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Futebol
25 Mai 2021 | 14:45 |
Na passada segunda-feira, 24 de maio, João Palhinha fez o resumo dos episódios sucedidos durante a época 2020/2021 que ainda há pouco terminou, na qual os leões se sagraram campeões nacionais, no Canal 11. O médio português abordou um dos temas mais polémicas desta Liga NOS -o cartão amarelo no Bessa - e os pontos do seu percurso individual e da equipa até ao tão desejado título.
"Pensámos jogo a jogo. O início da época foi um pouco atribulado, por causa dos casos de Covid-19. Para mim também não foi muito fácil, falhei alguns jogos. À medida que fomos vendo os nossos adversários perder pontos... Acho que o jogo com o Braga... ouço muita gente dizer que quando ganhámos esse jogo que foi o do título. Acho que termos ganho em Braga da forma como ganhámos, com menos um, e ter de estar o jogo todo atrás da bola, e o facto de ter acontecido o golo, a equipa agarrou-se ainda mais. Os jogadores que estavam no banco agarraram-se todos. Foi uma união bem visível. Não diria que foi o momento-chave, mas marcou muita coisa. O lance do golo do Matheus não é estudado. Foi uma combinação entre o Porro e o Matheus. Já tinha reparado que o Porro faz sinal ao Matheus com a cabeça..."
"Tentava sempre abstrair-me disso tudo. Sempre fiquei focado nas minhas tarefas dentro de campo. Só me preocupava em fazer o meu trabalho. Se começarmos a pensar em tudo o que se fala à nossa volta acaba por não dar resultado. Nunca me preocupou esse assunto".
"Na altura falou-se muito. Não treinei à parte. Estava com o nosso preparador físico, a questão é que a equipa seguiu para o Algarve. Sempre estive em contacto com o míster Amorim, mesmo quando acabei a temporada em Braga. O míster sempre disse que contava comigo se não fosse para o estrangeiro. Chegaram algumas propostas, mas nada que fosse melhor do que ficar. Foi uma opção de carreira. O Sporting não aceitou mas eu também não quis. Sabia que este ano ia ser importante para a minha carreira e o míster Amorim também me deu essa atenção de que seria importante para a equipa".
"Temos de manter a fasquia lá em cima. Sabemos que, se tudo voltar à normalidade, que os adeptos vão querer que para o ano a temporada seja igual a esta. Ausência dos adeptos ajudou esta época? Não creio nisso. A conquista da Liga vai ficar marcada nos nossos filhos, nas nossas famílias e isso ninguém nos pode tirar. Um dos maiores orgulhos desta época foi colocar toda a gente no mesmo rumo. As imagens da festa são reflexo disso mesmo".
"Estou com muita vontade que isso aconteça. Só os melhores é que vão lá estar e toda a gente sabe o reconhecimento que a competição tem. Ouvir o hino, que fazia na Nintendo e na PlayStation, vai ser um momento único".
"Meteu-me muito à vontade. Chegámos até a falar bastante. É uma pessoa bastante humilde e também teve todo o gosto por me dar a camisola dele. Não sabia se podia ou não pedir-lhe, não queria abusar... deve ter tanta gente a pedir-lhe. Partilhar balneário com o Cristiano Ronaldo sem ser no Sporting? Tem de perguntar ao presidente do Sporting, se assim fosse seria um orgulho. Seria algo extraordinário tê-lo outra vez no futebol português. [Tens alguns dias para convencê-lo...] Vou tentar".
Verdes e brancos bateram o Porto por apenas um golo no total das duas mãos e estarão no jogo de todas as decisões da prova rainha
23 Abr 2026 | 13:08 |
O Sporting é o primeiro finalista da Taça de Portugal 2025/26, cuja decisão está marcada para 24 de maio. Os leões confirmaram o apuramento após empatarem a zero no terreno do Porto, fazendo valer o triunfo por 1-0 alcançado em Alvalade.
Esta será a 32.ª presença do Sporting na final da prova-rainha, competição que já venceu por 18 vezes, incluindo na última edição. No historial, o Porto soma 20 conquistas, enquanto o Benfica lidera o ranking com 26 troféus levantados.
Na final do Jamor, o Sporting irá medir forças com o vencedor do duelo entre Torreense e Fafe, que decidem a outra vaga esta quinta-feira, dia 23 de abril, em Torres Vedras, depois do empate a uma bola na primeira mão da eliminatória.
