Futebol
Souleymane Faye vai ser reforço do Sporting! Conheça os detalhes do negócio
08 Jan 2026 | 16:13
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26 Abr 2024 | 13:59 |
Domingos Paciência, técnico que passou por Porto (enquanto jogador) e Sporting (como treinador) projetou o Clássico do próximo domingo, dia 28 de abril. O ex-internacional português considera que os leões são favoritos e diz que Viktor Gyokeres "foi uma grande contratação" e permitiu que Pedro Gonçalves, Marcus Edwards e Francisco Trincão "tivessem mais espaço".
"É natural que o Sporting seja, nesta altura, uma equipa completamente motivada, perante um Porto que já não tem chances de alcançar o título, mas não vai querer entregar de mão beijada o jogo", começou por dizer ao jornal Record.
"Temos um exemplo bem recente do que aconteceu no último Porto -Benfica, para a Liga Betclic, em que o Porto estava longe de pensar que poderia golear o Benfica e o fez. Isto para dizer que o Porto, nestes momentos, supera-se e consegue fazer grandes jogos", recordou.
"Toda a gente, pelo menos quem luta para ser campeão, sabe perfeitamente que é um ano de muitos sacrifícios, muitas horas de trabalho, e é natural que os jogadores estejam supermotivados e queiram alcançar esse objetivo quanto antes", admitiu.
"O Taremi teve lesões, teve a seleção, alguma irregularidade no seu jogo. O Evanilson aproveitou bem, fez golos, confiante, viu-se um Evanilson diferente. Faz parte dos avançados e essa concorrência é sempre boa num grande clube", analisou Domingos.
Já no lado dos leões, a contratação de Viktor Gyokeres "caiu que nem uma luva" pela "grande amplitude" que o sueco deu ao ataque, "além da capacidade de trabalho": "Fez com que o Sporting tivesse o espaço para a criatividade do Pote [Pedro Gonçalves], do Edwards, do Trincão. Foi a melhor contratação e muito daquilo que é o rendimento da equipa é pelas características deste avançado", elogiou o treinador, atualmente com 55 anos.
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08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
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08 Jan 2026 | 16:44 |
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Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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