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Souleymane Faye vai ser reforço do Sporting! Conheça os detalhes do negócio
08 Jan 2026 | 16:13
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01 Jul 2020 | 23:13 |
Ao final da noite desta quarta-feira, estava tudo preparado para o jogo que encerrava a 29.ª jornada da Liga NOS. Os leões receberam e venceram o Gil Vicente FC por 2-1, conquistando mais três pontos importantes na sua caminhada, encontrando-se, agora, em terceiro lugar com 55 pontos.
Dia de estreias
Rúben Amorim mudou apenas uma peça, por obrigação, colocando Rafael Camacho no lugar de Jovane Cabral no onze titular, uma vez que o segundo ainda se encontra a recuperar de lesão. Não nos foquemos, inicialmente, nessa questão. Lembremo-nos que é dia de aniversário, o Sporting CP festeja o seu 114.º ano e existiam muitas para mostrar.
Em dia de aniversário, nova pele. As novas camisolas, apresentadas esta madrugada, foram estreadas em campo pelos jogadores leoninos. Com uma versão comemorativa dos 114 anos e com os atletas a trazerem nas costas nomes de várias glórias do Clube como homenagem. Balakov, Damas, entre outros, estivem “em campo” esta noite.
Início repartido e com alguns sustos
A partida não começou da melhor forma para os leões, com os forasteiros mesmo a marcarem, mas tendo sido assinalado fora de jogo (3’). Rúben Ribeiro seria o autor, o ex-jogador leonino que rescindiu contrato após o ataque a Alcochete.
Vai-se vendo e ouvindo fogo de artifício em Alvalade. Afinal, é uma festa, os Sportinguistas também merecem festejar, uma vez que estão todos de parabéns, ainda que fora do Estádio, mas a apoiar ao seu lado.
À passagem pelo minuto sete, Ristovski, é lançado em profundidade por Eduardo Quaresma, tendo Dênis ficado a meio caminho, valendo o corte da defesa gilista quando a bola ia na direção de Sporar que tinha, na sua frente, a baliza totalmente aberta.
O Gil Vicente surgiu em Alvalade bem organizado e concentrado, sem medo destes novos leões de Rúben Amorim. Aos 11 minutos, uma boa mancha de Maximiano impediu o golo de Sandro Lima, que surgiu em velocidade pelo corredor esquerdo.
Pouco depois, Sporar foi o protagonista da perda da noite. Com um canto batido pela direita (14’), por Gonzalo Plata, ninguém chegou para o desvio ao primeiro poste e, por sua vez, Sporar chegou atrasado por muito pouco junto ao segundo poste. Esteve à espreita o primeiro golo dos leões.
Viu-se samba em Alvalade
Ouviu-se rugir ao minuto 21. Depois de um belo trabalho de Plata, do lado direito, Sporar não chegar ao cruzamento na zona do castigo máximo, mas a bola sobrou para a entrada da área, onde apareceu Wendel. Sem hesitar, o brasileiro rematou à baliza e estava feito o 1-0.
Neste golo, Wendel marcou naquele que foi o primeiro remate enquadrado do Sporting CP com a baliza, sendo que este é o terceiro tento consecutivo que os leões marcam nestas condições (Tondela, Belenenses SAD e Gil Vicente). Uma eficácia total nas últimas partidas.
https://twitter.com/SPORTTVPortugal/status/1278428300646514691
‘Max’ bem que representa Damas
Se nos primeiros minutos o Gil Vicente já tinha assustado, ao 28.º mais um golo anulado por fora de jogo. Desta vez, seria de Sandro Lima que, depois de cruzamento de Rúben Ribeiro, desviou para o fundo da baliza leonina.
O Gil continuava a ameaçar. No entanto, Luís Maximiano, mantinha-se atento e com uma missão: honrar o nome que trazia nas costas, o de Damas.
À passagem pelo minuto 35, Lourency na esquerda, mas o cruzamento foi parar às mãos de Max que, logo de seguida, num remate à queima-roupa de Baraye, mostrou bons reflexos e presenteou os Sportinguistas com mais uma grande defesa.
Plata para dilatar a vantagem
No regresso dos balneários, os leões entraram mais fortes e, diga-se, mais eficazes.
Logo aos 49 minutos, o Sporting CP ampliou a vantagem para 2-0, pelo pé de Gonzalo Plata que, depois de falha de Claude – a fazer passe errado para o centro da área – recuperou e rematou de pé esquerdo para o fundo das redes da baliza gilista. Golo de Balakov... ah, esperem, é Plata a fazer suar essa camisola com tanta história.
Este foi o segundo golo de Plata na Liga NOS e o terceiro na época. Antes desta partida, o avançado equatoriano apenas tinha marcado frente ao Boavista, também em Alvalade.
https://twitter.com/SPORTTVPortugal/status/1278440191330582535
Aos 62 minutos, mais um bom ataque leonino. Canto batido por Plata, Coates ganha nas alturas, mas a bola sai um pouco ao lado da baliza do Gil.
Por sua vez, Maximiano continuava a sua senda de defesas impossíveis. Rúben Ribeiro tenta marcar de canto direto e o guarda-redes leonino teve de se esforçar para defender, mas estava atento e manteve intacta a sua baliza.
Rúben Amorim começou a ver as linhas a apertar. Então, para sua primeira substituição, trocou Rafael Camacho por Doumbia (69’).
A partida resfriou, assim como a temperatura no Estádio José Alvalade. Ainda que frente a uma formação de Barcelos sempre combativa, os leões mantinham-se bem defensivamente, não permitindo que estes pudessem diminuir a desvantagem.
Os meninos da noite
No entanto, houve mais uma estreia esta noite. Tiago Tomás, ao fim de três jogos em campo, estreou-se em Alvalade, com a saída de Matheus Nunes. Mais um jovem da cantera leonina a quem o míster deu a oportunidade de se mostrar.
Enquanto Max continuava a demostrar a sua agilidade, o Gil trazia algum perigo. Aos 82 minutos, tudo isto contribuía para que os leões chegassem aos 500 minutos sem sofrer um golo em casa, mais uma marca importante para o Clube de Alvalade.
Aos 90 minutos, grande penalidade para o Gil Vicente. Depois de livre estudado dos barcelenses: Rúben Ribeiro cruza atrasado, Hugo Vieira antecipa-se a Doumbia, que faz falta. Rúben Ribeiro marcou, então o golo de honra do Gil Vicente. 2-1 em Alvalade. 510 minutos depois, o Sporting CP sofre um golo em casa.
Se Tiago Tomás já tinha sido uma estreia interessante, Rúben Amorim trouxe uma que já era há muito esperada pelos Sportinguistas: Joelson Fernandes, que ainda aproveitou para fazer a marcação de um livre, acabando por sair ao lado. Mais um momento de confiança dos jovens leoninos.
A 30.º jornada joga-se já no próximo dia 6 de julho, frente ao Moreirense, fora de portas, pelas 21h00.
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08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
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A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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