Vale lembrar que, caso conquiste mais um troféu, Frederico Varandas pode aproximar-se da dezena de títulos desde que assumiu o cargo em 2018 no Sporting. Um registo que conta com três Campeonatos Nacionais, duas Taças de Portugal, duas Taças da Liga e uma Supertaça, ou seja, oito títulos ao todo.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 26 de abril, frente ao AVS SAD. O encontro, a contar para a 31.ª jornada da Liga Portugal Betclic, diante da turma liderada por João Henriques, jogar-se-á na Vila das Aves, às 20h30.
Treinador dos verdes e brancos utilizou estratégia que se mostrou bem sucedida para garantir a presença dos leões na final da Taça de Portugal
23 Abr 2026 | 12:55 |
Abril tem sido um mês intenso para o Sporting e a última semana espelhou isso mesmo. Entre a eliminação na Liga dos Campeões frente ao Arsenal e a derrota no dérbi com o Benfica (2-1), o cenário podia ter abalado o grupo, mas Rui Borges manteve o foco e conduziu a equipa até à final da Taça de Portugal, após o empate no Dragão frente ao Porto.
Apesar dos recentes desaires, o técnico nunca deixou cair o balneário. Pelo contrário, recorreu ao orgulho ferido dos jogadores e recordou-lhes o percurso já alcançado, como a presença nos quartos de final da Champions - algo que não acontecia desde 1982/83. A mensagem foi clara: nada de baixar os braços, até porque ainda há objetivos em jogo.
No plano estratégico, Rui Borges voltou a proteger o grupo do ruído exterior e centrou todas as atenções na eliminatória. Sem espaço para lamentos, a equipa entrou no Dragão com a vantagem da primeira mão e um plano bem definido.
Na primeira parte, os leões privilegiaram a posse de bola, obrigando o adversário a correr atrás dela e permitindo, ao mesmo tempo, gerir o desgaste físico de um plantel exigido - sobretudo depois da saída precoce de Gonçalo Inácio por lesão. Sem grandes riscos, o Sporting controlou o ritmo e chegou ao intervalo com o objetivo cumprido: manter o nulo.
Na segunda metade, o cenário mudou. Com a fadiga a instalar-se, a equipa recuou linhas, fechou os espaços interiores - zona onde o Porto mais procurava criar perigo - e apostou em saídas rápidas, ainda que com menor frescura. A prioridade passou a ser resistir.
Nesse contexto, Hidemasa Morita assumiu protagonismo no meio-campo, sobretudo após a saída de Morten Hjulmand. O japonês destacou-se nos duelos físicos e na capacidade de equilibrar a equipa, numa exibição que espelhou a identidade pedida pelo treinador: intensidade, agressividade e compromisso.
Apesar do objetivo alcançado na prova rainha, o treinador não abdica da luta no campeonato. Enquanto for matematicamente possível, o foco mantém-se no título; caso contrário, a meta passa por assegurar o segundo lugar, que garante acesso à fase de qualificação da Liga dos Campeões, e tentar juntar esse feito à conquista da Taça de Portugal.
Antigo árbitro português deixou a sua habitual análise aos lances mais polémicos do Clássico que garantiu a passagem dos leões à final da Taça de Portugal
23 Abr 2026 | 12:46 |
Pedro Henriques deixou a sua análise aos vários lances do Porto - Sporting, que terminou num empate sem golos, garantindo a passagem dos leões à final da Taça de Portugal. No caso, o antigo árbitro concordou com a expulsão de Alan Varela e acredita que deveria ter existido mais uma: Gabri Veiga.
Pedro Henriques: "Passível de cartão vermelho"
"15’: Falta grosseira. Uma entrada fora de tempo, com uso excessivo de força que pôs em risco a segurança e a integridade física, passível de cartão vermelho, na ocasião Gabri Veiga, com o pé direito, de sola, e com os pitons, pisou o tornozelo de Hjulmand", começou por dizer, ao jornal A Bola.
Pedro Henriques: "Bem o VAR na intervenção que fez"
"88’: Bem o VAR na intervenção que fez, para reverter o cartão amarelo que foi mostrado a Alan Varela, pois a entrada foi por trás, fora de tempo, com impetuosidade, velocidade e em salto, acertando de sola e com os pitons no calcanhar direito de Luis Suárez", vincou Pedro Henriques, em concordância.
Com este empate – o oitavo em 50 encontros na presente temporada –, os comandados de Rui Borges carimbam o passaporte para a final da Taça de Portugal. Agora, o Sporting aguarda o desfecho da eliminatória entre Torreense e Fafe, que apenas jogam quinta-feira, 23 de abril.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 26 de abril, frente ao AVS SAD. O encontro, a contar para a 31.ª jornada da Liga Portugal Betclic, diante da turma liderada por João Henriques, jogar-se-á na Vila das Aves, às 20h30.