Futebol
Gonçalo Inácio em maus lençóis? Rui Borges toma nova decisão no Sporting
25 Ago 2026 | 11:00
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05 Mai 2020 | 10:00 |
Passam hoje precisamente 15 anos desde o mítico jogo das meias-finais da Taça UEFA frente ao AZ Alkmaar. Quando muitos já deitavam a toalha ao chão, Miguel Garcia, ao minuto 120, fez o golo que colocou o Sporting CP na final da prova. Em declarações exclusivas ao Leonino, Ricardo, guarda-redes titular dos leões entre 2003 e 2007, falou sobre a caminhada europeia do Clube de Alvalade nessa época.
“Foi um momento fantástico. O Miguel (Garcia) faz golo porque lhe disse para atacar o primeiro poste”, começou por contar, entre algumas gargalhadas, o antigo internacional português.
O guardião afirmou, ainda, que, se o seu companheiro não tivesse feito golo, ele próprio estava naquela zona para finalizar: “Iria sempre atrás dele para aproveitar a sobra porque, por norma, não marcam os guarda-redes e eu até tinha algum jeito para fazer golos nessas circunstâncias. Se ele não faz golo, eu já estava naquela zona para empurrar”.
Ricardo confidenciou também que sabia que Rodrigo Tello ia bater o canto para a zona do primeiro poste: “Com as condições em que estava o campo e pela forma como batíamos os cantos, o mais provável era que a bola acabasse por cair naquela zona. Foi o que acabou por acontecer. O Miguel entrou muito bem ao primeiro poste e foi feliz”.
https://www.youtube.com/watch?v=1UoFYuYJoNc
“Tínhamos pela frente um adversário fortíssimo. O CSKA era uma equipa de luxo”
O Sporting CP acabou mesmo por seguir para a final da Taça UEFA que, nesse ano, se disputou precisamente no Estádio José Alvalade. No entanto, após a turma de José Peseiro ter chegado ao intervalo a vencer (1-0, com golo de Rogério), o CSKA acabou por dar a volta ao marcador (3-1) e vencer a prova.
Relativamente a esse encontro, e sobre o que correu mal para que o Sporting não tivesse vencido, Ricardo destaca a qualidade da equipa adversária e recusa a ideia de que o fator casa tenha jogado contra a equipa: “Jogar em casa é sempre bom. Não foi por isso que perdemos. Passaram-se várias coisas, mas a principal foi o facto de termos pela frente um adversário fortíssimo, com uma equipa de luxo. Era um CSKA muito forte”.
O antigo internacional português recordou que os leões poderiam ter feito o 2-1, mas que, no contra-ataque dessa mesma jogada, os russos passaram para a frente do marcador: “Saímos para o intervalo a vencer. Após o empate, tivemos uma oportunidade flagrante para fazer o 2-1. A bola não entra e, no contra-ataque, eles fazem golo. A partir daí, foi muito difícil dar a volta ao resultado”.
Ricardo considerou também que a equipa estava muito desgastada, tanto mentalmente como fisicamente, e que isso acabou por ditar o desfecho final: “Tanto em termos anímicos como físicos, foi uma semana muito difícil porque, de facto, estávamos esgotados”.
“Foi o jogo mais épico que joguei em Alvalade”
Apesar da derrota na final frente ao CSKA, o antigo guardião leonino guarda com carinho todo o percurso realizado nesse ano, mas especialmente o jogo da segunda mão dos quartos-de-final diante do Newcastle: “Foi o jogo mais épico que me lembro de jogar em Alvalade. Estivemos a perder 1-0 e tínhamos de marcar três golos sem sofrer nenhum. Acabámos por marcar quatro. Foi fantástico. Houve uma comunhão tremenda entre a equipa e o público”.
Ricardo recordou que, na primeira mão, em que o Sporting CP saiu derrotado, por 1-0, teve um lance bastante perigoso com Shola Ameobi: “Estava uma noite muito fria e condições bastante complicadas. Lembro-me bem desse jogo porque, no final da primeira parte, tive um lance com Shola Ameobi onde ele, com uma entrada a pés juntos, praticamente me destruiu a cabeça. Fiquei com a cara toda deformada, mais especificamente o maxilar. Mesmo com bastantes dores, joguei até ao fim”.
O guarda-redes, hoje comentador da SportTV, confessou que, nessa mesma noite, foi ao hospital e quase não conseguia regressar com a equipa para Lisboa: “No final do jogo, fui para o hospital e não me queriam deixar viajar devido aos traumatismos que tinha, mas lá consegui que me deixassem regressar com a equipa”.
https://www.youtube.com/watch?v=2OFDtWk5_6E
Estrutura do Clube de Alvalade já havia identificado um plano B para o plantel de Rui Borges, com o objetivo de garantir a chegada de uma solução para a posição
26 Ago 2026 | 03:00 |
Julio Soler era a principal alternativa do Sporting a Moncef Zekri para reforçar o lado esquerdo da defesa do Sporting, sabe o Leonino. O lateral argentino do Bournemouth estava referenciado pela estrutura verde e branca para o caso de o negócio pelo jovem marroquino acabar por falhar.
Ao que o nosso Jornal apurou, os responsáveis leoninos trabalharam com mais do que uma possibilidade para preencher a vaga deixada por Ricardo Mangas. Zekri foi sempre a solução que ganhou maior força, mas Soler encontrava-se preparado como plano B caso surgisse algum entrave definitivo nas negociações com o Mechelen.
