Futebol
Sporting vê vida a complicar-se por defesa referenciado para o lugar de Gonçalo Inácio
03 Nov 2026 | 12:48
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Futebol
26 Set 2023 | 13:44 | Por Redação
O Sporting fechou sexta jornada da Liga Portugal Betclic com mais um triunfo, por 2-0, frente ao Rio Ave. Luís Freire, treinador dos vilacondenses lamentou a má entrada da equipa no encontro, afirmando que o jogo teria sido diferente caso o golo de Costinha não tivesse sido invalidado.
Em declarações no final da partida, o técnico do emblema do Norte deixou breves conclusões sobre o embate. “Começámos mal, a não condicionar o Sporting, sem ser agressivos. Sentimos a lesão do Joca, o que desconcentrou a equipa. Há mérito do Sporting e demérito nosso”, apontou.
“Descobrimos o nosso jogo a partir da meia hora [de jogo] e na segunda parte houve uma resposta positiva. Se a bola do 2-1 tivesse entrado, iríamos discutir este jogo. Um golo no segundo tempo teria sido merecido”, lamentou Luís Freire.
Apesar da derrota, o líder da turma de Vila do Conde salientou a prestação da equipa no segundo período do encontro. “Daríamos tudo pelo empate. Há mérito na forma como conseguimos anular o Sporting na 2ª parte e impor o nosso jogo”, concluiu.
O Sporting volta a entrar em ação no próximo sábado, dia 30 de setembro. O Clube de Alvalade vai viajar para o Algarve, onde vai defrontar o Farense, no Estádio de São Luís, para jogo a contar para a sétima jornada do Campeonato Nacional. O encontro tem início agendado para as 20h30.
Treinador português deverá chegar muito em breve para ocupar o lugar de Rui Borges no comando técnico dos leões e comentador deixou a opinião sobre a escolha
03 Nov 2026 | 15:31 | Por Redação
Tomás da Cunha analisou a chegada iminente de Paulo Fonseca ao comando técnico do Sporting e considera que o treinador português terá vários desafios importantes pela frente. Entre eles estão a definição da ideia de jogo, o aproveitamento dos jovens de Alcochete e a necessidade de estabilizar uma equipa que tem revelado problemas defensivos.
Tomás da Cunha: "Cchegar com tudo a provar enquanto treinador de um grande português é importante"
Nas redes sociais, o analista começou por destacar o contexto em que Paulo Fonseca chega a Alvalade. “Sobre Paulo Fonseca, o facto de chegar com tudo a provar enquanto treinador de um grande português é importante. No essencial, já esteve em vários projectos que se assemelham ao que vai encontrar em Alvalade. Pede-se definição concreta da ideia de jogo e o enquadramento/desenvolvimento de jovens, também valorizando Alcochete".
Tomás da Cunha: "Possivelmente, não será o plantel-tipo de Paulo Fonseca"
Tomás da Cunha lembrou ainda que o novo treinador terá de trabalhar com um plantel construído para outra ideia. “Vale lembrar, ainda assim, que o plantel está montado. Possivelmente, não será o plantel-tipo de Paulo Fonseca. Precisará de redimensionar o meio campo, à partida assumindo o 4-3-3. Sem revolução, mas tentando melhorar dinâmicas de construção e o entendimento em criação".
O processo defensivo surge, para o comentador, como uma das questões mais urgentes a resolver. “O tema mais interessante, no imediato, até é como vai estabilizar o processo defensivo de uma equipa carente de rigor e sem referências absolutas”, escreveu, numa referência às dificuldades que o Sporting tem apresentado sem bola.
Por fim, Tomás da Cunha sublinhou que o Paulo Fonseca que chega agora a Alvalade é diferente daquele que passou pelo Porto. “Fonseca não é o mesmo treinador que passou pelo Porto. A equipa técnica mudou. O contexto de balneário mais complicado, em Milão, dificilmente se repete. Entra com margem, pelo atraso na liga, mas com um estatuto que o obriga a impacto imediato”, concluiu.
Confira a publicação:
Antigo jogador do Mónaco e Marselha está revoltado com a saída do treinador português para Alvalade, deixando o Lyon após duas épocas e meia
03 Nov 2026 | 15:10 | Por Redação
A iminente saída de Paulo Fonseca do Lyon rumo ao Sporting continua a dar que falar em França. Depois de Christophe Dugarry, foi Éric Di Meco a revoltar-se pelo estado da Liga francesa, argumentado com a ida do técnico de 53 anos para Portugal.
