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Futebol
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O Sporting venceu, na última partida que disputou, o Estrela da Amadora, por convincentes 3-0. Nessa partida, houve direito a golo de Geovany Quenda, algo que agradou muito aos adeptos leoninos. Tito Arantes Fontes não escapou a essa onde, e fez questão de assinalar esse momento.
O antigo Presidente do Grupo Stromp, e figura muito ligada à vida dos leões, assinou o seu habitual texto de opinião no Jornal Sporting, onde destacou o golo marcado por Geovany Quenda, e lembrou Roberto Martínez, selecionador nacional que ainda não estreou o extremo na equipa das Quinas, mesmo depois de confirmada a venda ao Chelsea por mais de 50 milhões de euros.
"O modo como recebeu no lado direito da grande área o passe de Gyokeres (mais uma assistência!) é superlativo e define a classe do jogador…", começou por escrever Tito Arantes Fontes acerca do gesto técnico de Geovany Quenda no golo apontado aos 81 minutos da partida frente ao Estrela da Amadora.
O antigo Presidente do Grupo Stromp prosseguiu: "Depois foi dar continuidade à maravilha que estava a ser por si desenhada naquele momento, aproximando-se da linha final, flectindo ligeiramente para o interior e aplicando uma sapatada com o pé esquerdo, de fino recorte técnico, para encaixar a bola, num remate em arco, de ângulo quase impossível, no fundo das redes".
Terminou, com críticas ao selecionador nacional: "Um golo soberbo, todo ele só possível num jogador verdadeiramente predestinado para grandes feitos e uma fantástica carreira! Estava feita a maravilha do final da tarde… com 'dedicatória' e tudo para o Sr. Martínez! Se é que este pela enésima vez conseguiu perceber…", escreveu Tito Arantes Fontes acerca do momento assinado por Geovany Quenda no jogo do Sporting.
Histórico treinador da liga portuguesa concedeu, recentemente, uma extensa entrevista, em que falou da possibilidade de treinar os verdes e brancos
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Manuel Cajuda é um dos nomes grandes do futebol português. O experiente treinador, atual presidente do Olhanense, orientou 15 clubes diferentes em Portugal, para além de uma carreira no estrangeiro. Concedeu, recentemente, uma extensa entrevista ao jornal A Bola, e falou, entre outros temas, da possibilidade que teve para treinar o Sporting.
Apesar de ter passado por Braga e Guimarães, o treinador nunca orientou um dos três grandes. Na entrevista que concedeu, começou por partilhar que teve oportunidades nos três clubes, incluindo no Sporting, que acabou por recusar.
"Tive (a porta aberta) nos três. Eu nunca gostei de falar muito sobre isso, porque eu não treinei um dos grandes por culpa minha, não por culpa deles. Não vejam aqui qualquer antipatia em relação aos grandes", começou por explicar Manuel Cajuda.
Explicou, depois, o porquê de ter recusado os convites: "Eu tenho cabeça para pensar e quando me fizeram os convites — não sei se pensei errado — entendi que não era o lugar que eu queria (...) Porque achei que não era bom para mim. Tal como achei em relação ao Benfica e ao Sporting. Não vejam nisso vaidade e de alguém que tem na mania que é importante. Não. Ficamos claros de uma vez: tive convites e não fui por ser burro. Assim fica mais fácil perceberem", atirou o treinador português.
Sobre o convite dos leões, contou um pouco mais: "No Sporting foi em 2009, estava eu no Dubai. Se gostava? Claro que sim, mas não fui. Tal como não fui selecionador por coisas que ninguém entende… mas que eu entendo", rematou Manuel Cajuda, na entrevista que concedeu ao jornal A Bola. Por último, falou também do posto de selecionador nacional.
Ex técnico dos leões pode estar prestes a tornar-se numa lenda do futebol mundial, ao abraçar uma ótima oportunidade no território brasileiro
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Jorge Jesus pode estar prestes a dar o passo mais importante da sua carreira. O ex Sporting, atualmente no Al Hilal, surge como forte candidato a assumir o cargo de selecionador do Brasil, um desafio que, segundo o jornalista Rui Dias, pode ser o ponto alto da sua trajetória. “Está na iminência de abraçar o desafio de uma vida, não na rotina dos clubes, no profissionalismo puro e duro, avaliado a cada instante, mas no cenário curto, grandioso e esmagador de uma equipa nacional”, escreve Rui Dias no jornal Record.