O jogador do Bournemouth está atualmente avaliado em 8 milhões de euros, uma verba consideravelmente superior ao investimento necessário para garantir Zekri. Ainda assim, o perfil do argentino agradava à estrutura do Sporting e era visto como uma solução válida para aumentar as opções de Rui Borges no corredor esquerdo.
A SAD acabou por conseguir fechar a contratação de Moncef Zekri, tornando desnecessário avançar para o plano alternativo. O marroquino foi apresentado na terça-feira e será a alternativa a Maxi Araújo, numa aposta pensada também a médio e longo prazo.
Desta forma, Julio Soler não deverá avançar para o Sporting neste mercado, mas o interesse demonstra que os leões tinham preparado diferentes cenários para uma posição considerada prioritária. A escolha final recaiu em Zekri, deixando o lateral do Bournemouth como solução de recurso para o caso de o primeiro negócio não chegar a bom porto.
Jogador marroquino é o nono reforço dos verdes e brancos para a temporada 2026/27 e chega a Alvalade oriundo do Mechelen, da Bélgica
25 Ago 2026 | 20:52 |
Moncef Zekri já é oficialmente jogador do Sporting. O lateral-esquerdo marroquino, de apenas 17 anos, tornou-se no nono reforço dos verdes e brancos para 2026/27 e assinou um contrato válido por três temporadas, até junho de 2029, além de ter uma cláusula de rescisão de 80 milhões de euros.
A duração inicial do vínculo está relacionada com o facto de o jogador ainda ser menor de idade. Quando completar 18 anos, a 20 de setembro, Moncef Zekri prolongará o contrato por mais duas temporadas, ficando ligado aos verdes e brancos até 2031. O Sporting paga 3 milhões de euros fixos ao Mechelen, mais bónus.
O jovem chegou a Lisboa no domingo, realizou os habituais exames médicos na segunda-feira e cumpriu depois todos os procedimentos necessários antes da oficialização. Zekri chega para preencher a vaga deixada por Ricardo Mangas e será, numa primeira fase, a principal alternativa a Maxi Araújo no corredor esquerdo.
A contratação também é encarada como uma aposta de futuro. O Sporting pretende dar tempo ao internacional jovem marroquino para crescer durante esta temporada e prepará-lo para assumir maior protagonismo mais adiante, sobretudo perante a possibilidade de Maxi Araújo deixar Alvalade no futuro.
Formado no Mechelen, Zekri realizou 17 jogos pela equipa principal na última temporada e já conquistou a CAN Sub-17 por Marrocos. Natural de Bruxelas, estreou-se pelos seniores em maio de 2025 e começou a presente época como titular diante do Gent, antes de ficar de fora dos encontros seguintes já com a mudança para o Sporting em andamento.
Confira o vídeo de apresentação:
Mais recentes declarações do Presidente dos verdes e brancos continuam a ser tema de conversa e motivo para várias abordagens
25 Ago 2026 | 17:30 |
Bruno Francisco analisou as recentes declarações de Frederico Varandas sobre a situação de Luis Suárez e considera que o Presidente do Sporting procurou encerrar, de uma vez por todas, a polémica que tem acompanhado o avançado colombiano desde o início da temporada.
Bruno Francisco: "O tom fez lembrar aqueles tempos áureos de Pinto da Costa"
Na A BOLA TV, o comentador começou por destacar a forma utilizada pelo líder leonino para abordar o tema. “O tom fez lembrar aqueles tempos áureos de Pinto da Costa, com aquele humor mais corrosivo. Explicando o que se estava a passar, mas fazendo algumas alegorias.”
Bruno Francisco entende, contudo, que o mais importante para os leões é colocar rapidamente um ponto final no assunto. “É do interesse da estrutura do Sporting e, neste caso, do Presidente do Sporting, acabar com esta novela o mais rápido possível. Porque, para todos os efeitos, foi o caso maior do arranque da temporada do Sporting. A saída do treino, eventuais guerras com o treinador, colegas, estar à parte do plantel no sentido de ter poucas relações”.
O comentador alertou ainda para as consequências que todo o ruído pode trazer, tanto a nível desportivo como no próprio mercado. “Este tipo de novelas é mau em todos os sentidos. Não só desestabiliza o grupo de trabalho, como cria ruído todo à volta dos adeptos, não só do Sporting, mas do mundo do futebol. E também, caso o Sporting queira vender o jogador, isto é mau porque acaba por o desvalorizar”.
Por isso, Bruno Francisco acredita que Frederico Varandas pretendeu estabilizar definitivamente a situação do camisola 97. “Diria que é do interesse do Sporting ter o jogador focado, diminuir ao máximo este ruído, acabar com este caso o mais breve possível e depois resolver: ou fica, ou alguém paga o que o Sporting quer. No fundo, acho que foi isso que Frederico Varandas quis fazer”.
Gonçalo Inácio em maus lençóis? Rui Borges toma nova decisão no Sporting
25 Ago 2026 | 11:00
Atenção, Sporting! Rui Borges recebe grandes notícias sobre Fotis Ioannidis
25 Ago 2026 | 16:32
Deportivo não quis vender Yeremay ao Sporting, mas agora quer alvo dos leões para o substituir
25 Ago 2026 | 16:17