E. Di Meco: "Desesperante"
"Podemos fazer um concurso de desespero na Ligue 1. Portanto, o que é mais desesperante? O Lyon perder o seu treinador porque precisa de dinheiro ou o Marselha contratar zero jogadores... Isto não existe. Nunca vi um clube não contratar nem sequer um tipo que passa na rua, alguém vê que deu muitos toques. Nem sequer isso!", ironizou, no Super Moscato Show, da RMC Sport.
O antigo lateral de Mónaco e Marselha não consegue compreender a gestão que o Lyon tem feito. "A Ligue 1 é desesperante! E é assim, eu parto do princípio de que os treinadores são muito importantes. Cada vez mais importantes no desporto, tenho a impressão, e no futebol em particular. Mas não me tiras da cabeça que mais vale ter um bom plantel e ter de escolher um treinador do que o contrário: ter um grande treinador e um plantel mediano", comentou.
E. Di Meco: "Acho que o problema do Lyon é que tem bastantes lesionados"
Éric Di Meco refere que o clube gaulês tem qualidade individual, sendo que o problema centra-se na quantidade de lesões. "Acho que o problema do Lyon é que tem bastantes lesionados, mas é um bom plantel. Mostraram-no no ano passado até à reta final da época", afirmou.
No final, o antigo internacional francês revelou que acredita que o Lyon tem tudo para ter sucesso mesmo sem Paulo Fonseca. "Vêm de uma época de transição e vimos isso agora desde o início da época. Portanto, está logo ali atrás. Sim, é desesperante, mas se fizerem a escolha certa têm equipa para acabar no pódio. Basta fazerem a escolha certa", rematou.
Jornalista não esconde a sua posição sobre a forma como terminou o ciclo do antigo treinador dos leões e aborda também a decisão de avançar para Paulo Fonseca
03 Nov 2026 | 14:49 | Por Redação
Bruno Prata abordou a saída de Rui Borges do Sporting e a forma como o processo foi conduzido pela estrutura leonina. O jornalista considera que o treinador transmontano merecia uma despedida diferente, tendo em conta os resultados alcançados na primeira temporada, a qualidade futebolística apresentada pela equipa e o compromisso demonstrado durante o seu percurso em Alvalade.
B. Prata: "Saiu de maneira ingrata"
"Rui Borges acabou cozido em lume brando: saiu de uma maneira ingrata, que não merecia, e com a desagradável distinção de ser talvez o último a saber que o Sporting tratava, nas suas costas, da substituição. Pelo que ganhou na primeira época, pela qualidade futebolística que a equipa mostrou durante largos meses, pela seriedade com que trabalhou e pelo compromisso que nunca regateou, merecia mais do que descobrir o fim da história pelas notícias", escreveu, no seu texto de opinião ao jornal Record.
As palavras mais duras são dirigidas a Frederico Varandas, com o cronista a questionar a forma como o presidente geriu a comunicação da saída. "A sensação é a de que Frederico Varandas só chamou Borges para lhe comunicar a saída quando a informação já tinha tornado insustentável a continuação do silêncio. Fica a dúvida: foi desconsideração desnecessária ou inépcia flagrante a guardar segredo de contactos que, nestas circunstâncias, são tão previsíveis como a chuva em novembro? Em qualquer dos casos, o presidente não sai bem na fotografia", apontou.
B. Prata: "O problema foi renovar quando Borges ainda tinha mais um ano de contrato"
Bruno Prata considera que a posição de Rui Borges já estava fragilizada desde a derrota com o Torreense, na final da Taça de Portugal, mas não deixa de questionar a renovação contratual anunciada em maio. "Não por lhe terem duplicado um salário baixo: isso era da mais elementar justiça para um treinador que herdou a equipa de Ruben Amorim, ganhou a Liga e Taça e manteve o Sporting competitivo durante muito tempo, acrescentando-lhe até valências que antes não tinha. O problema foi renovar quando Borges ainda tinha mais um ano de contrato e a derrota no Jamor aconselhava uma gestão mais cerebral", explicou.
A análise estende-se à construção do plantel e à dimensão do investimento realizado pelo Sporting. "O Sporting vendeu por mais de 155 milhões de euros jogadores marcantes e gastou 123 milhões em reforços, muitos deles jovens com potencial, mas ainda a precisar de adaptação. Reconstruir uma equipa é difícil; fazê-lo com um treinador fragilizado é acrescentar uma segunda obra à primeira e esperar que ambas acabem no prazo", pode ler-se.
Sporting vê vida a complicar-se por defesa referenciado para o lugar de Gonçalo Inácio
03 Nov 2026 | 12:48
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03 Nov 2026 | 12:17