volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 11 de janeiro, frente ao CA Feira. O encontro diante da turma da terceira divisão nacional, a contar para os 16 avos de final da Taça de Portugal, jogar-se-á às 17h00, em Santa Maria da Feira.
Futebolista da equipa principal do Clube de Alvalade foi chamado a falar sobre quem admira na sua posição e resposta está a dar que falar
09 Jan 2026 | 14:21 |
Rui Silva, guarda-redes do Sporting, foi convidado do programa Futebol Arte, da Sport TV, onde falou do seu percurso, das referências que o marcaram e da evolução do papel do guarda-redes no futebol moderno. Questionado sobre os nomes que o inspiraram em Alvalade, o internacional português não hesitou em destacar várias figuras marcantes da baliza leonina.
"De grandes guarda-redes que tenho memória no Sporting? Vários... desde Peter Schmeichel, Nélson, Tiago... que agora é meu treinador de guarda-redes e também Rui Patrício que é uma grande referência", começou por realçar o jogador leonino.
Rui Silva abordou ainda a transformação do guarda-redes português ao longo dos anos, sublinhando a crescente exigência técnica da posição: "Cada vez se consegue distinguir mais. No meu tempo, quando iniciei, não se falava tanto em guarda-redes. O meu primeiro treinador nessa área foi com apenas 18 anos e não tive aquela escola necessária. Sabia defender mas não estava identificado com as partes técnicas que são cada vez mais importantes".
Olhando para o futebol internacional, o 'camisola 1' do Sporting apontou Ter Stegen como um modelo a seguir: "É uma referência. Cada vez mais um guarda-redes é um jogador de equipa, muito mais solicitado, antigamente apenas servia para defender. Agora tem de ter uma leitura da profundidade, saber construir... enfim. Na minha opinião Ter Stegen é um dos mais completos. Um grande modelo para todos os guarda-redes".
Rui Silva recordou também as dificuldades sentidas na adaptação ao Betis, após vários anos em contextos competitivos distintos: "Faz sentido quando se fala de guarda-redes de equipa grande. Estive muitos anos no Nacional da Madeira e no Granada, equipas onde tive de me adaptar a uma forma diferente, pois eram os adversários que tinham posse e tinha mais trabalho. Quando cheguei ao Betis foi diferente e no início custou-me bastante. Com uma defesa muito mais subida, a controlar a profundidade, mais leitura...E qualquer deslize é fatal. Ficamos muito tempo sem participar no jogo e quando eles vão à nossa baliza temos de estar lá! É preciso manter o foco e concentração para ser eficaz. Esta posição tem muito a ver com isso: eficácia".