O percurso de Jesus no Brasil já deixou marcas profundas. Na sua passagem pelo Flamengo, conquistou títulos e redefiniu o futebol do clube, quebrando preconceitos e deixando um legado que, segundo Rui Dias, mudou o jogo no país. “JJ tem o amparo de títulos relevantes num dos maiores clubes do mundo; de ter aberto mercado aos treinadores portugueses no Brasil e construído uma aura profética entre os adeptos.” Agora, pode levar essa revolução ao mais alto nível, mas com uma grande responsabilidade: manter viva a essência do futebol brasileiro.
O jornalista alerta para os desafios que o antigo técnico dos leões enfrentará caso assuma o escrete, especialmente a necessidade de respeitar a tradição do futebol arte. “A seleção brasileira é a reserva espiritual do futebol e, como tal, tem de ser respeitada.” Para Rui Dias, o técnico português deve encontrar um equilíbrio entre pragmatismo e espetáculo: “O papel do novo responsável é conjugar génio e pragmatismo; sustentar o caminho das vitórias com o estímulo ao espetáculo; valorizar magia, adorno e demais excentricidades, sem estar condicionado ao medo.”
Apesar do enorme prestígio conquistado no Brasil, Jesus pode enfrentar resistência dentro e fora de campo. A sua recente desavença com Neymar, no Al Hilal, não foi suficiente para afastar o interesse da Confederação Brasileira de Futebol, mas pode ser um fator a considerar. Além disso, a sua saída antecipada do clube saudita significaria abdicar do sonho de disputar o Mundial de Clubes. Ainda assim, Rui Dias acredita que Jesus tem nas mãos a possibilidade de concluir a transformação que começou no futebol brasileiro: “JJ deixou a meio uma revolução conceptual, ideológica e metodológica no Brasil. Tem agora a possibilidade de completá-la.”
Se a escolha da CBF recair sobre Jorge Jesus, o futebol brasileiro poderá estar à beira de uma nova era. O técnico português terá a missão de devolver à canarinha o brilho que a tornou lendária, “Se quiser só salvar a pele, pode aumentar a lenda manuseando argumentos importados, vencer será suficiente para a glória e ser considerado herói.”, afirma Rui Dias. O jornalista assume que não é necessário apenas ganhar, mas também respeitar e preservar a estética e a história do futebol brasileiro.
Treinador verde e branco já se terá decidido em praticamente todas as posições do campo, mas há uma específica que ainda pode mudar
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Rui Borges parece ter uma ideia em mente para a partida do Sporting frente ao Rio Ave, a contar para a primeira mão das meias finais da Taça de Portugal: não facilitar. O jogo disputa-se esta quinta feira, dia 3 de abril, em Alvalade, e o treinador verde e branco já terá praticamente toda a equipa decidida, com uma exceção: Conrad Harder,
Antes disso, a política de não facilitar na Taça, por parte de Rui Borges, vai começar a ficar bem patente pela escolha na baliza: não há ofertas a Franco Israel e deve ser mesmo Rui Silva, o titular do Sporting, a assumir as redes verdes e brancas.
No eixo defensivo, não se preveem mudanças em relação á última partida frente ao Estrela da Amadora. Rui Borges não vai deixar cair o 3x4x3, e Gonçalo Inácio, Ousmane Diomande e Eduardo Quaresma devem ser os escolhidos para ocupar as três posições de defesas centrais. St. Juste será opção a partir do banco.
No meio do terreno surgem as maiores mudanças - em primeira instância, devido a dois reforços que já eram anunciados. Maxi Araújo volta de castigo e assume o ala esquerda, no lugar que foi ocupado por Matheus Reis na última partida. Morten Hjulmand faz o mesmo com Eduardo Felicíssimo no miolo do terreno. Zeno Debast e Ivan Fresneda devem manter a titularidade.
Na frente de ataque, surgem as maiores dúvidas. Conrad Harder é o melhor marcador do Sporting na Taça de Portugal, e vem demonstrando boa forma - a acrescentar a esse facto, os problemas físicos que Gyokeres já apresentou esta época, e a possibilidade de o poupar antes de um jogo difícil e importante frente ao Braga, deixam em aberto a possibilidade do avançado dinamarquês atuar na frente de ataque, entre Geovany Quenda e Francisco Trincão.